Olá a todos!
Sejam bem vindos pois esse é o meu primeiro conto.
Venho dividir com vocês minha primeira experiência e espero que gostem!
Meu nome é Luan. Atualmente estou com 40 anos e o que venho contar agora aconteceu a muitos anos atrás.
Por motivos óbvios prefiro não mencionar minha idade na época, mas pra vocês terem uma ideia eu ainda brincava na rua com meus amigos. Claro que já havia virado rapaz e as vezes ficava um bom tempo trancado no banheiro com alguma revista que arruma emprestado com algum amigo, mas enfim...vamos ao que interessa.
Sempre fui muito esperto desde pequeno então quando tinha a oportunidade de aprender alguma coisa nova eu sempre aproveitava.
Trocar um chuveiro, um sifão, tapar um buraco com massa, ou até mesmo jogar um pouco de entulho fora virou rotina na minha casa e meus pais ficavam todos cheios de si pros vizinhos pois eu fazia questão de cuidar dessas coisas. Na época eu não tinha consciência e nem pensava nisso, mas era algo que me destacava dos meus amigos da rua.
Com o tempo, passou a ser normal meus “serviços” serem solicitados pelas “tias” da vizinhança.
Quando uma perguntava pra outra se conhecia alguém que sabia montar/desmontar um móvel ou qualquer outro serviço doméstico era meu nome que falavam
“Chama o Luan que ele faz... é só dar um trocado”
Um dia, estava brincando de bola na rua e um maldito de um cachorro saído não sei da onde avançou em mim. Devo ter assustado ele de alguma forma mas o fato é que ela grudou na minha bermuda e não soltou mais.
Era ele puxando de um lado e eu puxando de outro, até que escuto Dna. Marisa gritando: - TIRA A BERMUDA LUAAN!
E foi o que eu fiz!
Parei de puxar e deixei o cachorro levar minha roupa embora. O ruim disso é que eu fiquei só de cueca na rua!
Meus amigos riam demais e eu ria junto de nervoso.
Quando olhei pras “tias”, que também riam muito, a única que não dava risada era Dna. Marisa. Muito pelo contrário...me olhava diferente, mas eu não tinha maturidade até aquele momento pra entender.
Alguma delas então gritou pra que eu fosse botar uma roupa mas lembrei que minha mãe tinha saído e meu pai estava no trabalho, então não ia conseguir entrar em casa.
Dna. Marisa então me chamou e perguntou se eu aceitava uma roupa do seu marido, que era só eu devolver depois. Com muita vergonha aceitei então ela me chamou pra entrar.
Só pra vocês entenderem, eu uso o “Dona” na frente do nome dela porque faz parte da educação que recebi dos meus pais. Se fosse mais velho do que eu era “Sr” ou “Sra”...mas no caso das mulheres o “Dona” também servia. Porém isso não significa que ela era uma mulher velha; talvez pra mim na época fosse, mas ela devia ter por volta de uns 30 anos...talvez menos.
Era branquinha e magra, tinha olhos grandes e verdes com cabelos castanhos na altura do ombro. Uma dona de casa normal
Explicado isso, nós entramos...
Sua casa era simples e pequena mas mal reparei nisso e ela tinha 3 filhos, todos bem pequenos. O mais velho devia ter uns 8 anos.
Seu marido era o Seu Ismael e aparentemente era bem mais velho do que ela. Um bêbado carrancudo que segundo diziam até batia nela as vezes.
Parei na porta e Dna. Marisa me chamou pra dentro e fui até seu quarto. Ela abriu uma gaveta e me fez experimentar um monte de bermudas. Quando, segundo ela, não estava boa, ela me pedia pra tirar e ficava por ali procurando outra. Mas sempre me olhando diferente. Escolhida a roupa nós saímos e o fim de semana passou voando.
Eu estudava a tarde então acordava cedo pra aproveitar mais o dia e pra fazer meus “bicos” e salvar o lanche da escola.
Minha mãe então me deu a bermuda já lavada e me pediu pra devolver e não esquecer de agradecer, e lá fui eu.
Bati palmas na casa da Dna. Marisa que demorou um pouco pra me atender mas me pediu pra entrar. Pelo que percebi ela estava dormindo e eu acordei a coitada.
Ela saiu só até a porta e me pediu pra entrar avisa do que o portão estava aberto. Cheguei até a porta e entreguei a roupa agradecendo. Dna. Marisa estava enrolada numa toalha e disse que dormiu demais e se atrasou pra levar um dos filhos pra escola e que ainda ia tomar banho, e nisso ela abriu a toalha e fechou de novo, como que estivesse só arrumando.
Pra um moleque da minha idade era mais que o suficiente pra me deixar de pau duro.
Dna. Marisa então perguntou se eu não levava o filho dela pra escola, e que na volta eu fosse até lá que ela me dava um troco.
“O primeiro do dia “ aceitei pensando na “fortuna” que iria ganhar .
Levei o moleque, que não era longe e voltei pra casa dela.
Quando eu pensei em chamar, ela ainda de toalha estava na porta me esperando e fez um sinal de silêncio com a boca e me chamou pra entrar com a mão. Quando eu cheguei na porta ela deu mais uma olhada pro quintal como se estivesse conferindo alguma coisa e me puxou pra dentro falando pra não fazer barulho pois os menores tinham acabado de dormir.
