Meu caso inusitado com os caseiros na chácara

Um conto erótico de Isa
Categoria: Grupal
Contém 7261 palavras
Data: 13/03/2026 10:51:07

A Chácara – Minha Primeira Vez Sozinha

Dia 1

Eu nunca tinha ido à chácara dos meus pais. Sempre achei longe demais, poeira demais, mosquitos demais. Mas naquele fim de semana eles me deixaram as chaves “pra descansar, filha, vai fazer bem”. Eu fui sozinha, chegando no final da tarde. Portão de ferro enferrujado, caminho de terra batida, casa antiga de tijolo aparente, varanda com rede velha, quintal grande com piscina pequena e mato alto nos cantos. Dois caseiros tavam lá: o Zé (uns 68, magro, pele queimada, bigode fino grisalho, chapéu de palha, fala baixa e tímida) e o Manoel (uns 60, barrigudo, barba malfeita, olhos fundos, mãos calejadas de enxada). Eles tavam varrendo o quintal quando eu cheguei. Tiraram o chapéu, olharam pro chão, voz baixa:

— Boa tarde, dona Isabella. Bem-vinda. Seus pais avisaram que a senhora vinha.

Eu respondi com um aceno seco, voz alta e distante:

— Boa tarde. Podem continuar o trabalho. Só quero a casa limpa e a piscina em ordem.

Eles confirmaram rápido, olhos desviando, mas eu percebi os olhares demorando de leve nas minhas pernas saindo do carro, na blusa justa marcando os seios pesados, na saia curta. Tímidos, mas olhando. Eu fingi não notar, entrei na casa carregando minha mala.

Primeiro dia: ordens casuais. Eu fui pra piscina de biquíni (preto, fio dental, seios quase pulando), deitei na espreguiçadeira, óculos escuros. Chamei alto:

— Zé! Manoel! Tragam água gelada com limão. E uma toalha limpa.

Eles vieram rápido, água na bandeja, toalha dobrada. Olhar disfarçado, mas eu via, o Zé olhando de canto pros meus peitos, o Manoel demorando na curva da minha bunda quando eu me virei de bruços. Eu disse “obrigada”, sem olhar, mas senti o tesão deles no ar. Eles voltaram pro trabalho, mas passavam mais vezes perto da piscina, varrendo “sem necessidade”.

No final da tarde, fui tomar banho. O banheiro era antigo, sem box de vidro, só azulejo branco, chuveiro no meio, porta de madeira que não fechava direito, janela pro quintal (sem cortina, só tela velha). Eu entrei, tirei o biquíni devagar, deixei a porta entreaberta (pra ventilação, eu disse pra mim mesma), água quente caindo no corpo. Sabonete nos seios, espuma escorrendo na barriga, pelas coxas, passando a mão na minha buceta, gemendo baixinho.

Eu percebi. Do lado de fora, sombras. O Zé “consertando” uma torneira no quintal, perto da janela. O Manoel “varrendo” o chão do lado de fora. Eles tavam espiando, de canto, mas olhando. Eu via o reflexo no vidro molhado, via os olhos fixos no meu corpo nu, água escorrendo, mãos nos seios, entre as pernas. Eu fingi que não via. Continuei devagar, sabonete na minha, dedo roçando o ânus, gemendo mais alto de propósito, deixando a água bater forte, corpo brilhando.

Eles não falaram nada. Só olharam. Tímidos, mas não saíram. Eu terminei o banho, me enrolei na toalha, saí do banheiro pingando água, passei por eles no corredor como se nada tivesse acontecido.

— Boa noite — disse seca.

Fui pro quarto, deitei na cama, mão entre as pernas, gozei forte pensando nos olhares deles pela janela, na timidez misturada com desejo, na minha pose de superioridade enquanto eles espiavam meu corpo.

Dia 2

No segundo dia, o sol já tava quente de manhã. Eu acordei cedo, banho rápido (deixei a janela aberta de novo, fingindo que era só pra ventilar, mas sabendo que eles podiam ver se passassem perto). Vesti um short jeans curto (aquele que marca a bundinha cheia), blusinha leve branca (sem sutiã, mamilos marcando de leve no tecido), tênis e boné. Desci pra cozinha, fiz café, e chamei alto pela varanda:

— Zé! Manoel! Venham aqui um minuto!

Eles vieram rápido e responderam:

— Pois não, dona Isabella?

Eu cruzei os braços, voz firme:

— Quero aprender a andar de cavalo. Meu pai tem dois aqui, né? Vocês sabem montar. Me ensinem. Agora.

O Zé engoliu seco, olhou pro Manoel, depois pro chão:

— Claro, dona. Os cavalos tão lá no curral. A gente prepara.

Eu sorri:

— Então preparem. Quero o mais manso. Não quero passar vergonha.

Eles confirmaram rápido, foram pro curral. Eu fiquei na varanda, tomando café, sentindo os olhares deles de longe, tímidos, desviando rápido quando eu olhava, mas voltando quando eu virava de lado. Eu fingia não notar, mas via: o Zé olhando pras minhas pernas saindo do short, o Manoel demorando na curva da bundinha quando eu me abaixava pra pegar algo.

Eles trouxeram o cavalo, um bem manso, grande, selado. Me explicaram devagar, voz baixa, tímida:

— Dona, coloca o pé no estribo, segura a rédea assim... sobe devagar.

Eu subi, bundinha cheia apertando na sela, short subindo mais, expondo a coxa. Eles tavam dos dois lados, um segurando a rédea, outro ajustando o estribo. Mão do Manoel “acidentalmente” roçou a minha coxa interna enquanto ajustava, ele pediu desculpa rápido:

— Desculpa, dona... o estribo tava torto.

Eu fingi não sentir o toque. Comecei a andar devagar no cercado, eles guiando o cavalo pelos lados. Eu dava ordens:

— Mais rápido. Segura melhor a rédea. Não deixa ele parar.

Eles obedeciam, olhos baixos, mas eu via, o Zé olhando de canto pros meus seios balançando com o trote, o Manoel demorando na bundinha subindo e descendo na sela. O cavalo balançava, short apertando, clitóris roçando no couro da sela, me deixando molhada devagar.

Depois de meia hora, eu desci, pernas tremendo de leve (do cavalo e do tesão). Falei:

— Tá bom por hoje. Amanhã quero mais. E deixem a piscina limpa.

