Olá
Sou eu de novo, o Luan.
Escrevi sobre minha primeira relação com a Dna Marisa.
Depois disso o tempo passou e comecei a ser chamado pelos adultos pra trabalhar como ajudante. Eles gostavam de mim porque diferente dos moleques da minha idade eu gostava de me virar e ter meu próprio dinheiro.
Foi um aprendizado e tanto pois aprendi a dar preço no meu trabalho e já não trabalhava mais por trocados. Porém não podia cobrar o mesmo que um adulto porque não tinha experiência suficiente, então pra não ficar sem meus bicos eu cobrava pouco.
Em 6 meses eu já tinha aprendido sobre pintura e montagem de móveis que era algo que eu já fazia, mas do meu jeito, que era sem organização e bem bagunçado. Agora não... agora eu já trabalhava de forma mais organizada.
“ Um profissional trabalha desde jeito, tá vendo Luanzin”
Era assim que falava o Everaldo, um cara de uns 30 e poucos anos que me ensinou bastante coisa.
Que Deus o tenha...mas enfim...
Estava voltando da escola, coisa que eu já não gostava muito, mas meu pai me obrigava a ir e ameaçava me proibir de trabalhar se eu não estudasse....fora o cassete que eu ia levar.
Nesse dia escuto uma mulher me chamando:
- EEI...MENINO
Eu olhei pros lados também procurando...
- É.... VOCÊ MESMO.....PODE VIR AQUI UM POUQUINHO?
Vi que ela me chamava da casa da Dna. Ivone, uma senhora bem idosinha que todos nós achávamos ter uns 300 anos....meu pai me disse uma vez que conhece ela desde antes de ter minha idade e ela já era idosa.
Mas aí me lembrei que ela tinha uma filha que havia se casado e ido embora a muito tempo. Só podia ser ela.
Quando ela se apresentou eu tive certeza que era ela mesma.
Seu nome era Regina. Dna Regina.
Devia ter uns 40 anos e era uma mulher grande mas não em tamanho e sim em proporções. Tinha peitos grandes, cintura fina e bunda larga.
“ Essa nêga é gostosa demais” ouvia um ou outro tiozão comentando quando ela aparecia pra visitar a mãe em algum fim de semana.
Já a maioria das “tias” não gostavam dela.
Diziam ser metida.
O boato entre elas é que ficou assim depois de ter arrumado um marido rico, mas que agora era viúva.
“Não valia nada antes mas agora tá assim...nariz em pé”
Bom, depois dela se apresentar, perguntou quanto eu cobrava pra fazer um serviço pra ela. O trabalho era desmontar e/ou quebrar todos os móveis e jogar todos na caçamba de entulho que ela iria alugar porque estava levando a mãe embora e a casa ia ser vendida.
A casa era enorme. Uma das maiores da rua. Então pedi pra ver.
Em baixo eram uma sala e uma cozinha e em cima real os quartos. 4 no total e na parte de trás da casa uma área de serviço.
Tinham alguns sofás velhos, alguns guarda roupas e armários.
Pensei um pouco e dei meu preço. Ela aceitou então eu já ia começar no outro dia assim que a caçamba de entulho chegasse.
Antes de eu ir ela me pediu ajuda pra colocar a mãe dentro do carro ajudei com todo cuidado. Dna Ivone era muito frágil então tínhamos que ter cuidado. Por um momento Dna Regina teve que se abaixar na minha frente e seu vestido folgado me deu uma boa visão dos seus peitos. Ela me viu olhando e riu. Devo te ficado todo vermelho.
Antes de ir embora ela disse: - Bem que a Marisa me falou que você era um menino prestativo!
- É.....ela falou? Perguntei todo assustado.
- Falou e falou bem!
Se despediu entrando no carro e indo embora.
Não sabia que as duas eram amigas. Se bem que a Dna Marisa fazia faxina na casa da Dna Ivone as vezes e alguém deveria pagar pelo serviço. Acho que deve ter sido por aí que se conheceram.
Eu tinha até um pouco de medo que soubessem o que aconteceu. Meu medo mesmo era apanhar dos meu pais então no fundo eu até agradecia por ela ter se mudado dalí.
Por volta das 7 da manhã eu já tava de pé mas não podia fazer nada enquanto Dna Regina não chegasse então quando vi seu carro bati palmas no portão e ela me pediu pra entrar. Quebrar ou desmontar era eu que decidia então comecei o quebra-quebra enquanto ela ficou por ali recolhendo mais alguns pertences que ficaram pra trás, roupas, porta retrato...essas coisas ...
