Apagão: Quando a Luz Apaga, a Buceta Acende

Um conto erótico de Daniel Malin
Categoria: Heterossexual
Contém 1913 palavras
Data: 14/03/2026 22:34:04

Capítulo 1 – A Primeira Noite Sem Luz

O calor já estava insuportável antes mesmo de tudo apagar. Era uma daquelas noites de verão em que o ar parece grosso, grudando na pele como uma segunda camada. Eu estava no sofá do meu apartamento 3C, bloco B, sem camisa, só de short de algodão leve, tentando ler um livro antigo à luz de uma vela grossa que tremia na mesinha de centro. O ventilador de teto parado parecia zombar de mim. Gotas de suor escorriam devagar pelo meu peito, pelas costas, acumulando na cintura do short. Eu tinha 37 anos, morava sozinho há tempo suficiente para saber lidar com o silêncio, mas naquela noite o silêncio era diferente — pesado, quase vivo.

Foi quando ouvi as batidas leves na porta. Três toques suaves, hesitantes.Levantei devagar, passei a mão no cabelo úmido e abri.

Era Isabel.

Ela estava parada no corredor escuro, iluminada apenas pelo brilho fraco da minha vela que vazava pela porta aberta. 48 anos, viúva há alguns anos, morena de pele macia, corpo cheio mas bem desenhado — seios pesados que sempre chamavam atenção quando ela usava blusas mais soltas, quadril largo, pernas fortes. Naquela noite vestia uma camisola cinza-claro de algodão fino, comprida até o meio da coxa, mas o tecido já estava colado em vários lugares pelo suor. O cabelo castanho-escuro caía solto nos ombros, úmido nas pontas. Ela segurava o celular na mão como se fosse um peso morto.

— Desculpa aparecer assim tão tarde vizinho… — começou ela, voz baixa, quase envergonhada. — Minha lanterna caiu e quebrou o vidro. Não consigo achar as velas no escuro todo. Você… teria uma sobrando? Ou pelo menos luz para eu procurar na minha casa?

Eu sorri, mantendo o tom calmo e acolhedor que sempre uso com os vizinhos.

— Claro que tenho, Isabel. Entra um pouco. Deixa eu te ajudar.

Ela hesitou na soleira por um segundo, depois entrou. O cheiro dela me envolveu imediatamente: um perfume suave de lavanda misturado com o cheiro natural de suor limpo, quente, feminino. Fechei a porta com cuidado. O clique da fechadura soou alto demais no silêncio absoluto do prédio.

Mostrei onde guardava as velas extras num armário da cozinha. A luz amarelada das velas acesas, dançou nas paredes brancas, iluminando o suor que brilhava no colo dela, descendo devagar entre os seios. Sentei no sofá e indiquei o lugar ao lado.

— Senta aqui, meu bem. Vamos conversar, nao precisa ir agora, ta tudo parado mesmo. A varanda está aberta, entra um ventinho. Pelo menos não fica sufocante.

Ela sentou. Nossas coxas se tocaram de leve — o sofá era pequeno, e nenhum dos dois fez menção de se afastar. O silêncio se instalou, mas não era estranho. Era… confortável, quase íntimo.

Começamos falando coisas simples. Como o calor estava pior do que no ano passado. Como os celulares descarregavam rápido sem carregador. Como era esquisito não ouvir nem o barulho distante dos carros na rua. Ela riu baixinho quando contei que tinha tentado ler no escuro e quase derrubei a vela no colo.

— Você sempre parece tão calmo — disse ela, virando o corpo um pouco na minha direção. A camisola subiu uns centímetros na coxa. Vi a pontinha de uma calcinha preta simples, de algodão com uma rendinha discreta na lateral. Meu coração deu um pulo discreto. Desviei o olhar rápido, mantendo a compostura.

— Tento ser. Ajuda a não pirar com essas coisas.

Ela assentiu, olhando para as próprias mãos.

— Eu não sou tão boa nisso. O silêncio me deixa inquieta. Às vezes fico pensando demais.

Nossos olhos se encontraram. Ela não desviou o olhar. O momento durou segundos a mais do que o normal.

— Quer um copo d’água gelada? Ainda tenho gelo no cooler portátil.

— Aceito. Obrigada.