Eles ouviram, chapéu na mão:

— Pois não, dona Isabella.

Eu entrei na casa, sentindo os olhares deles queimando nas minhas costas. Fui pro banheiro (janela pro quintal aberta de novo), tirei a roupa devagar, entrei no chuveiro. Sabonete nos seios, na barriguinha, na minha buceta lisa. Eu percebi. Sombras do lado de fora. Eles tavam espiando de novo. Demorei um pouco mais e passei o sabonete meio lento. Fui pro quarto, deitei na cama, mão entre as pernas, gozei de novo forte, pensando nos olhares tímidos deles, na minha pose de superioridade enquanto eles espiavam minha buceta no banho.

Dia 3

No outro dia acordei cedo, corpo quente do sol do dia anterior. Fiz café e saí, e ouvi vozes baixas vindo do quintal. Eles tavam perto do barracão, sentados num banco de madeira, falando baixo. Eu me aproximei devagar, escondida atrás da árvore grande, coração disparado. Ouvi o Zé falando primeiro, voz tímida, quase sussurrando:

— ...a dona Isabella é diferente, né Manoel? Cidade grande, nariz em pé... mas o corpo... caralho, que mulher. Ontem na piscina, de biquíni... aquelas tetas, aquele rabão hein... eu não conseguia parar de olhar.

Manoel riu baixo, voz rouca:

— É... ela manda na gente. Mas quando ela passa... já fico de pau duro. E o banho... você viu ontem? Que tesão eu vi tudo. Gostosa demais... eu bati uma lá atrás pensando nela.

Zé falou, voz baixa:

— Eu também. To achando que ela sabe que a gente olha. Eu queria comer ela. Mas ela é a filha do patrão. A gente não pode.

Manoel riu:

— Mas se ela pedir... se ela mandar a gente ‘ajudar’... eu não digo não.

Eu senti meio molhada na hora. Eles tavam falando de mim. Tímidos, mas cheios de desejo. Eu voltei pra casa devagar, coração batendo, tesão subindo. Decidi provocar mais.

Fui pra piscina, tirei o short e a blusa, fiquei só de biquíni, deitei na espreguiçadeira, óleo bronzeador na mão. Chamei alto:

— Zé! Manoel! Venham aqui!

Eles vieram rápido, chapéu na mão, olhos baixos.

— Peguem o óleo bronzeador. Passem em mim. As costas primeiro.

Eles hesitaram mas obedeceram. Zé pegou o frasco, mãos tremendo. Eu deitei de bruços, bundinha empinada, biquíni fio dental marcando tudo. Ele passou o óleo devagar nas costas, mãos calejadas roçando a pele, demorando nas laterais dos seios, “acidentalmente” apertando de leve. Manoel passou nas pernas, dedos grossos subindo pela coxa interna, roçando perto da bucetinha, “pra não deixar branco”. Eu gemi baixinho, fingindo que era só o sol:

— Mais embaixo... nas nádegas também. Não quero marca de sol.

Zé engoliu seco, passou óleo na minha bunda, mãos tremendo, apertando leve, dedos roçando quase no meio. Manoel ajudou, mãos nas coxas, subindo até a curva da bunda, demorando, respirando pesado. Eu virei de frente e falei:

— Agora a frente. Passem na barriga, nas pernas.

Eles obedeceram, mãos calejadas no meu colo, roçando os seios “pra espalhar”, dedos grossos na minha barriga, subindo até o limite do biquíni. Na virilha, eles demoraram, óleo escorrendo, roçando “acidentalmente” o monte de Vênus, perto do clitóris. Eu gemi baixo, pernas abrindo de leve.

— Bom... tá bom. Podem ir.

Eles saíram rápido. Eu fiquei na espreguiçadeira, olhei pros lados, coloquei a mão entre as pernas, e me toquei de leve pensando na situação.

Dia 4

No outro dia, o calor tava insuportável. Eu acordei cedo, banho rápido e coloquei uma roupa leve e precisava andar, sentir o ar, afinal eu tinha que aproveitar. Peguei uma trilha estreita atrás do curral, árvores altas, sombra fresca, cheiro de terra molhada. Andei devagar, ouvindo os pássaros, sentindo o short roçando na bucetinha lisa. Depois de uns 10 minutos, ouvi barulho estranho, gemidos roucos, respiração pesada. Eu parei atrás de uma árvore. Olhei devagar. Eram eles. Zé e Manoel. No meio de uma clareira pequena, perto do cercado das éguas. Um deles (o Manoel, barrigudo) tava de calça abaixada, pau duro (realmente grosso) enfiado na égua marrom, metendo forte, mãos nas ancas do animal, gemendo baixo. O Zé tava do lado, calça aberta, batendo punheta devagar, só olhando a cena.

Eu fiquei paralisada. Nojo subiu primeiro, me fazendo tapar a boca. Mas o tesão. Eu não conseguia sair. Fiquei espiando, pernas tremendo.

Manoel metia, voz rouca:

— Caralho, Zé... essa égua é boa... mas imagina a dona Isabella assim... tomando desse jeito, abrindo pra gente...

Zé riu baixo, punheta acelerando:

— É... ela é gostosa e acho que ela provoca, mas ela é nariz em pé, acho muito difícil acontecer.

Manoel meteu mais forte na égua, gemendo:

— Pois é, Ela mandou a gente passar bronzeador, é aquele tipo mulher que gosta de se sentir desejada. Mas foi bom passar a mão naquele corpo.

Zé gozou primeiro, jatos brancos caindo na terra, gemendo baixo:

— Caralho... eu quero comer ela. Fazer ela gemer como essa égua...

Manoel gozou dentro da égua, corpo tremendo, depois saiu devagar, porra escorrendo. Eles riram baixo, subiram a calça, voltaram pro trabalho como se nada tivesse acontecido.

Eu fiquei atrás da árvore, com medo de ser vista, com a cena na cabeça comentando como eu era gostosa. Voltei pra casa devagar, pernas bambas. Fingi que não tinha visto nada. Mas o tesão ficou ali, queimando. Eu sabia: eles tavam loucos por mim. E eu tava começando a ficar louca por eles, não era o tipo de homens que eu costumo a gostar, mas o contraste também me agrada.

