Marina acordou cedo na segunda feira. Se arrumou com extremo cuidado para o treino da manhã com
Thiago. Antes de sair do quarto, parou em frente ao espelho.
O macacão branco hiper justo abraçava o seu corpo como uma segunda pele, revelando o contraste pecaminoso da calcinha fio-dental preta por baixo. O visual era um convite ao desastre. Mas faltava um detalhe.
Ela abriu uma pequena caixa de veludo e tirou um frasco escuro e minimalista. Era um perfume de nicho, trazido de uma viagem ao exterior, que ela raramente usava. Borrifou no pescoço e nos pulsos. A fragrância exótica exalou na hora: uma mistura inebriante e rara de âmbar, cereja negra e madeira especiada. Um cheiro marcante, obscuro e impossível de esquecer.
Ela desceu sozinha para a academia do prédio. O espaço estava completamente vazio, banhado apenas pela luz fria da manhã. Thiago já estava lá, encostado a um dos aparelhos, digitando no celular.
Quando ele ergueu os olhos e a viu caminhar na sua direção, o tempo pareceu parar. O professor engoliu em seco, os olhos varrendo o corpo dela dos pés à cabeça, travando na marcação escura do fio-dental que ficava evidente a cada passo. Ele guardou o celular, abrindo aquele sorriso confiante, mas com um brilho nitidamente predatório no olhar.
— Bom dia — Thiago cumprimentou, a voz um tom mais grave que o normal. — Pelo visto, o maridão aprovou o look.
Marina parou na frente dele, baixando a cabeça e mordendo o lábio inferior, encenando perfeitamente a timidez.
— Nossa, Thiago... desculpa mesmo por aquela foto mais cedo. Que vergonha. Eu cliquei no chat errado na pressa de descer. Finge que não viu aquilo.
Thiago deu um passo à frente, invadindo levemente o espaço pessoal dela.
— Não precisa pedir desculpas, Marina. A foto estava linda — ele respondeu com um tom manso e malicioso. — E, sendo bem sincero, como profissional, serviu até para eu avaliar melhor a sua simetria e o seu tônus muscular para programar o treino de hoje.
Marina segurou um sorriso vitorioso. Ele havia mordido a isca com a desculpa clássica de personal trainer cafajeste. Aproveitando que estavam sozinhos no silêncio da academia, ela deu uma voltinha lenta na frente dele, empinando sutilmente a bunda.
— É mesmo? E você... também aprovou o meu look novo?
Thiago cruzou os braços, os olhos escuros fixos na bunda dela.
— Aprovadíssimo. Mas, para ser perfeito, eu vou ver como ele fica molhado — uma micro pausa — de suor. Vamos para o aquecimento.
Sem a presença de Gustavo, Thiago estava incrivelmente mais solto. As correções posturais exigiam toques demorados na cintura, na lombar e na lateral das coxas dela. Ele conversava mais perto, o rosto a centímetros do pescoço de Marina durante os agachamentos.
Foi numa dessas aproximações que o professor inspirou fundo, fechando os olhos por um milésimo de segundo.
— Que perfume é esse? — Thiago murmurou, as mãos espalmadas na cintura dela enquanto ela descia no agachamento. — É absurdamente bom. Nunca senti em ninguém.
— Obrigada — ela sorriu, ofegante. — É uma fragrância de nicho. Bem exclusiva. Comprei numa viagem, acho que não vende por aqui.
A intimidade estava se estreitando rapidamente, até que o barulho da porta de vidro se abrindo quebrou a bolha. Gustavo entrou na academia, vestindo uma bermuda e com os fones no pescoço.
— Bom dia! — Gustavo acenou, caminhando direto para a área de cardio. — Só voufazer uns vinte minutinhos de esteira para soltar a musculatura.
A mudança em Thiago foi instantânea. O professor endireitou a postura na mesma hora, deu dois passos para trás e cruzou os braços, assumindo uma voz muito mais alta e técnica.
— Isso, Marina! Contrai o abdômen. Foca na respiração. Mais duas repetições!
