CHANTAGEEI MEU PAI PRA COMER A MINHA MÃE E ACABEI FAZENDO UM BOM ACORDO COM ELE PT 4

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 1502 palavras
Data: 15/03/2026 17:00:10

Naquela mesma noite, de madrugada, o silêncio da casa era sufocante. Meu quarto escuro, só a luz do celular piscando. Meu pau ainda meia-bomba de lembrar da boca da mãe no banheiro, da porra engolida duas vezes, do corpo nu colado no meu à tarde toda. Mandei a mensagem do número anônimo: “Quero ver você dando o cu pro filho. Amanhã. 16 horas. No quarto.”

Passei cinco minutos esperando. Coração batendo forte. Ela respondeu: “Não.”

Perguntei de novo, ameaçando: “Ou isso ou mando tudo. Vídeos. Fotos. Pro marido. Pro filho. Pras amigas. Internet toda.”

Resposta veio seca: “Não. Desta vez não.”

Ela tava irredutível. Chorando do outro lado, talvez. Mas não cedia. Foi aí que tive uma ideia. Meu pai tava em casa. Mandei mensagem pra ele no celular normal: “Pai, deixa seu celular perto da mãe. Desbloqueado. Eu cuido do resto.”

Ele respondeu rápido: “Feito. Boa sorte, moleque.”

Mandei pra ela do anônimo: “Olha o celular do seu marido.”

Esperei. Imaginei ela pegando o aparelho da mesa de cabeceira. Desbloqueado, como combinado. Abri o vídeo que eu mandei pro pai: trecho dela me chupando no quarto. Boca engolindo meu pau, olhos pra cima, saliva escorrendo. Nítido. Ela apaga a mensagem rápido. Digitou: “Tudo bem.”

Eu respondi: “Amanhã às 16. Mesmo horário. No quarto. Sexo no cu. Violento. Ou perde tudo.”

Ela não respondeu mais. Apagou o celular. Eu dormi com tesão e ansiedade misturados.

Ela acordou quieta na manhã seguinte. Olhos baixos no café. Meu pai já tava saíndo. Eu me aproximei. Dei um beijo na boca dela. Língua devagar, mão na nuca. Ela correspondeu um segundo. Depois cortou. “Filho... seu pai tá escovando os dentes... cuidado...”

Eu ri. “Relaxa, mãe. Ele não ouve.”

Ela corou. “Não pode... isso é loucura filho.”

Eu saí rindo por dentro. Ela disse que ia sair. “Vou na farmácia comprar remédio pra dor de cabeça.”

“Beleza, mãe. Se cuida.”

Ela chegou meia hora depois. Deixou a sacola na mesa da cozinha. Foi se trocar. Tinha treino com uma aluna. Fucei a sacola. Três tubos de lubrificante. Do mais caro. Gel transparente, sem cheiro. Pensei: “Três? Por quê tudo isso?” Meu pau mexeu só de imaginar. Ela tava preparando pro cu. Sabia que ia ceder.

A tarde chegou. 16 horas. Ela ligou o celular. Colocou na cômoda, como antes. Eu tava no meu quarto. Já coloquei pra gravar no PC. Mandei: “Ótimo. Comece logo.”

Ela me gritou lá do quarto dela: “Filho! Vem aqui um minuto!”

Fui. Ela tava de roupão solto. Cabelo molhado. Devia ter tomado banho. Feito chuca no cu pra deixar limpinho. Olhos baixos. “Filho... andei pensando sobre aquilo de virgindade que você me disse. Resolvi tentar te dar o cu. Acho justo. Você tirar minha virgindade do cu... pois eu tirei a sua.”

Eu disse: “Sério, mãe? Fico feliz em saber disso.”

Ela não riu. Voz séria. “Vamos logo com isso. Antes que eu desista.”

Tirou o roupão. Ficou nua. Corpo perfeito. Peitos firmes, barriguinha sequinha. Buceta rosada depilada. Ficou de quatro na cama. Empinou a bunda gigante. “Vem, filho... mete no cu da mãe...”

Peguei o lubrificante da sacola. Ela trouxe pro quarto. Ela pegou meu pau na mão. Deu uma boa chupada. Boca quente engolindo metade. Língua girando. “Pra deixar bem duro, filho... pra entrar no cu...”

Meu pau endureceu rápido. Grosso, veias pulsando. Ela passou lubrificante no pau todo. Mão escorregadia batendo punheta devagar. Depois passou no cu dela. Bem passado. Enfiou o dedo dentro, gemendo baixo. Jogou lubrificante dentro do cu. Vazou um pouco, escorrendo pelas nádegas.

“Essa rola é muito grossa... vou sofrer pra caralho...”

Eu disse: “Mãe... calma. Com carinho neh.”

Coloquei a cabeça de leve. Só encostando no anel rosado apertado. Ela já gemeu. “Ai... filho... devagar...”

Eu nem enfiei. Só encostei. “Mãe... o medo só vai atrapalhar. Relaxa.”

O cuzinho dela era bem apertado. Cabeça não entrava. Peguei mais lubrificante. Passei na cabeça. Enfiei a ponta do tubo no cu dela. Joguei um monte dentro. Vazou, escorrendo pelas pernas. Aí empurrei a cabeça um pouco forte. Entrou. Ela gritou alto: “Ai... porra... dói...”

Parei. Deixando a cabeça dentro pra ela acostumar. “Tá tudo bem, mãe?”

“Sim... só deixa assim um pouquinho... ai... grosso pra caralho...”