Noite do Dia 4

A noite depois de espiar eles com a égua e ouvir eles falando de mim, eu fui pro quarto cedo. Deitei na cama antiga, lençol fino, janela aberta pro quintal. O calor tava forte, eu tirei tudo, fiquei nua, mão entre as pernas devagar.

Eu me imaginava no lugar da égua. De 4 na clareira, bunda empinada, mãos no chão, toda exposta. Eles atrás de mim, pau grosso e pesado (dois jumentos, nunca vi nada igual, cheio de veias e cabeça inchada, saco balançando), metendo forte sem parar com tapas na bunda, mãos calejadas no quadril, voz rouca:

— abre mais, dona Isabella... deixa a gente te usar como a égua.

Eu gozei forte, corpo tremendo, gemendo baixo no travesseiro, imaginando o pau deles me fodendo, enchendo, me deixando aberta e suja.

Dia 5

De manhã, desci pra cozinha de camisola curta (sem calcinha, mamilos marcando o tecido fino). Chamei alto:

— Zé! Manoel! Tragam café preto e pão na chapa. Rápido.

O Zé trouxe a bandeja, mãos tremendo. Quando colocou na mesa, derrubou o café, xícara virando, líquido quente escorrendo na mesa e pingando no chão.

Eu levantei rápido, nariz em pé, voz alta e seca:

— Você é burro? Não faz nada direito! Olha a bagunça! Limpa isso agora. E traz outro café. Não me faz perder tempo.

Ele baixou a cabeça

— desculpa, dona Isabella

pegou o pano, limpou tremendo. Eu vi o volume na calça velha dele marcando enquanto ele se abaixava, e senti a buceta apertar. Fingi raiva, mas o tesão subiu.

Mais tarde, fui pra piscina. Tirei o short e a regatinha, fiquei nua na cadeira de praia, exposta mesmo. Eles tavam longe, consertando a cerca no fundo do quintal. Eu gritei alto, voz de mando:

— Quem que vai passar bronzeador em mim? Zé! Manoel! Venham aqui!

Só o Zé veio. Chegou perto e quando viu que eu tava nua, parou, rosto vermelho, voz gaguejando:

— Dona Isabella... a senhora... tá sem roupa...

Eu sorri devagar, nariz em pé:

— Que foi, nunca viu mulher nua? Nunca foi em praia de nudismo? Passa o protetor. Começa pelas costas.

Ele engoliu seco, pegou o frasco, mãos tremendo. Eu deitei de bruços. Ele passou óleo devagar nas costas, dedos calejados roçando a pele, demorando nas laterais dos seios, “acidentalmente” apertando de leve. Desceu pras nádegas, óleo escorrendo na curva da bunda, dedos roçando a borda do ânus “pra não deixar branco”. Eu gemi baixinho, fingindo que era só o sol:

— Mais embaixo... nas coxas também. Não deixa marca.

Ele passou nas coxas internas, dedos roçando perto da bucetinha, demorando, respirando pesado. Depois nas pernas, subindo devagar, apertando. Eu virei de frente, seios pesados brilhando, mamilos duros. Falei:

— Agora a frente. Passa na barriga, nas pernas.

Ele obedeceu, mãos tremendo, óleo no colo, roçando os seios “pra espalhar”, dedos grossos na barriguinha macia, subindo até o limite dos seios. Na virilha, demorou mais, óleo escorrendo, perto do clitóris. Pernas abrindo de leve.

— Tá bom. Pode ir.

Eu fiquei na cadeira, mas me vesti de novo.

Mais tarde, eu passei perto do barracão deles (fingindo pegar água). Ouvi vozes baixas. Espiei pela janela entreaberta.

Zé falando pro Manoel:

— ...ela tava nua na piscina hoje, Manoel. Me chamou pra passar protetor. Eu toquei no rabo dela... na coxa... ela abriu as pernas de leve. Eu tava duro pra caralho. Ela sabe que a gente olha. Ela gosta.

Manoel riu baixo:

— Eu vi de longe, ela é safada... eu penso em meter nela. Fazer ela gemer como a égua.

Zé:

— Eu também. Ela finge que não vê a gente olhando... mas deixa a janela aberta no banho. Eu queria... caralho, eu queria comer ela.

Eu voltei pra casa devagar. Gozei de novo no quarto, imaginando eles me usando.

Dia 6

Mais um dia se passa, meu namorado veio me visitar. Ele chegou de carro no meio da manhã, sorriso grande, abraço apertado, beijo demorado na boca. Ele é assim: apaixonado, carinhoso, gente boa com todo mundo. Quando viu os dois caseiros no quintal, apertou a mão deles com força, voz alta e simpática:

— E aí, Zé! Manoel! Tudo bem? Obrigado por cuidarem da chácara enquanto a Isabella tá aqui. Vocês são o pilar disso tudo, hein? Se precisar de algo, é só falar.

Eles tiraram o chapéu

— obrigado, seu moço

Eu vi o contraste, ele todo gentil, eles tímidos e respeitosos, mas eu sabia o que eles pensavam quando olhavam pra mim.

Fomos pra varanda, ele me abraçou por trás, beijou meu pescoço, mão na minha cintura. Os caseiros tavam perto, varrendo o quintal. Eu resolvi mandar uma bronca na frente dele, voz alta:

— Zé! Manoel! A piscina ainda tá suja de folhas. Eu pedi ontem pra limparem direito. Vocês não fazem nada direito mesmo? Limpa agora, antes que o sol fique forte.

Eles bem rápido, rosto vermelho, chapéu na mão:

— Pois não, dona Isabella. A gente limpa já.

Meu namorado riu baixo, apertou minha cintura:

— Calma, amor. Eles tão cuidando. Deixa eles em paz.

Eu sorri pra ele, beijei sua boca, mas por dentro o tesão subiu, dar bronca neles na frente dele, ver eles baixarem a cabeça, tímidos, enquanto eu sabia que eles tavam loucos pra me ver nua de novo.

A tarde, meu namorado teve que voltar pra cidade. Ele me abraçou forte na varanda, beijo longo, mão na minha bunda por baixo do short.

— Vou sentir saudade, amor. Cuida bem dela, Zé! Manoel! Qualquer coisa, liga pra mim, tá? Ela é minha vida.