Marina quase riu da covardia dele. Percebendo a retração do professor, ela decidiu brincar com a situação. Sabendo que Gustavo estava assistindo pelo espelho da esteira, Marina começou a empinar a bunda mais do que o necessário nos exercícios, gemendo um pouco mais alto a cada esforço e lançando olhares pidões para Thiago, forçando-o a tentar ignorar o tesão enquanto o marido supostamente não via nada.
Quando os vinte minutos deram no relógio, Gustavo desligou a máquina, limpou o suor com a toalha e passou por eles.
— Bom treino para vocês. Thiago, não alivia, tira o couro dela! — Gustavo brincou, dando um beijo na testa da esposa antes de sair.
Assim que a porta se fechou novamente, a tensão densa voltou ao ambiente.
Na hora do alongamento final, no tatame, a máscara profissional de Thiago escorregou de vez. Marina estava deitada de costas, e ele ergueu a perna dela para alongar a musculatura, empurrando a coxa de Marina contra o próprio peito. A posição a deixava completamente escancarada para ele. As mãos do professor escorregaram da panturrilha para a parte interna da coxa dela, os polegares roçando perigosamente perto da virilha.
Para forçar o alongamento, Thiago inclinou o corpo para a frente. Marina sentiu, com absoluta clareza, o volume pesado do pau de Thiago encostando na lateral da sua coxa, não uma, mas três vezes durante o movimento. Ele estava no limite, disfarçando o próprio tesão sob a desculpa do treino.
Alguns minutos depois Marina abriu a porta do apartamento. Gustavo estava sentado no sofá, com um copo de água na mão e um sorriso sádico no rosto.
Marina não disse uma palavra. Ela caminhou até o marido, ajoelhou-se no tapete, abriu o zíper da bermuda dele e colocou o pau duro direto na boca.
— Veio direto chupar meu pau mas está pensando no pau do professor né, safada. — Susurrou Gustavo.
— Unhum — Confirmou Marina sem tirar a rola do marido de dentro da boca. — A diferença é que o dele na cabe todo na minha boca né maridinho. — provocou.
Enquanto chupava ela parava apenas para relatar cada detalhe, ofegante:
— Ele ficou apavorado quando você desceu... recuou igual a um cachorrinho... Mas quando você saiu... — ela lambeu a cabeça da rola de Gustavo, olhando nos olhos dele. — Ele esfregou o pau duro na minha perna no alongamento. A mão dele tremia na minha virilha. Acho que mais um pouco ele me comia ali mesmo.
— Era tudo o que você queria né? — Falou Gustavo entre gemidos próximo a gozar.
— Não não. Não quero que ele me coma na academia. Ele vai me conte na nossa cama! — Marina deu a cartada final.
Gustavo puxou o cabelo dela, gozando no fundo da sua garganta. Marina engoliu a maior parte e subiu para um beijo quente no marido.
Nessa hora o marido sentiu o o perfume marcante de Marina.
— Olha só. Usou até seu melhor perfume hoje. Você só usa este perfume em ocasiões especiais!
Marina riu. — Ele elogiou meu perfume. Domingo vamos descobrir se ele é bom de faro. — Falou risonha piscando para o marido.
O domingo chegou com o peso de uma tempestade iminente. A rotina foi feita.
A preparação. A escolha da roupa. A chupada de Gustavo em Marina pré-saída.
Partiram para a casa de swing.
Eles sabiam que Thiago bateria ponto lá naquele fim de semana, caçando feito um animal a dona da calcinha preta que o havia devorado na cabine.
Para entrarem no clima, Gustavo e Marina
pararam na área do bar, sentando-se em banquetas altas sob a luz difusa e neon do salão principal. Marina bebericava um gin tônica, o vestido preto curto e decotado exalando a fragrância exótica e inebriante que ela havia borrifado no pescoço — a mistura de âmbar e cereja negra.
Gustavo bebia o seu chopp, observando a esposa com a posse orgulhosa de um colecionador.
Quando a adrenalina e o álcool atingiram o ponto certo, Mariana decidiu que era hora de iniciar a caçada. — Vamos. Meu cachorrinho deve estar à minha procura.
