Eu sempre soube que era errado sentir desejos pela própria irmã, mas eu não conseguia me controlar. Mayara sempre foi muito gostosa. O corpo dela era uma tortura diária. Cinturinha fina que eu imaginava apertar com as duas mãos, seios médios e firmes que balançavam levemente quando ela andava descalça pela casa de camiseta larga sem sutiã, bunda redonda e arrebitada que esticava qualquer short ou calça legging que ela usasse. Pele morena cor de canela, lisa, cheirando a aquele perfume doce que ela passava — tipo baunilha misturada com algo floral e quente, que ficava no ar depois que ela passava. Cabelos pretos lisos, longos, caindo pelas costas como uma cortina. Rosto bonito, com boca carnuda. Ela era encrenqueira, mimada, adorava me provocar com comentários afiados, me chamar de "chato" ou "frustrado", e eu devolvia na mesma moeda. A gente brigava por tudo. Mas nos raros momentos em que a casa ficava quieta e a gente se dava bem — tipo assistindo filme no sofá —, eu sentia o calor do corpo dela perto do meu e tinha que me controlar pra não encostar.
O tesão explodiu de verdade há uns 3 anos atrás. Cheguei em casa mais cedo de um trampo, a casa silenciosa. Passei pelo corredor do banheiro e a porta estava entreaberta — uns 20 cm, o suficiente. Ouvi a água caindo. Olhei sem pensar. Mayara estava lá debaixo do chuveiro, de costas pra mim no começo, ensaboando os cabelos. Olhos fechados, cabeça jogada pra trás, a espuma escorrendo pelo pescoço, pelos ombros, pelas costas. A água batia na pele morena, deixando ela brilhando. Ela virou de lado e eu vi tudo: os seios firmes, empinados, mamilos escuros endurecidos pelo contraste da água quente, a barriga lisa, a curva da cintura descendo pro quadril. E entre as coxas... a buceta depilada, mas não completamente — tinha uns pelinhos ralos, pretos, marcando o monte de Vênus, lábios inchados de tão lisos, entreabertos pela posição. A bunda redonda, gotas d'água escorrendo pela fenda. Ela passou a mão no sabonete pela barriga, descendo devagar, e eu congelei ali, pau duro na calça, coração na garganta.
Aí ela abriu os olhos e me viu. Gritou alto, cobriu os peitos com os braços e o sexo com uma mão, água voando pra todo lado. "Que porra é essa, Mateus?! Sai daqui, seu tarado!" Eu saí tropeçando, coração disparado, murmurando "desculpa, desculpa, foi sem querer". Ela trancou a porta batendo. Depois veio me xingar na sala, enrolada na toalha, olhos faiscando: "Eu vou contar pro papai, ele vai te matar. Vai se foder." Eu pedi desculpas mil vezes, morrendo de medo que ela contasse. Mas ela nunca contou. E... depois disso, as punhetas pensando nela viraram rotina. Imaginava aquela cena no chuveiro, a buceta molhada, os pelinhos, o jeito que os seios tremiam. Gozava pensando em enfiar a cara ali, em chupar aqueles mamilos escuros enquanto ela gemia meu nome. Mas nunca pensei em tentar nada de verdade. Era perigoso demais. Tabu demais.
Até o ano passado. Nossos pais viajaram — uma viagem de casal que duraria uma semana. Casa vazia. Só eu e ela. Mayara me chamou pra ir numa festa numa balada eletrônica no centro. "Vai, Mateuzinho, me leva de carona. Eu e a Lorena vamos, e você fica sozinho aqui feito idiota?" Eu sabia que era só por causa do carro. Ela odiava pegar Uber tarde da noite. No começo eu ia recusar, mas aí lembrei: Lorena ia dormir aqui. A amiga dela, branquinha, gordinha, óculos, ar nerd, mas com um corpo que chamava atenção — seios médios, quadris largos, bunda avantajada que balançava quando andava. Eu já tinha pego uns olhares dela, uns sorrisos demorados. Pensei: se eu for o cara legal, quem sabe rola algo com a Lorena. Então aceitei. Só por isso. Ou pelo menos era o que eu dizia pra mim mesmo.
