Alguns dias depois a mana me chamou e disse que perguntou a ele se ele achava que eu sabia de alguma coisa sobre eles. Ele respondeu que não sabia o que eu sabia, mas que ele me viu pelo espelho dentro do quarto, um dia a tarde quando ele veio mais cedo pra casa. Ele viu que eu assisti ele comendo o cu da mamãe de quatro na cama. Ela então perguntou ao Beto se como nós éramos homens, se ele iria falar comigo como fez com ela. Ele então respondeu que esperava eu crescer mais um pouco pra falar, mas se ela estava perguntando era porque provavelmente eu já sabia de alguma coisa. Ele então disse que ia falar comigo qualquer dia desses.
Eu estava pirando. Estava morrendo de vergonha e com medo, mas ao mesmo tempo ansioso pro beto falar comigo. Queria que ele fizesse comigo tudo que fez e fazia com a minha irmã. Cada detalhe. A diferença era que eu já sabia chupar o pinto do meu colega e que além dos dedos dele no cu, enfiava os meus dedos e alguns tubos de desodorante no banheiro. Mas nenhum deles era da grossura e do tamanho do Beto. Até que chegou o dia. Estávamos sozinhos em casa. Mamãe e a mana na casa da vovó. Ele em casa de cuecas na sala vendo jogo. O jogo acabou e ele me chamou. Fui ligeiro, mas tentando disfarçar o nervoso. Ele então deu uma coçada na cabeça e começou a falar comigo. " Então, sua irmã veio falar comigo sobre algumas coisas que você quer aprender e eu acho que você já sabe o que é." Eu fiquei com aquela cara de sem graça, curioso e ansioso. Ele continuou. " O que você sentiu quando viu eu e sua mãe no quarto aquele dia? Fala sem bobeira que eu te vi pelo espelho do quarto." Eu muito sem graça falei que o que vi. Então fomos conversando ele acabou perguntando novamente: " mas o que você sentiu? você queria estar no meu lugar ou no lugar dela naquela hora?" Meio que gelei com essa pergunta, mas respondi baixinho "dela". - Ele: pode falar alto, repete. - "no lugar dela" falei. Beto: "Tá bom, mas porque você gostaria de estar no lugar dela?" - "Porque seu pinto e grandão" - Respondi. Beto: " Ok, me conta tudo que você sabe e está escondendo aí." - Fui então contando o que havia aprendido sobre sexo até então, contei sobre meu colega até chegar sobre o que a gente fazia.
Beto me ouviu com calma e atenção. sempre me deixando a vontade. Repetiu a mesma coisa que disse pra minha irmã. ia me ensinar a fazer tudo o que fazia com mamãe e minha irmã, mas que isso era pra ficar só entre nós. Explicou como a sociedade não aceitaria que eu aproveitasse os prazeres do sexo tão cedo e que não era mais pra tocar no assunto nem com a mana e nem ninguém mais. Concordei e ele então tirou a cueca e falou. "Vamos começar a primeira lição. Pode pegar e mexer à vontade. Vai me perguntando o que quiser."
Me aproximei daquela pica finalmente ao meu alcance. Eu olhava cada detalhe, cada veia enquanto ela crescia na minha frente. Me debrucei nas pernas dele e pela primeira vez senti o calor daquele salame. Como minha irmã fez, peguei com a mão e senti a textura, puxei a pele e expus a cabeça. já com uma gota de pré gozo na ponta. Comecei um leve vai e vem. Ele abriu as pernas e se ajeitou. " Sente logo o gosto. Sei que você ta doido pra comparar com o do seu amigo. Vai ver que essa e bem melhor". E assim eu fiz. Abri a boca, mas era só a cabeça mesmo. Fechei os lábios em volta dela e comecei a passar a língua nela toda. Sentindo o gosto e a textura da pele. Senti aquele salgadinho gostoso do pré gozo na língua aumentar à medida que eu sugava e punhetava de leve o rolão.
