Meu rumo de amigo beta foi um sucesso, tinha até ganhando um cargo, e no sábado foi tipo o ápice. Helô tinha falado que iria transar mas não era uma transa simples, ela iria a uma festa com a amiga, e depois encontrar o cara com quem iria transar e eu só a veria depois na sua casa. Só que tudo mudou ou 30 por cento mudou, porque Helô decidiu que eu também iria à festa.
Às 20 horas me arrumei às 21:00 peguei a Helô que estava linda, parecendo uma do job, às 21:20 pegamos a sua amiga e rumo a festinha no meu carro, a amiga dela era pior com uma roupa que mal cobria seu corpo.
Eu sabia que Helô gostava de funk, só que não sabia que gostava daquelas tão pesadas que seriam proibidas até mesmo nos bailes kkkkk. Bom, tive que pesquisar o nome (garganta profunda - MC Jéssica do escadão).
Caralho a música é pesado proibidão mesmo é funk que começa assim “que isso novinho que nesse short só balança, fico imaginando tudo isso na minha garganta, gloc gloc gloc.”
Elas cantavam e não para por aí, eu fiquei meio espantado mais me deu um tesão a continuação da música “joga na minha cara, tá me sufocando, mas eu tô gostando gloc gloc gloc.”
Elas cantavam e riam eu fingindo prestar atenção no trânsito, ela cantava junto com a música “pode gozar na minha cara nos meus peitos e na minha bunda, vou continuar na garganta profunda.”
Nesse momento meu pau duro lembrando delas falando “joga na minha cara.” Meu Deus e resultar que o (gloc gloc) é barulho do pau batendo na garganta, que música desgraçada e as meninas gostando, foram elas mesmo que colocaram aí depois mudou a música e eu tentei me acalmar. Só que a amiga da Helô falou assim “amiga sabe o que é pior que a maioria dos caras nem gosta de garganta profunda só querem ver a gente se engasgando.”
Helô deu uma risada “é verdade, Vini, vocês querem ver a gente se engasgando no pau de vocês?”
Puta que pariu eu fiquei vermelho de vergonha, e como eu não respondi a amiga da Helô falou “olha acho que descobrimos a verdade, deve ser isso mesmo.”
Elas riram e bateu o TDAH nelas e já trocaram de assunto, logo chegamos na festa, a música estava estralando o pessoal bebendo, e o jogos de luzes para todos os lados, Helô irradiava uma energia boa dançava e pulava na frente do palco, sua amiga a acompanhava, ela dançava rebolando o seu vestido subia ela abaixava mais o pessoal não parava de olhar a sua bunda, a amiga dela praticamente me ignorava, ela estava de shortinho curtíssimo, mostrando suas pernas longas e bonita.
Aquela festa estava perdendo o controle, mulheres sexy por todo quanto, um esfregar e esfregar, homens sem camisa emanando testosterona, parecia que tinha cheiro de sexo ao redor.
Helô me fez buscar bebida para elas a noite inteira, e quando eu voltava sempre tinha um cara por perto.
Helô falou no meu ouvido “se um cara feio vir, você vem dizendo que é meu namorado.”
“Sério?”
“Sim, eles precisam saber que a minha bucetinha apertada tem dono.”
“E se for bonito?”
“Ai minha buceta não tenho dono.” ela falou rindo.
Ela se afastou um pouco e começou a dançar meu pau estava duro, aquela vagabunda mexia comigo, ela chamava atenção de todos os homens que passava e não demorou pra um chegar nela e nem precisou de eu ir lá, tomou um fora, mas eu fiquei extremamente excitado.
Fui ao banheiro e quando voltei Helô estava rebolando pro cara, a amiga dela me olhou esperando a minha reação, eu observei ele falou algo no ouvido dela, ela ficou de ponta de pés para responder, ele sorriu.
“Você não vai resgatar ela?” Ela me olhou “Você acha que ela deveria agir assim?”