Eles acenaram, chapéu na mão:

— Pode deixar moço. A gente cuida.

Ele entrou no carro, acenou, foi embora. Eu fiquei na varanda, olhando o carro sumir na estrada de terra. Os dois caseiros tavam perto. Eu virei pra eles, nariz em pé, voz:

— Podem continuar o trabalho. E tem mato pra capinar também.

Eles confirmaram rápido, mas eu vi o olhar demorando na minha bunda, e no meu corpo. Eles sabiam que eu tava sozinha agora. E eu sabia que eles tavam loucos por mim.

Dia 7

Mais tarde pedi de novo pra andar de cavalo. Eles foram pro curral. Eu subi no cavalo. Eles guiaram o cavalo devagar e também notei os olhares, pros seios balançando com o trote. Eu dei ordens:

— Mais rápido. Segura melhor. Não deixa ele parar.

Depois de uma hora, desci, pernas tremendo de leve (do cavalo e do tesão). Falei alto:

— Agora vou andar na mata. Fiquem por aqui.

Eu fui sozinha pela trilha estreita, sol batendo na pele, regatinha grudando no suor. Andei uns 40 minutos, sentindo o ar quente, o cheiro de terra, o silêncio quebrado só pelos pássaros. Voltei cansada, corpo quente, suado, mas com um tesão quieto pulsando.

À noite, tomei banho demorado. Depois fiz café forte, sentei na varanda, sentindo o cansaço bom do dia. Resolvi provocar mais. Fui até o barracão deles (luz acesa, vozes baixas), bati na porta aberta. Eles tavam lá dentro, sentados em bancos de madeira, tomando café. Quando me viram, levantaram rápido. Eu cruzei os braços, voz firme, nariz em pé:

— Quem aí sabe fazer massagem? Tô cansada do dia. Andei de cavalo, andei na mata... preciso relaxar.

Eles olharam um pro outro, gaguejando ao mesmo tempo:

— Eu...

— Eu...

Eu ri baixo e disse:

— Tá, se decidam aí. Um aparece daqui uns 10 minutos no quarto de hóspedes. Não me façam esperar.

Virei as costas, saí andando devagar, sentindo os olhares na minha bunda. Fui pro quarto de hóspedes, preparei tudo: maca improvisada com lençol branco limpo, luz baixa, óleo corporal que eu trouxe da cidade, toalha branca dobrada. Tirei a roupa toda, fiquei nua, deitei de bruços na maca, toalha cobrindo só o mínimo das nádegas, bundinha empinada de leve, esperando.

Ouvi passos tímidos no corredor. Bateram na porta entreaberta.

— Pode entrar.

Era o Zé. Entrou devagar, fechou a porta, ficou parado perto da maca. Eu falei sem virar:

— Pode começar. Costas primeiro. Use o óleo. E não tenha pressa.

Ele pegou o óleo, passou devagar nas minhas costas, dedos calejados roçando a pele, demorando nas laterais dos seios. Desceu pras nádegas (toalha ainda cobrindo), óleo escorrendo na curva da bunda, dedos roçando a borda da toalha. Eu gemi baixinho, fingindo que era só relaxamento:

— Mais embaixo... nas nádegas também. Tira a toalha.

Ele tirou a toalha devagar, bunda exposta, mãos tremendo. Passou óleo nas nádegas, apertando de leve, dedos grossos roçando a borda do ânus “pra espalhar”. Demorou. Muito. Eu abri as pernas de leve, deixando ele ver mais.

— Agora as coxas. E as panturrilhas.

Ele passou nas coxas internas, dedos roçando perto da bucetinha, demorando, respirando pesado. Depois nas panturrilhas, subindo devagar, apertando a carne macia. Eu virei de frente, mamilos duros. Falei:

— Agora a frente. Passa bem.

Ele obedeceu e passou com vontade.

— Tá bom. Pode ir.

Eu fiquei na maca, mão entre as pernas, gozei devagar pensando nos olhares dele, nas mãos calejadas tocando minha pele, de como ele me desejava em silêncio.

Dia 8

No dia seguinte eu acordei tarde, mas relaxada. Desci pra cozinha, fiz café, depois dei uma boa caminhada e tomei banho e resolvi provocar mais. Fui até o barracão deles no final da manhã. Bati na porta aberta, voz alta e firme, nariz em pé:

— Zé! Manoel! Preciso de massagem de novo. Tô cansada. Quem vai fazer?

Eles tavam lá dentro. Olharam um pro outro. Manoel levantou rápido, achando que era a vez dele:

— Eu vou, dona Isabella. Eu sei fazer.

Eu sorri devagar, olhando pro Zé:

— Não. Hoje é o Zé de novo. Ele fez bem da última vez. Zé, aparece daqui 10 minutos no quarto de hóspedes.

Manoel ficou parado de raiva e inveja. Repetimos todo o processo, e quando ele terminou, dei um tempo e fui pro barracão e espiei pela janela.

Zé falando pro Manoel, voz rouca, se gabando:

— ...ela chamou eu de novo, Manoel. Eu toquei tudo. Demorei nos peitos... ela gemeu quando eu apertei os mamilos. Depois na bunda... eu abria com as duas mãos só pra olhar o cu melhor, rosado e piscando... eu queria enfiar o dedo, meter nela ali mesmo. Ela tava molhada, eu senti..

Manoel respondeu com raiva e inveja, voz baixa:

— Porra, Zé... por que ela chamou você de novo? Eu queria ir dessa vez, não é justo porra.

Zé riu baixo:

— Ela gosta de mim, mas quem sabe na próxima ela chama os dois.

Gozei de novo no quarto, imaginando os dois discutindo sobre mim, se gabando, desejando, enquanto eu mando neles.

Dia 9

No outro dia acordei tarde. Desci pra cozinha, sentei na mesa da varanda, chamei alto:

— Manoel! Traga o café preto e pão na chapa. Rápido.

Manoel apareceu minutos depois, bandeja na mão, rosto fechado, olhos duros, boca apertada. Colocou o prato na mesa com força, xícara balançando, café quase derramando. Depois bateu a porta da cozinha ao voltar pra dentro, som seco ecoando.

Eu percebi. O ciúme dele depois de eu chamar o Zé pra massagem ontem tava estampado. Mas não falei nada. Fingi que não vi, tomei o café devagar, sentindo o olhar dele de longe.

