Já se passou quase 50 anos e essa história começa com meus 8 anos. Uma mãe de 28, uma irmã de 13 e um padrasto de 45. Nessa idade já começava a apreciar os prazeres de uma gostosa punheta. Em visita a um amigo de escola, ele me mostrou umas revistas pornô que encontrou no escritório do pai. Sim início dos anos 80 pornô era e revistas, internet era mito. Nas revistas muitas gostosas levando rolas em todos os buracos, mas quando eu via uma rola no cu eu sentia algo diferente. Era um tesão a mais. Ver o buraco aberto então chegava a aumentar o ritmo cardíaco. Com esse amigo foram muitas punhetas coletivas. Como ficávamos várias horas sem supervisão, pudemos tocar várias punhetas juntos. A princípio cada um na sua, não tardou a tocarmos uma pro outro bem gostoso. Mas com o tempo e a confiança, comecei a chupar gostoso o pau dele. Era um pouco maior que o meu e era muito bom chupar e sentir os dedos dele no meu cu. Com a curiosidade aumentando, começamos a tentar imitar o que víamos nas revistas. O pau dele era um pouco maior que o meu e logo já estava sentindo o prazer de uma rola no cu. Era bom, mas era melhor quando ele enfiava os dedos. A sensação do alargamento era muito gostosa. Naquele tempo não existia KY. Roubávamos banha ou margarina na geladeira ou óleo de cozinha. Qualquer coisa que ajudasse a deslizar.
Já estávamos nessa putaria a alguns meses quando flagrei minha mãe dando o cu pro meu padrasto. Cheguei mais cedo da escola e ele estava em casa. Aquele não era um horário que normalmente ele estaria trabalhando. Passei pela porta do quarto que estava aberta e vi o bundão branco da mamãe de quatro, e ele montado em cima socando bem forte o cuzão dela. Exatamente como eu via nas revistas, mas ali tinha movimento. O pau mais preto que o resto do corpo ia e voltava. socando forte o cu aberto da mamãe. As vezes escapava e eu via o buraco aberto. Ela falava quase sem folego "mete de novo" e ele enfiava com vontade até o talo e continuava a socar. As vezes escapava e ela fazia força pra fora e fazia um barulho de peido alto e a rola entrava de novo. A cama deles ficava a um metro da porta. Eu via de camarote a rola babada e o cu arrombado. Ela começou a esfregar o grelo e falou " me faz gozar, mete com força". Foi surreal na época. Parece que a rola inchou. Ele cuspiu no cu dela, enfiou uns 3 dedos de uma vez, cutucou alguma vezes e deu uma enterrada profunda. Ela deu um gritinho e empinou ainda mais o rabo. Ele começou a socar furiosamente. Puxando-a pelos cabelos, "toma no cu vagabunda, vou estourar teu cu safada, toma, vou arrancar merda desse cu hoje". Em um minuto as pernas dela começaram a tremer, ela gemia abafado e ele começou a grunhir também. A pica escura começou a sair com uma espuma branca. Uns filetes marrons desciam pelas coxas brancas e ela parou de mexer no grelo. Ele deu mais algumas enterradas profundas e relaxou. Ele então sacou a rola do cu dela e ficou em pé na cama. Ainda de costas pra porta. Ela continuou de quatro e vi o cu aberto ir se fechando e piscando. Ela foi fazendo força pra fora e peidava botando a porra pra fora e escorrendo pela perna porra com os filetes marrons.
Percebi que era hora de pular fora. Sai de fininho rápido e fui pra pracinha fazer hora. O coração a mil, o pau duro dentro do shorts, o cu piscando imaginando estar no lugar dela. Ver aquilo não se comparava ao que via nas revistas. Voltei pra casa uma hora depois e cheguei fazendo barulho. Estava tudo normal, mamãe com cheiro de banho tomado e feliz da vida.
Contei tudo pro meu colega e ele também já tinha visto o pai comendo a mãe, mas nada parecido com o que eu descrevi. Pelo visto eles eram bem mais recatados e ele não viu a mãe dando o cu.