Eu vi o anúncio dela no Travesti Com Local. "Anny Alves", loira de olhos verdes, 1,80 de altura, pau de 21cm, "cheia de tesão amor". Ela falava de ser elegante, safada, carinhosa, mas com aquele oral inesquecível e local discreto em Campinas. Eu, 1,70, fortinho branquelo, olhos castanhos, pau rosadinho retinho de uns 17cm (tipo Rexona, reto e durinho), zero experiência com trans alta assim, mas louco pra ser dominado de verdade. Mandei mensagem no Whats, marquei horário, combinei o valor, tremi o caminho todo até o apê dela na Vila Itapura.
Ela abriu a porta e... caralho. Loira alta pra porra, quase 20cm mais alta que eu (mesmo sem salto), corpo perfeito, cheirosa, olhos verdes me fuzilando. Vestido curto justo, batom vermelho discreto, unhas longas. O volume na calcinha era absurdo, já marcando 21cm mesmo mole. Meu coração disparou, pau já meia-bomba na cueca.
Fiquei parado na porta, mudo. Ela sorriu safada.
— Nervoso, cachorrinho? Entra logo, vai. Tira a roupa e deita na cama de barriga pra cima. Quero ver esse corpinho branquelo todo.
Obedeci tremendo. Tirei tudo, deitei. Meu pau rosadinho tava duro, reto pra cima, 17cm pulsando. Ela riu baixo, subiu na cama, passou as mãos no meu peito fortinho.
— Olha só... fortinho, branquelo, pau bonitinho... mas hoje você não usa isso. Hoje você é minha putinha.
Ela tirou o vestido devagar, ficou só de calcinha. O pau dela pulou pra fora quando baixou: 21cm grosso, veias marcadas, cabeça rosada brilhando. Maior que o meu, mais grosso. Engoli seco.
— Abre essa boca, vai. Chupa primeiro.
Ajoelhei na cama. Ela segurou na minha nuca, enfiou devagar. Babava muito, engasgava fácil no começo. Ela guiava, empurrando mais fundo.
— Isso... engole mais, vadia. Chupa gostoso... olha esses olhos castanhos me olhando enquanto engole meu pau.
Depois de uns minutos babando, ela me virou de bruços, abriu minhas pernas. Lubrificou rápido com saliva e pré-gozo, posicionou a cabeça grossa no meu cu.
— Relaxa, fortinho. Vai doer um pouco no começo, mas você vai pedir mais.
Começou devagar, só a cabecinha. Eu gemia baixo. Ela batia uma pra mim com a mão, me deixando louco, pau babando. Então puxou meu cabelo pra trás com força, como frango assado na beirada da cama.
— Pede, putinha. Pede pra eu te arrombar com esses 21cm.
— Por favor... me fode... me come...
Ela riu e empurrou tudo de uma vez. Gritei alto, doeu pra caralho, lágrimas nos olhos. Tentei fugir pra frente, mas ela segurou meus quadris com força, unhas cravando, meteu fundo.
— Fica quieto. Aguenta. Você queria isso, né? Loira alta te dominando...
O choro virou gemido rápido. Ela metia forte, batendo a virilha na minha bunda, puxando meu cabelo o tempo todo. Me comeu de quatro, depois de lado, me dobrou com as pernas no ombro dela. Cada estocada mais funda, meu pau babando sem parar, sem tocar.
— Tá sentindo, né? Meu pau te abrindo todo... seu cu tá apertado, mas já tá pedindo mais.
No final, ela saiu de dentro, pau quente fedendo a cu.
— De joelhos. Agora.
Ajoelhei rápido. Ela segurou minha cabeça com as duas mãos, enfiou até o talo na garganta.
— Chupa com gosto do seu próprio cu, cadela. Engole tudo.
O cheiro forte, gosto salgado, falta de ar. Ela pulsou forte e gozou direto na minha boca: jatos grossos, quentes, muito leitinho. Engoli o que deu, tossi, o resto escorreu pelo queixo, pingou no peito. Ela limpou o pau na minha língua, esfregando devagar.
— Pronto. Agora você sabe o que é ser usado por uma loira de 1,80 com 21cm.
Saí dali com o cu latejando, garganta ardendo, cara melada de porra. Mas com um sorriso idiota. O local era top, discreto, confortável. Ela era melhor que as fotos: inteligente, divertida, culta, astral contagiante. Fui achando que ia ser ativo... mas não resisti. Fui comido como putinha e amei.
Ela tinha razão no anúncio.
Estou te esperando, cheia de tesão amor.
E eu sei que vou voltar.
Fim.