O Pirocudo da Natação - Parte 2

Um conto erótico de André
Categoria: Gay
Contém 974 palavras
Data: 15/03/2026 13:35:15
Última revisão: 15/03/2026 13:45:23
Assuntos: Carro, Gay

Continuação direta do Capítulo 1. Se perdeu o começo, corre lá pra sentir o tesão das olhadas e da primeira foda no chuveiro!

A chuva caía pesada quando saímos do vestiário, os corpos ainda quentes e pegajosos do cloro misturado com suor e gozo. Meu cu pulsava devagar, lembrando cada centímetro do pau grosso do Caio que tinha me aberto contra a parede fria minutos antes. O estacionamento da piscina estava quase vazio àquela hora tardia, só alguns carros solitários brilhando molhados sob os postes amarelados e a Hilux preta dele estacionada no canto mais afastado, quase escondida pela sombra de uma árvore grande. Caio jogou a mochila encharcada no banco de trás, abriu a porta do motorista e me lançou aquele olhar por cima do ombro: sorrisinho torto, olhos escuros brilhando de tesão.

— Entra aí, André. Tá chovendo pra caralho e eu não vou te deixar esperando ônibus nessa merda. Mas… a gente não vai direto pra casa. Ainda não.

Meu coração acelerou na hora. Entrei no banco do passageiro sem falar nada. O cheiro forte de couro molhado, cloro e o perfume dele invadiu tudo, misturando-se com o ar úmido que entrava pela janela entreaberta. Ele ligou o motor só pra acionar o ar-condicionado baixo, depois desligou o farol. Deixou apenas as luzes internas fracas acesas, criando um casulo quente e clandestino dentro da cabine. A chuva batia ritmada no teto, abafando o mundo lá fora. Virou no banco, braço musculoso apoiado no encosto, invadindo meu espaço sem pedir.

— Tu tremia todo quando gozou apertando meu pau no chuveiro — murmurou rouco, voz baixa pra não ecoar.

— Agora quero te ver de outro jeito. Quero mandar no ritmo, te fazer implorar devagar.

Ri nervoso, mas meu pau já endurecia só de ouvir. A adrenalina da transa rápida no vestiário ainda corria nas veias, misturada com o medo delicioso de alguém aparecer no estacionamento vazio. Ele se inclinou, me puxou pelo pescoço e colou a boca na minha num beijo faminto, língua invadindo sem dó, chupando forte. Mão na nuca apertando, a outra descendo pelas costas até agarrar minha bunda por cima da bermuda úmida.

— Tira tudo devagar. Quero ver cada pedaço teu — ordenou, voz grave.

Obedeci. Tirei a camiseta molhada, depois a bermuda e a cueca, ficando pelado no banco do passageiro. Ele fez o mesmo: calça de moletom descendo junto com a cueca, pau já duro balançando livre, grosso, veiudo, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Me puxou pro banco traseiro. Deitei de costas no couro frio, pernas abertas. Ele subiu por cima, corpo grande cobrindo o meu, peito largo colado no meu.Desceu a boca devagar: beijou meu pescoço, mordendo de leve; desceu pro peito, chupou um mamilo forte enquanto a mão livre apertava o outro, beliscando até eu arquear as costas. Continuou descendo, língua traçando a linha do abdômen, lambendo o umbigo. Chegou no meu pau, engoliu devagar, boca quente e molhada envolvendo tudo. Gemi alto, mão no cabelo dele, quadril subindo pra foder a boca. Ele chupava forte, língua rodando na cabeça, mão apertando minhas bolas, dedo médio roçando o cuzinho por trás, circulando devagar.

— Porra, Caio… assim tu me mata — gemi rouco, voz tremendo.

Ele soltou com um estalo molhado, subiu de novo e virou meu corpo de lado no banco traseiro, eu de conchinha contra ele. Braço forte me prendendo pela cintura, pau duro roçando entre minhas nádegas. Pegou lubrificante no porta-luvas, passou nos dedos e abriu meu cu devagar: dois dedos primeiro, girando, curvando pra acertar a próstata que me fez tremer e empinar contra ele. Depois três, abrindo mais, me preparando com calma.— Relaxa… vou entrar devagar dessa vez. Quero sentir cada centímetro teu me apertando.Posicionou a cabeça na entrada, empurrou devagar, centímetro por centímetro, me preenchendo de lado. A posição era diferente: mais apertada, mais íntima, pau roçando em ângulos novos dentro de mim. Quando chegou na base, ficou parado, pulsando forte, mão livre punhetando meu pau devagar enquanto mordia meu ombro, lambendo a pele salgada.

— Tá gostando assim, André? Sentindo meu pau te abrir de ladinho, bem devagar?

Começou a meter: lento no começo, estocadas longas e profundas, saindo quase todo e voltando inteiro. A Hilux balançava levemente, couro rangendo sob nós, chuva batendo forte como trilha sonora. Acelerou aos poucos, estocadas mais ritmadas, mão apertando meu quadril, outra punhetando mais rápido. O pau dele acertava a próstata a cada movimento, me fazendo gemer sem controle, corpo tremendo.Virei o rosto pra trás, beijei ele desajeitado por cima do ombro, língua se enroscando enquanto ele metia mais forte. O carro inteiro parecia pulsar com a gente, vidros embaçados, calor subindo.

— Vou gozar assim… me fode mais fundo — pedi, voz rouca e desesperada.

Ele acelerou de verdade, estocadas rápidas e fundas, grunhindo no meu ouvido, mordendo o lóbulo. Meu corpo inteiro convulsionou: gozei forte, jatos quentes espirrando no couro do banco e na minha barriga, apertando ele com força. Ele saiu de repente, punhetou rápido duas vezes e gozou por cima da minha bunda e costas, jatos grossos e quentes escorrendo pela pele molhada, marcando.Ficamos ofegantes, colados, suor misturado com chuva que pingava da janela. Ele me virou de frente, beijou devagar, língua preguiçosa, mão acariciando meu cabelo com carinho inesperado.

— Porra… tu é viciante pra caralho — sussurrou, mordendo meu lábio de leve. — Agora me leva pra casa. Quero te comer de quatro na cama, a noite toda. Amanhã antes da natação… a gente repete no vestiário.

Ri baixo, corpo mole de prazer.

— Pode mandar, Caio. Tô dentro pra tudo.

Ele ligou o carro, limpou o vidro embaçado com a mão, e saímos devagar pela chuva, os dois com aquele sorriso bobo de quem acabou de fazer uma putaria das boas no banco de trás da Hilux. Ninguém viu. Ninguém precisava saber.

Comenta se você quer saber o que aconteceu na parte 3!

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Nadadordiscreto a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários