Viagem com minha mãe

Um conto erótico de DMGohan
Categoria: Heterossexual
Contém 2911 palavras
Data: 13/03/2026 14:35:00

Eu costumo dizer que se você caiu de paraquedas aqui, seria muito bom que lesse aos meus textos anteriores. Ainda que os leia pode não estar familiarizado com nada sobre minha pessoa ou a minha vida, talvez por chegar agora ou por não nos conhecermos. Embora vá saber da minha vida, disso ou daquilo, com toda a certeza ainda será só mais uma historia que está lendo. Pelo menos até que me conheça mais a fundo

Então antes de seguir adiante, entra aqui no meu perfil e passe os olhos desde o inicio. Depois já com melhor noção retorne e prossiga

Vamos agora abordar algumas coisas da minha vida até então. Nos textos anteriores eu falei que não haveria mais o que contar se não as aprontas que já fiz ou faço. Então é assim que a gente vai seguir daqui. Com coisas que já falei antes uma vez no nosso grupo e com outras mais

Vamos lá, isso aqui é do tempo de uma viagem quando fui pela a primeira vez ao Maranhão

Anos atrás a gente resolveu fazer essa viagem pro Maranhão pra visitar uns parentes mais velhos. Gente que eu nem conhecia mas já tinha visto por fotos. Tios e tias da a minha mãe, não meus. Ver eles e passar uns dias ajudando na casa. Estavam precisando também.

Hoje eu só vou lembrar da cidade se olhar lá no mapa, mas apesar de já ter visto muita gente falar do Maranhão, que lá é muito bonito e tal, a região em que eu fui não tinha nada disso. Na verdade era muito simples, as casinhas pareciam ser de barro e os telhados, muitos eram de folha de palha com o concreto lá pra segurar. Era uma regiãozinha muito carente mesmo onde os tios dela moravam. Eles eram pessoas simples. Ali o chão da casa era na areia pura, igual a areia de praia. Não tinha piso, a cozinha era lá fora numa área com a palha cobrindo o teto, o fogão era a lenha. Era tudo bem simples mesmo, não só eles como toda a vizinhança

Tá certo que eu não andei tanto por lá mas os cantos em que fui eram todos assim, lugares simples e sem muito. Sim tinha alguma beleza, tinha um lugar lá que dava acesso a um rio onde a gente banhava, mas era só isso mesmo. O pessoal lá também tinha costume de pegar passarinho e por em gaiola. Isso era muito comum e eu não era acostumado com esse tipo de coisa. Lá eu tinha duas primas e um primo (que eu considero primos), essas primas eu quaaaaase tive alguma coisa, partindo delas mesma comigo quando me perguntaram de namoro e comentaram “ah um menino tão bonito desse”. Eu só não fui adiante pq como eram pessoas que eu não tinha aproximação e ainda era lerdo com outras pessoas, ficava todo emcabulado. Fora que era virado de espinha, isso me ajudava em questão de auto estima. Eu devia ter rebatido o comentário delas, eram as duas juntas. Eram mais velhas que eu, uma já adulta (ambas eram na vdd só que uma devia ter os 19, baixinha e sequinha, a outra já nos 25 sei lá, essa tinha carne no corpo) mas que azar que eu fui ter por não ter tido atitude. Lembro de ver elas de sutiã e trocando de roupa. Falta de vontade daquelas duas não faltou. Se eu tivesse respondido alguma ousadia quem sabe pudesse ter sido diferente, se eu tivesse ido pra cima, tido atitude, devolvido o comentário

Já esse meu primo era o que eu mais ficava junto, já que não tinha com quem mais estar. Ele era mais velho que eu e tinha o costume de pegar passarinho também. Ele mesmo fazia as gaiolas como os amigos, era um costume de todo mundo dali. Pra pegar eles pegavam uma tala dessas de pipa, passava chiclete mastigado em toda ela e colocava na arvore. Fazia um piso lá onde colocava agua e comida pra eles, quando o passarinho descia e pregava o pé ali, já ficava grudado. Dali meu primo depois quando voltava e via que tinha um, tirava ele com cuidado, passava óleo nas patinhas pra ir desgrudando e tal. Aquilo pra mim era terrível, ainda mantenho o mesmo pensamento hoje em dia

Enfim, vamos prosseguir

Minha mãe comprou a passagem de ônibus, daqueles que saem de madrugada pra chegar no fim da tarde. A viagem foi longa pra caralho, a primeira maior que eu já tinha feito na vida, o único canto que eu tinha ido até então era mais perto onde meu tio lá morava, mas essa era distante pra caralho. Passamos dias na estrada com parada em cada cidadezinha do caminho. os restaurantes. Parecia uma eternidade.