Mais tarde, ele trouxe a bandeja do almoço. Quando colocou na mesa, fingiu tropeçar, joelho batendo na perna da mesa, pratos balançando, suco quase derramando. Eu levantei rápido e voz alta:

— Qual teu problema, seu imbecil? Presta atenção! Olha ai! Quase derrubou meu suco.

Ele baixou a cabeça de raiva contida

— desculpa, dona Isabella

limpou.

Eles foram trabalhar e hora se passou e mais tarde chamei alto pela varanda:

— Zé! Manoel! Venham aqui!

Ninguém apareceu. Silêncio. Eu esperei uns 5 minutos, chamei de novo. Nada. Fiquei irritada, fui procurar. Caminhei até o curral, depois pra mata atrás. Ouvi barulho familiar. Eu parei atrás de uma árvore. Lá tavam eles de novo. Manoel de calça abaixada, pau grosso enfiado na égua marrom, metendo forte, mãos nas ancas do animal. Zé do lado. Eles tavam comentando sobre mim de novo, voz rouca:

Manoel, metendo:

— ...essa égua é boa, mas eu quero a dona Isabella mesmo... bundinha cheia empinada, abrindo pra gente...

Zé, punheta acelerando:

— É... ontem na massagem... eu toquei tudo. Demorei nos seios... ela gemeu quando eu apertei os mamilos, o delicia, eu queria enfiar o pau ali.

Manoel riu, metendo mais forte:

— Eu queria ir. Ela chamou você de novo só pra me provocar.

Eu gozei baixo, escondida atrás da árvore, dedos na bucetinha, corpo tremendo. Depois resolvi aparecer. Saí de trás da árvore, em voz alta:

— Mas que merda tá acontecendo aqui?

Eles congelaram. Manoel saiu da égua rápido, pau duro pingando, calça na mão. Zé parou a punheta. Tentaram se explicar, voz gaguejando:

— Dona Isabella... a gente... era só...

Manoel respirou fundo, olhos duros:

— Não tem mulher aqui, dona. A gente tem que descarregar de alguma forma. A culpa é sua... você provoca o dia inteiro. De biquíni na piscina, janela aberta no banho, short curto... abre as pernas, deixa a gente ver. A gente é homem, não santo.

Eu discuti, voz alta, nariz em pé:

— A culpa é minha? Vocês acham que eu não vi vocês outro dia com a égua, seus vagabundos? Vocês são nojentos. Eu mando na chácara, e vocês ficam se aliviando com animal? Patético.

Manoel se aproximou rápido, mão levantada pra me dar um tapa. Parou no ar, tremendo. Olhou pro meu corpo — short curto marcando a bundinha, regatinha fina marcando os mamilos duros, pele brilhando de suor.

Eu olhei pra mão dele parada, sorri devagar, voz baixa e provocante:

— Eu provoco, né? Bate, seu marginal comedor de animal. Bate se tiver coragem.

Ele não bateu. Em vez disso, baixou a mão devagar, olhos fixos no meu corpo. Passou a mão no meu braço, subindo até o ombro, depois desceu pro colo, roçando o seio por cima da regatinha. Eu tentei resistir, mão no peito dele, empurrando de leve:

— Não... para...

Mas cedi. Corpo traiu. Buceta apertou forte, molhada escorrendo na coxa. Ele puxou a regatinha pra cima, seios pesados expostos, mamilos duros. Apertou com força, dedos grossos torcendo, boca no meu pescoço, voz rouca:

— Você provoca... agora aguenta.

Zé se aproximou por trás, mãos na minha bundinha, abrindo devagar, dedo roçando o ânus. Manoel puxou o short pra baixo, pau duro roçando a bucetinha lisa. Eu gemi alto, corpo tremendo:

— Não... eu tenho namorado...

Manoel riu baixo, metendo devagar na bucetinha:

— Seu namorado que cuide. Eu só quero comer. Depois eu devolvo pro corno... bem fodida, bem aberta, bem cheia.

Zé abriu minha bundinha com as duas mãos, dedo entrando na entrada do meu ânus mas comendo minha buceta. Manoel meteu forte, tapas na bunda, ritmo de animal. Eu gozei gritando, corpo tremendo, ânus piscando ao redor do dedo do Zé, e o Manoel pela boca. Eles me usaram ali mesmo, na clareira, de 4 na terra, abrindo tudo, metendo forte, gozando dentro, me deixando suja e aberta.

Depois me largaram ali. Eu fiquei lá, nua, porra escorrendo pelas coxas, bunda ardendo dos tapas, sorrindo devagar, sentindo o vazio gostoso e a culpa misturada com tesão.

Noite do Dia 9

Depois do confronto na mata, onde Manoel quase me deu um tapa mas cedeu ao desejo, e eles me usaram como égua, de 4 na terra, metendo forte, enchendo de porra, tapas ardendo na pele, eu voltei pra casa tremendo. Bucetinha pingando a mistura deles, bundinha vermelha dos tapas. Tomei banho devagar, senti o vazio gostoso, a culpa misturada com tesão que não parava.

A noite caiu. Eu não conseguia dormir. O calor, o silêncio da chácara, os gemidos deles com a égua ecoando na cabeça, o jeito que Manoel me olhou quando quase bateu... tudo pulsava. Eu queria mais. Queria sentir eles de novo, mas no meu ritmo, no meu mando.

Levantei da cama, vesti só uma camisola curta branca (sem nada por baixo), cabelo solto, pés descalços. Caminhei devagar até o barracão deles, luz acesa. Parei na porta aberta, encostada no batente, camisola fina, seios livres sob o tecido. Eles tavam escutando rádio. Viraram pra mim ao mesmo tempo, olhos arregalados.

Eu falei devagar:

— Quero dormir acompanhada hoje. Vem, Manoel.

Manoel engoliu seco, olhou pro Zé (que ficou pálido de inveja), depois pra mim. Voz rouca:

— Dona Isabella... a senhora... tem certeza?

Eu sorri devagar, virei de costas.

— Tenho. Vem.

Ele levantou rápido, Zé ficou sentado, punhos cerrados, olhos duros de ciúme. Manoel veio atrás de mim, passos pesados, respirando forte. Eu andei devagar até o quarto, ele me seguindo como cachorro. Entrei, tranquei a porta, tirei a camisola, fiquei nua na frente dele.

