Era uma tarde abafada de sexta-feira em Recife, final de verão. O sol ainda castigava a pele mesmo às 17h30 quando Yohana empurrou a porta lateral da igreja Nossa Senhora da Conceição. Tinha vindo direto da praia de Boa Viagem. O corpo ainda quente de sol, sal grudado na pele clara, cabelo castanho-escuro com mechas douradas molhado nas pontas, caindo em ondas pesadas sobre os ombros. Usava só um fio dental vermelho minúsculo — daqueles que desaparecem entre as nádegas grandes e redondas — e uma canga preta transparente amarrada na cintura, que não escondia nada. Os seios volumosos (42D firmes, mamilos rosados marcando o tecido fino da canga), cintura fina, quadris largos, coxas grossas coladas uma na outra pelo calor. Lábios carnudos pintados de rosa-choque brilhante, olhos castanhos grandes ainda com rímel borrado de suor e mar.
As beatas que varriam o pátio cochicharam alto o suficiente para ela ouvir: “Olha a vadia… vem de calcinha pra igreja… deve estar abrindo as pernas pra todo mundo.” Yohana nem olhou. Entrou direto no confessionário, coração acelerado. Fazia semanas que confessava pecados pequenos só para ficar perto do padre Alan — aquele moreno de 2 metros, voz grave, ombros largos, sempre sério, sempre correto. Ela o achava o homem mais puro e religioso que conhecia. Pensava que ele era intocável, um santo de batina que nunca cairia nas investidas dela, por mais que ela se vestisse provocante, por mais que roçasse o joelho na grade ou deixasse a canga escorregar. Ele não iria se render. Nunca. Não era homem de se deixar levar por uma mulher casada como ela.
Não fazia ideia de que, todos os dias, depois das missas vespertinas, o mesmo padre Alan trancava a sacristia e comia o cu das freiras jovens e das noviças do convento anexo.
Yohana sentou-se do lado da grade de madeira, joelhos juntos, canga escorregando um pouco e revelando a virilha depilada brilhando de protetor solar.
— Padre Alan… perdoe-me, porque pequei — começou ela, voz baixa e rouca de quem acabou de fumar um cigarro na praia.
Do outro lado, Alan respirou fundo. Reconheceu o perfume dela: coco, sal e tesão. O pau já latejava sob a batina. Ele era tarado, sim, mas disfarçava bem. As noviças eram fáceis — jovens, submissas, juradas de obediência. Yohana era diferente: casada, rica, gostosa pra caralho. Ele queria aquilo há semanas e arriscou, tudo ou nada. Sem dizer uma palavra, ele simplesmente abriu o zíper da batina devagar. O pau saltou para fora — grosso, veias saltadas, cabeça rosada inchada e enorme, já babando pré-gozo. Ele encostou a rola na gradezinha de madeira, a cabeçona grossa passando por entre as ripas finas, apontando direto para o rosto dela.
Yohana arregalou os olhos castanhos. Ficou paralisada. A boca entreaberta, saliva acumulando na língua instantaneamente. Parecia uma arma. Grosso como o pulso dela, comprido o suficiente para encostar no queixo dela mesmo com a grade no meio. A cabeçona era desproporcional, inchada, vermelha, brilhando de pré-gozo. Ela achava que o padre era puro… que ele nunca se renderia às investidas dela, que ele era forte demais na fé para cair na tentação de uma mulher como ela. E agora via aquilo. O choque misturado com tesão a deixou sem ar. O coração disparou, a buceta pulsou forte sob o fio dental encharcado. Ela piscava rápido, tentando processar: o homem que ela idealizava como santo tinha uma rola monstruosa apontada para a cara dela, latejando como se estivesse esperando há anos.
— Padre… que rola é essa? — sussurrou ela passando a mão na cabeça do pau do padre, voz falhando, olhos fixos na grossura e na cabeçona que era maior que a palma da mão dela.
Alan respirou pesado, voz grave e autoritária como sempre usava com as noviças, sem rodeios, sem justificativa.
— Chupa logo, sua puta.
A palavra “puta” acertou Yohana como um tapa elétrico. Ela gemeu baixinho, os mamilos endurecendo sob a canga. O choque ainda estava lá, mas o tesão venceu. Sem pensar mais, aproximou o rosto. Abriu a boca devagar. A língua tocou primeiro a cabeçona quente e salgada. Lambeu o pré-gozo devagar, gemendo de prazer ao sentir o gosto forte e masculino. Depois envolveu a glande inteira com os lábios carnudos rosa-choque, esticando a boca ao limite só para caber a cabeça.
Alan grunhiu alto, ecoando no confessionário vazio. Era o mesmo som que fazia quando enfiava nas noviças.