Levantei, fui à cozinha, voltei com dois copos. Quando entreguei o dela, nossos dedos se tocaram. Um toque leve, inocente. Mas o calor da pele dela ficou na minha mão por mais tempo do que deveria.

Sentei de novo. O suor escorria mais livre agora. Uma gota desceu pelo pescoço dela, seguiu o caminho entre os seios e desapareceu no decote da camisola. Eu acompanhei com o olhar sem querer — ou talvez querendo. Ela percebeu, mas não disse nada. Só respirou um pouco mais fundo.

— Você mora sozinho há quanto tempo vizinho? — perguntou ela, quebrando o silêncio.

— Uns seis anos. E você?

— Desde que ele se foi. Uns 10 anos já. O silêncio pesa mais do que o calor, às vezes.

Eu assenti devagar.

— Eu entendo.

Mas aqui no condomínio tem gente boa. Se precisar de qualquer coisa, da minha parte, é só chamar.

Ela sorriu, um sorriso pequeno, mas verdadeiro.

— Você sempre diz isso sabe. “Deixa eu te ajudar”. É bonito.

Por dentro, meu desejo já estava acordando. Eu imaginava ela chamando meu nome no escuro, de outro jeito. Mas mantive a voz mansa.

— É o mínimo. Vizinho é pra isso.

O tempo passava devagar. Conversamos sobre coisas leves: filmes antigos, comidas que lembravam infância, como era bom ter varanda mesmo que o vento fosse quente.

Em algum momento ela se ajeitou no sofá e a camisola subiu mais um pouco. A calcinha apareceu inteira na lateral da coxa — preta, simples, mas úmida no centro por causa do suor. Meu pau deu um pulsar lento dentro do short. Meus 19 centímetros que começavam a apertar na cueca, mas eu respirei fundo e ignorei. Paciência era minha maior arma.

O clima estava muito bom, era a oportunidade pra estreitar os laços, a amizade, a boa convivencia entre vizinhos. Então comecei a controlar a situaçao.

— Você já sentiu que o escuro muda as pessoas? — perguntou ela de repente.

— Muda mesmo viu. Faz a gente falar coisas que não falaria com luz acesa.

Eu ri baixinho.

— Verdade. Tipo agora. Eu nunca conversaria tanto com você se as luzes estivessem acesas. Se estivesse de dia…

— Por quê?

— Porque… sei lá. Você me deixa à vontade. Mas também me deixa nervosa. De um jeito bom.

Olhei para ela. O olhar dela desceu para o meu peito suado, depois subiu de novo.

— Nervosa como?

— posso ser sincera?

— sim, claro, estamos num ambiente seguro, seja honesta comigo, e terá minha honestidade tambem.

— Então… é como se algo pudesse acontecer sabe… e eu não sei se quero impedir… mais tambem nunca tomaria a iniciativa em outras circunstancias.

O ar entre nós ficou mais denso. Eu me inclinei um pouco, sem tocar.

— Isabel… se algo acontecer, vai ser porque você quiser.

Ela respirou fundo. Os mamilos marcavam o tecido fino da camisola.

— Eu sei meu bem. É por isso que estou aqui sabe, decidi vir pra cá por que confio em voce, sempre te admirei e me senti segura próxima a você. Voce transmite essa segurança.

Levantei devagar. Estendi a mão.

— Vem. Vamos para a varanda. Talvez o ar esteja um pouco melhor.

Ela pegou minha mão. Levantei-a com cuidado. Caminhamos juntos até a varanda pequena. O céu estava escuro, sem lua, só estrelas fracas.

Encostamos no parapeito. Nossos braços se tocaram. O suor dela misturava com o meu. Ficamos em silêncio por um tempo longo. Só ouvindo a respiração um do outro.

Então ela virou o rosto para mim e perguntou:

Meu bem.

— Você já pensou em mim… assim?

— Assim como?

— sozinha. No escuro.

Eu sorri devagar.

— Já. Mais vezes do que deveria admitir. E de formas que só meus pensamentos são capazes de imaginar.

Ela mordeu o lábio inferior.

— Nossa… Eu também. Mais do que deveria.

Foi aí que o controle escorregou um pouco.

Virei o corpo para ela. Minha mão desceu devagar pelo braço dela, sentindo a pele quente e úmida.

— Deixa eu te ajudar a ficar mais confortável, meu bem. Essa camisola está colando em você.

Ela assentiu, os olhos brilhando na penumbra.