— Deita na cama. Eu mando agora.

Ele obedeceu, deitou de costas, calça ainda vestida, pau duro marcando. Eu subi em cima dele, bundinha na cara dele, abri com as duas mãos, sentei devagar no rosto dele. Ele lambeu sem hesitar, língua grossa no ânus, circulando, entrando, mãos abrindo minha bunda. Eu gemi alto, rebolando no rosto dele, buceta no peito dele. Depois desci, abri a calça dele, pau grosso saltou, veias pra fora. Eu montei devagar, sentando no pau, sentindo ele me esticar, enchendo tudo. Meteu gostoso, bunda batendo na coxa dele, tapas que eu dava na própria nádega pra provocar.

— Você queria me comer... agora come.

Ele meteu forte de baixo, mãos nas nádegas, abrindo enquanto batia fundo, voz rouca:

— Dona... seu cuzão gostoso... eu queria isso desde o primeiro dia...

Eu gozei forte, corpo tremendo, ânus piscando ao redor dele, buceta apertando o pau. Ele gozou dentro, leitinho quente enchendo, escorrendo pelas coxas. Depois eu deitei do lado, nua, suada, porra escorrendo e dormimos. Acordei no meio da madrugada e falei:

— Vai embora. Amanhã... quem sabe eu chamo você de novo.

Ele saiu devagar pegando as roupas que estavam no chão e disse:

— Sim dona Isabella.

Dia 10

Acordei cedo, ainda na cama, corpo quente do sol dos dias anteriores, lençol fino grudado na pele. Fiquei deitada olhando o teto de madeira, mão devagar entre as pernas, pensando no que tinha acontecido e pensando nos paus deles. Dois jumentos. Nunca vi nada igual, grossos, pesados, cheio de veias, cabeça inchada, saco balançando quando andavam. Eu imaginava eles assim o dia inteiro: sem calça, pau livre, balançando a cada passo, duro de tesão por mim, esperando ordens. A ideia me deixou molhada na hora. Buceta latejando, e eu roçando o dedo só de imaginar. Gozei baixo, gemendo no travesseiro, decidindo: hoje eu mando neles assim.

Levantei, banho rápido, vesti um vestidinho leve amarelo e florido (sem nada por baixo, tecido fino e marcando meu corpo). Desci pra varanda, sentei na cadeira de balanço, chamei alto:

— Zé! Manoel! Venham aqui!

Eles vieram rápido, chapéu na mão, voz tímida:

— Pois não, dona Isabella?

Eu cruzei as pernas, short subindo um pouco, voz firme, nariz em pé:

— Hoje vocês vão me servir. O dia inteiro. E vai ter uniforme.

Eles olharam um pro outro, confusos. Manoel perguntou baixo:

— Qual uniforme, dona?

Eu levantei, fui até a sala, peguei duas gravatas velhas do armário do meu pai (uma preta, outra vermelha), voltei e mostrei:

— Só isso. Só as gravatas.

Eles pegaram, começaram a colocar por cima da camisa suja de trabalho, nó desajeitado no pescoço.

Eu ri baixo:

— O que você tá fazendo? Tô colocando a gravata que a senhora mandou.

— Não. É só a gravata. Tirem a camisa, a calça, tudo. Só a gravata no pescoço. O resto nu.

Eles congelaram, olhos arregalados. Zé gaguejou:

— Dona Isabella... a senhora... quer a gente... nu?

Eu cruzei os braços:

— É ordem. Vocês servem assim hoje. Ou querem perder o emprego?

Eles hesitaram, mas obedeceram devagar. Tiraram a camisa suja, a calça velha, cueca puída. Ficaram nus, só a gravata no pescoço, pau as vistas, saco balançando, pele morena queimada de sol, corpos de trabalho, pau já meio duro só de me ver olhando. Eu senti a bucetinha apertar forte.

— Bom. Agora sirvam o café da manhã. Na varanda.

Eles foram pra cozinha, pau balançando a cada passo, gravata balançando no peito. Trouxeram a bandeja, Zé com o pão na chapa, Manoel com o café. Quando Zé colocou o prato na mesa, eu falei:

— Não. Volte. Traga o pão entre o pênis. Igual cachorro-quente.

Zé ficou vermelho, pau endurecendo na hora. Ele voltou pra cozinha, colocou as duas fatias de pão quente ao redor do pau duro, voltou segurando a bandeja com cuidado. O pão quente roçando a cabeça inchada, óleo da manteiga escorrendo. Ele colocou na mesa, pau duro pulsando entre as fatias.

Eu peguei uma fatia, mordi devagar, olhando pra ele:

— Obrigada.

Manoel trouxe o café. Colocou a xícara, pegou a colher pra mexer o açúcar. Eu parei ele:

— Não assim.

Peguei o pau dele com a mão (quente, grosso, veias pulsando), coloquei a cabeça dentro da xícara, mexi devagar, balançando o pau dele dentro da xícara pra misturar o açúcar com o café. Depois tirei, lambi a cabeça devagar, olhando nos olhos dele.

— É assim.

Eles ficaram parados, pau duro balançando, gravata no pescoço, meio tesão e vergonha. Eu sorri:

— Podem continuar servindo. Qualquer coisa que eu pedir... vocês trazem. E fiquem assim o dia inteiro. Pau pra fora, balançando. Entenderam?

Eles assentiram, voz baixa:

— Sim, dona Isabella.

O dia seguiu assim. Eles serviam tudo nu, só com gravata no pescoço, pau balançando a cada passo, duro o tempo inteiro. Quando eu pedia água gelada, eles traziam, pau roçando na bandeja. Quando eu pedia suco, eles traziam, saco balançando pesado. Qualquer desculpa era boa pra mostrar, “preciso varrer aqui”, “preciso carregar isso”, andavam perto da piscina, pau duro apontando pra mim.

Na piscina, eu tirei tudo, fiquei nua na espreguiçadeira, seios pesados brilhando com óleo. Chamei alto:

— Quem vai passar bronzeador em mim?