Deixei. Mas fui fazendo forcinha. Entrando mais. Pouco a pouco. Comecei um vai e vem bem lento. Ela gemendo rouco, segurando nos lençóis brancos. “Ai... filho... devagar tenha dó do cuzinho da mamãe...”

Sentia as pregas dela se rasgando. Aperto insano. Encostei a cabeça perto da nuca dela. Sussurrei: “Pronto, mãe... você deu o cu. Perdeu a virgindade pra mim. O que acha?”

Ela disse, voz tremendo: “Dói pra caralho... mas tá ficando gostoso... continua metendo devagar... quero ver o final...”

Empurrei mais a cada vai e vem. Aumentando a velocidade devagar. Meu pau tava bastante dentro. Ela gemendo mais alto. “Ai... filho... assim... me arromba...”

Eu quase gozando de tão gostoso. Aperto quente, lubrificante escorrendo. De uma vez meti o pau até o talo. Ela gritou: “Aiiii... porra... tá me arrombando, desgraçado!”

Eu ri. Continuei metendo mais forte. Ritmo pesado. Saco batendo na buceta dela por baixo. Ela rebolava agora. “Ai... filho... dói... mas goza... goza no cu da mãe...”

Gozei forte. Porra jorrando quente no cu virgem. Ela gozou junto, corpo tremendo, cu apertando meu pau. “Ai... enchendo... quente... me matou...”

De repente, uma voz grave na porta: “Bonito, Inês. Pra mim não dá o cu... mas pro nosso filho dá até o talo.”

Ela se desesperou. Sentou rápido. Meu pau saiu do cu com um plop molhado. Cobriu com o lençol. “João! Meu Deus...”

Eu fiquei surpreso. Não tinha combinado isso com ele. Ele entrou. Olhos furiosos. “Que vergonha, Inês. Que puta que você é.”

Ela chorando: “Por favor... me perdoa, amor... me perdoa... foi um erro...”

Ele me olhou. “Filho... sai daqui. Vou conversar com sua mãe.”

Saí. Fui pro meu quarto. Mas o celular dela tava ativo. Liguei no PC. Assisti tudo.

Ele sentou na cama. “Bravo, Inês. Você nunca me deu o cu. E agora tava dando pro nosso próprio filho.”

Ela chorando: “Por favor... me perdoa... eu faço qualquer coisa... não me larga...”

Ele ficou quieto. “Eu te amo, Inês. Mas assim não dá. É injusto.”

Ela ajoelhou no chão. Nua ainda. “Eu faço qualquer coisa... dou meu cu pra você também... por favor...”

Ele riu baixo. “Inês... vamos fazer um acordo. A gente continua juntos. Você continua dando pro nosso filho... e pra mim. E eu arrumo uma amante. Porque não é justo só você ter outro e eu não.”

Ela piscou. Lágrimas escorrendo. “Como assim uma amante?”

“Sim. Você vai ter dois paus. Eu só uma buceta. Quero outra também. Ou nada de acordo.”

Ela não tava em condições de exigir. Mas disse: “Assim... eu aceito, João. Mas desde que seja dentro de casa. Nada de motel ou por aí. Pra ninguém ver. E precisa de uma boa desculpa.”

Ele assentiu. “Combinado. Dentro de casa. Eu arranjo. E a gente continua família. Mas com tesão liberado.”

Se acertaram. Beijo na boca dela. Ele me chamou pro quarto. “Filho... eu e sua mãe aceitamos e concordamos em algumas coisas. Depois te explico melhor. Mas vamos selar nosso acordo com um sexo a 3.”

Ela olhou pra ele. “Como assim sexo a 3?”

Ele disse: “Vai dar pra nós dois agora. Se você quer ser puta... seja pros dois.”

Ela piscou. Lágrimas secando. “Tudo bem. Se vocês me querem uma puta... é o que vão ter.”

Ajoelhou na cama. Pegou meu pau na mão esquerda. O do pai na direita. Chupou o meu primeiro. Boca quente engolindo metade. “Ai... filho... que pau grosso...”

Depois o do pai. “João... o seu é maior... uns 2 cm... mas o do Leandro é mais grosso... agora tenho tudo que preciso nesses dois paus...” Riu baixo, safada.

Chupava um. Depois o outro. Boca alternando. Saliva escorrendo nos dois paus pretos. “Toma... mama os paus da família...”

Meu pai deitou. Ela montou na buceta dele. Pau descomunal entrando devagar. “Ai... João... grande... me arromba...”

Eu atrás. No cu dela. Lubrificante ainda escorrendo. Coloquei a cabeça. Entrei devagar. Ela gritou: “Ai... dois paus... me rasgando...”

Meu pai metia na buceta. Eu no cu. Ritmo alternado. Barulho molhado. Pele batendo. Ela rebolava louca. “Ai... filho no cu... pai na buceta... me encham...”

Trocamos. Meu pai no cu. “Agora sim... o cu que nunca comi... toma, Inês...”

Ele meteu devagar. Ela gritou: “Ai... grande... dói... mas fode forte...”

Eu na buceta. Metendo forte. Saco batendo. “Mãe... toma o pau do filho na buceta... enquanto o pai arromba teu cu...”

Ela gozava sem parar. Corpo tremendo. “Ai... dois paus... me matando... gozo... enchem a mãe...”

Gozei na buceta. Porra enchendo. Meu pai gozou no cu. “Toma... no cu virgem... enchi...”

Caímos. Ofegantes. Suados.

No fim, dormimos os 3 juntos. Mãe no meio. Mão direita no meu pau. Esquerda no do pai. Corpos colados. Cheiro de sexo no quarto.

Família selada. No tesão. No pecado.

E eu sorria no escuro. Plano perfeito.

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