Ficamos assim alguns minutos e eu sentia a rola dura como pedra. Beto então me afastou delicadamente e foi na cozinha. Voltou com o pote de banha e falou. "Seu amigo teve uma boa ideia. Vamos abrir esse rabo hoje". O coração chagou a dar um pulo de excitação. Ele voltou a sentar e eu cai de boca na rola de novo. Mas antes ele puxou de uma vez meu shorts e a cuequinha e me deixou peladinho. Me ajeitou no sofá e logo senti o geladinho da banha no meu rego. Seus dedos procuravam minha entradinha anal. Me ajeitei pra ele encontra o seu objetivo e logo aqueles dedos mágicos espalhava a banha no meu canal. Puta que pariu, nada se comparava a sensação de quando brincava com meu colega. Logo o primeiro dedo grosso foi entrando lentamente no meu buraco. Aquele dedo já era bem maior que o pinto do meu colega. ele foi mexendo e ajeitando minhas pregas pra receber o segundo dedo. Quando ele tentou enfiar o segundo eu parei de chupar e olhei pra ele. Ele percebeu que eu senti que ia doer e me acalmou. " Relaxa, eu vou te foder, não te machucar. Vamos mudar de posição". Ele então me colocou de quatro no chão e apoiado no sofá. Ficou do meu lado e deu a rola pra continuar chupando. Foi então enfiando e tirando um dedo e enfiando outro. Lentamente e um de cada vez. Eu estava pirando na sensação. Ficou assim por alguns minutos e de vês em quando dava uma catucada com 2 dedos. Ameaçava dar aquela enfiada e voltava pra um dedo de cada vez até que praticamente sem dor eu senti que engrossou e foram 2 dedos pra dentro do buraco até o fim. Eu instintivamente apertei o cu e ele foi tirando os dois dedos. Deu aquela rodeada do lado de fora e enfiou dois de novo. Foi um delicia. Enquanto isso minha boca estava cheia de pré gozo. Ele continuou fodendo meu cu com dois dedos por algum tempo e depois começou a fazer a mesma coisa com o terceiro dedo. Aí complicou um pouco. Foi um pouco mais difícil e demorado. Mas quem estava com pressa de sair dali? Tava bom demais aqueles dedos no fundo do cu. Firmes, ritmados e profundas dedas. Eu sabia que quando viesse o rolão ia ser bom demais. De vez enquanto eu já soltava uns peidinhos e foi quando senti o terceiro dedo entrar. Doeu só um pouquinho. Tinha bastante banha pra deslizar. Em alguns minutos o terceiro dedo ia até o fundo sem incomodar nadinha. Os peidinhos me excitavam tanto quanto ao Beto. Meu pintinho só escorria uma babinha e estava bem durinho. Beto então falou: "Ta quase na hora. Se prepare. Você vai ficar no lugar da sua mãe." Na hora não me liguei, mas quando senti que ele enfiou os dedos com mais força e forçou eles lá dentro, lembrei das enterradas maravilhosas que ele deu no cu da minha mãe. Ele então sair de perto de mim de repente, arrancou os dedos do meu cu de uma vez. Deu um tapa na minha bunda. Colocou uma das mãos nas minhas costas apertando de encontro o sofá e enfiou 2 dedos fundo rápido e com força, sacou os dois e enfiou 3, sacou e em seguida veio a jamanta. Senti a cabeça encostar no anel. Fiquei nervoso e ansioso. O cu perdeu o controle e se abriu. Ele deu umas xuxadas com a cabeça e na terceira ou quarta xuxada enterrou. Não enterrou de uma vez como fez com a mamãe porque deve ter ficado com medo de me arrebentar, mas, enterrou lenta e firmemente até o final. Eu não senti dor por incrível que pareça. Talvez porque eu queria muito sentir aquela rola, ou talvez por causa da forma que ele me abriu primeiro. Mas a sensação de sentir o calor do corpo dele, mito maior que o meu. Quente e suado. Senti os pelos da barriga encostar na minha bunda e o rolão todo enterrado no cu. Nunca mais foi possível senti algo assim. Por maiores que fossem as rolas que vieram mais tarde ao longo da vida.