Os dois vieram correndo, pau balançando forte. Eu deitei de bruços, bundinha empinada. Eles passaram óleo, mãos calejadas nas costas, demorando nas nádegas, abrindo de leve dedos roçando o ânus. Depois na frente, óleo nos seios, apertando “pra espalhar”, passava nos peitos, na barriga, na virilha, roçando o clitóris inchado. Eu gemi baixo, pernas abrindo de leve, deixando eles verem tudo.

Eles ofereciam água, suco, cerveja toda hora, pau duro balançando perto do meu rosto, saco pesado quase roçando minha mão. Eu pegava o copo devagar, roçando “sem querer” no pau, sorrindo:

— Obrigada.

Eles ficavam esperando ordens, pau duro o dia inteiro, gravata no pescoço, corpos suados brilhando ao sol, olhos fixos em mim, tímidos mas loucos de tesão.

Eu fui correndo pro meu quarto cheio de tesão e gozei feito louca.

A noite fui dormir e perdi as contas de quantas vezes gozei batendo siririca, dormi profundo e pesado.

Dia 11

Acordei cedo, bem revigorada mas fiquei na cama ainda só pra ficar pensando na situação. Ainda na cama, mão devagar entre as pernas, lembrei deles, só de gravata no pescoço, pau grosso balançando o dia inteiro, saco pesado pendurado, duro pra mim o tempo todo.

Levantei pra tomar meu café. Desci pra varanda, sentei na cadeira de balanço, e antes mesmo de chamar, eles já apareceram, os dois, só de gravata no pescoço, e pau livre balançando.

Eu cruzei as pernas, short subindo um pouco, sorri devagar, voz baixa e manhosa:

— Humm... olha só. Já entenderam direitinho.

Eles ficaram parados, pau duro apontando pra mim, gravata balançando no peito suado. Zé falou baixo, voz tímida mas rouca:

— Pois não, dona Isabella. A gente trouxe o café da manhã.

Eles repetiram tudo, mas melhor ainda. Zé trouxe o pão na chapa, duas fatias quentes, manteiga, pau duro entre elas como cachorro-quente. Ele colocou na mesa devagar, pau pulsando, cabeça inchada roçando as fatias.

Manoel trouxe o café preto, xícara quente. Ele colocou o açúcar com a colher e olhou pra mim e eu falei:

— Já sabe o que fazer.

Ele pegou o pau dele meio mole, mas grande, e colocou na xícara com vontade e rodou pra espalhar o açúcar.

— Assim dona Isabella?

Eu sorri, voz baixa:

— Muito bem. Obrigada.

Eles ficaram parados, pau duro balançando, gravata no pescoço, tesão e obediência. Fui comer o pão e falei pro Zé passar a manteiga. Ele colocou manteiga na ponta do pênis e passou no meu pão.

Durante o dia, eles tentavam me agradar o tempo inteiro. Eu ficava na piscina, nua na espreguiçadeira. Eles vinham toda hora, pau balançando duro:

— Dona Isabella, água gelada?

Eu aceitava. Manoel colocava o pau no copo antes de me dar, a ponta inchada mergulhando na água fria, saco roçando a borda. Ele me entregava, pau pingando:

— Aqui, dona.

Eu sorria, bebia devagar, lambendo a borda do copo:

— Obrigada.

Depois suco, Zé colocava o pau até o fundo do copo, e chacoalhava devagar, balançava até sair a gota final, me dava com sorriso tímido:

— Suco, dona Isabella.

Eu bebia, lambendo o copo, olhando pro pau dele duro:

— Obrigada.

Cerveja: Manoel abria a lata, colocava no copo e colocava gelo, e misturava com seu pau “pra gelar”, me entregava pingando:

— Cerveja gelada, dona.

Eu bebia, sorria:

— Obrigada.

Eles adoravam exibir o pau, e homem adora mostrar, eu sempre notei isso porque sempre queriam me mandar fotos sem ao menos eu pedir. E confesso que eu adoro ver paus, às vezes eu passo horas na internet avaliando tamanho, grossura e formato. É uma mania que eu tenho rs.

A noite já tinha caído, sol se pondo atrás das árvores, chácara quieta, só o barulho dos grilos e o vento leve. Eu tava na varanda, dormi a tarde na rede, ao lado tava um livro, o celular, e o copo das coisas que eles haviam me trazido durante o dia (com o pau deles dentro do copo antes, como sempre). Eu tava relaxada, e sabendo que eles tavam por perto, pau duro balançando só de me ver.

Eles vieram juntos, gravata no pescoço, pau grosso balançando livre, saco pesado pendurado, pele morena brilhando de suor do dia inteiro. Manoel carregava a bandeja com cuidado, Zé atrás dele, os dois com olhar baixo mas tesão estampado.

Manoel falou baixo, voz rouca:

— Dona Isabella... a senhora gosta de bolo, né? A gente fez um pra senhora.

Eu sorri devagar, e sentei na cadeira e cruzei as pernas:

— Gosto sim. Tragam.

Eles colocaram a bandeja na mesinha da varanda. Um pedaço grande de bolo de chocolate caseiro, massa fofinha, cobertura grossa derretendo devagar no calor da noite. Mas o que me fez apertar as coxas foi o detalhe: os dois pênis atravessados, enfiando pelo lado até o meio do bolo.

Zé tinha enfiado o pau dele pela lateral esquerda, cabeça inchada saindo do centro do bolo, veias marcadas cobertas de chocolate derretido, saco pendurado na ponta da bandeja, quase tocando a mesa. Manoel tinha atravessado o dele pela direita, pau grosso, cabeça vermelha brilhando com cobertura, pré-gozo misturado com chocolate escorrendo devagar pela veia principal, pingando na mesa.

Eles ficaram parados, pau duro atravessado no bolo. O cheiro do chocolate quente misturado com o cheiro deles, suor de macho, pré-gozo subiu forte.

Eu peguei a colher devagar, olhei pros dois, voz baixa e manhosa:

— São tão gentis... obrigada.

Mordi a primeira colherada perto da cabeça do pau do Zé, chocolate derretendo na boca, sabor doce misturado com o salgado forte do pré-gozo dele, textura quente e cremosa escorrendo na língua. Lambi a colher devagar, olhando nos olhos dele, depois fui pro lado do Manoel, colherada na massa perto da cabeça inchada dele, chocolate escorrendo pela veia grossa, lambi tudo, gemendo baixinho de propósito, língua rodando na colher como se fosse a cabeça dele.