Chegamos na festa por volta das 22h. O lugar pulsava com música eletrônica pesada, luzes estroboscópicas, cheiro de suor, bebida e perfume misturado. Mayara estava um arraso: top cropped preto curtinho que mal cobria a parte de baixo dos seios, deixando a barriga morena à mostra, short jeans saliente colado na bunda, marcando tudo. Os cabelos soltos, balançando enquanto dançava. Lorena usava um vestido curto de estampa floral, justo nos quadris, decote que mostrava o colo branquinho. As duas dançavam no meio da pista, suadas, rindo, corpos se mexendo no ritmo. Eu fiquei no bar, bebendo cerveja atrás de cerveja, observando.
Lorena estava gostosa pra caralho. Apesar de gordinha, ou talvez por causa disso, eu morria de vontade de sentir aquelas coxas grossas apertando minha cabeça enquanto eu chupava a buceta dela. Imaginava os bicos dos seios rosados, bem clarinhos por ser caucasiana, a buceta provavelmente rosada também, molhada e quente. Ela trocava olhares comigo enquanto dançava, mordia o lábio, jogava o cabelo pra trás, balançava os quadris na minha direção. Flertava com gestos. Eu sentia o pau pulsar na calça.
Mas, puta merda... eu não conseguia tirar os olhos de Mayara. Ela estava mais gostosa do que nunca. Suava, a pele brilhando sob as luzes, o top grudado nos seios, marcando os mamilos endurecidos. Dançava rebolando, jogando a bunda pra trás, cabelos voando. Uns caras tentaram se aproximar, um até passou a mão na cintura dela. Ela riu, deu um tapa leve e se afastou, mas eu senti um ciúme que não tinha direito de sentir. Era minha irmã. Não era minha.
A noite rolou assim até que, por volta da 1h, dois caras começaram a discutir feio perto da pista. Virou briga, socos, garrafas voando. Seguranças entraram, pancadaria geral. O lugar virou caos. Eu senti o perigo na hora. Corri até Mayara, peguei ela pelo braço com força. "A gente vai embora agora." Ela reclamou: "Que isso, Mateus? Tá rolando ainda, para de ser chato!" Mas eu insisti, puxando ela. Chamei Lorena, que veio correndo, ofegante, rindo nervosa. Saímos os três, Mayara putíssima, me chamando de frouxo, chato, medroso. "Você estragou tudo, seu idiota."
Entramos no carro. Eu no volante, Mayara no banco do passageiro, bufando, braços cruzados, o short subindo nas coxas. Lorena atrás, ainda rindo, perfume amadeirado dela misturando com o doce de Mayara e o cheiro de suor da festa. O ar-condicionado frio batendo, mas o clima dentro do carro estava quente. Muito quente.
Peguei a Rua 15 de Novembro, o asfalto ainda quente da noite, luzes dos postes refletindo no capô do carro. Mayara no banco do passageiro, braços cruzados, bufando como se eu tivesse estragado a melhor noite da vida dela. “Você é um estraga-prazeres, Mateus. Podia ter ficado mais um pouco, ninguém ia morrer.” Lorena no banco de trás ria baixo, ainda com a adrenalina da briga na festa, o vestido florido grudado no corpo suado.
“Relaxa, maninha”, eu disse, olhando de canto pra ela. “A casa tá vazia, os velhos só voltam semana que vem. A gente continua a farra lá. Tem som e geladeira cheia. Melhor que apanhar de segurança bêbado.”
Mayara revirou os olhos, mas vi o canto da boca dela subir. Lorena bateu palmas animada. “Aí sim! Tô dentro. Vamos levar bebida?”
Parei no depósito 24 horas da esquina. Comprei uma caixa de cerveja Brahma gelada, umas latas de energético pra misturar, e voltei pro carro com as sacolas tilintando. No caminho pra casa, já sentindo o álcool da festa misturado com a expectativa, comecei a zoar.
“Lorena, prepara o cu, hein? Porque a Mayara quando dorme na mesma cama vira uma sanguessuga. Fingindo que gosta de homem, mas no fundo adora colar o velcro. Vai grudar em você a noite inteira.”
Mayara virou rápido no banco e me deu um tapa no braço. “Vai se foder, seu idiota! Eu gosto de homem sim, só não gosto de macho frouxo que sai correndo de briga.”
Lorena riu alto atrás. “Deixa ele, amiga. Ele tá com ciúme da gente.”
Chegamos em casa uns 20 minutos depois. Larguei o carro na garagem, pegamos as cervejas e fomos direto pro quintal dos fundos. A noite tava morna, céu estrelado, sem vento. Liguei o som da caixa Bluetooth num volume baixo — um set de deep house que não ia acordar vizinho nenhum. Acendi as luzes da área da churrasqueira, deixei só as lâmpadas amareladas, criando sombras gostosas.