Deixaram o bar e começaram a caminhar pelos corredores acarpetados, iluminados por luzes vermelhas. Foi ali que Gustavo avistou uma figura familiar encostada ao batente de uma das portas. Roberto, o milionário que haviam conhecido na primeira visita, vestia um blazer de veludo impecável sobre uma camisa escura aberta no colarinho, girando uma taça de cristal na mão.
— Roberto! — Gustavo cumprimentou-o com um aceno casual, aproximando-se com Marina. — Boa noite.
— Gustavo! Marina! Que prazer revê-los — Roberto sorriu, apertando a mão de Gustavo e beijando o dorso da mão de Marina com polidez. — Que bom que voltaram.
— E a Helena? Não me diga que veio sozinho hoje — Marina perguntou, com um sorriso curioso.
O coroa deu uma risada grave e elegante.
— A Helena nunca me deixa vir sozinho. Ela só está... ocupada no momento. — Ao tempo que terminava a frase Roberto empurrou a porta da suíte, revelando a cena.
Helena, a mulher que de dia exalava a elegância de uma dama da alta sociedade, estava completamente nua, cavalgando com fúria no colo de um homem musculoso, enquanto chupava o pau de dois homens em pé ao lado dela.
Helena abriu os olhos revirados de prazer e viu o casal na porta. Ela não parou de quicar, mas abriu um sorriso molhado, tirando a rola de um dos homens da boca por um segundo.
— Marina, querida... — Helena chamou, a voz rouca e ofegante. — Não fique aí só olhando. Tem espaço de sobra.
Movida pelo tesão do ambiente e pela bebida, Marina olhou para o marido que acenou afirmativamente com a cabeça e caminhou até a lateral da cama. Ela não tirou o vestido. Apenas se ajoelhou no tapete macio ao lado de Helena e segurou a base do pau duro do homem que a milionária havia acabado de soltar. Marina abriu a boca e o engoliu com vontade, chupando-o com técnica, dividindo o homem com Helena numa sincronia suja e deliciosa. Em alguns momentos chupavam ao mesmo tempo o mesmo pau, resultando em toque ocasionais das línguas das duas mulheres.
Perto da porta, Gustavo e Roberto dividiam-se entre a conversa e a atenção aos gemidos.
— Vocês têm uma sintonia fantástica — Roberto comentou. — Eu estou organizando uma festa de aniversário para Helena no próximo fim de semana. Na nossa fazenda.
Pessoas selecionadas, especiais e com discrição absoluta.
— Parece exatamente o tipo de ambiente que a Marina adora — Gustavo sorriu, assistindo a esposa babar no pau do estranho.
— Estes rapazes inclusive estarão lá. Façam o favor de comparecer — Roberto tirou um cartão preto e grosso do bolso interno do blazer, entregando a Gustavo. — O endereço e os detalhes estão aí. Serão os nossos convidados de honra.
Gustavo guardou o cartão.
— Será um prazer, Roberto. Estaremos lá. — Olhou para Marina com o seio de fora chupando outro pau — Acho que Marina vai se divertir com ela lá. — Concluiu rindo.
Gustavo se aproximou de Marina. Nunca tinha visto tão de perto a mulher chupando outro pau. Ela olhou de canto de olho para o marido sem tirar o pau da boca e ainda com o peito sendo chupado. Ele beijou o pescoço dela. Conseguia sentir o calor da rola completamente babada pela esposa.
— Acho que tem alguém a sua procura meu amor. — Sussurrou em seu ouvido.
Marina deu um último beijo na cabeça vermelha e grande daquele pau seguido imediatamente de um Beijo no marido.
— Agora você vai precisar dar conta sozinha Helena. — Berincou Marina dirigindo-se para a porta da suíte.
Saíram caminhando pelos corredores.
O destino da noite não era a distância do Glory Hollly. Era a escuridão protetora do Dark Room.
O Quarto Escuro ficava no subsolo do clube. A regra era clara: silêncio absoluto. Só gemidos eram permitidos. A escuridão era total, cortada apenas por um feixe fraco de luz negra no teto. Gustavo tirou do bolso duas máscaras de couro estilo half-face, que cobriam os olhos e o nariz de ambos, deixando apenas a boca livre.
