Ajudei a dona da loja e me dei bem.

Um conto erótico de Daniel Malin
Categoria: Heterossexual
Contém 1673 palavras
Data: 13/03/2026 11:11:54

Olá, passando aqui pra contar essa historia.

Eu tinha 35 anos e Shirley, 43. Mas parecia ter 35 também — o corpo de quem cuida de si, 1,65m de pura provocação. Loira, pele branca galega, olhos azuis que piscavam devagar quando falava. Ela tem uma Loja de roupas femininas personalizadas no centro da cidade. Eu a conheci quando ela ainda estava montando o espaço: fiz a instalação elétrica, as prateleiras de LED e o ar-condicionado. Desde o primeiro dia, fiquei obcecado. Ela usa tiaras no cabelo loiro, sempre. Roupas curtas e coladas, legging que marcava a bunda redonda, saias justas que deixavam a calcinha desenhada na bunda. Às vezes aparecia de vestido longo “de crente”, mas a calcinha fio dental ou de algodão marcava tanto que dava pra ver o contorno da bucetinha por baixo do tecido fino. Os Seios ? Meu deeeuusss… grandes, firmes, os biquinhos rosados, pontudinhos. As pernas grossas e duras de quem pedala todo dia. Voz doce, manhosa, daquele tipo que fala baixinho e você já imagina ela gemendo no seu ouvido. A mulher é seduçao pura.

Um dia ela me ligou pedindo pra ir à loja pra fazer uns ajustes finais nas luzes e na vitrine. Cheguei meia hora antes do combinado. A porta estava fechada. Fiquei esperando na calçada. Quando deu o horário, vi Shirley vindo de bicicleta na rua. Shortinho de lycra preto, top de academia, tiara rosa prendendo o cabelo loiro. Suada, rosto corado, peito subindo e descendo. Parou na frente da loja, desceu, guardou a bicicleta num quartinho que tem na galeria onde a loja dela fica. abriu a porta da loja e me chamou com aquele sorriso inocente:

— Entra logo, amor… ainda não abri pro público.

Shirley - Vou trancar aqui pra gente ficar à vontade, porque eu ainda preciso tomar um banho antes de abrir a loja.

O “amor” saiu tão natural que meu pau já deu sinal, só de ouvir aquela voz doce e sensual. Entramos. Ela trancou a porta com chave . O cheiro da loja era novo: tecido, perfume feminino um ambiente agradavel. Fomos direto pros fundos, onde tinha um banheirinho improvisado — sem porta, só uma cortina de plástico branca.

Shirley — Ahhh Daniel. tô toda suada da bike… pedalei rápido pra não te fazer esperar. Preciso de um banho urgente. Você se importa de ficar aqui enquanto eu tomo? Conversa comigo, senão eu fico com vergonha sozinha…

Ela disse isso com a voz manhosa, quase pedindo como se tivesse tendo um orgasmo, seus olhos brilhavam. Entrou no banheirinho, puxou a cortina até quase fechar. Eu fiquei a menos de um metro, encostado na parede. Comecei a ouvir o barulho da roupa caindo. Shortinho, top, sutiã… e então o barulho leve da calcinha sendo puxada pelas pernas.

Ela esticou o braço pela lateral da cortina, segurando a pilha de roupas suadas.

— Pega pra mim, por favor? Coloca em cima daquela mesinha ali… obrigada, lindo.

Peguei e percebi que no topo da pilha estava uma calcinha: branca de algodão, lacinho delicado na frente, bordas de renda fina. Ainda quente. Eu virei de costas pra ela não ver, mas não resisti. Levei direto no nariz. O cheiro era forte, maduro, delicioso. Bem na marca da buceta — um círculo úmido, quase transparente. Suor misturado com aquele cheiro de mulher 43 anos que ainda tem buceta quente e molhada. Cheirei fundo. Meu pau ficou duro na hora, latejando dentro da calça. estava encharcado na parte da virilha, o lacinho grudado. Imaginei ela pedalando, a calcinha entrando na rachinha, roçando o clitóris. Fiquei ali, cheirando como um cachorro no cio, enquanto ouvia o chuveiro ligar e a água caindo no corpo dela.

— Tá calor hoje, né? — ela falou de dentro, a voz doce, como se estivesse na sala de estar. — Eu pedalo todo dia pra manter as pernas firmes… você gosta de mulher com perna durinha?

— Gosto sim, gosto de mulher que se cuida — respondi baixo, ainda com o nariz enfiado na calcinha dela.

Ela riu baixinho, um risinho manhoso.

— Ai, que danadinho… eu gosto quando os homens são sinceros.

tá cheirosa?

O que?

Minha calcinha seu bobo rsrs… acha que nao vi aqui pela lateral da cortina? Rsrsrs

— Tá cheirosíssima, Shirley. Cheiro de mulher de verdade.

você já reparou que eu uso muita calcinha marcada? Eu sei que marca, mas é confortável. Hoje era algodãozinho simples…

Ela ficou em silêncio uns segundos, só o barulho da água. Depois:

— Que bom que você gostou da calcinha e do meu cheiro rsrs - safadinha - … eu sinto seu cheiro também quando você chega perto. Homem cheiroso me deixa molhadinha rapidinho sabia?

Meu coração batia na garganta. Guardei a calcinha de volta na pilha antes que ela terminasse o banho. Quando a água parou, ela pediu:

— Amor, pega na minha mochila as roupas que eu trouxe? Tá ali no canto.

Abri a mochila. Dentro tinha uma legging preta de academia, bem grossa, uma blusa solta… e a peça que me fez perder a cabeça: uma calcinha amarela toda de renda, transparente na frente, fio dental atrás. O sutiã combinando, também amarelo, transparente nos bojos. Dá pra ver tudo. Peguei a calcinha amarela, senti o tecido fino, imaginei ela vestindo aquilo depois do banho. Meu pau babava de tesao.

