Só mais um dia ♠️

Um conto erótico de @Owned_Twink
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1463 palavras
Data: 13/03/2026 10:44:21

Eu, Lucas — ou Luquinhas, como Milena adorava me chamar quando queria me reduzir a nada —, entrei no quarto já suando frio de tesão puro. Meu corpo branco magro tremia inteiro, cabelo preto colado na testa de suor gelado, pauzinho pequeno e rosado semi-duro dentro da cueca fina, bolas pesadas e inchadas depois de quase uma semana negando gozo e um dia inteiro piscando o cu nos Kegels e reverse Kegels que Milena mandou. O cu ainda queimava, aberto, sensível, latejando como se implorasse por algo que meu pauzinho branco jamais conseguiria oferecer. Eu me sentia o mais patético dos branquinhos: um novinho de 22 anos que nasceu pra ser corno, pra invejar e sofrer.Milena, minha dona QOS, estava de pé no centro do quarto, lingerie preta colada no corpo curvilíneo perfeito, tatuagem no quadril brilhando como uma marca de propriedade eterna. Luvas de látex pretas cobriam suas mãos delicadas, prontas pra me destruir devagar. No canto, sentado como um rei absoluto na poltrona de couro, estava o Mestre Jamal — um deus negro de 1,95 m, pele ébano reluzente de óleo e suor, músculos definidos nos ombros largos, peito largo e coxas grossas abertas com autoridade. O pauzão dele, mesmo completamente mole, pendia pesado entre as pernas como uma mangueira grossa de 25 cm flácidos, veias grossas já marcadas, cabeça larga e escura descansando na coxa como se soubesse que era superior a qualquer coisa branca que eu pudesse sonhar em ter. Olha só meu Luquinhas branquinho… todo suando frio antes mesmo de eu tocar. Hoje eu vou masturbar esse pauzinho inútil por horas e horas, meu amor. Sem gozar. Nunca. Porque eu sei que você não merece, e o Mestre Jamal ali também sabe.

Ela pegou o frasco de lubrificante de morango e despejou um jato grosso e frio direto na cabeça rosada do meu pauzinho. O líquido escorreu devagar pela frenulum, pingando pesado nas bolas já vermelhas e sensíveis. A mão enluvada envolveu tudo com calma cruel — movimento lento, girando no glande, polegar pressionando exatamente onde eu mais sentia. O som molhado e obsceno encheu o quarto. Meu pauzinho deu um pulo patético, veias finas inchando ao máximo, enquanto eu sentia outro arrepio de suor frio descer pela espinha. Milena… por favor… já tá sensível demais… o cu ainda queimando dos exercícios o dia inteiro… eu tô suando frio… eu vou explodir se você não parar…

Ela riu baixo, apertando a base com força suficiente pra cortar o orgasmo na raiz, parando tudo exatamente no limite. Meu pauzinho pulsava desesperado na mão dela, mas nada saía. Explodir? Hahaha olha só pra você, Luquinhas branquinho. Você jamais faria eu gozar com esse pauzinho branco inútil. Olha o tamanho dele… olha como ele some na minha mão enluvada. Um negão como o Mestre Jamal… ele me faria gozar só de encostar a cabeça grossa. Você? Você é só um corno de pauzinho de corno, feito pra negar gozo e suar frio de tesão enquanto assiste um pau superior de verdade.

O Mestre Jamal se ajeitou na poltrona, mão enorme descansando na coxa grossa, pauzão começando a crescer devagar só de ver minha humilhação. A voz grave e profunda saiu como um veredito final: Continua, vadia loira. Faz esse branquinho de merda entender o lugar dele de uma vez. Branquinhos como o Luquinhas nascem com pauzinho pequeno, rosado e inútil pra nunca satisfazer uma mulher de verdade. Eu só assisto e rio… porque eu sei que meu pau negro superior faria você gritar e esguichar em dois minutos, enquanto esse corno branco fica aí suando frio e babando pré-gozo sem direito a porra nenhuma.

Milena voltou a trabalhar, agora mais lenta e cruel. Polegar circulando a cabeça molhada em círculos perfeitos, lubrificante escorrendo em fios grossos pelas minhas bolas vermelhas. Com a outra mão ela enfiou dois dedos fundo no meu cu já relaxado dos reverse, massageando a próstata inchada em movimentos lentos e profundos enquanto a punheta continuava sem pressa. Cada toque fazia meu corpo branco tremer violentamente, suor frio escorrendo pela barriga, pelo peito, pelas costas. Meu pauzinho latejava no ar como um brinquedo quebrado, pré-gozo vazando sem parar.Eu pensava, a cabeça girando em vergonha absoluta: “Ela tem razão… eu jamais faria ela gozar. Meu pauzinho branco pequeno nunca chegou nem perto do que um pau negro daqueles faz. Eu sou só o Luquinhas branquinho patético que suada frio de tesão negado, enquanto um deus negro de pauzão monstruoso assiste e ri da minha inferioridade.”Passaram-se quase cinquenta minutos. Milena trocava de ritmo sem piedade nenhuma: punheta rápida só no glande pra me levar à beira do abismo, depois pausa total enquanto apertava e rolava minhas bolas entre os dedos enluvados com força calculada, depois voltava devagar, lubrificante voando em gotas na cama. O cheiro doce de morango misturado com meu suor frio e pré-gozo enchia o quarto inteiro. O Mestre Jamal agora tinha o pauzão quase ereto na mão enorme — 26 cm de veias grossas saltadas, cabeça roxa brilhando —, mas ele não se masturbava. Só observava, com um sorriso de superioridade pura e desprezo.

