Capítulo 5
Ela sopesou ele com as duas mãos agora, uma na base, outra mais pra cima, como se medisse mesmo. Levantou um pouco, deixou balançar solto na palma, depois apertou devagar pra sentir a grossura, o comprimento todo. O pau pulsava no ritmo do meu coração acelerado, quente, duro, latejando contra os dedos dela. Cada movimento dela mandava ondas de prazer que subiam pelas pernas, apertavam a barriga, faziam a respiração ficar curta e rápida. Eu sentia o sangue correndo todo pra lá, a pele esticando, a glande inchando mais.
— Mas deve caber no seu cu, sua arrombada — tentei brincar, mas minha voz saiu tremida, mais preocupada em não gemer alto e manter os olhos abertos.
— Qual o tamanho?
— Não sei. — respondi seca.
— Mentira, claro que você sabe.
— 23.
— 23 o quê? Centímetros? — ela falou assustada, olhos arregalados, mão ainda segurando firme.
— Não sua mula, é metro não tá vendo? — soltei rindo, tentando fugir do tesão que tava me comendo viva, mas o riso saiu nervoso, entrecortado, porque o pau pulsou forte na mão dela de novo, traindo tudo.
— Jana... — era a terceira vez que eu chamava ela, eu acho que minha voz nem saía direito da boca, ficava presa na garganta, tremendo.
Ela me olhou devagar, olhos brilhando no escuro do quarto, e respondeu baixinho.
— Oi...
— Você pode me chupar? Por favor? — disse num miado patético quase implorando em meio a vergonha do pedido.
Eu não tinha experiência nenhuma com isso, nem sabia direito como pedir, mas saiu educado assim mesmo, quase implorando. Cada toque dela tava me matando aos poucos. Cada dedo deslizando, cada mudança de posição fazia meu corpo inteiro se contrair, o pau pulsando forte, latejando contra a mão quente dela. O tesão era tanto que eu sentia as pernas moles, a barriga apertada, um calor subindo pelo peito até a cara queimar.
Ela mordeu o lábio inferior, riu maliciosa, um riso rouco que me arrepiou mais ainda.
— Tá, mas não pra ser estranho...
Ela me puxou pra cama com as duas mãos na minha cintura, subiu em cima de mim devagar, joelhos dos lados das minhas coxas, o peso dela me prendendo ali. O vestido dela subiu um pouco, roçando na minha pele nua, e eu senti o calor da buceta dela bem perto, mesmo sem tocar ainda.
— Me beija primeiro? — Ela me perguntou o que parecia ser mais uma ordem.
Ela chegou o rosto perto, nariz roçando no meu, respiração quente misturada com cheiro de cerveja e perfume doce que ela sempre usava. Eu levantei a cabeça um pouquinho e encostei os lábios nos dela. O beijo começou devagar, boca aberta, língua tímida encontrando a dela. Era quente, molhado, e cada movimento da língua dela mandava mais tesão direto pro pau que já tava duro pra caralho, encostando na barriga dela por cima do vestido. Ela gemeu baixinho na minha boca, apertou os quadris contra mim, esfregando de leve, e eu senti o pau pulsar forte, roçando no tecido fino da roupa dela.
A gente se beijou mais fundo, línguas se enrolando, mãos dela subindo pros meus cabelos, puxando de leve, enquanto eu segurava a cintura dela com força, sentindo as curvas macias. O beijo foi ficando mais urgente, mais bagunçado, saliva escorrendo no canto da boca, respiração pesada. Ela desceu os beijos pro meu pescoço, mordendo de leve a pele, chupando ali até deixar uma marquinha vermelha. Cada chupada fazia o pau latejar mais, inchando ainda mais, a glande sensível roçando no vestido dela e me deixando louca de vontade.
Ela subiu de novo pro meu ouvido, sussurrando rouca.
— Eu vou te chupar, depois você faz em mim tá?
Ela desceu devagar, o rosto perto demais, o hálito quente batendo na minha barriga enquanto ignorava completamente os peitos que já tinha visto mil vezes na troca de roupa no quarto bagunçado. Os olhos dela grudados só ali, no Cláudio já duro pra caralho, apontando reto pro teto do quarto como se tivesse orgulho próprio.
— Teus peitos eu já conheço e eu tenho dois, eu quero é isso aqui!
Ela falou rindo baixo, mas com uma malícia nova na voz, e pegou meu pau com as duas mãos de uma vez, firme, sem pedir licença. Não foi carinho de amiga, foi pegada de quem quer brincar de verdade. Os dedos envolveram a base grossa, apertando de leve pra sentir a pulsação, e o polegar da outra mão roçou a glande bem na pontinha, espalhando o pré-gozo que já tinha escorrido sem eu perceber. Tirei um riso nervoso da boca, meio sem ar, porque a sensação era absurda: quente, estranha, boa demais.
— É assim que bate punheta?
Ela perguntou olhando pra cima, olhos brilhando, e começou a mexer. Primeiro devagar, subindo a pele toda até cobrir a cabeça, depois descendo até a base, apertando um pouco mais forte na volta. Não era uma punheta perfeita, longe disso. A mão dela era pequena demais pro tamanho, então ela usava as duas juntas, uma em cima da outra, tipo empilhando pra cobrir mais comprimento. Às vezes escorregava porque o pré-gozo deixava tudo molhado e escorregadio, e ela ria baixinho quando perdia o ritmo, xingava um “porra, escorrega mesmo” e voltava a apertar.
Ela ajudava com a outra mão no saco, apertando de leve, rolando as bolas na palma como se testasse o peso, depois subia os dedos e passava a unha de leve na linha que vai da base até o cu, só pra me fazer tremer inteira. Quando via que eu mordia o lábio ou soltava um gemidinho baixo, ela acelerava um pouquinho, subindo e descendo mais rápido, o som molhado da pele contra pele enchendo o quarto junto com a respiração pesada dela. O polegar dela ficava sempre na glande, circulando devagar na cabecinha sensível, espalhando o líquido que pingava sem parar, deixando tudo brilhando e quente.
— Tá gostando, sua safada? — ela sussurrou, voz rouca, sem parar o movimento.
— Que linguajar é esse comigo mulher? — soltei brincando, mas na hora eu não gostei muito não, o tom saiu mais seco do que eu queria.
Ela parou um segundo, mão ainda enrolada na base, olhando pra cima com aqueles olhos grandes e maliciosos.
— Eu vou te chupar, vê se é bom assim?
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