Marina entrou na escuridão primeiro, com Gustavo logo atrás, fundindo-se às sombras. O som gemidos contidos e corpos se chocando dominava o ambiente. Quando os olhos deles se acostumaram com a penumbra, silhuetas anônimas começaram a ganhar forma.
Havia casais e trios por todos os cantos do quarto. Bem próximo deles uma mulher ajoelhada chupava dois homens lado a lada. Mais à frente, sentado em um sofá, uma loira sentava de costas sobre o pau de um homem enquanto outro acompanhava ao lado se masturbando.
Sobre a cama, ao centro da sala, duas mulheres se beijavam intensamente sobre os olhos, e punhetas, de vários homens.
Marina recuou um passo, colando as costas contra o peito do marido.
— Será que ele vai aparecer por aqui? — ela sussurrou, a voz inaudível para qualquer pessoa além dele, movendo os lábios quase colados ao ouvido de Gustavo.
— Ele está caçando, amor. Ele vem pro escuro — Gustavo murmurou de volta, a voz rouca e confiante.
Excitado com o ambiente e a situação, Gustavo a abraçou por trás e deslizou as mãos por baixo do vestido dela encontrando uma buceta completamente molhada. Ela suspirava baixinho, o corpo derretendo contra o peito dele, a expectativa deixando-a no limite.
Foi então que a pesada porta do Dark Room se abriu brevemente, revelando uma nova silhueta alta e de ombros largos. O feixe de luz negra refletiu no mostrador fosforescente de um relógio esportivo.
Era ele.
Thiago caminhava devagar, tateando o terreno, visivelmente tenso, procurando por um fantasma.
Gustavo parou os movimentos da mão e deu um leve empurrão nos quadris da esposa. Era a deixa.
Marina se soltou do marido, em um movimento rápido tirou sua calcinha e deslizou pela escuridão.
Thiago parou perto de uma das paredes, observando o ambiente cego. Em vez de atacá-lo de frente, Marina se aproximou por trás deixando os bicos do seu seios encostarem nas costas deles. Thiago ficou surpresa. Era uma abordagem ousada até para aquele ambiente. Por um segundo ele esqueceu a sua busca.
Mas tudo mudou quando Marina passou um pequeno tecido úmido para sua mão. Ele
Ele tateou. Uma calcinha. Ele sabia. Era ela. A mulher do Glory Holly. Era a sua caça.
Marina segurou sua cintura no momento que ele tentou virar de frente para ela. As mãos ágeis deslizaram para o pau já duro dentro da calça. Ela mesmo colocou aquele pau já conhecido para fora. Ele se entregou.
Com uma mão ela punhetava lentamente seu professor, com a outra deslizava pelo corpo malhado e definido por dentro da camisa, enquanto alternava respirações quentes e lambidas molhadas em seu pescoço.
Ela queria mais. Precisava de mais.
Ela largou seu pau e se afastou. Thiago voltou a si. Virou-se. Ela estava lá. De costas. Esperando por ele.
Thiago era experiente neste ambiente. Tinha entendido o recado. Não se veriam. Mas ela queria ele.
Agora foi a vez de Thiago explorar o corpo dela com as mãos. Buceta molhada e desprotegida. Seios já pra fora do vestido com bicos estourando. Ela impinou a bunda encaixando o pau cuidadosamente. Ele agarrou o pescoço dela com uma força controlada, empurrou um pouco mais, pincelou sua pica na entrada da buceta. Mas foi ela que fez o movimento final. Jogou o corpo pra trás abrindo sua buceta em volta do pau grosso de Thiago. É assim ela seguiu por longos minutos.
Ela comia o pau dele.
Ao lado, Gustavo acompanhava tudo protegido pelas sombras, em uma das melhores punhetas da sua vida. Ele estava tão atento à cena principal que demorou para perceber uma mulher mulher que era enrabada bem ao seu lado olhava faminta para seu pau lambendo os lábios. Ela olhou pidona para ele.
