Então comecei a reparar no volume na calça do marido da minha tia. No início, estava com medo e tentava disfarçar, olhando de canto de olho. Depois, comecei a virar a minha cabeça completamente para a região onde o volume se destacava.
A minha excitação era tão grande que comecei a dar uma alisada no meu pau por cima da calça.
Nesse dia eu estava de calça moletom e apesar de não ter a pica tão grande, ela marca com muita facilidade. Acho que J.P. reparou o volume, porque após uns 2 minutos calado (que pareciam horas), ele disse:
- Alguém aqui ficou animado, hein?
- É. Tô vendo que seu pau está bem duro na calça. (Respondi).
- Eu estava falando de você, mlk. - Disse J.P.
- Eu sei... mas estou reparando que o volume na sua calça está cada vez maior. Eu falei.
Após falar isso, J.P. deu uma apertada na jeba por cima da calça e disse que toda a nossa conversa sobre sexo tinha deixado ele de pau duro.
- Nessas horas faz falta algum passageiro oferecer uma mamada, né? hahaha (eu disse com o objetivo de deixar vivo o assunto e a nossa excitação).
J.P. então respondeu:
- Pois é. No tesão que eu tô, se surgisse uma boquinha pra mim encher de leite eu enchia sem pensar duas vezes. Tô precisando sentir uma boca bem quentinha na minha pica.
J.P. disse isso e deu outra apertada na rola. Nessa hora, o meu pau já estava pulsando de tesão e babando bastante.
Até cogitei mudar de assunto e tentar pensar em outra coisa... mas o tesão falava mais alto.
- É complicado, hein? Quero ver agora como é que vou abaixar a minha... (Falei).
- Vai ter que pensar em outra coisa... É difícil nesses momentos. Eu acho que vou parar o carro em um lugar mais tranquilo pra eu tentar mijar... vê se abaixa um pouco. - Disse J.P.
- Acho que será uma boa mesmo. Vou tentar também. (Falei isso com o sentimento de que nada daria certo naquela noita e que eu voltaria pra casa só na vontade de mamar na pica dele).
- Vou entrar nessa rua aqui mais deserta. Tem muita árvore e dá pra eu descer despreocupado e tentar mijar. (Disse J.P.).
- É. Aqui tem menos risco de surgirem pessoas. (Falei... já um pouco desanimado).
Então J.P. entrou em uma pista que dava acesso a uma área mais rural. Durante esse trajeto até o ponto onde ele desceria do carro, que durou aproximadamente uns 2 min (mas pareciam horas por conta do meu nervosismo), o silêncio tomou de conta. Mas uma coisa me chamava muito a atenção: J.P. não parava de alisar a pica por cima da calça. Dava umas apertadas bem gostosas, como se estivesse me convidando pra cair de boca. Aquilo ali me deixava puto de tesão. Queria muito colocar minha mão e sentir aquela jeba bem dura por cima da calça, mas ainda me faltava coragem.
- Chegamos. Vou parar aqui. Só vou parar o carro de ré pra facilitar caso algum outro carro venha na pista. Falou J.P.
- Ok. Eu disse.
J.P. então mudou a posição do carro e o desligou. Logo em seguida, tirou o cinto de segurança.
Nesse momento, eu senti que meu coração iria sair pela boca. Fiquei muito nervoso.
J.P. então deu uma outra apertada na rola e disse:
- Vou tentar mijar aqui. Tô apertado.... mas acho que vai ser difícil porque meu boneco tá bem acordado.
- Ah, sim! É uma boa. Eu não vou nem tentar. Vou ficar aqui mesmo e mijo quando chegar em casa.
J.P. abriu a porta do carro e desceu. Quando fechou a porta, eu aproveitei pra botar minha mão dentro da minha cueca (por debaixo da calça) e comecei tocar uma de leve. Enquanto isso, analisava J.P. em pé simulando uma abertura do zíper, provavelmente colocando a rola pra fora pra mijar.
Acontece que, enquanto eu imaginava ele aliviando aquela rola na minha boca, uma luz forte surgiu longe na pista, indicando que algum carro estava vindo e passaria ao nosso lado.
Quando J.P. viu a luz, tratou de andar (por fora do carro), para próximo da porta do passageiro, de onde eu estava.
