O som da porta da cozinha encostando foi o sinal verde que a sanidade precisava para saltar pela janela. O silêncio que se seguiu não era vazio; era denso, e sobre a respiração de Miriam, que permanecia ali, inclinada sobre meus joelhos.
Eu conseguia ver a fresta da porta da cozinha. Eu sabia que o Diego estava lá, a poucos metros, provavelmente com o ouvido colado na madeira ou os olhos fixos em qualquer frestinha que lhe permitia validar sua fantasia. Aquela consciência trazia um misto de adrenalina e perigo que eu nunca havia provado.
— Ele está esperando, Ricardo — Miriam sussurrou, a voz agora carregada de uma urgência carnal. — E eu também.
Ela não esperou minha reação. Com um movimento decidido, ela terminou de subir a blusinha leve, revelando os seios pequenos e firmes, cujos bicos já denunciavam o quanto aquele jogo a excitava. A pele dela, alva como leite, contrastava violentamente com o bronzeado dos meus braços e o tamanho das minhas mãos, que agora pareciam grandes demais para o espaço daquela sala.
Senti os dedos dela se enroscarem no meu colarinho, puxando-me para o abismo. Eu, com meu 1,90m e toda aquela imponência que eu tanto me orgulhava, estava completamente rendido ao comando daquela mulher de 22 anos.
— Você sempre me olhou na academia, não olhou? — ela provocou, os lábios a milímetros dos meus. — Eu via seus olhos seguindo o movimento da minha saia. Agora, você não precisa mais imaginar.
Eu finalmente quebrei o gelo. Minhas mãos, pesadas e firmes, subiram pela cintura dela, sentindo a delicadeza daquela estrutura. Miriam soltou um gritinho, de puro tesão, quando apertei sua pele. Era o contraste perfeito: a força bruta que eu carregava contra a fragilidade dela.
— O Diego quer ouvir, Miriam? — perguntei, a voz saindo mais rouca do que eu pretendia, enquanto minha mão descia para sua sainha curta.
— Ele quer que você me marque, Ricardo. Ele quer saber que o melhor amigo dele é o macho alfo que finalmente me fez perder o controle.
De repente, um barulho veio da cozinha. Diego estava se acomodando. Ele não ia embora; ele ia participar da única forma que sua mente doentia permitia: como o espectador invisível da sua própria "traição".
Miriam sorriu ao ouvir o ruído e, num movimento rapido, sentou de vez no meu colo Ela levou as mãos ao meu rosto, forçando a encará.
— Esquece ele — ela ordenou, embora soubéssemos que a presença dele era o tempero de tudo. — Olha pra mim. Me mostra por que você é o cara que todo mundo respeita naquela academia.
Eu a puxei para um beijo . Era faminto, possessivo, uma mistura de desejo acumulado e a quebra de um tabu de anos. Enquanto nossas línguas se entrelaçavam, minha mão encontrou o caminho por baixo da sua sainha, encontrando uma calcinha que mal conseguia conter o que estava por vir, era um fiozinho dental preto que mal cobria sua bucetinha.
— Ricardo... — ela empinou o bumbum, a voz subindo de tom propositalmente. — Mais forte... Eu quero que ele saiba exatamente o que você está fazendo comigo.
Naquele momento, eu soube que não havia mais volta. O "bom amigo" tinha ficado lá fora, junto com a moralidade. Ali, naquela sala abafada, existia apenas o instinto.
A tensão na sala estava a mil. O som abafado que vinha da cozinha denunciava que Diego já havia cedido ao próprio desejo, entregue à imagem de nós dois que ele projetava em sua mente. Sabendo que éramos a trilha sonora daquela obsessão, deixei qualquer hesitação de lado.
Minhas mãos pegaram seus seios. Eles eram firmes, quentes, saltavam contra as minhas maos como se implorassem por atenção. Miriam jogou a cabeça para trás, enquanto eu me inclinei cada vez mais.