Eles respiravam pesado, pau pulsando dentro do bolo, chocolate derretendo mais, escorrendo pelo saco pesado deles, pingando na bandeja em fios grossos e lentos. Eu continuei comendo devagar, colherada após colherada, às vezes perto da base do pau deles, lambendo o chocolate que escorria pelas veias, mordendo o bolo sem tocar diretamente neles, mas roçando de leve com a colher. Cada vez que eu lambia, eles gemiam baixo, pau tremendo, pré-gozo novo misturando com o chocolate, escorrendo mais rápido.

Manoel não aguentou. Enquanto eu comia a penúltima colherada (perto da cabeça dele, lambendo devagar a cobertura misturada com pré-gozo), o pau dele pulsou forte, tremendo inteiro. Ele gemeu rouco, corpo rígido, saco pesado contraindo visivelmente. Primeiro veio um jato grosso e quente, branco leitoso saindo da cabeça inchada, direto no centro do bolo, misturando com o chocolate derretido, escorrendo pela massa fofinha como calda grossa. O jato foi forte, espirrando um pouco na cobertura ao redor, pingando na bandeja em gotas pesadas. Segundo jato, mais intenso, leite branco grosso formando uma poça cremosa bem no meio do bolo, branca e viscosa sobre o chocolate escuro, bolhas pequenas se formando na superfície, escorrendo devagar pelas laterais da massa, pingando na bandeja em fios grossos. Terceiro jato, mais fraco, escorrendo pela veia principal, misturando com o chocolate, formando fios brancos que se entrelaçavam na cobertura. O saco dele pulsava a cada jato, contraindo e soltando, leite branco escorrendo devagar pela cabeça, pingando na poça central, aumentando o volume, uma poça quente, cremosa, levemente amarelada no centro do bolo, cheiro forte de sêmen quente misturado com chocolate derretido, doce e salgado, subindo no ar quente da noite.

Ele ficou ofegante, pau ainda duro pulsando dentro do bolo, porra escorrendo devagar pela cabeça, misturando com o chocolate, pingando na bandeja. A poça no centro do bolo tremia de leve com cada pulsar do pau dele, leite branco se espalhando devagar pela massa, formando veios brancos na cobertura escura.

Zé olhou pro amigo, pau tremendo de tesão, e não aguentou. Enquanto eu comia a última colherada, o pau do Zé pulsou forte. Ele gemeu rouco, corpo inteiro rígido, saco pesado contraindo. Primeiro jato grosso saiu da cabeça inchada, espirrando na cobertura ao lado da poça do Manoel, branco leitoso misturando com o chocolate, escorrendo pela massa, pingando na bandeja. Segundo jato, mais forte, acertando a poça central, aumentando o volume, leite branco cremoso se espalhando, formando uma segunda poça ao lado da primeira, fios grossos conectando as duas. Terceiro jato, mais fraco, escorrendo pela veia, misturando com o chocolate, pingando devagar. O saco dele pulsava a cada jato, contraindo e soltando, porra escorrendo pela cabeça, pingando na poça, cheiro de sêmen quente dobrado subindo forte, doce-salgado intenso.

O bolo ficou manchado de porra dos dois, poças brancas e cremosas no centro, fios grossos escorrendo pelas laterais da massa, cobertura escura misturada com leite branco, pingando na bandeja em gotas pesadas. O cheiro era forte, sêmen quente, chocolate derretido, macho puro, tesão de verdade.

Confesso que eu fiquei com nojo, mas eu não podia estragar aquele momento sublime. Eu dei uma colherada final bem no centro das duas poças, chocolate e porra misturados na língua, sabor doce-salgado forte, textura cremosa e quente. Limpei a boca, lambi o dedo devagar com porra dos dois, sorri pros dois, voz baixa:

— Delicioso. Satisfeita. Muito bem feito. Obrigada... de novo.

Eles ficaram parados, paus amolecendo dentro do bolo, gravata no pescoço, rosto de prazer de prazer. Manoel murmurou baixo, voz rouca, ainda ofegante:

— Dona... se quiser mais bolo... a gente faz quando a senhora mandar. Com mais... cobertura.

Eu sorri, levantei devagar, vestidinho leve caindo no corpo, e falei baixo:

— Ok mas to de boa com bolo por enquanto, estão dispensados agora, podem sair.

Último dia na chácara

No café da manhã do último dia, eu sentei na varanda, e todo ritual se repetiu.

Quando terminei, limpei a boca com o dedo, olhei pros dois, voz baixa:

— Hoje eu vou embora.

Eles congelaram. Zé engoliu seco, pau pulsando de leve. Manoel baixou a cabeça ainda mais, falou quase inaudível:

— Como, dona Isabella...

O jeito triste era visível, e eu falei:

— Sim, hoje eu volto pra Curitiba. Mas fiquem de gravata até eu ir.

Saí andando devagar pro quarto, sentindo os olhares queimando nas minhas costas. Eles ficaram lá, imóveis, pau duro balançando, mas abalados porque eu ia partir.

À tarde, ouvi o carro na estrada de terra. Meu namorado chegou: sorriso grande, abraço apertado, beijo demorado na boca. Ele é assim: apaixonado, carinhoso, gente boa com todo mundo.

Eu virei pros caseiros (que tavam perto, varrendo “sem necessidade”, pau escondido às pressas na calça quando viram o carro):

Meu namorado nem percebeu, apertou a mão deles quando voltaram:

— E aí, Zé! Manoel! Obrigado por cuidarem dela esses dias. Vocês são o pilar dessa chácara, hein?

Eles falaram

— obrigado, seu moço

voz baixa, tímida. Eu vi o tremor na mão deles, o olhar desviando rápido pra mim.

Meu namorado carregou minha mala no carro, me abraçou por trás, beijou meu pescoço:

— Pronto pra voltar pra casa, amor?

Eu sorri, olhei pros dois caseiros uma última vez, eles na varanda, chapéu na mão, olhos fixos em mim lembrando de tudo: o banho espiado, o bolo com pau, o café mexido com pau, o confronto na mata, a noite com Manoel, os dias de servidão.

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Comentários

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excelente e excitante esse conto pode continuar a escrever. edy.jes1960@gmail.com

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