Ele começou a esfregar as mãos nas minhas costas. O suor ela o óleo que deslizava. O vai i vem começou lento e sempre na enterrada pressionava um pouco mais com o peso do corpo. Começou a tirar até a cabeça e enfiar tudo lentamente. Acelerando aos poucos. Zero dor. Só prazer. Quando ele acelerou um pouquinho eu gozei. A mini próstata exprimida pelo rolão acionou o gatilho. ele sorriu quando sentiu que eu gozei pois o cu deu umas piscadelas e apertou o rolão. Beto então foi aumentando o poder das enterradas. não tão forte quanto com a mamãe e com a mana. Afinal era a primeira vez do rolão no meu cu, mas eu ia chegar lá com certeza. Eu pensava como ele ia dar conta de fuder 3 cus agora. Mas hoje era a minha vez e eu tava adorando. Ele puxou minha perna direita e colocou no sofá. fiquei com o joelho esquerdo no chão e a perna direita levantada, deixando o anel todo aberto e exposto pra ele usar. Beto socava forte e me apertava todo. Massageava minhas costas e soltava uns gemidos. Eu estava totalmente solto e relaxado. Sentia prazer em cada enterrada. ele então sacou a rola do meu cu e me puxou, levantando como uma boneca. Sentou no sofá e me erguendo pelas pernas por trás, me colocou no colo. Como tava tudo melado de banha, o rolão achou o caminho do cu sozinho e encaixou perfeitamente até o talo. Pela primeira vez senti uma dorzinha na virilha e um pouco de cólica. Como passou rápido nem falei nada. Ele segurou meus pés sobre as coxas e mandou eu quicar. Eu estava de cócoras e nessa posição é muito bom quando entra tudo. Parece que mexe com alguma coisa lá dentro. Continuei quicando e sentindo ele todo entrando e saindo. Naquela idade é muito fácil fazer isso. Hoje se fizer isso em dois minutos os joelhos já eram.
Comecei a sentir um calor no anel, senti que algo estava quente e molhado no meu cu. Ele também sentiu e sentiu o cheiro. Eu tava dando uma bela borrada no pau dele. Claro com tudo aquilo enterrado no cu e eu ainda não sabia lavar direito só podia dar nisso. Ele parou e me olhou. Eu fiquei parado esperando a reação dele. Então ele riu e falou, "não quer se sujar não brinca na terra." Levantou do sofá comigo no colo e enterrado. Me colocou no chão, me fez virar e me empurrou de volta pro sofá. " Depois a gente limpa essa sujeira" - Puxou minhas pernas pra cima no que depois aprendi que era "frango assado" e meteu o rolão de novo. Desta vez ele falou, "vai bate uma punheta. Goza que depois eu vou gozar e você vai experimentar." - Comecei a bater uma punheta, o cheiro de merda incomodava um pouquinho, mas deixava mais excitado. Rapidinho comecei a sentir o gozo vindo. Sensações novas de gozar com uma rola enorme indo e vindo no cu. "Vou gozaaaar" falei, ele então enterrou e depois empurrou o mais fundo que pode com o peso do corpo. Senti o anel contrair em volta do rolão e senti toda sua grossura. Gozei e pisquei o anel várias vezes. Beto então começou a dar umas estocadas longas e rápidas. eu havia virado uma boneca de pano. Fiquei mole depois da gozada. Ele então começou a fungar e grunhir. Sacou a rola do meu cu e me puxou pelo cabelo enfiando a cabeça do rolão na minha boca. Eu senti na hora o amargo do coco, mas fiquei excitado de novo. Afinal estava prestes a sentir a porra de um adulto de verdade na garganta. Com a minha boca sugando a cabeça, passei a língua rapidamente no freio e em volta da cabeça e o Beto punhetou o pau. Logo senti o primeiro jato. Grosso, leitoso e saboroso. Nunca vou esquecer a primeira leitada. Veio o segundo, o terceiro, quarto e finalmente foi diminuindo. Saboreei tudo com gosto e aproveitei pra lamber todo comprimento do rolão. O amargo e o cheiro do melaço me excitavam de novo. mas eu não tinha coragem de pedir uma segunda foda.
Deitei em cima dele e ficamos assim um tempão rindo e falando como seria dali pra frente. Mesma coisa da minha irmã. Ele chamaria sempre que desse pra dar uma foda daquelas. E assim foram os anos seguintes até cada um sair de casa. Quando minha irmã saiu de casa, sobrou mais pra mim. Meu amigo me comia também, mas nunca revelei de onde vinha minha experiencia. Meu amigo tinha metade da grossura do Beto, então conforme crescemos, começamos a fazer fisting. Meu amigo não era tão grande como o Beto e foi fácil adaptar meu anel pra ele enfiar a mão até metade do braço. Com o tempo ele conseguia enfiar as duas mãos. Beto adorava um cu aberto que ele já podia castigar como quisesse, sem dó.