Comecei com beijando bem lento e passando a língua em formatos de circulos, o biquinhos do seus seios ja estavam bem rosadinhos, sentindo ela tremer sob o meu domínio. Quando finalmente abocanhei um dos mamilos, sugando com força, Miriam soltou um gemido alto.
aii Ricardo chupar meus peitinho, chupa a mulher do seu amiguinho, aquele corninho. Ela queria que Diego ouvisse da cozinha. Eu alternava entre mordidas leves e a pressão da língua, ouvindo a respiração dela se transformar em pequenos gemidos de tesão.
Ela se afastou por um segundo, e seus olhos verdes brilharam de felicidade. ela deslizou do meu colo para o chão. Ajoelhada entre minhas pernas, ela não perdeu tempo. Com movimentos rapidos, ela tirou minha calça, e ficou olhando para meus 19 cm de pau grosso,
Colocou meu pau na sua boca e começou a me chupa com a boca bem humida, me punhetando, ja sentindo os gostinho do meu pre gozo.
O contraste era avassalador. A dedicação dela em me agradar, sabendo que o marido estava a poucos metros, tornava cada movimento mais intenso. Eu fechei os olhos, sentindo a pressão das suas mãos nas minhas coxas, enquanto ela me levava ao limite.
— Minha vez... — murmurei, puxando-a para cima.
Trocamos as posições no sofá. Tirei sua pequena calcinha preta com a boca, revelando sua bucetinha rosa de pelo loiros em formato moicano, já completamente entregue ao desejo. Quando minha língua encontrou sua bucetinha, Miriam levantou as costas, cravando as unhas na minha costa. Eu a chupei com a mesma vontade que ela me chupou, mas com uma fome de saber que estava perto de comer uma casadinha. Cada vez que ela chamava meu nome, eu ouvia, ao fundo, o som da mão de Diego batendo contra a mesa da cozinha, deria está morrendo de tesao, em saber sua esposinha linda seria devorada logo logo.
Não havia mais espaço para preliminares. Miriam se levantou, a saia agora no chão, e se posicionou de costas para mim, ficando de 4 feito uma puta. Ela olhou por cima do ombro, com um sorriso de uma casada cachorra, mordendo os lábios, só esperando eu arrombar sua bucetinha.
— Agora, Ricardo. Deixa ele saber que você é meu dono hoje.
Eu a segurei pela cintura, sentindo aquela pele macia e delicada. Quando eu coloque meu pau na entrada da sua bucetinha, penetrei com força, ela gemeu feito uma puta.
Vai ricardo, me come seu gostoso.
Eu entao tive choque de realidade e prazer que me fez perder o fôlego. Cada estocada era profunda, marcada pelo som da pele se encontrando, um eco que preenchia a sala e certamente invadia a cozinha.
Eu a conduzia com autoridade, apertando sua cintura enquanto ela gemia por mais, sem nenhuma vergonha dos vizinhos ouvi,
enquanto eu sentia sua bucetinha apertada , olhei para a fresta da porta da cozinha. Por um breve segundo, a sombra de Diego parou. O silêncio dele era o seu próprio orgasmo, a validação final daquela loucura.
Entao continuei comendo aquela casadinha safada, socando forte na sua bucetinha, enquanto o corno do marido dela, estava batendo uma na cozinha.
A voz de Miriam, que antes era de uma urgência contida, quebrou de vez. Ela jogou a cabeça para trás, os fios de cabelo loiros grudando no suor da nuca, e as mãos agarrava o sofá buscando um apoio que o mundo parecia não oferecer mais.
— Ricardo... oh, meu Deus, Ricardo... — continua me comendo,. — Eu vou... eu não aguento mais...
As unhas dela cravaram no sofá, e eu senti sua bucetinha aperta meu pau cada vez mais,
apertando-me com uma força que quase me fazia perder o controle junto. O som da cozinha parou. Diego estava estático, ouvindo cada gemindo de sua esposa puta.
— Eu vou gozar, Ricardo! Agora! Soca forte... bate no meu bumbum! — O grito dela saiu rasgado, sem nenhuma preocupação com quem ouvia do outro lado da porta.