O meu lado na pista estava entre algumas árvores, o que facilitaria a mijada de J.P.
Quando J.P. chegou do lado da minha porta, ficou de costas pra mim e disse:
- Tô tentando... mas tá muito difícil. Minha pica tá muito dura. E ainda tem esse carro vindo na nossa direção.
Fiquei calado... somente concordei com a cabeça, mas não conseguia dizer uma palavra se quer, de tanto nervosismo que estava.
Felizmente o carro passou rapidamente ao nosso lado e logo sumiu de vista.
- Ainda bem que não pararam o carro aqui. Iriam achar estranho um carro parado, com dois homens dentro. - Disse J.P.
Então eu respondi:
- E iriam estranhar ainda mais quando vissem que os dois machos estão com o pauzã9 duro.
- Hahahahahahaha. J.P. riu e continuou: Será que, a pessoa que estava dentro do carro, viu que eu tô com a pica bem dura e tocando uma de leve?
Quando J.P. disse isso, tentei de toda forma ver o pau dele. Vi o movimento do braço de vai e vem... mas não conseguia ver a rola.
- Tu tá batendo uma aí, mano? Perguntei....sem acreditar.
- Uma de leve. Queria me aliviar de outra forma, sabe? Disse J.P.
Na hora que J.P. disse isso, eu abri o cordão que segurava a minha calça e botei minha pica pra fora e comecei a tocar uma.... agora já com menos medo.
- É? E de que forma você quer se aliviar? Perguntei, enquanto tocava uma e só reparava em J.P. de costas batendo uma.
- Ah.. sei lá. Uma boca seria muito bom pra mim agora. Uma buceta seria ótimo... e um cuzinho seria um sonho. Disse J.P.
- Mano... eu até queria te ajudar, sabe? Mas não tenho buceta.
[Falei isso e acelerei ainda mais a punheta]
Logo J.P. me respondeu e disse:
- Não tem buceta, mas tem boca e cu. Me ajudaria bastante no estado em que estou.
FOI J.P. FALAR ISSO QUE, PERDI TODO O MEDO QUE TINHA E DISSE:
- Ué... então entra aqui no carro que eu posso te ajudar. Vai pro banco de trás.
J.P. então virou de frente pra mim, com a mão na pica e logo entrou pro banco de trás.
Assim que J.P. entrou no carro e fechou a porta, passei para o banco de trás, com minha calça já bem mais baixa e minha pica bem dura.
J.P. ficou me olhando por uns instantes, até que tomei coragem e botei a mão em sua pica.
Assim que posicionei minha mão em sua rola, J.P. soltou um gemido.
Então comecei a reparar: a pica de J.P. não era tão grande, mas tinha uma cabeça bem visível e o saco era uma delícia. Estava bem lisinha e isso aumentou ainda mais o meu tesão.
Fiquei admirando por alguns instantes aquela rola, enquanto ouvia J.P. gemer e eu o punhetava.
- Caralho... que rolona gostosa. Essa cabeçona deve arromar um cuzinho.... ainda mais se for apertado igual o meu.
Falei isso e entrei nos meios das pernas de J.P.
Quando abaixei minha cabeça, pude ver mais de perto o quão bonita era aquela pica. A cabeçona estava bem molhadinha, sinal de que J.P. estava com muito tesão.
Então decidi sentir o cheiro daquela vara. Pra minha felicidade, exalava cheiro de sabonete. Sinal de limpeza. Fiquei sentindo o cheiro daquela pica por um tempo, até que passei minha língua na cabeça
- AAAAAAH! Gemeu J.P. Que delícia.
- Delícia é essa rola. Quero mamar nela. Tomar todo o leitinho. Quem sabe liberar meu cuzinho. (Falei).
- Então mama nessa pica, vai. Chupa essa porra logo.... sente o gosto da minha jeba na tua boca.
Entendi essa mensagem como uma súplica. E obedeci.
Botei aquela cabeçona todinha na boca. Fui descendo sem pressa, enquanto alisava o saco de J.P.
Fui mamando bem gostoso. Sentindo cada centímetro daquela rola. J.P. gemia tão gostoso, que meu único desejo naquela hora era de mamar pra ouvir o gemido. Chupei bem gostoso naquela rola por uns 3 minutos. Chupei na cabecinha. Passava a língua. Mamei o máximo que pude... mas queria mais.
