Fogo com Coca no Quarto

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 844 palavras
Data: 13/03/2026 01:18:11

Marcelo e Luciana chegaram ao Mirage Resort em Las Vegas exaustos do voo, mas o elevador privativo do 22º andar já acendia faíscas. Colegas de logística com tensão sexual acumulada, eles foram alocados em suítes adjacentes para a conferência. No elevador apertado, o perfume baunilha dela misturava-se ao suor dele, corpo roçando corpo. "Pronta pra quebrar regras dentro destas paredes?", provocou Marcelo, mão disfarçada roçando a curva da bunda dela sob a saia lápis.

Luciana virou, lábios carnudos úmidos, seios fartos arfando na blusa de seda. "Só se for jogo particular. Aqui no quarto, sem escapatória – e com um extra na bolsa." A conferência liberou-os cedo, e ela bateu na porta dele com uísque, baralho e um pacotinho discreto de cocaína na bolsa. O quarto era um ninho de luxo: cama king size com lençóis brancos imaculados, espelhos no teto refletindo o neon filtrado, ar condicionado sussurrando promessas. Porta trancada, cortinas fechadas – mundo lá fora esquecido.

Ela tirou duas linhas finas da coca no espelho da penteadeira, inalando uma com cada narina, olhos vidrados de rush instantâneo. "Isso acende tudo. Blackjack privado: perdedor obedece o corpo do vencedor." Sentaram na beira da cama, pernas cruzadas revelando coxas cremosas dela, uísque queimando gargantas misturado ao formigamento da droga. Primeira mão: Marcelo venceu com 21. "Blusa fora. Me deixa ver esses peitos que me deixam louco." Luciana se ergueu devagar, desabotoando com pupilas dilatadas pela coca, seda caindo para expor o sutiã rendado preto, mamilos rosados pontudos contra o tecido fino. Sentou de volta, arqueando para empiná-los. "Agora eu te pego", zombou, mas perdeu a seguinte, o rush fazendo seu corpo pulsar.

"De joelhos na cama. Boca no pau, sem mãos – só tua garganta gulosa, dopada de coca." Ela obedeceu, rastejando no colchão macio, dentes abrindo o zíper. Ofereceu uma linha rápida pra ele no dorso da mão – inalou, veias queimando de euforia. O pau saltou, grosso e veiado, cabeça inchada brilhando de excitação. Lambeu da base às bolas macias, sugando cada uma na boca quente, rodando a língua acelerada pela droga. Depois engoliu tudo, garganta dilatando em espasmos profundos, nariz pressionado na base dele. "Caralho, Luciana, você chupa como ninguém com essa coca correndo", gemeu Marcelo, punhos nos cabelos dela guiando o vaivém lento e babado. Acelerou, bochechas afundando em sucção vácuo, até ele pulsar e jorrar – porra espessa salgada enchendo a boca dela, engolida em golfadas ruidosas, lambidas finais limpando cada veia sensível, corpos elétricos pela substância.

Virada: Marcelo perdeu. Luciana despiu a saia, calcinha fio dental grudada na buceta depilada encharcada, coca amplificando cada toque. "Deite. Vou cavalgar teu pau até te drenar." Ele se esticou nu, membro rígido apontando pro teto espelhado. Ela montou, esfregando lábios inchados no shaft viscoso, clitóris latejando hiper-sensível. Desceu gemendo rouco, paredes quentes engolindo-o centímetro por centímetro. "Sente meu mel te lubrificando? Fode pra cima, me arromba com esse fogo da coca!" Quicava feroz, peitos balançando após soltar o sutiã, unhas marcando o peito dele. Slap-slap de pele molhada ecoava, clitóris roçando a base. Ele empurrava fundo, bolas batendo na boceta dela – orgasmo primeiro dela, corpo tremendo, fluidos jorrando pelas coxas unidas em poças no lençol, droga intensificando ondas intermináveis.

Cartas caíram. "Fim do jogo. Mais uma linha e só nós, sem freios", sussurrou ela, inalando juntas no espelho, rush duplo incendiando nervos. Preliminares viraram tormento delicioso: beijos famintos no pescoço suado, mordidas nos mamilos eriçados dele, mãos punhetando o pau melado com velocidade insana. Desceu lambendo abdômen, chupando virilha, dedos circulando a entrada traseira sem penetrar, só provocando sob efeito. Marcelo inverteu: deitou-a de lado, dedos abrindo os lábios rosados babados, língua mergulhando no néctar doce, sugando clitóris inchado como bala. "Tua buceta é viciante, tão apertada e molhada com coca pulsando", grunhiu, três dedos curvados no ponto G, fazendo-a arquear e inundar a boca dele com fluidos quentes, escorrendo queixo abaixo em êxtase prolongado.

Posições se sucederam em fúria dopada e confinada: missionário primal, joelhos dela nos ombros, pau martelando o fundo úmido em estocadas brutais, peitos quicando contra o peito dele. "Me fode selvagem, enche meu útero de porra!", gritou ela, pernas travando, unhas sangrando costas, coca estendendo prazer. Gozou dupla, sugando-o em contrações. De ladinho conchinha, ele lento e profundo, mão esfregando clitóris, sussurrando: "Tu és minha vadia exclusiva, leite pingando pra mim." Ela rebolava, apertando até ele gozar dentro, sêmen quente transbordando.

Cowgirl reverso: de costas na cama, bunda carnuda quicando no colo, ele abrindo nádegas pra ver pau sumir na entrada esticada e vermelha. "Olha como te devoro toda!" Girava quadris, clitóris nas bolas dele, orgasmo triplo com fluidos encharcando lençóis. Colchão ensopado. De quatro final: ele atrás, mãos nos quadris, fudendo com potência animal, dedos no clitóris voando. "Goza na minha buceta, agora, me inunda!", implorou ela, clímax avassalador deixando-a mole, ele esvaziando bolas em jatos que misturavam-se ao mel dela, pingando em fios cremosos, coca deixando-os ofegantes por horas.

Ao raiar, enrolados em lençóis pegajosos, Luciana beijou o pau exausto: "Conferência espera. Mas esta noite, mais coca e repetimos." Marcelo apertou a bunda dela: "Todo instante aqui dentro. Insaciáveis."

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive AndressaMR a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários