O Pirocudo da Natação

Um conto erótico de André
Categoria: Gay
Contém 923 palavras
Data: 13/03/2026 22:15:12
Última revisão: 13/03/2026 22:17:13

Meu nome é André. Tenho 28 anos, 1,75 m, corpo médio-definido depois de um ano ralando na academia e agora tentando a natação pra ver se o shape melhora de vez e pra dar uma aliviada no estresse do trampo. Sou gay, mas não assumido — pros amigos e família é só “solteiro focado no trabalho”, e na rua ninguém precisa saber. Discrição total, sempre foi assim. Comecei as aulas noturnas três vezes por semana há um mês, e tava tudo tranquilo… até ele aparecer.

Ele se chama Caio. 32 anos, uns 1,85 m, moreno, barba rala bem feita, peito largo e braços grossos que esticam qualquer tecido. Chegou na turma essa semana, se apresentou como novato, mas nadava com uma técnica que denunciava anos de prática. Na primeira aula, quando ele se trocou no vestiário masculino, eu congelei.O lugar tava cheio: caras saindo do banho, conversando alto sobre futebol e trabalho. Caio abriu o armário do lado do meu, tirou a camisa devagar. Peito marcado, pelos escuros descendo pro cós da calça. Depois desceu a calça jeans, ficou só de cueca boxer cinza escura. O volume… porra, era impossível não notar. Pau grosso, pesado, marcando forte mesmo mole. Meu coração acelerou na hora. Virei pro armário, fingi arrumar a toalha, mas o pau já tava meia-bomba na sunga molhada. Tive que respirar fundo pra não dar bandeira.Ele percebeu? Acho que sim. Quando passou por mim pro chuveiro, nossos olhares se cruzaram. Uns segundos a mais que o normal. Ele deu um sorrisinho de canto — daqueles que dizem “eu sei o que tu viu” — e seguiu em frente sem falar nada. Eu entrei no box rápido, abri água fria e tentei me acalmar.Nas aulas seguintes, virou rotina. Durante a natação, eu escolhia a raia do lado dele de propósito. Via o corpo dele cortando a água, músculos das costas flexionando a cada braçada, bunda firme na sunga preta de compressão. No intervalo, ele saía pingando, água escorrendo pelo abdômen definido, e ia pro fundo esticar. Eu fingia alongar perto, mas meus olhos sempre desciam pro volume molhado da sunga — tecido colado, delineando tudo: cabeça grossa, veias marcadas.No vestiário, piorava. Ele sempre escolhia armário perto do meu. Tirava a sunga sem pressa, deixando o pau balançar livre enquanto se secava. Grosso, veiudo, cabeça rosada mesmo flácido. Uma vez, virou de lado pra pegar o shampoo e o pau roçou de leve na coxa dele — peguei tudo de relance. Meu pau endureceu tanto que tive que entrar no chuveiro correndo, água gelada pra baixar.Ele não falava nada direto, mas os sinais tavam lá: sustentava o olhar quando eu olhava, demorava mais secando perto de mim, ria de qualquer comentário idiota que eu soltava sobre a aula. Uma quinta chuvosa, passando sabonete no peito, ele disse alto o suficiente pra eu ouvir: “Pô, água quente hoje tá boa pra relaxar tudo, né?”. Olhou pro espelho, direto pra mim, piscou devagar. Eu só assenti, rindo nervoso, mas o tesão já tava subindo perigoso.Foi nessa mesma quinta que as coisas explodiram. Aula terminou cedo, professor saiu correndo. Vestiário esvaziando rápido. Caio foi pro último box, deixou a cortina entreaberta de propósito. Eu entrei no de ao lado, mas o vapor já subia. Pelo reflexo no azulejo, vi ele se ensaboando devagar, mão descendo pro pau, dando uma apertada discreta. Nossos olhares se encontraram no reflexo. Ele sorriu torto.— Vem pro meu box, André. Banho rápido… ou nem tão rápido.Meu pau endureceu na hora. Entrei, coração na boca, sabendo que se alguém voltasse ali, tava fodido. Mas o risco só aumentava o tesão.Ele me puxou pra debaixo da água quente, prensou contra a parede fria. Beijo faminto, língua invadindo sem dó. Mão na nuca, a outra descendo pra apertar minha bunda por cima da sunga. Tirou a minha num puxão, deixou cair no chão molhado. O pau dele já duro roçando na minha barriga.— Tu tava me olhando desde o primeiro dia — murmurou no meu ouvido, voz rouca abafada pela água. — Agora toma o que pediu.Passou sabonete nos dedos — improvisando lubrificante — e abriu meu cu devagar, um dedo, dois, girando, curvando pra achar o ponto que me fez gemer baixo e empinar contra ele. Quando achou que eu tava pronto, virou meu corpo de costas, mãos apoiadas na parede. Senti a cabeça grossa pressionando a entrada, escorregadia de sabão e água. Empurrou devagar, centímetro por centímetro, me abrindo inteiro.Gemi baixo, mordendo o lábio pra não fazer barulho. Ele foi fundo, até a base, e ficou parado uns segundos, só pulsando dentro de mim.— Porra… tá apertado pra caralho — grunhiu.Começou a meter ritmado, saindo quase todo e voltando forte, batendo fundo. Água escorrendo entre nós, som molhado de pele contra pele misturado com a torneira. Ele segurava minha cintura com uma mão, a outra punhetando meu pau no mesmo ritmo.— Vai gozar assim, sentindo meu pau te arrombando no vestiário?Acelerei o ritmo. Meu corpo tremia, pernas moles. Gozei forte, jatos quentes misturando com a água, escorrendo pelo ralo. Apertei em volta dele, e isso foi o gatilho. Ele meteu fundo uma última vez, grunhiu baixo no meu ouvido e gozou dentro, pulsando várias vezes.Ficamos ofegantes, colados. Ele saiu devagar, virou meu rosto e me beijou preguiçoso.— Lava direito agora, André. Depois te levo pra casa. Quero te comer de novo, mas com calma.Saímos do vestiário como se nada tivesse acontecido. Só um sorriso cúmplice no espelho. Mas os dois sabiam: aquilo era só o começo.

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