Queria muito chupar e lamber o saco de J.P.
Por conta da posição que ele estava sentado, não conseguia chupar o saco com facilidade.
Então decidi que iria deixar J.P. quase pelado.
Tirei o seu tênis e abaixei sua calça todinha. Depois, tirei sua cueca e pedi pra deitar um pouco mais no banco e colocar cada uma de suas pernas em cima do banco.
J.P. fez como eu pedi. Ficou em uma posição em que, eu conseguiria chupar sua rola de forma completa.
Voltei a mamar naquela pica e logo desci pras bolas. Cada linguada que eu dava naquelas bolas era um gemido de J.P.
Mamava com tanta vontade que não queria parar.
Fiquei com tanta vontade de trepar que, ao ver J.P. com aquela rola na minha cara, comecei a passar o meu dedo naquele cuzinho. No início, J.P. tentou afastar minha mão, mas logo se rendeu. Continuei mamando em sua rola e brincando com aquele cuzinho.
EU QUERIA TREPAR.
Abaixei minha roupa toda e perguntei se J.P. iria me retribuir de alguma forma.
- Claro, ué... vira esse rabo pra cá.
Como o espaço do carro não era tão grande, pedi que J.P trocasse de posição comigo.
Então, me deitei ao banco, levantei minhas pernas e deixei elas bem abertas.
J.P. assumiu o outro lado.
Logo começou a alisar o meu cuzinho com seu dedo.
- Que delicia. Bem lisinho. Deve ser bom leitar esse rabo.
- Deixa ele bem molhadinho, vai! Quero sentir seu pau todo aí dentro.
J.P então fez uma das coisas que eu jamais irei me esquecer. Caiu de boca na minha pica. Eu gemia tanto. Pedia pra ele mamar.
Quando achei que acabaria por ali, J.P. desceu com sua língua e passou por cima do meu buraquinho.
Nesse momento eu fui ao céu. Que tesão que senti. Gemia igual uma putinha.
J.P, vendo que aquilo me agradava, abriu ainda mais a minha bunda e meteu sua língua no meu cuzinho.
Nessa hora, eu tinha CERTEZA que ele era o novo dono do meu rabo.
J.P. linguava meu cu com tanta vontade e eu apenas gemia. Gemia alto. Implorando por mais. Implorando por pica.
Depois de vários minutos sendo linguado, J.P. pediu pra eu permanecer na posição (que parecia um frango assado).
Obedeci. Queria ser usado. Queria sentir aquela rolona no meu cu.
J.P. deixou meu rabo muito molhado. Enquanto ele me linguava, reparei que tocava uma punheta de leve.
Não foi preciso muito.
Por conta do tesão, a baba daquela pica serviu como lubrificante.
J.P. começou a pincelar aquela vara no meu cuzinho. Cada pincelada era uma ida ao céu. Aquela cabeçona quentinha precisava de um buraquinho. E seria o meu.
- Mete esse caralho no meu cu, vai. Enche esse rabo de leite. Quero sentir ele todinho dentro de mim..
Após falar isso, J.P. inclinou-se em cima de mim e começou a meter.
No início, doía muito. Meu cuzinho é muito fechado. Somente um homem tinha comido ele.
Após insistência, relaxei ainda mais e pedi pra J.P. meter.
- Mete essa porra, vai. Usa esse cuzinho, vai. Faz ele de buceta.
Foi eu falar isso que comecei a sentir minhas pregas abrindo. J.P. foi empurrando aquela jeba no meu rego e gemendo como um macho no cio.
Após algumas bombadas de leve, senti o saco batendo na minha bunda. Estava no paraíso.
Então J.P. começou a meter sem medo. Socava toda aquela rola. Cada vez que seu pau saía por completo, meu cuzinho implorava por mais.
Aquela cabeçona entrava tão gostoso.
Gemia muito. J.P. também.
- Cuzinho quentinho. Bom demais pra meter. Se eu soubesse, já tinha te usado a mais tempo.
Não conseguia falar de tanto tesão que estava. J.P. continuava metendo muito e gemendo muito.