Começamos a beber. Conversa solta, risadas, zoação. Eu sentado numa cadeira de plástico, elas duas no sofá de vime do quintal, pernas cruzadas, corpos relaxados. Passei os olhos pelas duas. Lorena jogou os cabelos pra trás, o pescoço branquinho brilhando de suor, sorriso fácil nos lábios. Mayara prendeu os cabelos pretos num coque improvisado no alto da cabeça. O movimento foi lento, sensual pra caralho. Braços erguidos, top cropped subindo um pouco mais, revelando a barriga lisa. E as axilas... puta merda. Depiladas perfeitamente, pele uniforme cor de canela, nem clara demais, nem escura demais. Suaves, lisas, com um leve brilho de suor. Pareciam axilas de comercial de desodorante — impecáveis, convidativas. Eu fiquei olhando admirado, imaginando o cheiro doce do perfume dela misturado com o suor ali, o gosto salgado se eu encostasse a língua.
Elas começaram a dançar juntas no meio do quintal. Corpos próximos, peles se tocando. Às vezes testa na testa, rindo, balançando os quadris no ritmo. Lorena mais solta, Mayara rebolando com aquela naturalidade que me matava. Eu brinquei: “Ei, se beija aí, vai. Deixa eu ver o show.”
Mayara fez um gesto de “cotoco” pra mim com o dedo do meio. “Sonha, seu tarado.” Depois, sorrindo maliciosa: “Como não tem homem de verdade aqui, a gente dança juntas mesmo.”
“Eu sou homem de verdade”, retruquei, rindo. “Só que feio, né?”
Ela riu alto. “Feio, não sabe dançar, não sabe jogar futebol... pacote completo.”
O álcool já tava batendo forte. Me senti confiante. Levantei, tirei a camisa devagar, joguei no sofá. Fiz um double biceps, flexionando os braços, mostrando os músculos que eu ralava todo dia na academia. Peito definido, abdômen marcado de suor da festa.
Lorena parou de dançar e ficou olhando. “Amiga... ele não é feio não. De onde você tirou isso?”
Deu uma piscada pra mim. Eu devolvi com um sorriso sacana.
Mayara se virou pra mim, olhos brilhando. “Ouviu o que a minha amiga falou? Então sê homem, vai. Pega ela pra dançar.”
Não precisei de mais convite. Fui até Lorena. Comecei tímido, mãos na cintura dela, balançando devagar. Mas logo os corpos se aproximaram. Peito no peito, quadris colados. O suor dela misturado com o perfume amadeirado — algo quente, tipo sândalo com baunilha escura — subia forte pro meu nariz. Ela falava perto do meu rosto, hálito doce de bebida e cigarro da festa. Delicioso. Meu pau começou a endurecer na calça, pressionando contra a barriga dela.
“Para um pouco”, sussurrei no ouvido dela, voz rouca. “Tá ficando perigoso.”
Ela sorriu safada, parou de dançar, mas não saiu. Virou de costas pra mim, pegou minhas mãos e as colocou na cintura dela. Me fez abraçá-la por trás. Meu pau duro roçou direto na bunda avantajada dela, macia, quente, o vestido subindo um pouco. Ela se virou de lado pra Mayara, que tava sentada no sofá, cerveja na mão, mexendo no celular.
“Amiga... você vai deixar eu pegar o seu irmão?”
Mayara fez cara de desinteresse, deu de ombros. “Podem até foder na minha frente que eu não tô nem aí. Divirtam-se.”
Lorena virou pra mim, sorriso sacana. Começou a se esfregar devagar, quadris rebolando contra meu pau. Eu colei o rosto no pescoço dela, inspirei fundo aquele cheiro amadeirado misturado com suor. Minhas mãos subiram devagar, apertando os seios por cima do vestido. Mamilos endurecidos roçando na palma da mão. Ela gemeu baixinho, pescoço se inclinando pra me dar mais acesso. Eu lambi o suor salgado ali, devagar, língua traçando a curva.
Ela sussurrou: “Olha quem tá espiando...”
Abri os olhos. Mayara tinha largado o celular. Estava olhando fixo pra gente, olhos semicerrados, lábios entreabertos. Não tinha mais cara de desinteresse. Tinha curiosidade. Tesão disfarçado. Ela riu, voz rouca: “Se foderem logo, seus putos. Podem continuar que eu não tô nem aí.”