Entreguei tudo pela cortina. Ela demorou uns minutos. Quando puxou a cortina, saiu… porra. Caraaalho…

Embaixo já estava com a legging preta colada, marcando cada curva da bunda e da bucetinha— dava pra ver o contorno dos lábios por causa da renda fina por baixo. Em cima, só o sutiã amarelo transparente, os seios grandes e claros quase à mostra, bicos rosados visíveis. O Cabelo loiro molhado, tiara nova (azul dessa vez).

Ela agiu como se fosse a coisa mais normal do mundo. Continuou conversando enquanto secava o cabelo:

— Ai, que alívio… noossaa… banho rápido é tudo.

Obrigada por esperar, hein? Agora me ajuda a ajustar as luzes da vitrine? Eu subo na escadinha e você segura pra mim. Ela subiu na escadinha baixa, de costas pra mim. A legging esticada na bunda. A calcinha amarela marcava tanto que eu via o fio dental desaparecendo entre as nádegas firmes. Quando ela se inclinou pra frente pra alcançar o fio, a buceta ficou desenhada perfeitamente — o tecido da legging entrou na rachinha. Eu estava a 30 cm dela. Meu pau latejava.

— Segura aqui embaixo, amor… — pediu com a voz doce.

Segurei a escada. Minhas mãos tremiam. Ela desceu um degrau e “sem querer” encostou a bunda na minha virilha. Sentiu meu pau duro. Parou. Virou o rosto devagar, olhando por cima do ombro, mordendo o lábio inferior.

— Nossa… você tá bem animado, hein?

Não respondi. Só apertei a cintura dela com as duas mãos. Ela nem se afastou. Pelo contrário, rebolou devagarinho, esfregando a bunda na minha rola por cima da calça.

— Shirley… eu tô louco por você, to aqui babando de tesao — confessei,

Ela riu aquele risinho manhoso, virou de frente na escada, ficou na minha altura. Os seios quase saindo do sutiã transparente. Pegou minha mão e colocou direto entre as pernas dela, por cima da legging.

— Sente… eu também tô molhadinha desde que senti seu perfume quando cheguei. Quer ver como fiquei na calcinha amarela?

Não esperei resposta. Puxei a legging dela pra baixo até os joelhos. A calcinha amarela estava encharcada, o tecido transparente na frente mostrava tudo: lábios inchados, rosados, clitóris marcadinho. Um fio de mel escorrendo pela coxa. Ela abriu as pernas o quanto a legging permitia.

— Cheira de novo amor… agora é cheiro fresco viu, depois do banho… mas ainda tem meu cheiro de mulher madura e excitada…

Ajoelhei ali mesmo. Tirei o resto da calça Afastei a calcinha pro lado e enfiei o nariz. Nossa que delicia… um cheiro gostoso de buceta limpa misturado com tesão. Lambi de baixo pra cima, devagar. Shirley gemeu baixinho, bem gostoso e segurou minha cabeça com as duas mãos.

— Ai, que delícia… chupa gostoso, amor… to quase gozando ja, caralho… eu sou bem manhosa quando tô gozando sabia… ainnnn… issso

Chupava bem gostoso. Depois passei meu dedo no cu dela enquanto lambia o clitóris. Nessa hora ela tremeu de tesao. Em poucos minutos ela gozou na minha boca, gemendo baixinho “ai meu Deus… ai que gostoso…”, voz doce mesmo gozando. Gozo quente, doce, escorrendo na minha língua.

Levantei. Tirei minha calça, Tirei o pau pra fora da cueca e Ela olhou com seus olhos brilhando.

— Que rola grossa… vem, me fode aqui mesmo.

Virei ela de costas, encostada na escada. Puxei o fio dental amarelo pro lado e meti devagar. Sua Buceta era tão apertada, tão quente, molhada pra caralho. Ela rebolava, gemendo manhosa:

— Mais fundo amor… com foça… assim… isso … eu gosto quando é forte… fala no meu ouvido que eu sou sua puta…

- gosta é? Hummmm que safada… (dei uma tapa forte em sua bunda) minha puta… minha putinha gostosa… geme gostoso… goza bem gostoso no meu pau sua putinha…

Meti forte por longos minutos… A loja estava silenciosa, só o barulho molhado da minha rola entrando e saindo, e os gemidos dela que me faziam ficar maluco de tesao…

Caralho… ta vindo… rebola mais putinha… rebola pra eu gozar gostoso na sua bucetinha…

Isso amor… vai gozar na sua putinha vai? Goza pra mim…

Ahhhhh, to gozando,, isso … aiii… ahhh… que deliciaaa.

Isso amor… ainnnn… tambem vou gozar… caralho… ainnnn ta vindo… to gozando caralhooo… ainnnn

Gozei dentro, enchendo aquela buceta madura e apertadinha. Ela gozou junto, apertando meu pau com força. Nossa que foda deliciosa…

Depois, ainda ofegante, ela virou, me beijou na boca com língua, doce como mel. Um beijo molhado e cheio de tesao…

— Amanhã você volta pra “ajustar mais umas luzes”, né? — piscou, inocente.

Venho sim… adorei te ajudar.

— vou trazer uma calcinha bem safada amanha... Quero sentir você gozando nela antes.

Entao, ela vestiu a legging de volta, o sutiã e a blusa, tiara no lugar. Se ajeitou e abriu a loja como se nada tivesse acontecido.

Eu saí com o pau ainda babando e o cheiro da buceta dela grudado no nariz.

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