“Somos só amigos” eu falei tentando me convencer.
Depois de um tempo ela volta suada e sua amiga fala que vai dar uma volta.
Fica somente eu e Helô. “Quem era ele?” eu perguntei.
Foi quando eu reparei que seu peito estava com farol aceso, que puta safada.
“Não está com ciúmes né? Eu posso dançar com quem eu quiser.”
Fiquei em silêncio.
“Eu senti o pau dele.”
Puta merda, meu pau ficou duro novamente.
“Quer que eu descreva?” Eu fiquei em silêncio, era uma tentação, como ela tinha esse poder.
“Ele parecia grande contra mim, eu podia sentir tudo.”
Caralho que safada.
“Tenho uma tarefa para você.”
“Pra mim?”
“Sim, meu escravinho.” o álcool já falava mais alto.
“Você vai pegar a minha calcinha, essa que eu estou usando e vai entregar a ele.”
“Helô!?”
“Vai entregar aquele homem que esfregava o pau duro dele na minha bunda.”
Caralho meu tesão estava nas alturas, mais eu não poderia.
“Não posso, o que ele vai pensar?... Ele vai pensar que você quer transar com ele.”
“Talvez aconteça, mas na melhor hipótese talvez a gente nunca se encontre, vai ser divertido.”
Caralho que menina maluca.
“Então você quer que eu encontre ele e diga “minha namorada quer que você fique com a calcinha dela.”
“Sim…mostra a ele como eu mando em você.” Ela falou com um sorriso no rosto.
Fomos ao banheiro e quando ela saiu me entregou a sua calcinha enrolada na minha mão eu só dei uma olhada, ela com um sorriso no rosto “você consegue.”
Eu saí no meio da multidão atrás do cara, depois de um tempo encontrei ele pegando uma bebida, aquela tatuagem no pescoço era ele mesmo.
Cheguei nele “opa.”
Ele olhou para trás, e acenou com a cabeça.
“Ei amigo.”
Ele olhou novamente.
“Sabe aquela mulher morena que você dançou na frente do palco.”
“Lembro sim.” ele me olhava pensando que talvez eu fosse arrumar confusão.
“Então cara, ela pediu para deixar isso com você.”
Quando eu entreguei.
“Caralho sabia que ela era uma puta… é a sua amiga?”
Eu só fiz sim com a cabeça.
“Caralho.” Ele colocou no bolso e saiu.
Voltei pensando que merda eu fiz? E quando passei a mão no rosto, tinha impregnado o cheiro de buceta na minha mão, senti inveja daquele cara, que estava com a calcinha dela.
Quando eu vi Helô, falei “eu entreguei.”
“Eu te segui.” Ela falou com um sorriso no rosto.
Ficamos bebendo e dançando até que Helô falou “bom acho que ele deve chegar a qualquer momento.”
Passou tempo chegou um cara, não sabia quem era, ela também não me apresentou simplesmente conversou com a amiga que veio junto eles foram embora.
Depois a amiga veio até mim, “vou juntar com uns amigos, Helô foi embora, foi legal te conhecer.” Ela se virou e foi embora, vaguei pela festa sozinho por um tempo. Me sentia o homem mais submisso do planeta, abandonado na festa, vendo ela ir embora, após entregar a calcinha dela a uma pessoa desconhecida, que sarrou nela por alguns minutos e o pior que de tudo que eu ainda tinha uma ereção na calça, sai da festa entrei no meu carro e tinha um destino ir para casa da Helô e esperar ela.
Pra falar a verdade quando eu entrei no carro eu pensei em me masturbar, depois que eu entrei a calcinha e percebi que o cheiro da Helô estava na minha mão, eu evitava até mesmo de pegar no copo úmido com aquela mão, só para preservar o cheiro dela, mais o cheiro era tão fraquinho que me dava mais vontade e saudades da Helô, não tinha escolha vou até a sua casa e esperar como um belo cachorrinho.