Mas o jeito que ela mordeu o lábio... puta merda. Ela tava assistindo. E gostando.
Lorena se virou pra mim de repente, olhos brilhando sob a luz amarelada do quintal. Sem dizer nada, colou a boca na minha. Beijo quente, molhado, faminto. Língua dela invadindo logo de cara, dançando com a minha, gosto de cerveja e algo doce no fundo. As mãos dela subiram pro meu pescoço, dedos enfiando nos cabelos da nuca, puxando meu rosto mais pra perto. Eu respondi na mesma moeda: mãos descendo direto pras nádegas avantajadas dela, primeiro só tateando a carne macia por cima do vestido, sentindo o calor, depois apertando com força, puxando ela contra mim. Meu pau duro latejava contra a barriga dela, e ela rebolou devagar, gemendo na minha boca.
O beijo ficou mais urgente. Eu desci com os lábios pelo pescoço até a frente, lambendo o suor salgado misturado com aquele perfume amadeirado que subia forte. Cheguei na clavícula, beijei ali devagar, sentindo o pulso acelerado dela. Avancei pela alça direita do vestido, mordiscando o ombro, e fui deslizando a alça pra baixo. Ela caiu fácil. O sutiã apareceu — preto, renda fina, seios quase transbordando. Abocanhei a parte de cima do seio que a peça não cobria, língua traçando a curva, chupando a pele macia. Lorena gemeu alto, jogando a cabeça pra trás: “Isso, amor... assim...”
Ela mesma terminou o serviço. Com pressa, vontade, deixou o vestido escorregar pela cintura, caiu no chão. Desabotoou o sutiã rápido, jogou pra longe. Os seios livres, médios, redondos, bicos rosadinhos, endurecidos, contrastando com a pele branquinha. Eu ataquei com fome, abocanhando um mamilo inteiro, chupando forte, língua rodando, dentes roçando de leve. O outro eu apertava com a mão, beliscando o bico. Ela gemia, mãos no meu cabelo, puxando.
Mayara, do sofá, riu debochada: “Chupa direito os peitos da minha amiga, seu moleque virgem. Parece que nunca viu um peito na vida.”
Sem tirar o mamilo da boca, olhei pra ela de canto, olhos semicerrados. Tirei a boca só o suficiente pra falar, voz rouca: “Eu chupo gostoso, pode crer.”
Ela riu mais alto. “Você não chupa não. Tá parecendo um adolescente desesperado.”
Quase sem pensar, automático, saiu: “Então coloca os teus pra fora que eu mostro como chupo de verdade.”
O ar parou. Mayara arregalou os olhos, boca entreaberta, sem acreditar que eu tinha dito aquilo. Ficou vermelha, sorriu sem graça, balançando a cabeça: “Nem pensar, seu tarado. Nem fudendo.”
Me dei conta do que tinha falado, coração disparado, mas continuei mamando Lorena, agora mais forte, como se quisesse provar o ponto. Lorena entrou na brincadeira, voz ofegante: “Amiga, ele sabe mamar de verdade, viu? Você precisa experimentar isso aqui...”
Mayara balançou a cabeça de novo, mas o sorriso tava diferente. Lorena sorriu sacana: “Agora é a minha vez de mamar também.”
Ela me empurrou pro sofá de vime. Sentei ao lado de minha irmã, pernas abertas. Lorena se ajoelhou entre elas, puxou o zíper da minha calça com pressa, enfiou a mão e tirou meu pau pra fora. Duro, grosso, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Mayara mantinha o olhar fixo, sem piscar.
Lorena segurou a base e falou com Mayara: “Amiga, olha como ele é grosso e veiudo... parece delicioso, né?”
Mayara cutucou o ar na minha direção, voz provocadora: “Ele não sabe usar isso aí direito. Aposto.”
Lorena não respondeu. Só caiu de boca devagar. Lábios envolvendo a cabeça primeiro, língua rodando na glande, depois descendo devagar, engolindo mais e mais. Chupava com vontade, dedicação, cabeça subindo e descendo ritmada, mão acompanhando na base. Eu gemi alto, fechei os olhos por um segundo, prazer subindo pela espinha. Mas abri rápido — não queria perder Mayara.
Ela tava inquieta pra caralho. Pernas cruzadas apertadas, se mexendo no sofá, mordendo o lábio inferior. Olhos grudados no pau entrando e saindo da boca da amiga.
De repente Mayara se levantou. “Deixa eu te ajudar, amiga.”