A gente sentou no fundo, lado da janela, mas dessa vez foi tudo normal. O ônibus sacolejava tanto que qualquer coisa além de tentar descansar era impossível.

Quando finalmente chegamos, pegamos uma van que ia pro interior onde eles viviam, daqueles que param em cada vila, não sei como se chama os locais, mas acredito que àquela região não seja a cidade em si, ou se fosse, era realmente muito simples, só chegamos na casa deles já a noite

A casa era simples demais como falei, quintal de terra daquela areia amarela tipo de praia com galinha solta, fogão a lenha. Mas o quintal era bem grande e espaçoso lá nos fundos. O muro eram cercas de madeira igual aquelas de curral, só num fio entre um tronco e outro. Mas tinha bastante arvore e mato ali. As galinhas deviam ser já acostumadas com a casa e moradia pra não irem embora

A prima nos recebeu com abraço forte, todo mundo ali, gente que eu nunca tinha visto na vida a não ser em fotos, mas eram todas boas pessoas. Fomos muito bem recebidos e nos acomodaram num quarto que tinha, pediram pra a gente não reparar na casa, que eram simples e tal mas minha mãe desconversou falando pra não se preocuparem com nada

Agradecemos, entramos carregando as mochilas. Mala.

Não tinha porta no quarto. Só uma cortina de lençol pregado. Em todos eles.

Depois do jantar e de muito conversar, todo mundo se recolheu cedo, muito cedo pra o meu gosto. O costume lá era diferente. Ficou só o silencio no ar, dificilmente ouvia uma moto passando, bem dificilmente mesmo. Ali passavam mais cavalos com carroça que qualquer veículo

Não aconteceu nadinha, nem eu mesmo quis. O negocio era deitar e dormir. Tinha passado o dia dentro daquele ônibus depois de dias e quando finalmente sai dele, ainda tive que andar mais em carro. Mas nos dias seguintes também foram daquele jeito, nada. Todo mundo ficava em cima da gente, até visitas que vinham ver quem tinha chegado outro dia

A gente passou os primeiros dias lá inteiros rodeados. Todo mundo queria conversar, apresentar vizinho, contar história. Tinha visita o tempo todo, tinha comadre (como eles chamavam) que morava do lado, na frente. A mãe ficava ajudando na cozinha e nas coisas em casa e eu ficava com o primo mais velho pegando passarinho (mesmo não gostando, eu só acompanhava. Ou isso ou ficava sozinho sem ninguém) ou só lá trás olhando o mato quando meu primo saia com os amigos e eu não ia. Não rolava nem olhar torto um pro outro. A casa era pequena e não tinha nada pra fazer.

Então, nada. Dormia de conchinha sem mexer, pau duro encostado na bunda dela mas sem ousar nada, só esperando o cansaço vencer e demorava muuuuito. Eles dormiam muito cedo e eu não era acostumado naquele horário, eu ficava na cama de um lado e o outro por horas até conseguir dormir, foi uma dureza até acostumar com o passar dos dias. Todo mundo roncando, até minha mãe roncando e eu lá virando e virando. Passava a mão na bunda dela, colocava o pau pra fora e batia, virava pra o outro lado e despejava na mão e onde mais pegasse. Levantava pra me limpar e voltava. Só assim relaxava mais

Mas até que finalmente deu uma brecha. Eles resolveram sair pra ir visitar sei lá quem e como de costume, minha mãe sempre ia. Ela sempre acompanhava ás saídas pra ir conhecer gente ou fazer alguma coisa mas nesse dia ela não foi. Não sei o porquê, mas ela ficou

Eles saíram cedo, foram a pé mesmo, deviam demorar algum tempo. O primo como sempre com uns amigos caçar passarinho pelo os matos, ele de certa forma me deixava de lado também. Não que não gostasse da minha companhia, mas pra ele eu era muito mlk ainda. Não tinha muito o que fazer comigo. Eu meio que era uma pedra no caminho dele, eu até ia com ele e os amigos mas os assuntos deles eu ficava de fora. Falavam de passarinho e os caralhos e eu boiava no meio. A casa ficou vazia de repente, só o barulho das galinhas ciscando no quintal. Tudo silencioso como era aquela região