Estava concentrado pensando no que iria fazer com o meu dinheiro.
Dava até pra eu comprar um vídeo game da época.
Então escuto Dna Regina me chamando.
Quando fui ver o que era ela estava em cima de uma cadeira tentando tirar uma mala velha que estava em cima de um guarda-roupas.
- Me ajuda aqui....eu fui tirar esse negócio mas tá muito pesado
- Me ajuda a por de volta!
Fui pegar outra cadeira mas aquela era a única que ela tinha pego então ela me pediu pra subir naquela mesmo pra não demorar.
Subi junto com ela mas sem nenhuma maldade. Fiquei atrás e começamos a tentar empurrar a mala de volta que realmente estava pesada e pra “ajudar” o guarda-roupas era alto.
Então o inevitável aconteceu e eu comecei a ficar de pinto duro.
Não tinha como não ficar.
Meu pinto estava bem no meio da bunda da Dna Regina e a cada tentativa de jogar a mala de volta eu me encostava mais ainda nela.
Sem contar que ela era muito cheirosa.
Tentei me afastar um pouco mas quando eu fazia isso ela falava:
- Força Luan....vai menino... força!
Finalmente conseguimos e ela desceu primeiro é claro que percebeu minha ereção. Eu fiquei olhando pra mala tentando disfarçar mas era impossível. Eu tinha ido com roupa de trabalho e estava vestindo uma calça de moleton então não tinha como não perceber.
Dna Regina se abanava...
- Uui.....deu até calor.
Eu desci e voltei a fazer o que fazia sem nem olhar pra ela.
Achei até que ela ia me tirar o serviço.
Fui trabalhando na minha até que olhei no relógio e já eram 11:00 horas. Avisei pra ela que poderia ficar até no máximo 12:00 pois tinha aula. Era uma sexta-feira.
Ela me pediu pra ficar mais um pouco e que qualquer coisa me levava de carro pra escola mas eu disse que inda precisava tomar banho.
- Toma banho aqui! Aqui tem chuveiro!
Fiquei com medo de negar e aceitei.
Passou um tempo e eu perguntei se tinha toalha e ela disse que tinha mas que ia ter que procurar e me mandou ir pro banho que já me levava a toalha.
Era um banheiro simples, só com vaso, pia e chuveiro mesmo.
Dna Regina abriu a porta e entrou, pelada e com uma única toalha na mão.
- Vamos ter que tomar banho juntos. Só tem essa toalha e eu também preciso tomar banho.
E entrou junto comigo como se fosse a coisa mais normal do mundo. Fiquei de pinto duro na hora!
Eu só conseguia ficar parado olhando sem falar nada enquanto ela passava o sabonete pelo seu corpo. Depois me deu o sabonete pra segurar e me pediu licença pra enxaguar o corpo na água.
Depois pegou o sabonete da minha mão e começou a lavar meu pinto. Eu só ficava de cabeça baixa curtindo aquilo sem dizer nada.
Quando ela deixou ele bem limpo foi jogando água pra tirar o sabão e falou:
- Eu...olha pra mim!
E eu olhei.
- Seu eu SO-NHAR que você contou isso pra alguém eu corto isso aqui fora!
E deu uma apertada no meu pau.
Eu só fazia que “sim” com a cabeça.
Ela foi se abaixando me olhando nos olhos e me fez um boquete que eu nunca mais esqueci!
Ela botou as mãos na minha bunda e começou a me puxar engolindo meu pinto todo. Eu mal tava acreditando que aquilo tava acontecendo comigo.
- Quando for gozar avisa. E voltou a chupar
- Vou gozar! Falei na mesmo hora.
Ela começou a engolir ele todo de novo me puxando do mesmo jeito e eu gozei tudo na sua boca.
Ela ficou lambendo como se tivesse limpando ele com a língua.
Se levantou e jogou mais água do chuveiro nele e riu.
- Você é muito safadinho, viu
Eu só ri sem graça
- Vem! Ela falou.
Saímos do banheiro achando que já era pra ir pra escola, ela se deitou na cama de um dos quartos me chamou.
Eu fui todo afobado querendo meter mas ela não deixou.
- Caalma...tem que chupar primeiro.
Dna Regina me deu uma verdadeira aula de como chupar uma mulher, me direcionando em tudo.
- Aí..assim...mais devagar...isso...assim mesmo....não pára... não pára...