Pegou algumas moedas que estavam por ali e falou:
- Olha...eu tô sem dinheiro trocado agora então só tenho isso.
E me deu as moedas que eu nem contei... só coloquei no bolso.
- Mas se você quiser eu posso te dar outra coisa.
- Tá bom! Falei todo empolgado achando que era algo de valor
- Você promete que não conta pra ninguém?
- Prometo!
Dna. Marisa então me deu um beijo de língua me apertando todinho.
Eu sabia como as coisas funcionavam, mas eu nunca tinha beijado ninguém. Eu gostei, mas me tremia todo!
- Vem cá! Ela falou
Fomos pra sala e ela deu mais uma olhada pro quarto pra ver se os filhos ainda dormiam e cochichou:
- Não faz barulho, tá. Agora vem...mete!
E ficou de quatro no sofá deixando a toalha cair.
Fiquei tão nervoso que não conseguia acertar o lugar então com a mão por baixo ela me guiou.
Eu NUNCA vou esquecer daquela sensação!
Como era bom!
Comecei a meter nela e a todo momento ela fazia sinal de silêncio com o dedo na boca pra eu não fazer barulho.
Eu não durei muito e dei minha primeira gozada dentro de uma mulher.
Ela se levantou e olhou de novo pra dentro do quarto. Estava muito preocupada dos filhos acordarem.
Aí olhou de novo pra mim e me viu ainda duro.
- Quer mais?
- Quero!
Ela voltou pra mesma posição e eu comi mais uma vez gozando de novo.
Ela se levantou e falou:
- Pronto! Agora chega que já tá tarde! Depois eu dou de novo.
- Mas não pode contar pra ninguém heim!
- Tá bom....tá bom....
Concordei desesperado com medo de não ter mais aquilo.
Quando voltei levei uma bronca pela demora, mas contei sobre levar o filho dela pra escola e mostrei os trocados então minha mãe acreditou.
Cumpri o que prometi e no contei nem pro meu melhor amigo!
Fui pra escola e quando estava voltando Dna Marisa me chamou.
Me perguntou se eu podia ir no outro dia levar o filho dela pra escola de novo.
- Posso sim. Que horas?
- Pode ser o mesmo horário de hoje. Mas se o Ismael tiver em casa não me chama não, tá.
Não sei o que o Seu Ismael fazia da vida, mas ele tinha uma Kombi marrom caindo aos pedaços. A rua inteira sabia quando ele saía de manhã pelo barulho!
- Tá bom! Respondi
Pelo jeito que ela me olhava eu sabia que ela ia me dar de novo.
Isso acabou se tornando rotina durante a semana.
Eu levava o moleque pra escola e voltava correndo que nem um louco pra meter na Dna Marisa e quase sempre do mesmo jeito, com ela de quatro no sofá peladinha e uma vez ou outra ela montava em cima e me pedia pra chupar seus peitos.
Da última vez que nos vimos eu estava brincando na rua e ela me chamou pra fazer um serviço. Eu fui todo empolgado achando que era outra coisa mas era realmente pra fazer um serviço. Fiquei muito decepcionado e acho que ela ficou com pena e falou:
- Termina aí primeiro que eu vou colocar as crianças pra tomar banho, mas vai ter que ser rápido.
Respondi que tudo bem e comecei a fazer o serviço. Era pra retirar uma pregos de umas tábuas e depois colocar essas tábuas em um canto no quintal. Coisa simples.
Quando eu estava quase acabando o marido dela apareceu do nada!
Ele me viu e perguntou o que tava acontecendo, eu abaixei minha cabeça e fiquei tremendo de medo mas fazendo o serviço e ela que se explicou pra ele falando sobre as tábuas e tudo mais.
Ele me olhou de novo com aquela cara feia e saiu sem dizer nada.
Quando eu terminei fiquei por ali esperando ela colocar as crianças no banho todos de uma vez e quando fui pra cima mas ela não deixou.
Disse que o marido já tinha chegado e que não ia dar mais.
Lembrei das coisas que via nas revistas e falei pra ela:
- Então chupa aqui! E botei o pau pra fora.
Ela olhou por um tempo e disse que não sabia fazer aquilo e que nunca tinha feito no marido dela.
- Eu te ensino! Falei na minha inocência.
Eu deu uma risadinha pelo que ouviu e pegou no meu pau batendo uma punheta de leve, mas olhando pro quintal.
- Tá, mas só um pouco! Olha aí pra ver se ele não vem.
E começou a chupar.
Achei que era mentira pra me enrolar mas ela realmente não sabia.
Tive que ficar puxando a cabeça dela pra ajudar.
Fiquei olhando pra fora enquanto puxava a cabeça dela e ela chupava fazendo uma careta de quem não estava gostando do gosto ou estava com nojo.
Não demorou muito e gozei na sua boca e ela correu pra cuspir no tanque de roupas.
Saí dali voando com medo do Seu Ismael aparecer de novo.
Chegou o fim de semana eu viajei pra casa de uns parentes pra passar as férias e fiquei quase 20 dias fora.
Quando eu voltei tive a notícia de que Dna Marisa tinha se mudado de bairro. Fiquei chateado mas passou rápido.
O que eu não sabia é que mesmo eu guardando segredo, Dna Marisa havia contado o que acontecia pra outras “tias” da rua.
Por isso sou muito grato a ela pois além de me fazer homem, ainda me abriu muitas “portas”.
Depois eu divido com vocês como foi.