Ele sorriu, apontou com o olhar para a esposa sendo comida a alguns metros na escuridão e deu um passo para o lado afastando-se levemente da mulher.
Ele era de Marina. Ele queria ser de Marina.
Em sua frente Marina dava a vida rebolando naquela rola. Com as mãos nos joelhos ela rebolava de uma forma intensa. Fazia questão de retirar quase todo o pau da sua buceta para retornar com violência, sentindo ser rasgada por cada centímetro.
Alguns solteiros posicionaram-se ao lado expondo seus paus na esperança de um boquete. Mas Marina só pensava em aproveitar o momento ao máximo e voltar para seu marido com todos os detalhes, gostoso, e fluidos.
Após alguns minutos de uma intensa foda Marina segura uma das mãos de Thiago, até então presa em sua cintura, leva o polegar até sua boca, chupa demoradamente e devolve para o meio da sua bunda. Ele entende na hora. Leva seu polegar já umidecido pela boca dela para dentro do seu cu. Ela aperta e aumenta a intensidade da rebolada.
Os dois gozam intensamente.
Enquanto se recupera, Marina faz a sua última jogada. Ainda de costas para Thiago aproxima-se do peito, encaixando seu corpo no corpo forte do professor. Leva um prato pra trás puxando a cabeça dele contra seu pescoço.
Ele respira fundo.
Um cheiro.
Aquele cheiro.
Aquele perfume.
Ele, por um segundo, se transportou para academia do prédio. Sua cabeça estava em parafuso. Ele, tão conhecedor das regras daquele local, se perdeu.
— Este perfume… — sua voz saiu rouca em um sussurro.
Antes que o homem cego pela escuridão pudesse agarrá-la, ela desapareceu no breu do quarto.
A lembrança bateu como um soco: o treino de segunda-feira, a proximidade do pescoço de Marina, a voz dela dizendo que era uma fragrância "rara e exclusiva". Seria ela? A mente dele entrou em curto-circuito. Era impossível. A esposa rica do engravatado do prédio seria a mesma vagabunda insaciável do Quarto Escuro? A dúvida corrosiva foi plantada com sucesso.
Ao lado dessa sala, em uma cabine de Glory Holly Gustavo já estava ajoelhado chupando Marina alucinadamente sugando seu gozo e o de Thiago. Alguns paus apareciam pelos buracos mas ela não dava atenção. O momento era deles, mas não havia tempo pra chegar em casa.
— Me chupa meu corninho. Só vá me comer quando me deixar limpinha. Você viu sua esposa rebolando na rola do professor? — Provcou sufocando Gustavo entre suas pernas.
Quando finalmente Marina soltou a cabeça de Gustavo ele levantou, virou ela de costas, levantou o vestido e se preparou pra fuder sua buceta. Era a vez dele.
Marina levou as mãos ao pau dele e guiou para outro caminho.
— Meu maridinho tá muito comportado. Está merecendo comer meu cuzinho.
Gustavo na teve dó. Lambuzou seu pau nós sucos da buceta de Marina e enfiou de uma vez naquele rabo gostoso.
Ela deu um gemido alto. Em
Segundos estava rebolando jogando a bunda na direção do marido.
— Sabe de uma coisa, da próxima vez que eu der pro Thiago, vou querer que ele coma meu cu. Será se eu aguento meu amor? E vai ser especial… vai ser na sua cama. Na nossa cama.
Isso era demais para Gustavo. Ele arfou, enfiou violentamente e gozou no fundo do cu de Marina. Sentindo-se preenchida, Marina gozou quase desfalecida.
Em casa, já no quarto, a maratona continuou. Eles caíram na cama e transaram mais uma vez, revivendo em voz alta cada detalhe de como manipularam a mente do professor.
— Eu deixei ele louco, amor... — ela gemia. — tenho certeza que agora ele tá batendo punheta pensando na sua esposinha. Será se ele me reconheceu. Tô doida pela minha próxima aula.
A bomba-relógio estava armada, e a explosão aconteceu na manhã seguinte.