Eu a segurei com mais firmeza, acompanhando o ritmo frenético dos espasmos dela. Miriam travou as pernas, a respiração falhando por alguns segundos enquanto o prazer a atropelava, transformando seus gemidos em um choro de prazer. Quando ela finalmente ela gozou, o corpo amolecendo contra o meu, o único som na sala dos nossos corações.
A exaustão do orgasmo de Miriam durou apenas alguns segundos, logo substituída por uma fome renovada. Ela ainda estava ofegante, sentindo tremer a própria pele, quando se virou para mim com um olhar de safada. O suor brilhava em sua pele, e o cheiro de sexo dominava o ambiente.
Ela não me deixou descansar. Com uma agilidade surpreendente, Miriam ficou de joelhos . Seus olhos verdes estavam fixos no meu pau, que ainda estava duro, precisando gozar.
Ela segurou meu pau com firmeza, sentindo a pressão do sangue.
Colocou todo na boca, babando ele todo. A garganta sentia meu pau pulsar, enquanto suas mãos massageavam meu saco, acelerando o inevitável.
Eu sentindo o prazer subir. Minhas mãos puxaram seus cabelos loiros, guiando o ritmo. Eu estava no limite. O som da cozinha — aquele silêncio pesado de Diego — era o combustível final.
— Eu vou... Miriam, eu vou gozar! — avisei, a voz rouca e falhando.
Ela não parou. Pelo contrário, comecou a mama com mais intensidade, olhando para cima para encontrar meus olhos. No momento em que o jato quente disparou, ela abriu a boca e o recebeu todo na boca. Eu via a garganta dela contrair enquanto ela engolia uma boa parte do emu gozo , deixando o restante escorrer pelos cantos dos lábios, marcando seu rosto com a prova da minha posse. Ela saboreou cada gota, limpando o que sobrava com a ponta da língua, exibindo um sorriso de satisfação absoluta.
Miriam se levantou devagar, limpando o canto da boca com o deos, mas deixando propositalmente um pouco de gozo em sua bochecha. Sem dizer uma palavra para mim, ela caminhou em direção à cozinha com passos decididos, o quadril balançando com a confiança de quem acabaou de ser devorada.
Eu a segui com o olhar, o coração ainda disparado. Ao cruzar o batente da porta, ela encontrou Diego encostado na pia, ofegante, com o peito subindo e descendo, a mão ainda trêmula.
— Viu só, meu corninho ? — a voz dela saiu doce e carregada de veneno. — O Ricardo é muito gostoso, era assim que você queria?. Olha o que ele fez comigo.
Diego não respondeu; ele apenas olhava para ela, hipnotizado pela visão da esposa marcada pelo sêmen de outro homem. Miriam se aproximou dele, sentindo o cheiro do suor do marido, e soltou uma risada cura e de felicidade.
Antes que ele pudesse formular qualquer palavra, Miriam segurou o rosto dele com as duas mãos e o puxou para um beijo agressivo. Não era um beijo de carinho; era uma marcação de território.
No momento em que as línguas se encontraram, Diego paralisou. O gosto quente, viscoso e característico do meu sêmen inundou a boca dele, transferido diretamente pela língua da esposa.
O choque nos olhos de Diego foi imediato. Ele sentiu o sabor do outro homem — o meu sabor — misturado à saliva de Miriam.
Ela não recuou. Pelo contrário, explorou a boca dele com vontade, garantindo que ele provasse cada gota que ela havia colhido de mim minutos antes. Diego fechou os olhos com força, uma mistura de agonia e um tesão doentio transbordando em seu rosto enquanto ele aceitava aquela comunhão forçada.
Após alguns segundos de um beijo profundo e úmido, Miriam se afastou devagar, deixando um fio de saliva conectá-los por um breve instante. Ela limpou o canto da boca de Diego com o polegar, mas o olhar dela já não pertencia mais a ele.
Ela se virou, caminhando de volta para a sala onde eu observava tudo.
— Ele já sabe o gosto do que é bom, Ricardo — ela disse, parando perto de mim, me abraçando, falando que agora sou seu novo dono.