Me segurou pela cabeça e começou a esfregar a buceta na minha cara. Ela não disse nada, mas acho que ela gozou também.
- Agora vem ca!
E do mesmo jeito que ela tava deitada eu meti.
Foi meu primeiro papai-mamãe e Dna Regina era muito carinhosa.
Sem querer fui afobado de novo mas outra vez ela me pediu calma...pra ir mais devagar.
Ela passava as unhas de leva nas minhas costas e alisava meus cabelos. Me beijou na boca de língua algumas vezes e lambia e mordia minha orelha.
- Moleque safaado. Ela falava no meu ouvido.
As vezes ela colocava as mãos na minha bunda e forçava pra eu ir mais rápido e quando tava perto de eu gozar ela sussurrava: - Devagaar....Devagaar....
E eu diminuía o ritmo.
Dna Regina estava me ensinando! Me treinando! E tava gostoso demais. A nêga realmente era gostosa...em todos os sentidos.
Então do nada eu escuto:
- LUUAAAANNNNNNN
Era minha mãe me chamando. Já devia estar quase na hora de ir pra escola.
Quando eu pensei em sair, Dna Regina me segurou e falou bem séria: - Termina! Termina o que você tá fazendo!
E me segurou pelo quadril levantando bem os joelhos e abrindo mais as pernas. E começou a me puxar.
Ainda ouvia minha mãe me gritando na rua mas nem liguei.
Com uma mão Dna Regina fincava as unhas na minha bunda enquanto me puxava cada vez mais rápido e com a outra fazia carinho no meu rosto enquanto me beijava de língua.
Quando comecei a gozar ela me segurou bem dentro dela fazendo lentos movimentos enquanto gemia gostoso. Tinha sido a melhor gozada da minha vida.
Me levantei botando a roupa e saí correndo sem nem me despedir.
Pensei naquilo o tempo todo que fiquei na escola.
Olhava as meninas da minha idade e nenhuma delas me chamava a atenção. Bando de magrela feia! Era assim que eu via todas elas.
No sábado foi melhor ainda!
Trabalhei até a hora do almoço e depois do nosso “banho” Dna Regina me ensinou a comer um cu!
Me ensinou a chupar e depois ditava o ritmo certo.
- ahh...que menino safado....come meu cuzinho....assiimm...desse jeitinho.....AAAHHH
Desconfiei que ela gostava mais atrás do que na frente por que nos outros dias ela quase sempre só pedia atrás. Ou era medo de engravidar...sei lá
Ficamos fazendo isso todos os dias até acabar o serviço.
Durou uma semana mais ou menos.
Quando terminei Dna Regina me deu até um dinheiro a mais.
Fiquei feliz mas perguntei se ela ia vir visitar “a gente “ e ela disse que não.
“Quer namorar comigo” perguntei inocentemente.
Ela riu, mas com respeito e disse...
“Não dá Luan...você é muito novo...se você fosse mais velho, quem sabe...”
Entrou no seu carrão e foi embora.
Prometi pra mim mesmo que quando ficasse mais velho ia atrás dela...mas nunca aconteceu. Sempre vou lembrar dela com muito carinho de uma paixão de menino.
Passaram os dias e começo a perceber o pessoal me olhando por onde eu passo. Alguns adultos que nunca tinha conversado passaram a me cumprimentar. Achei estranho mas achei bom prós “negócios”
“Estava ficando conhecido “...pensava.
Sim, estava, mas pelo motivo errado...
Em uma das “aulas” que tive com a Dna Regina, estava muito calor e deixamos as janelas abertas. O que fez com quem fôssemos vistos pela Dna Helena, que estava na sua laje estendendo roupas.... simplesmente a velha mais fofoqueira do bairro.
Pelo menos foi o que me disse um vizinho mais velho quando me perguntou se era verdade e eu neguei, mas não adiantou. O estrago já tava feito e agora eu era conhecido como “o moleque que comeu a Regina”.....Tipo uma sub-celebridade
Mas eu não gostava disso. Não gostava da forma como se referiam a ela porque eu tinha grandes planos de me encontrar com ela de novo um dia kkk
Minha mãe não falava sobre isso e meu pai parecia o homem mais orgulhoso do mundo. Mas minha vida tranquila ali mudou por causa dessa fofoca e vários pais de amigos proibiram nossa amizade por eu não ser “boa influência” . Os pais de menina então nem se falam.
Mal sabia eles, e eu também, o que estava pra acontecer...