Vou relatar agora o dia em que eu tive uma das melhores experiências da minha vida. Talvez perca somente para o dia em que me formei na faculdade e em toda e qualquer vitória do Clube de Regatas do Flamengo.
Soquei na buceta e no cuzinho da novinha da igreja.
Sabe aquelas mulheres que vivem para a igreja? Foi exatamente uma dessas que eu trepei e foi uma experiência que me marcou muito (de uma forma MUITO positiva).
Isabela (somente o nome é fictício) tinha por volta de 23 anos na época da trepada. Eu também tinha 23. Agora temos 27. Chegamos a estudar por alguns meses na mesma sala na época de escola, mas aconteceram coisas na vida dela e ela precisou se mudar. Mas parece que era o destino. Anos depois ela retornou pra mesma vila em que resido. Cada dia mais bonita (e gostosa).
Ela era magrinha (assim como eu) e tinha um rabo bem empinado.
Na época de escola não tinhamos tanta interação. Mas eu tocava muita punheta imaginando aquela mulher sentando em mim.
Vamos ao conto.
Quando soube que elea tinha retornado pra vila, tratei de me reaproximar. Cheguei a ir em cultos na igreja que ela frequentava só pra me aproximar. Respeito todas as religiões, mas eu sou católico e ela evangélica.
Mas foi aí que descobri que eu conseguia mudar meus hábitos por uma buceta.
No início, as nossas conversas eram sobre os nossos objetivos de vida. Sonhos. Medos. Família.
Até que chegamos no tópico amor. E amor, muitas vezes, leva ao sexo. E era o que eu queria.
Não me considero bonito, mas o fato de ser "esforçado" já fez algumas meninas/mulheres me quererem. E não foi diferente com a Isabela.
Conversamos sobre tudo... até o dia em que eu chamei ela pra ir ao cinema.
Na minha cabeça, ia ficar com ela no cinema... mas logo ela cortou meu pensamento e disse que só iria se eu tirasse qualquer malícia com ela.
Concordei... até porque eu queria me aproximar ainda mais dela. Mas assim como a cabeça de cima pensava sobre muita coisa, a da minha pica também pensava muito em putaria.
No dia do combinado, pedi o carro do meu pai para dar uma volta. Ele ainda questionou o local pra onde eu ia, ms optei por mentir e disse que sairia com colegas.
Queria ter pegado a sessão de mais tarde, pensando nas possibilidades que teria. Silêncio. Sala vazia. Liberdade pra rolar algo com Isabela (se fosse a vontade dela, claro).
Mas Isabela não podia ficar até muito tarde na rua. "Moça de família". Jovem. Virgem... e pra piorar, era filha de um dos pastores que ministravam na igreja.
Ok. Não tinha o que ser feito. Passei na casa de Isabela e partimos rumo ao cinema.
Comprei os ingressos para a sessão que começava as 17h30. Já imaginei tudo dando errado, porque normalmente, nesse horário, tem muita criança e adolescentes no shopping.
O filme era de suspense... e isso ajudou muito. A sessão não ficou cheia e tinham muitos espaços vazios.
Queria ter comprado as cadeiras do fundo. Mas seria muito explícita a minha intenção.
Fiz papel de bom moço e ficamos nas fileiras da frente. É muito ruim... mas era o que tinha no momento.
Após o filme começar (e nem lembro mais o nome), Isabela pegou na minha mão e ficou segurando. Disse que, em momentos de suspense, ela ficava com muito medo.
Entendi. E só relaxei.
Por fora eu tava tranquilo, mas por dentro sentia que ia morrer de nervosimo. Minha mão suava e provavelmente Isabela sentiu, porque eu estava segurando a mão dela.
Não vou negar: minha pica também estava muito nervosa. Na cueca, o meu mastro pulsava com todo pensamento sexual que eu tinha com aquela mulher. Felizmente no dia, usei uma calça mais folgada que não deixava volume.
Durante o filme, não houve muitos momentos bons (pra mim que tinha outras intenções). Até forcei alguns comentários sobre o filme, mas queria muito provar a boca daquela mulher. Queria muito beijá-la. Mas é aquilo: a vontade tinha que ser mútua... e infelizmente, até o final do filme, Isabela não demonstrou nenhuma intenção comigo.
Quando o filme acabou, um sinal divino foi enviado e, antes de sairmos da sala de cinema, já em pé, Isabela me abraçou e disse que tinha gostado muito do filme e me agradeceu pelo convite.
EU AINDA TINHA CHANCES, pensei..
Então eu disse por nada e falei que se ela quisesse poderíamos ver algum outro filme. Sugeri filme de terror e Isabela logo me disse que, se fosse na minha casa ou na dela, poderia assistir. Ainda falou que não vê filmes de terror no cinema porque tem medo e grita muito.
ERA DEUS PRESENTE NAQUELE MOMENTO.
Disse que, quase todos os dias, pelo período da noite, fico em casa sozinho, porque meu pai trabalha durante a noite e minha mãe gostava de frequentar missas e ir na casa dos fiéis fazer oração em grupo.
Isabela concordou e disse que poderíamos sim assistir na minha casa.
Fiquei bem animado com essa ideia.
Saímos do cinema, fizemos um lanche em uma rede de fast-food e voltamos pra casa.
No caminho de volta, somente conversamos. Sobre tudo. Inclusive sobre sexo.
(Como o conto é um pouco longo, irei postar a outra parte em um 2° conto. Espero que vocês leiam e que tenham paciência!)
