Parte 7: Surpresas e Segredos

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1287 palavras
Data: 13/03/2026 13:12:33

Rufus e Gislaine estavam prestes a fazer seis meses de namoro – um marco que, para Rufus, significava uma chance de se reconectarem em meio ao caos de traições e segredos. Aos 18 anos, com Rufus nascido em março e Gislaine em fevereiro (fazendo dela um mês mais velha), eles navegavam o último ano do ensino médio como repetentes: Rufus havia reprovado o primeiro ano por problemas familiares, e Gislaine, reprovou o segundo por faltas excessivas. Agora, na mesma turma do terceiro ano, o namoro deles era uma âncora em vidas turbulentas. Rufus planejou um jantar especial a dois para comemorar, na sexta à noite - se encontrariam numa pizzaria onde tudo estaria arrumado. Velas e um espumante especial.

Mas Gislaine cancelou na manhã da sexta, mandando uma mensagem: "Amor, tô passando mal… dor de barriga forte. Desculpa, pode ficar pra amanhã?" Rufus, já acostumado às desculpas, sentiu o ciúme familiar, mas não bufou – apenas se decepcionou, balançando a cabeça sozinho no quarto. "De novo…", murmurou, suspeitando que ela estivesse o traindo mais uma vez. Decidiu ir à casa dela para "visitá-la", mas ao chegar, não a encontrou. Sara, a mãe, disse que ela havia saído "para comprar remédio", mas Rufus sabia a verdade: provavelmente estava com algum garoto ou grupo, gemendo em outra cama. Em vez de explodir, ele respirou fundo e entrou, pela primeira vez encontrando e conhecendo seu sogro.

Eliseu era um homem coroa de 50 anos, super gentil e amigável – pele branca avermelhada de sol, possivelmente de seus dias em cabo Frio, onde trabalhava e acabara vivendo durante quase todo o mês, com cabelos lisos e totalmente já brancos como a neve, não era nem magro nem gordo, mas com um forte natural que sugeria anos de trabalho manual ou uma academia esporádica mas concistente. Sentado no sofá, ele apertou a mão de Rufus com entusiasmo: "Ah, o famoso genrinho! Que bom te conhecer, rapaz. Senta aí, vamos bater papo." Eles conversaram sobre futebol, escola e o namoro, com Eliseu sempre procurando brechas para tocá-lo – um tapa amigável no ombro, uma mão no braço ao rir. "Tô feliz pela minha filha namorar um cara legal como você, Rufus. E bonito. Ela precisa de estabilidade, sabe? Nada de bagunça." Rufus sorriu forçado, quase comentando sobre o "costume" de Gislaine de ser uma vadia insaciável, mas um sinal discreto de Sara – um olhar afiado e um leve balançar de cabeça – o fez parar. Percebendo que seria um erro, ele se limitou a dizer: "É, ela é ótima. Essa noite deveria ter sido especial pros nossos seis meses, mas fica pra amanhã."

É quando Gislaine entrou na sala, arrumada, linda e cheirosa – saia curta, blusa decotada e perfume floral –, carregando uma caixa grande. "Surpresa, amor!", exclamou ela, abrindo a caixa para revelar um bolo de chocolate com doce de leite, o favorito de Rufus e também do pai dela. Eliseu riu alto, batendo palmas: "Haha, a surpresa da filhota funcionou! Eu ajudei a planejar, genrinho – ela tava ansiosa pra te pegar de jeito." Gislaine ficou toda orgulhosa de si, piscando para Rufus: "Viu? Eu cancelei o jantar pra te surpreender aqui!" Sara apenas observava, com um sorriso enigmático, sem comentar.

Eles comemoraram não só os seis meses de namoro, mas também o fato de Rufus já ter passado de ano, com excelentes notas naquele que era o último ano do ensino médio deles. "Parabéns, amor! Você é o gênio da turma", elogiou Gislaine, beijando-o profundamente. Ela estava apertada nas notas, mas tinha certeza que conseguiria passar, ainda que por pouco – faltavam as provas finais. "Vou me esforçar, prometo. Nada de reprovar de novo!" A conversa fluiu com risadas, bolo e histórias – Rufus contando sobre sua repetência no primeiro ano por causa de mudanças de cidade e brigas constantes de seu pai com seus avós, na antiga casa. Gislaine rindo da própria história, de como reprovou no segundo ano por "preguiça crônica".