Segurou os cabelos de Lorena com as duas mãos, como se guiasse o ritmo. Lorena se empolgou mais, engoliu fundo, garganta apertando. Deu uma tossida leve, tirou o pau da boca — cheio de baba, brilhando, fios de saliva ligando os lábios dela à cabeça. Ofegante, sorriu pra Mayara.
Eu aproveitei: “Agora se beijem. Vai, quero ver.”
Lorena riu, ainda segurando meu pau: “Quer um beijo, amiga?”
Mayara fez cara de nojo, revirou os olhos. “Aff...” Mas olhou pra mim, depois pra Lorena. “Tá bom. Só porque você foi comportado e deu carona pra gente.”
Deu um selinho rápido em Lorena, lábios encostando de leve, recuou. Lorena não deixou. Pegou ela pela nuca com firmeza, puxou de volta e colou a boca na dela com vontade. Beijo de língua, molhado, profundo. Línguas se enroscando, gemidinhos baixos. A boca que segundos antes tava chupando meu pau agora tava na boca da minha irmã. Eu quase gozei ali mesmo, só de ver. Meu pau pulsava na mão de Lorena, latejando forte, pré-gozo escorrendo.
As duas se beijavam como se tivessem esquecido de mim por um segundo. Mayara gemeu na boca dela, mãos subindo pro rosto de Lorena. Quando se separaram, lábios inchados, fio de saliva entre as bocas, Mayara olhou pra mim — olhos escuros, pupilas dilatadas, respiração pesada.
Meus olhares se cruzaram com os de Mayara. Nenhum dos dois disse nada. Só ficamos ali, olhos travados, respirando pesado. O peito dela subia e descia rápido sob o top cropped, os mamilos marcando o tecido fino, endurecidos. O rosto moreno dela tinha uma mistura perfeita de nervosismo e desejo — bochechas coradas, olhos escuros brilhando, lábios entreabertos como se quisesse falar mas não conseguisse. Era lindo pra caralho. Vulnerável e safado ao mesmo tempo.
Lorena quebrou o silêncio com um sorriso sacana. Deu um passo pra trás, enfiou os polegares na lateral da calcinha preta e desceu devagar. A calcinha caiu nos tornozelos. Ela saiu dela chutando de leve. Buceta completamente raspada, lábios rosados e proeminentes, inchados de tesão, brilhando de umidade. O monte de Vênus liso, a fenda entreaberta mostrando o interior rosado e molhado. Meu pau pulsou forte só de olhar. Água na boca. Queria enfiar a língua ali na hora.
Ela se aproximou de mim, separou uma mecha de cabelo que caía no rosto, sorriu preguiçosa: "Esse sofá vai aguentar uma sentada minha? Porque eu tô pesada hoje..."
Ri baixo, voz rouca: "Melhor a gente ir pro quarto antes que quebre tudo aqui."
Mayara retrucou na mesma hora, voz firme mas tremendo de leve: "Nem pensar no quarto dele. Vive uma zona, lençóis sujos... Vem pro meu."
Ela pegou Lorena pela mão, dedos entrelaçados, e me olhou de relance. "Vem."
Eu as segui. Antes de sair do quintal, tirei a calça e a cueca de uma vez, joguei no chão. Fiquei pelado, pau duro apontando pro céu, veias saltadas, cabeça brilhando. Elas andaram na frente, bundas balançando — a avantajada de Lorena e a redonda, arrebitada de Mayara. Subimos as escadas em silêncio, só o som dos pés no piso frio e respirações aceleradas.
Chegamos no quarto dela. Arrumei rápido os olhos: cama queen impecável, lençóis brancos lisos, cheiro de coisa limpa, lavanda e o perfume doce dela pairando no ar. Organizado, feminino, acolhedor. Contraste total com o meu caos.
Mayara virou pra mim: "Deita na cama. Mas toma cuidado pra não gozar nos meus lençóis limpos, seu porco."
Deitei devagar, de costas, pau apontando pro teto. Olhei pra ela o tempo todo. Mayara não tirava os olhos de mim — do meu corpo, do pau latejando. Parecia hipnotizada.
Lorena subiu na cama, joelhos dos dois lados das minhas coxas. Posicionou o pau na entrada da buceta dela — inchada, quente, molhada. Esfregou devagar a cabeça na fenda, rebolando sensual, gemendo baixo: "Hmm... olha como tá escorregando..."
