Era finalzinho de junho, e as férias de julho estavam entrando, e eu uma moça de 24 anos precisava sair um pouco da cidade pra me dar espaço e tempo. Resolvi então, pegar a caminhonete e descansar na fazenda, liguei para o caseiro e pedi pra ele deixar tudo pronto. Chegando lá, quem foi me ajudar com as malas não era o caseiro, mas o irmão dele Alex, que me olhou intensamente desde o minuto que entrei. Aquele olhar dele me tirou do chão, eu não soube explicar o motivo, mas não neguei a ajuda, ele queria ajeitar o telhado também e eu disse que não precisava, mas ele insistiu
- moça bonita não pode ficar sem a casa organizada não uai.
Eu apenas sorri e aceitei. Conforme os dias iam passando, ele sempre era prestativo comigo, ia no mato achava frutas e trazia pra mim, até que um dia ele me fez um convite
- quero te ver no aniversário do meu primo, vai ter roda de fogueira a noite na roça aqui perto, posso passar pra te buscar?
Eu meio sem jeito confirmei que sim... Encontrei um vestido leve e florido que deixava minhas pernas a mostra, coloquei uma bota, uma jaqueta e ele veio me buscar. Chegando, ele me olhou como quem devora, colocou os braços em volta dos meus ombros e abriu a porta do carro pra mim, eu entrei e nós fomos, claro que no caminho ele não tirava os olhos da minha perna. Ele tinha uma barba muito bonita e eu me imaginava roçando nela. Chegando na roda de fogueira, tinha muita comida, e estavam todos alegres, e eu acabei me enturmando e bebendo muito quentão... Em pouco tempo me enturmei com um pessoal, e um amigo dele me chamou pra dançar, e eu fui, Alex só ficou olhando eu me engraçando pro sujeito, senti que ele olhava com raiva mas não me importei. Quando estava indo no banheiro (dentro da casa e todos estavam fora) ele me puxou pelos braços pra um canto escuro e me olhou fixamente com raiva
-eu fiz alguma coisa pra você que você não gostou?
Eu não respondi nada, e ele foi me levando até eu ficar encostada na parede
-Como assim? (Eu já sabia o motivo da pergunta dele)
Ele apertou o meu pescoço olhando pra mim
-Voce acha que eu não gosto de você? Por que vc tá fazendo isso?
Então ele soltou com força (pude respirar melhor) e ia saindo, mas eu agarrei o braço dele
-aonde você vai, espera
-vou mijar logo, que tô sem paciência
(Eu alisei o braço dele e puxei)
-espera, não sai assim
(Ele ficou meio desconcertado mas ainda tentou manter a pose)
-eu vou pq senão vou mijar aqui
(Eu me aproximei dele, abraçando ele que ainda estava muito nervoso e falei baixinho no ouvido dele)
-faz aqui
Ele me olhou sem entender nada, e perguntou como assim
-o banheiro tá ocupado, e aqui tá escuro
(Abaixei minha mão e desabotoei as calças dele e falei bem dengosa)
-mija aqui, eu não vou ver
Ele ficou sem reação me olhando estupefato, então eu roubei um beijo dele, e comecei a beijar ele de língua e é claro que eu falei:
-nossa que gosto bom sua saliva tem
Ele não disse nada, ainda estava sem acreditar, então eu desci a mão e apertei a área da barriga que tem a bexiga, ele gemeu
- filha da puta, vou ter que mijar aqui mesmo
Ele tirou o pau pra fora e começou a mijar, nisso eu estava abraçada nele, lambendo o pescoço e beijando ele de língua até ele terminar de fazer xixi que não parava, afinal ele tinha bebido álcool também. Ele segurava o pau com uma mão, e com a outra me abraçava e passava nas minhas coxas
-deixa eu bater uma punheta?
Sussurrei quase num gemido
-deixo sim, bate bem gostoso pra sua putinha bate
E eu continuava beijando ele enquanto ele batia uma, até que ele me vira de costas de uma vez e me prende na parede, fiquei super assustada
-Alex que isso, a gente não combinou isso
-deixa eu comer seu cuzinho de putinha só hoje vai, quero encher ele de leite, você vai me agradecer por eu ter gozado em você
-nao posso Alex, eu nunca fiz isso antes
Alex passa os dedos molhados no meu cuzinho
-da pra perceber, tá bem apertadinho sua piranha
Começo a gemer quando ele coloca o primeiro dedo, e o segundo também, até ele comecar a esfregar a cabeça da pika do meu cuzinho
-pede pra eu comer você vai, diz que me quer
Com relutância, mas com um tesão muito maior eu disse
-me come por favor, deixa o meu cuzinho arrombado deixa, desconta em mim o seu estresse, goza dentro
Nesse momento parece que ele ficou muito mais duro e me penetrou de uma vez, eu quase gritei, mas ele tampou minha boca pra ninguém ouvir
-eu sabia que você tinha jeito de piranha, mesmo com esse jeitinho comportado, você vai ser minha vadia agora, vou fuder seu cuzinho de puta suja
Ele enfiava até as bolas em mim e tirava devagar, e eu de pernas bambas já, com ele suando muito em cima de mim, esfregando seu cheiro de macho
-cuxinho gostoso, vou encher de leite todo dia agora minha piranha, você vai ser minha putinha quero passar a ouvir um sim senhor
Eu com um dos seios de fora, totalmente indiga
-sim senhor, não vou andar de calcinha pela casa, pode me comer quando quiser
-muito bem cadela, vou comprar uma coleira pra vc minha cadelinha, pra arrombar esse seu cuzinho lindo
Quando ele falou isso, aumentou as estocadas e me encheu de porra, e eu tive um orgasmo anal sentindo o pau dele pulsando dentro do meu cuzinho. O pau dele saiu mole, e ele puxou o meu cabelo e me ajoelhou
-limpa meu pau com a boca agora vadia, chupa até ficar limpinho
Eu chupava com vontade, sentindo o gosto daquele pau suado, com leite e pulsando ainda
-ta gostando do pau do teu macho vadia?
-sim senhor, muito
Ele deu um sorriso de satisfação, colocou o pau dentro da calça, puxou meu cabelo pra eu levantar e pegou na minha mão. Quando voltamos pra roda de fogueira, já éramos um casal.