Yohana começou devagar. Chupava só a cabeçona, língua girando em círculos largos, sugando como se fosse um pirulito gigante e proibido. Depois desceu mais. A boca esticou ao máximo. Conseguia engolir uns 12 centímetros — o resto ficava fora, batendo na grade. Saliva escorria pelos cantos, pingando no colo dela, molhando os seios.
— Isso… mama direito, sua vadia — ordenou Alan, segurando a grade com força.
Yohana falava com o pau na boca, voz abafada e molhada:
— Mmmph… tão grosso… mmmph… nunca vi um assim… mmmph…
Ela acelerou. Subia e descia, fazendo barulho obsceno: gluck, gluck, gluck. Baba grossa escorrendo pelo queixo, pingando nos joelhos. Os olhos castanhos lacrimejando, rímel borrando, mas sem parar. Alan empurrava a cintura, fodendo a grade, tentando enfiar mais.
— Mais fundo, puta… engole tudo…
Yohana forçou. Garganta relaxada, nariz encostando na madeira. Engasgou, tossiu, mas continuou. Alan sentia a garganta dela apertando a cabeçona. Ele segurou o cabelo molhado dela através da grade e meteu mais forte.
— Vou gozar… toma… toma tudo…
Ele gozou rugindo. Jatos grossos e quentes explodiram na boca dela. Yohana arregalou os olhos, tentando engolir. Era muito. Transbordou pelos cantos, escorreu pelo queixo, pingou nos seios. Ela engoliu o que pôde, gemendo alto, depois lambeu os lábios inchados.
— Engoliu, sua puta casada? — perguntou Alan, ofegante.
— Sim… padre… engoli tudo… — respondeu ela, voz rouca, língua ainda lambendo os restos.
Mas Alan não tinha terminado. O pau continuava duro, latejando.
— Levanta. Tira essa canga. Abre as pernas.
Yohana obedeceu tremendo. Desamarrou a canga, ficou só de fio dental vermelho. A calcinha já estava encharcada, grudada na buceta inchada. Ela se virou de frente para a grade, abriu as pernas, empinou a bunda.
Alan passou a mão pela grade, rasgou o fio dental com dois dedos. A calcinha caiu. A buceta dela brilhava — lábios grossos, clitóris inchado, molhada até as coxas.
Ele enfiou dois dedos grossos através da grade, abrindo ela. Yohana gemeu alto.
— Ai… padre…
Alan tirou os dedos, segurou o pau e encostou a cabeçona na entrada molhada. Empurrou devagar. A buceta dela engoliu a cabeça, depois mais, mais… até uns 20 centímetros. Yohana gritou de prazer e dor.
— Que buceta apertada… — rosnou ele.
Ele meteu o que conseguia pela grade — uns 22 cm —, batendo forte. Yohana se apoiava na parede, rebolando, gemendo sem parar.
— Me fode… me fode, padre… me usa…
Alan meteu por dez minutos, suando dentro da batina. Depois tirou, pau brilhando de mel dela.
— Vira de costas. Agora o cu.
Yohana hesitou.
— Padre… eu nunca…
— Cala a boca — cortou ele, voz dura. — Você aguenta.
Ele cuspiu na mão, passou na cabeçona, depois no cu apertadinho dela. Encostou e empurrou na marra. A cabeça entrou com dificuldade. Yohana gritou, unhas cravadas na madeira.
— Ai… dói… tá grande demais…
— Aguenta, puta.
Ele empurrou mais. Centímetro por centímetro, o cu dela se abriu. Quando metade estava dentro, Yohana choramingava de dor e prazer. Alan segurou os quadris dela pela grade e meteu até o talo.
— Caralho… que cu gostoso… — rosnou ele.
Começou a bombar forte. Batendo as bolas na bunda dela, estocadas profundas. Yohana gritava, mas empinava mais, mão na buceta se masturbando.
— Me fode o cu… me rasga… sou sua puta, padre…
Alan meteu por quinze minutos sem parar. O cu dela apertava como punho, ordenhando o pau. Ele sentiu o gozo vindo.
— Vou gozar… vira aqui…
Tirou do cu com um estalo, virou ela de frente pela grade. Yohana ajoelhou rápido, abriu a boca. Alan punhetou duas vezes e gozou na cara dela. Jatos grossos bateram na testa, nas bochechas coradas, nos lábios rosa-choque, escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. Ela fechou os olhos, gemendo, lambendo o que conseguia alcançar com a língua.
— Toma… toma na cara, sua vadia…
Quando terminou, Alan respirava pesado. O pau ainda pingava.
Yohana abriu os olhos, rosto coberto de porra, sorriso safado misturado com choque.
— Amanhã eu volto, padre…
Ela saiu andando devagar, porra escorrendo pelo rosto e coxas, deixando um rastro de cheiro de sexo no confessionário vazio.
Yohana saiu dali tremendo — não só de prazer, mas de descoberta. O padre que ela achava santo, que ela jurava que nunca cairia nas investidas dela, era um tarado sórdido. E agora ela fazia parte disso.