Mayara sentou na beira da cama, pernas cruzadas, olhos grudados na cena. Lorena se virou pra ela, voz quase gemendo: "Vamos ver se teu irmão é gostoso como parece..."
Desceu devagar. O pau foi deslizando, centímetro por centímetro, entrando naquela buceta enorme e depilada. Macia, quente, apertada no começo, depois engolindo tudo. Quando sentou de vez, gemeu alto, cabeça jogada pra trás: "Caralho... tá todo dentro..."
Começou a cavalgar. O corpão dela balançava junto — seios rosados subindo e descendo descompassados, barriga tremendo de leve, coxas grossas flexionando. Delirava: "Isso... fode... assim..."
Segurei as nádegas dela com as duas mãos, apertando a carne macia, ajudando a socar mais fundo. A cama balançava e rangia com o peso e o ritmo. Mayara zoou, voz rouca: "Come a minha amiga direito, seu inútil. Mostra serviço."
Lorena gemeu respondendo: "Ele tá comendo direitinho... tá me arrombando... hmm..."
Depois ela parou o sobe-e-desce. Ficou só rebolando devagar, quadris girando em círculos, pau enterrado até a raiz. Se virou pra Mayara, olhos semicerrados: "Amiga... não quer experimentar também? Tá uma delícia..."
Ouvir aquilo foi o gatilho. Meu pau pulsou forte dentro dela, quase gozei na hora. Precisei agarrar a base com uma mão e parar Lorena: "Para... porra... quase..."
Ela percebeu, sorriu safada: "Olha só como ele gostou da ideia..."
Mayara e eu nos olhamos. Nenhum dos dois disse nada. Só respirações pesadas, olhos travados. Lorena continuou, voz baixa: "Ninguém vai saber se você der pra ele. Ninguém vai contar. Só a gente aqui..."
Mayara andou de um lado pro outro, nervosa. Passou a mão nos cabelos pretos, soltando o coque, fios caindo nos ombros. Sorriu nervosa, voz tremendo: "Se contar pra alguém eu te mato, Mateus. Juro que mato."
Então tirou o top cropped devagar. Seios médios e firmes saltaram livres — perfeitos, empinados, mamilos escuros endurecidos. Depois desceu o short jeans colado, junto com a calcinha minúscula. Ficou nua.
Puta merda. Quase enlouqueci. Corpo moreno cor de canela, delgado mas cheio de curvas — cintura fina, quadris arredondados, bunda redonda arrebitada. Buceta depilada com aqueles pelinhos ralos pretos marcando o monte, lábios inchados, brilhando de umidade. Seios tremendo de leve com a respiração. Era uma obra de arte. A mulher mais bonita que eu já tinha visto ao vivo. Perfeita. Minha irmã. Tabu. Tesão puro.
Lorena admirou também, sussurrou: "Caralho, amiga... você é linda..."
Saiu de cima de mim devagar, pau escorregando pra fora, brilhando de baba e fluidos dela. Mayara se aproximou da cama. Nossos olhares se encontraram de novo. Respirações fortes, sincronizadas. Nenhuma palavra. Ela subiu na cama, joelhos dos lados das minhas coxas, exatamente como Lorena tinha feito. Posicionou o pau na entrada da buceta dela — quente, molhada, aqueles pelinhos roçando na glande. Estava prestes a cavalgar em mim. Prestes a cruzar a linha de vez.
Mayara desceu devagar, olhos nos meus o tempo todo. Posicionou a entrada da buceta bem na cabeça do pau — quente, encharcada, escorrendo. Deslizou fácil, como se o corpo dela estivesse me esperando há anos. Entrou tudo de uma vez, até a raiz, sem resistência. Puta merda... ela tava molhada demais, o tesão escorrendo pelas coxas morenas. Naquele momento eu percebi o tamanho do desejo dela: não era só curiosidade, era fome acumulada, igual à minha.
A buceta dela era mais apertada que a de Lorena, macia como veludo quente, paredes pulsando em volta do meu pau, sugando cada centímetro. Deliciosa pra caralho. Mayara parou no fundo, se contorceu toda, gemendo baixo, rosto bonito se contorcendo de prazer misturado com choque. "Hmm... caralho..." — voz rouca, tremendo.
Lorena, do lado, arregalou os olhos, boca entreaberta numa cara de "não acredito que isso tá acontecendo mesmo". Sorriu devagar, surpresa e excitada.