Sente isso, meu Luquinhas? Meu dedo curvado na sua próstata cheia de porra acumulada de uma semana… e esse pauzinho branco tremendo na minha mão sem poder liberar nada. Hahaha você jamais faria eu gozar com isso aqui. Nem em um milhão de anos. O Mestre Jamal ali… ele me fode e eu gozo até perder a voz, até mijar de tanto prazer. Você? Você é só o branquinho patético que suada frio e baba enquanto um pau superior de verdade domina tudo.

Isso mesmo, corno branco. Seu pauzinho inútil é só decoração ridícula. Olha como ele é pequeno, rosado e vergonhoso perto do meu. Continua negando ele, Milena. Quero ver esse Luquinhas implorar como o cuckold branquinho inferior que ele é desde que nasceu.

Eu gemia alto, quadril subindo involuntariamente, bolas doendo de tanto aperto, cu apertando os dedos dela ritmadamente. Mais uma hora se arrastou assim. Milena usava as duas mãos agora: uma punhetando devagar e profunda, outra esmagando o saquinho inteiro ritmadamente, lubrificante escorrendo pelas minhas coxas até molhar o lençol. Meu pauzinho roxo, inchado ao máximo, veias pulsando loucamente, mas nunca passava do limite. Cada vez que eu chegava perto, ela parava, apertava forte e ria na minha cara. Olha o tempo, Luquinhas… já passou quase duas horas e seu pauzinho branco inútil ainda não gozou. Eu tô sentindo ele pulsar como se fosse explodir… mas eu paro. Sempre paro. Porque branquinho inferior como você não merece alívio. Só humilhação. Só negação. Só suor frio de tesão enquanto o Mestre Jamal ali… ele me daria porra grossa e orgasmo de verdade em segundos.

Eu implorei, voz falhando completamente, corpo inteiro tremendo de tesão acumulado, suor frio escorrendo pelo rosto: Milena… Mestre Jamal… por favor… eu não aguento mais… tá doendo gostoso demais… o cu tá queimando… as bolas tão pesadas… só deixa eu gozar uma vez… eu faço qualquer coisa… eu sou patético…

Milena riu alto, apertando minhas bolas com força máxima, dedos curvados espremendo o saquinho inteiro enquanto a outra mão voltava a deslizar devagar no pau molhado. Qualquer coisa? Então diz alto pra Mestre Jamal ouvir: “Eu sou um branquinho de pauzinho inútil que jamais faria Milena gozar… eu sou só um corno BNWO branco que serve pra ser negado enquanto negros superiores de pauzão monstruoso assistem e riem da minha inferioridade”.

Eu repeti, voz quebrada, lágrimas de tesão puro escorrendo pelo rosto junto com o suor frio: Eu… eu sou um branquinho de pauzinho inútil… que jamais faria Milena gozar… eu sou só um corno BNWO branco… que serve pra ser negado enquanto negros superiores de pauzão monstruoso assistem e riem da minha inferioridade… aaaahhh porraaa…

Ela parou na hora exata. Meu pauzinho pulsava desesperado no ar, uma gota grossa e longa de pré-gozo escorrendo devagar até o chão. Bolas vermelhas, inchadas, latejando de dor e tesão. O Mestre Jamal abriu um sorriso largo e cruel, pauzão agora completamente ereto na mão dele — 27 cm de superioridade negra absoluta. Boa putinha branca. Mais duas horas assim, Luquinhas. Amanhã… a gente vai além. Porque você nasceu pra isso, branquinho. Pra suar frio de tesão, pra implorar e pra nunca gozar enquanto paus superiores dominam tudo.

Milena voltou a trabalhar, lubrificante novo jato frio, punheta lenta e profunda, dedos no cu curvando direto na próstata. Meu corpo inteiro tremia sem controle, suor frio escorrendo por todo lado, mente completamente quebrada em humilhação racial pura. Eu era o Luquinhas branquinho patético, pauzinho inútil, corno negado… e adorava cada segundo dessa destruição.A noite mal tinha começado. E eu já sabia que não ia gozar. Nunca naquela noite. Só sentiria, hora após hora, como um branquinho inferior merece sentir.

- Continua...

X: @Owned_Twink

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