Após a comemoração, Sara chamou Rufus na cozinha, longe dos olhares. Lá, ela lhe deu um presente: um anel de prata simples, mas elegante. No fundo, gravado em letras miúdas, estava "Rufus". "Isso é pra você, genrinho. Leve a sério a própria felicidade e não apenas o que os outros querem", disse ela, os olhos intensos. Rapidamente, ela lhe deu um selinho na boca – lábios macios tocando os dele por um segundo. Rufus piscou, surpreso. Ele não sabia dizer se o beijo ou o anel eram mais surpreendentes. Antes que ele respondesse, ela saiu da cozinha, e Gislaine entrou, franzindo a testa: "Minha mãe é uma safada… beijando você na boca com o pai na sala? Que absurdo!" Rufus minimizou: "Foi só um selinho de 1 segundo, amor. Pouco importa." Mas Gislaine não gostou de toda forma, cruzando os braços: "Ela que se cuide."

Então, ela deu seu presente: um cartão com um colar dentro – uma peça de ouro onde estava escrito "Gislaine". No cartão, um endereço e horário: "Quarta-feira, 20h, Motel Maravilha". "Faltar não é opção, amor. Vamos comemorar direito lá", sussurrou ela, piscando maliciosa. Ela o levou pro quarto enquanto seus pais assistiam a um filme na sala. Lá, eles foderam gostoso – uma das raras vezes em que faziam sexo juntos sem mais ninguém, só os dois no quarto aconchegante dela. Gislaine começou chupando o pau dele devagar, lambendo a cabeça e engolindo fundo: "Mmm, tô com saudade disso." Rufus a deitou na cama, penetrando a boceta rosada e úmida com estocadas ritmadas, sentindo as paredes apertadas pulsarem. "Ahh, amor… mais forte!", gemeu ela, gozando a primeira vez em ondas, as unhas cravando nas costas dele.

Então, Gislaine ofereceu: "Quer meu cuzinho, amor? Pra tornar especial." Ela ficou de quatro, lubrificando com saliva, e Rufus penetrou devagar o cu apertado e quentinho dela, estocando gostoso – primeiro suave, depois acelerando, os quadris colidindo com as nádegas magrinhas. "Ahh, delícia… mas fode mais fundo!", pedia ela, rebolando e masturbando o clitóris, gozando horrores – bem mais que o normal, o corpo tremendo em orgasmos múltiplos, sucos escorrendo pelas coxas enquanto gritava baixinho para não alertar os pais. Rufus, excitado pelo aperto, gozou forte nas costas dela, jatos quentes lambuzando a pele branquinha. "Delícia… gozei tanto", ofegou ela, limpando-se. Rufus perguntou o porquê de tanta intensidade, e ela sorriu: "Tô há três dias sem transar, amor. Queria um sexo gostoso e especial pros nossos seis meses – só nós dois."

Rufus acabou dormindo na casa dela, pela primeira vez com Gislaine no quarto dela – um contraste com a única vez anterior, quando pernoitara lá com Sara, enquanto Gislaine estava fora. Na manhã de sábado, Rufus acordou muito cedo, não deveria nem ser 6h, estava apertado pra mijar. Enquanto ia ao banheiro, tomou um susto ao passar pela porta do quarto de seus sogros, enquanto ia no banheiro. Ele ouviu, não muito alto mas o suficiente: Eliseu pedia para Sara fodê-lo forte, gemendo: "Ahh, amor… me fode com força, tô com saudades de você!" Sara, por sua vez, o chamava de "corno viado", mas também de "gostoso", dizendo: "Eu te amo apesar de tudo, seu safado idiota… também tô com saudades. Mas cansada de você esconder a verdade da sua filha e viver mais na sua outra casa do que perto dela!". E ele pedia mais: "vai, come meu cuzinho como só você sabe! Só você me faz gozar sem eu precisar me masturbar enquanto dou o rabo. Meu Jorge não consegue isso. Aaaahhhhhh delícia!" - dizia, abafando a voz, os gemidos e gritos possivelmente com o travesseiro, mas sem muito sucesso.

Rufus ficou pasmo, congelado no corredor: o pai dela, na verdade, era gay e Gislaine pelo visto nem sabia… A revelação o deixou boquiaberto, questionando tudo sobre aquela família – e como isso se conectava às traições de Gislaine e Sara.

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Interessante agora um gay para a história

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