Mayara se ajeitou, mãos no meu peito pra se apoiar, e começou a subir e descer. Lento, cadenciado, macio. O corpo moreno subindo, seios firmes saltitando levemente a cada movimento, descendo de novo, engolindo tudo. Era como uma ópera divina — frágil, sensual, deliciosa. O rosto dela se deliciando: olhos semicerrados, boca entreaberta, gemidinhos escapando a cada rebolada. Eu gemia junto, baixo, rouco. Era o meu sonho se realizando. Anos fantasiando com aquela buceta, e agora ela tava cavalgando em mim, suada, quente, minha irmã se entregando.
Passei as mãos pelas nádegas redondas e arrebitadas, apertando a carne firme, depois subi pelas costas lisas, sentindo os músculos se contraindo. Cheguei nos seios quentinhos, macios, empinados. Apertei com vontade, polegares roçando os mamilos escuros endurecidos. Ela gemeu mais alto, acelerou um pouco o ritmo, rebolando no fundo.
Lorena se posicionou atrás de Mayara, de joelhos na cama. Mayara virou o rosto pra amiga. Elas se beijaram na boca — língua, gemidos abafados —, enquanto Mayara continuava fodendo meu pau devagar. Quando separaram os lábios, Lorena olhou pra mim, voz safada: "Aproveita, Cara... não é todo mundo que consegue comer a buceta da própria irmã."
Aquilo me incendiou. Segurei Mayara pela cintura, joguei ela de costas na cama com um movimento rápido. Tirei de cima de mim. Ela caiu deitada, pernas abertas, buceta brilhando, pelinhos ralos molhados. Mesmo ofegante, ela mesma ajudou: abriu mais as coxas, mãos nas próprias pernas, expondo tudo. "Vem...", sussurrou.
Entrei de novo. Socada funda, direta. Ela gemeu alto, revirou os olhos, costas arqueando. "Porra... Mateus..." Lorena ficou do lado, segurando a mão da amiga, olhos grudados na cena, curtindo cada estocada.
Naquela posição missionária eu aproveitei pra atacar os seios que eu cobiçava há tanto tempo. Abocanhei um mamilo, chupei forte, língua rodando, dentes roçando de leve. O sabor dela — suor salgado da pele morena, gosto de sexo nos mamilos entumecidos, cheiro doce do perfume misturado com o tesão puro. Mayara agradeceu gemendo mais alto, mão acariciando meus cabelos, puxando de leve.
Enquanto chupava, pensei no fetiche que sempre tive por axilas femininas. Gosto delas — lisas, depiladas, o cheiro sutil de pele quente e desodorante misturado com suor natural. Sempre achei as de Mayara sexys demais, perfeitas, uniformes cor de canela, como as que eu via em comerciais. Mas nunca contei pra ninguém. Tinha medo de ser julgado, de as garotas acharem estranho, pervertido. Mas ali, naquele momento, com ela entregue debaixo de mim, pau socando fundo na buceta apertada dela... não perdi a oportunidade.
Levantei os braços dela com as duas mãos, prendendo-os acima da cabeça. Ela me olhou assustada, sem entender, olhos arregalados: "Que que tá fazendo...?"
Não respondi. Continuei socando, ritmado, fundo. Baixei a boca direto na axila direita dela. Linda, depilada impecável, pele lisa brilhando de suor. Lambei devagar, língua traçando a curva macia, depois chupei com vontade, sentindo o gosto salgado, o cheiro dela — doce, quente, íntimo. Mayara gemeu alto, jogou a cabeça pra trás, se entregando ao novo prazer. Corpo tremendo. "Hmm... caralho... isso..."
Lorena, do lado, soltou um "Caralho... não acredito" surpreso, mas excitado.
Mayara laçou as pernas na minha cintura, puxando mais fundo. Eu não aguentei. O aperto da buceta dela, o gosto da axila, os gemidos, anos de desejo acumulado... Saí rápido de dentro dela, segurei o pau e gozei forte na barriga morena. Jatos grossos, quentes, espirrando na pele lisa, escorrendo pelos lados da cintura fina. Porra acumulada de tesão que eu sentia por ela há anos. Gozei gemendo o nome dela, corpo tremendo.
Fiquei ali deitado, ofegante, pau ainda semi-duro escorrendo os últimos pingos, barriga de Mayara marcada pela minha porra grossa e branca, escorrendo devagar pelos lados da cintura fina. Ela respirava pesado, olhos semicerrados me olhando com uma mistura de choque, satisfação e algo que eu não conseguia nomear. Lorena, do lado, ainda segurava a mão dela, sorria devagar, como se tivesse assistido ao melhor filme da vida.