Após alguns minutos gemendo igual puta, voltei a atenção pra minha rola. Voltei a tocar uma, enquanto J.P. se deliciava no meu cu.
Ficamos nisso por mais um tempo, até que J.P. disse que queria gozar. Ouvir aquilo foi como um alívio pra mim. Não porque eu quisesse que ele parasse de meter no meu cu, mas sim porque precisava saber a sensação de ter meu cuzinho leitado.
- Enche meu cu de leite, vai. Goza nele. Imagine que você tá gozando dentro de uma buceta bem quente. IMPLOREI.
- Quer dizer que essa puta quer leite no rabo, é? Quer voltar pra casa com o cu cheio de leite, é?
- QUERO MUITO. GOZA NO MEU CU, VAI.
- Pois você vai ganhar porra nesse rabo. A partir de hoje, vou usar esse rabo pra gozar.
Após alguns segundos metendo, senti o pau de J.P. pulsar dentro de mim e logo em seguida, um gemido de macho no cio anunciava vários jatos de porra no meu cu. J.P. gemia tanto. Foi tanto leite no meu cuzinho... e mesmo após gozar, J.P. continuou metendo e gemendo baixinho.
Na tentativa de me satisfazer mais ainda, J.P. deixou sua rola no meu rabo e começou a tocar uma pra mim. Enquanto tocava, dava umas socadas de leve no meu rabo.
Ficou nisso por alguns minutos, até que anunciei que iria gozar e que não queria que ele tirasse o pau de dentro de mim.
GOZEI MUITO. ERA MUITA PORRA EM CIMA DA MINHA BARRIGA E DA MINHA CARA.
Enquanto eu me surpreendia com a minha gozada, J.P. aumentou o gemido e logo deu mais leite no meu cuzinho...
Para fechar com chave de ouro, ainda com o pau atolado no meu cuzinho, J.P lascou um beijo de lingua em mim. Retribui e permanecemos assim por alguns segundos. Até que senti aquela rola saindo de dentro de mim.
Ao tirar, dei um gemido gostoso e logo senti o leite de J.P. pingar do meu cuzinho.
Após, nos vestimos, limpamos os bancos de trás, para não deixar vestígios.
Passamos para o banco da frente e J.P ligou o carro e partimos.
No restante do caminho, ouvi diversos elogios a respeito do meu cuzinho e da minha boca.
"Jamais imaginei que esse cu era tão gostoso. Agora sei qual buraquinho vou usar. A boca é uma delícia... ainda vai tomar muito leite meu."
J.P. falava e eu só concordava. Estava exausto da trepada... mas isso não significava desinteresse. Muito pelo contrário, deixei bem claro pra J.P. que quero mamar muito mais naquela rola e liberar meu cuzinho sempre que ele quiser.
Chegamos em casa. J.P. então parou o carro e segurou minha mão.
- Mlk, obrigado pela noite. Lembra que isso é nosso segredo e que a partir de hoje, você é minha puta
- Não se preocupe. Vou fazer de tudo pra te satisfazer. Quero me acostumar a dar meu cuzinho pra você e ganhar muito leitinho nele.
(Disse isso e ainda apalpei aquela vara por cima da calça).
J.P. ainda me deu um beijo rápido na boca. Eu queria mais.... mas sabia que não podíamos correr risco ali na rua de nossas casas.
Dei tchau pra J.P. e desci do carro.
J.P. deu uma buzinada e partiu.
Ao entrar em casa, ainda com as pernas bambas, sentia meu cuzinho bem molhado por causa da leitada que havia ganhado. Meu cuzinho ficou dolorido por uns 4 dias, pois como disse, é bem apertado e apenas um macho tinha comido.
Depois desse dia, ainda não fiquei com J.P. de novo, mas o encontro direto e estamos planejando ir a um motel.
No motel, quero ser mais puta ainda. Quero sentir aquele pau socado no meu rabo e mamar como um bezerro.
Aquela pica mudou a minha vida. Só penso nela. Não vejo a hora de ser usado de novo por aquele macho.
(Espero que tenham gostado do conto. Logo volto pra contar sobre minha experiência com uma amiga. Sou Bissexual e assim como amo uma pica, amo uma buceta).
Quem for de Brasília, me manda mensagem. Bora tentar combinar algo. Quem for de fora, podemos organizar também.