Fui atras da minha mãe pra procurar aproveitar finalmente, mas ela quis recusar. Qualquer visita podia chegar procurando alguém ou mesmo o meu primo, eu tive que insistir um pouco e quando finalmente ela cedeu, dizendo pra ser rapidinho, a gente foi lá pra os fundos do quintal no meio do mato. A casa deles assim como o da vizinhança ficava de portas sempre abertas, as pessoas costumavam entrar já chamando desde a porta, mas já entrando. Não ia dar certo se a gente ficasse ali dentro e alguém chegasse

ali no meio do mato atrás da casa era mais de boa, A gente parou num canto onde o mato era mais alto e tinha bastante folhas cobrindo, perto de uma árvore que dava uma sombra boa. tudo bem escondido. Minha mãe ainda tentou fazer cara de brava, não gostava muito da ideia e do risco que era muito

“Cuida logo” e eu “ninguém vem aqui atrás não mãe. O gabriel (meu primo, mas não era o nome dele) foi pegar porra de passarinho” enquanto eu já ia colando nela, e ela ficava meio séria e receosa “cuida logo”, eu falei “vai ser só um pouquinho”

Ela deu um suspiro longo, daqueles que já era quase rendição. Virou de costas, encostou as mãos na árvore e empinou a bunda pra mim sem dizer mais nada. Baixei a roupa dela e a minha logo, afobado, apressado, afoito, sem paciência pra ficar esperando. Ela estava só lá de cabeça pra baixo esperando eu ir logo, abri a bunda dela, me ajeitei e passei a cabeça do pau na entrada, só esfregando, sentindo o calorzinho melado enquanto procuraca o buraco

“Cuida porra” ela falou baixinho, realmente preocupada de tá fazendo aquilo lá. olhando por cima do ombro.

Empurrei de uma vez. Entrei até o talo numa lapimgonxada só. Ela soltou um quase grito abafando a voz “aí caralho, filho da puta, porra” reclamando. A buceta dela apertou meu pau como se quisesse me engolir inteiro, quente, escorregadia, pulsando. Comecei a meter forte, do jeito que eu tava aqueles dias todos, sem carinho, eu tava afobado, sabia que o tempo podia ou não ser curto e pra quem esperou demais..

O barulho era baixinho só o ploc ploc, o som do meladinho da buceta engolindo e cuspindo meu pau, ela de cabeça baixa arfando nas metidas. Eu segurava os rabão dela com força, chega meus dedos afundava comigo puxando ela contra mim nas enfiadas

Eu acelerei, o pau inchando ainda mais dentro daquela buceta quente que parecia sugar tudo de mim. Ela começou a tremer, as coxas se contraindo, o corpo todo, uma tremedeira nas pernas todas

Eu já quase também só segurei ela firme contra a árvore e meti até o fundo, várias vezes bem rápido. Senti ela apertar forte contra o meu tipo empinando a bunda e me empurrando pra trás

Não aguentei. Gozei toda a gala que tinha acumulada, enchi ela toda, sentindo o pau pulsar dentro da buceta com ela que ainda tremia. Fiquei parado uns segundos de olho revirado, os dois respirando fundo. A gente não disse nada, só ficamos ali

Ai eu fui afastando e saindo, e ela se ajeitando, eu balancei meu pau pra tirar a gala que tinha e ela deu uma dobrada nas pernas um pouco, passando os dedos na buceta e tirando o excesso de porra, ai balançava a mão pra jogar fora. Fez assim umas vezes e depois puxou a roupa. Eu também fui me vestindo

A gente se vestiu rápido pra sair logo dali. Eu subi o calção e limpei o buraco do pau na ponta da camisa antes de guardar. Saímos de lá, primeiro ela e depois de uns minutos eu. Como se nada tivesse acontecido, ela na frente, eu atrás, mas isso não fez diferença. Não aconteceu nada, ninguém tinha chegado.

Bem mais tarde a família começou a chegar. Mas bem mais tarde mesmo. Se soubesse disso tinha aproveitado muito mais.

A casa encheu de barulho de repente. Aquele silencio foi embora. risadas, gente se esbarrando na cozinha pequena, gente conversando. Minha mãe se levantou, foi ajudar a tia e tudo seguiu normal. Eu fiquei na minha, respondendo quando falavam comigo, mas sem entrar na conversa. Não tinha papo pra mim mesmo.

O resto do dia passou assim, normal. De noite jantamos e depois da janta, um tempinho depois cada um pro seu canto.

Naquela mesma noite quando foi depois, quando todo mundo já roncava, eu não aguentei. Todo mundo já capotado mas tanto eu quanto ela ainda não. A casa toda escura com a luz lá de fora entrando pelas frestinhas, só barulhos de roncos. Pra eles era fácil dormir aquele horário , ela também não levava tanto tempo ainda mas eu sim.

Eu me aproximei virando pra o lado dela e toquei ombro dela de leve.

Ela “acordou/despertou” na hora e olhou pra mim por cima dos ombros, de rosto meio virado. Fez “não” com a cabeça, rápido, meio séria.

Falou baixinho a mesma coisa que a cabeça dizia “não”.

Eu insisti, deslizei a mão por baixo do lençol, tocando a coxa dela e passei entre as pernas dela. Ela apertou as pernas e segurou meu braço com força, me prendendo ali “para com isso, não é não!”

Mas eu já estava colado com o pau duro encostando na perna dela por cima do short. Ela respirou fundo, suspirou, mas não me empurrou de vez. Ficou olhando pra mim por cima do ombro. “Só um pouquinho… ninguém vai acordar não” falei baixinho no ouvido dela.

Ela hesitou. Olhava pra o lençol balançando com o ventilador na entrada da porta, pro escuro da casa. Depois, devagar, abriu um pouco as pernas. Puxou o lençol pra cobrir a gente melhor, virou de barriga pra cima, olhos fechados, como se estivesse se rendendo contra a vontade. Era perigoso mas ela sabia da minha insistência

Puxei o shortinho dela devagarinho com a calcinha toda, baixei toda a minha roupa também e fui pra cima. Entrei devagar, bem devagarinho, sentindo a buceta dela me chupando pra dentro com aquele calorzinho gostoso. O pau deslizou fácil

Comecei a mexer devagar, quase sem sair, só empurrando fundo e voltando um pouco. A cama rangia bem baixinho com o movimento. Coisa pouca mesmo. Ela ficava com os olhos fechados, rosto sério, suspirando devagar, como se estivesse brigando comigo por a gente estar fazendo aquilo daquele jeito.

Eu metia gostosinho sentindo o calor dela. A gente ouviu meu tio dar uma tossida do outro quarto chega a gente congelou por uns segundos. Ela abriu os olhos, me olhou com aquela cara e disse “eu avisei”, mas não me mandou parar. Ao invés disso só ficamos parados lá esperando ver se algo acontecia. Se de repente alguém levantaria, talvez meu tio pra ir mijar ou cuspir. Ficamos esperando qualquer coisa mas nada aconteceu

Continuei mais devagar ainda e ficamos assim, quase imóveis. As metidinhas bem levinhas e aquela adrenalina toda.

Eu não aguentei. Gozei dentro dela, umas jatadas bem gostosa, enchi tudo o que deu. Fiquei parado respirando quase que jogado por cima dela,o pau foi amolecendo devagar dentro e eu só de boa ali.

Ela me empurrou de leve pra sair, sem dizer nada.

Eu fui me ajeitando e saindo, aquele cheirinho subiu no ar. Ela foi sentando na cama devagarinho e levantou, ouvi ela puxando a roupa e indo abrir o zíper da mala. Ai ela saiu do quarto. Fiquei lá largado com o calção lá no pé e o pau todo melado. Respirando e retomando minhas forças. Na hora que ela voltou de novo, eu sentei e levantei, fui pra o banheiro mijar e me limpar e voltei também.

Quando voltei ela já estava deitada de novo, eu fui pra o meu lado e me deitei, virado de costas pra ela. Eu só ouvi ela falar “agora dorme” baixinho. Nem liguei, já tinha feito o que quis, só capotei mesmo

Dali o dia seguiu e os dias seguiram. Aprontamos bastante naquela viagem sempre que deu. Se a gente ainda aborda o assunto, eu vejo depois. O que não falta é coisa pra falar

Enfim, finalizando então, muito obrigado pelo o carinho que recebemos. Como sempre, o link do nosso espaço estará aqui assim como o meu Telegram pessoal. Com carinho e até logo

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