Descansamos uns minutos. Ninguém falava nada. Só o som da respiração, o cheiro de sexo e suor no quarto, o perfume delas. Meu pau endureceu de novo rápido demais. Mayara percebeu, olhou pra baixo e mordeu o lábio. Sem dizer uma palavra, ela rolou pra cima de mim outra vez. Dessa vez mais devagar, mais consciente. Encaixou o pau na buceta ainda molhada e inchada, desceu até o fundo com um gemido longo. Começou a cavalgar de novo, ritmada, seios saltitando na minha cara.
Lorena ficou só olhando, encantada. Sentada na beira da cama, pernas cruzadas, uma mão entre as próprias coxas se tocando devagar. Guiava a gente com sussurros safados: “Isso, Mayara... rebola mais fundo... deixa ele te encher toda...” ou “Mateus, segura a bunda dela, soca mais forte... ela adora assim”. Era espectadora perfeita — olhos brilhando, gemidinhos baixos, curtindo cada estocada, cada gemido.
Fodi minha irmã mais uma vez naquela noite. Missionário de novo, de quatro com ela de bruços na cama, depois de lado enquanto Lorena segurava uma perna dela aberta. Gozei dentro dela dessa vez — fundo, quente, sentindo as paredes apertadas pulsarem em volta enquanto ela gozava junto, unhas cravadas nas minhas costas, gemendo meu nome baixo, quase chorando de prazer. Lorena gozou se masturbando só de olhar, corpo tremendo.
Na manhã seguinte, a ressaca bateu forte. Sol entrando pela janela, cabeça latejando, boca seca. Acordei primeiro. Mayara tava do meu lado na cama dela, nua, lençol embolado na cintura. Lorena dormia no chão, enrolada num cobertor. Quando Mayara abriu os olhos, a gente se olhou por uns segundos. Vergonha pura. Ela puxou o lençol pra cobrir os seios, virou pro outro lado. “Que merda a gente fez...”, murmurou. Lorena acordou logo depois, riu nervosa: “Bom dia, putaria da noite passada”. Mas o clima ficou pesado. Tomamos café em silêncio, evitando se encarar. Lorena foi embora à tarde, prometendo “não contar pra ninguém”, mas com um sorriso cúmplice.
Nos primeiros dias eu me arrependi. Pensava: “Caralho, fodi minha irmã. Se os velhos souberem...”. Medo, culpa, vergonha. Mas o tesão não ia embora. Pelo contrário. Toda vez que via Mayara pela casa — de short curto, top solto, cabelos soltos —, o pau endurecia na hora. Lembrava do gosto da buceta dela, da axila suada, dos gemidos. Punhetas pensando nela voltaram com força total. Mas eu tinha vergonha de tentar qualquer coisa. Medo de ela me rejeitar, de estragar tudo de vez.
Uns dois meses atrás, os velhos viajaram de novo. Casa vazia. Clima de silêncio terrível entre a gente. Dias inteiros sem quase falar. Eu no meu quarto, ela no dela. Tensão no ar que dava pra cortar com faca.
Ainda na primeira noite, por volta das duas da manhã, a porta do meu quarto abriu devagar. Mayara entrou. Pelada. Cabelos soltos caindo nos ombros, pele morena brilhando na luz fraca do abajur, seios firmes, buceta com aqueles pelinhos ralos que eu adorava. Parou na porta, olhos fixos em mim. Não disse nada. Só veio até a cama, subiu em cima de mim e me agarrou.
Beijou minha boca com fome, mãos puxando minha cueca pra baixo. “Eu não aguento mais fingir que não quero isso”, sussurrou no meu ouvido, voz rouca. “Me fode de novo, Mat. Como naquela noite.”
A partir dali, tudo mudou. Iniciamos um relacionamento secreto que dura até hoje. Fodemos quase toda noite quando os velhos não estão em casa. Às vezes no quarto dela, às vezes no meu, na cozinha, no quintal, no banheiro. Ela adora quando eu chupo as axilas dela enquanto soca fundo. Eu adoro quando ela cavalga devagar, gemendo baixo no meu ouvido: “Isso, irmãozinho... me enche toda...”. Ninguém sabe. Lorena liga de vez em quando, zoa, pergunta se a gente ainda tá “se pegando escondido”. A gente ri e desconversa.
É errado. É perigoso. Mas é o tesão mais forte que eu já senti na vida. E, puta merda... não pretendo parar.