Com movimentos calmos, segurei a barra da camisola e levantei devagar. O tecido subiu pelas coxas, revelando a calcinha preta inteira — úmida no centro, marcando os lábios inchados. Continuei subindo. Ela ergueu os braços. A camisola saiu pela cabeça e caiu no chão da varanda.

Isabel ficou só de calcinha. Os Seios cheios, os mamilos escuros e endurecidos pelo ar quente e pela expectativa. Barriga macia em forma pra idade dela, o quadril largo. O suor brilhava em todo o corpo dela como óleo.

Meu pau estava duro agora, pressionando o short.

Tirei o short devagar, deixando-o cair. Os 19 cm livres do meu pau ficaram expostos, as veias salientes, a cabeça brilhando de pré-gozo.

Ela olhou. Mordeu o lábio mais forte.

— Meu Deus… nossa, que delicia vizinho, nuca vi um assim tão grande. E ja fazem muito anos que nao via um na minha frente. Voce é lindo pelado. Que homem.

Ajoelhei devagar na frente dela. Minhas mãos subiram pelas coxas suadas, sentindo cada centímetro da pele dela. Afastei a calcinha para o lado com dois dedos. Ela estava molhada, quente, pronta. Passei a língua devagar, da entrada até o clitóris, saboreando o gosto misturado com desejo puro.

Isabel soltou um gemido baixo, as mãos no meu cabelo. Ainnn que delicia safado… isso… ahhhh como isso é bom.

Fui paciente. Língua lenta, círculos suaves, dedos entrando aos poucos, sentindo o calor apertado. O som molhado ecoava baixo na varanda. Ela tremia, as pernas fraquejando.

Então me levantei. Segurei a base do pau e encostei na entrada dela. Esfreguei devagar, espalhando a umidade. Levantei sua perna esquerda e falei sussurrando no ouvido dela.

— Diz se quiser parar —

— Não para… por favor. Mete todo dentro da minha bucetinha…

Entrei centímetro por centímetro. Ela soltou um suspiro longo, as unhas cravando levemente nas minhas costas. Quando estava todo dentro, parei um segundo, sentindo ela se ajustar ao meu tamanho. Beijei sua boca de forma lenta e intensa. Depois comecei a me mover devagar, profundo. Nossos corpos suados colavam e desgrudavam a cada estocada. O som era ritmado, molhado, íntimo. Eu segurava a cintura dela com respeito, mas por dentro eu estava faminto — aproveitando cada segundo daquela oportunidade que o apagão tinha criado. Estavamos numa entrega gostosa, coloquei ela de quatro no chao da varanda, tirei sua calcinha e enrolei no meu pau, e comecei a meter em sua buceta de novo, dessa vez mais forte, dando tapas em sua bunda gostosa.

Ainnn, isso… que safado voce… ainnnn que tapa gostoso… bate mais. Me fode gostoso…

Nossa, que delicia, eu vou gozar no seu pau, ta vindo meu bem, goza comigo… eu vou gozaaar….

Ela gozou primeiro. O corpo arqueou , a intimidade apertando em ondas quentes e longas. Um jorro suave escorreu pelas minhas coxas. Eu segurei firme, continuei o ritmo até sentir meu próprio prazer subir.

— Vou gozar, meu bem

Ela assentiu, ofegante.

Vai goza, goza seu safado, goza na minha buceta…

Enterrei até o fundo e deixei vir. Veio com Jatos quente, grosso, enchendo ela completamente. Senti cada pulsação, cada golfada. Quando terminei, saí devagar. A mistura escorreu pela coxa dela, pingando no chão da varanda.

Abraçamo-nos. Suados, ofegantes, colados.

Passei a mão no cabelo úmido dela.

— Isso foi… incrível. Uaau vizinho… nossa rsrs

Ela riu fraca, ainda tremendo.

— Foi. E o apagão só começou kkkk

Voltamos para dentro. Deitamos no sofá, ela deitada no meu peito.

— Amanhã… se precisar de ajuda de novo — falei baixo.

— Eu vou precisar — respondeu ela, sorrindo e olhando nos meus olhos.

O silêncio voltou. Mas agora era um silêncio quente, satisfeito, cheio de promessas para os próximos dias.

Isabel vestiu a camisola e a calcinha. Se despediu de mim e voltou pra sua casa.

Continua…

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