Segunda-feira, sete da manhã. O sol mal tinha nascido quando Marina acordou. Ela espreguiçou-se e inclinou-se sobre Gustavo, que ainda estava deitado, deixando um beijo demorado e quente nos lábios do marido.
— Bom dia, maridinho — ela sussurrou, com um sorriso predatório. — Não ouse descer para a academia hoje. Fica aqui em cima. Eu preciso resolver as coisas com o Thiago no claro.
Gustavo sorriu de volta, os olhos brilhando de orgulho, e puxou o lençol, dando-lhe carta branca.
Marina caminhou até o armário e escolheu a dedo a sua armadura para aquele confronto. Vestiu um short de academia absurdamente curto, que mal cobria a curva da bunda, e um top minúsculo, sem qualquer bojo. A temperatura fresca da manhã fez o trabalho perfeito: os bicos dos seus peitos ficaram duros e desenhados com uma nitidez quase pornográfica sob o tecido fino.
Ela desceu para a academia do prédio. Thiago já estava lá, organizando os pesos. Assim que a viu, o comportamento do personal foi visivelmente diferente. O olhar dele não foi apenas de desejo, mas investigativo. Ele analisava cada traço do rosto dela, a forma como ela andava, o farol aceso marcado no top.
O treino começou denso. O silêncio inicial logo deu lugar a um jogo perigoso de indiretas. Thiago estava visivelmente mais ousado, testando as barreiras com instruções de duplo sentido, enquanto Marina devolvia cada investida com uma safadeza afiada disfarçada de inocência.
Perto do fim da sessão, o clima já estava insustentável. Marina apoiou as mãos nos joelhos, empinando a bunda em um ângulo criminoso.
— Thiago, tô sentindo uma fisgada chata aqui no posterior da coxa... — ela murmurou, a voz manhosa.
O professor não hesitou. Guiou a aluna até o tatame e pediu que ela deitasse de costas. Ele ergueu a perna dela, empurrando a coxa macia contra o próprio peito. A posição a escancarava de forma obscena. Dessa vez, Thiago não fez a menor questão de disfarçar. Ele inclinou o corpo para frente para forçar o alongamento, roçando o volume pesado e absurdamente duro da sua calça
diretamente na perna e na virilha de Marina.
Os dois estavam pegando fogo.
Nesta posição Thiago não aguentou o peso do próprio tesão misturado com a dúvida.
Apertou mas o quadril dele contra o corpo dela. O olhar dele desceu para o seio marcando o top e subiu devagar para os olhos negros da aluna.
— Sabe de uma coisa curiosa, Marina? — a voz baixa, testando o terreno.
— O quê? — ela perguntou, controlando perfeitamente a respiração, fingindo inocência enquanto bebia água.
Thiago deu um sorriso de canto, incisivo e perigoso.
— Ontem à noite eu saí. Fui a um lugar um pouco... diferente. E você não vai acreditar. Eu senti o seu perfume. Aquele exótico. Exatamente a mesma fragrância rara que você usou na semana passada.
Marina abaixou a garrafa de água devagar. Ela sustentou o olhar do professor por dois longos segundos. Um pequeno sorriso, indecifrável e cheio de veneno, desenhou-se nos lábios dela.
— Foi? Que curioso… E a noite foi boa? — ela perguntou, a voz mansa e aveludada.
Thiago engoliu em seco, a lembrança da buceta molhada em volta do seu pau fez o sangue descer imediatamente. Ele sustentou o olhar, tentando decifrar o mistério daquela mulher aparentemente intocável.
— Melhor impossível — ele respondeu, a voz rouca.
O sorriso de Marina se alargou apenas uma fração. Ela deu de ombros com uma naturalidade desconcertante, voltando a se encostar na máquina.
— Então o meu perfume lhe trouxe coisas boas.
Antes que Thiago pudesse respirar ou tentar articular qualquer resposta, Marina deu uma piscadela lenta e atrevida para ele. Ela virou as costas e caminhou em direção ao elevador, rebolando de forma lenta, hipnótica e absurdamente provocante, deixando o professor sozinho, estático e de pau duro no meio da academia.