Capítulo 07 – ENTRE A HIPOCRISIA E A PERVERSIDADE

Um conto erótico de NASSAU & ID@
Categoria: Heterossexual
Contém 6463 palavras
Data: 12/03/2026 16:18:26

HIPOCRISIA pode ser definida como: “A arte de exigir dos outros aquilo que não se prática”. Ou seja, as pessoas criam regras que não cumprem, impõem comportamentos que não seguem, esperam o respeito que não dão, e ditam princípios que não tem. E é neste cenário que se percebe a PERVERCIDADE do ser humano.

Novos personagens:

Coronel Smith (https://postimg.cc/VS0VxGzV)

Capitão York (https://postimg.cc/LhSmVfTS)

Charles Dubois (https://postimg.cc/2V4vK4pG)

Tarnos, 1939

Quando, no dia nove de abril daquele ano, os Alemães invadiram a Dinamarca e a Noruega, com a primeira se rendendo no mesmo dia e a segunda resistindo, Blanche alertou que a invasão estava próxima, porém, o que ouvia em resposta às suas preocupações é que não havia movimentação de tropas na fronteira entre Alemanha e França e não adiantava ela dizer que a invasão não aconteceria através daquela região.

Aquela foi apenas a primeira grande ofensiva alemã. A segunda teve início no dia dez de maio e, como que para provar a todos que ela estava correta, os alemães invadiram os países baixos e entraram na França pelo Norte, contornando a tão falada linha de defesa francesa. Paris foi ocupada no dia 14 de junho.

Com a Noruega e a Dinamarca já rendidas, Luxemburgo foi simplesmente ocupado, pois não reagiu e a Bélgica se rendeu em 28 de maio. Sem ter com quem contar e com sua capital tomada, a França assinou sua rendição no dia 22 de junho daquele ano. A Europa Ocidental estava praticamente nas mãos de Hitler que tinha, como único adversário naquele momento, o Reino Unido, que se recusava a capitular.

Antes da rendição da França, Blanche deixou Paris e viajou até Tarnos para se encontrar com Pierre e Gerard, levando consigo Hamdi e Grace. Ela desejava consultá-los a respeito do papel que deveriam desempenhar naquela guerra, pois não queria ficar de braços cruzados esperando por ajuda do exterior.

Lá chegando, se deparou com um problema. Gerard, sem saber do assunto que iriam tratar, levou com ele seus filhos, Michel e Aimée, e ela ficou muito aborrecida com ele, pois não confiava em nenhum dos dois e a presença deles ali impediria que tivessem a reunião que ela pretendia. Estavam nessa discussão quando Michel e Aimée entraram na sala.

O rapaz tinha passado perto da porta onde a conversa de seu pai e Blanche se desenvolvia e viu sua irmã com o ouvido colado na porta e se juntou a ela. Quando viu que eles eram o tema principal daquela conversa e sobre o que Blanche tinha em mente, não se conteve e, talvez pela primeira vez em sua vida, tomou a iniciativa de seus atos, pois segurou firmemente os pulsos de Aimée, abriu a porta e invadiu a sala, levando sua irmã a reboque e já entrou falando para Blanche:

– Eu ouvi o que vocês estavam falando e quero que você saiba, Blanche, que sou tão francês como qualquer um de vocês e, se tiver a chance de lutar pelo meu país, vou lutar.

– Deixe de ser idiota, Michel. Você não dá conta de nada. Como é que vai entrar em uma guerra? Só se for para morrer cedo. – Interrompeu Aimée, com desdém.

Ao contrário do que era de se pensar, aquela interrupção não atingiu Blanche que continuou calma e foi assim que se dirigiu aos irmãos:

– Muito louvável o fato de vocês estarem dispostos a darem a vida por nosso país. Acho que poderemos encontrar algo que vocês possam fazer. Vai ser muito útil.

Ao ouvir aquilo, Gerard entendeu que Blanche já tinha algo em mente e falou:

– Bom. Parece que você já tinha uma decisão tomada antes mesmo de nos consultar sobre o assunto. Então vamos logo conversar sobre isso, todos juntos – E depois, virou-se para Michel e pediu: – Filho, por favor. Encontre Pierre e o traga aqui.

O rapaz se dirigiu para a porta e apenas acenou a cabeça concordando quando ouviu Blanche fazer o seu pedido:

– E por favor, Michel. Traga também a Hamdi. Ah! E a Grace.

– O que aquela negra vai fazer aqui. Ela nem francesa é!

– Engano seu, Aimée. A Hamdi nasceu na Somália Francesa e isso faz dela uma cidadã francesa. Além disso, seu pai é francês e, se não tivesse sumido, ela seria cidadã de primeira classe e não de terceira.

– Para mim não passa de uma negra. Eu não quero essa mulher na mesma sala que eu.

– Muito bem, Aimée. Então saia, porque ela vai ficar aqui. – Ao notar que a loira ia se dirigindo para a porta, falou com voz severa: – Só que não é para sair dessa sala ou dessa casa. É para sair do país. Melhor ainda, saia da Europa. Vá para a América e fique longe daqui porque eu não confio em você que já ouviu o que não devia e com isso se tornou uma ameaça para os meus planos.

– E se eu não sair? O que você vai fazer.

– Eu? Nada! Mas conheço muita gente que vai adorar fazer algo para que você não vá correndo para o lado alemão e conte a eles sobre os nossos planos.

Aquela ameaça de Blanche contra sua filha deixou Gerard entre a cruz e a espada. Ele não concordava com Aimée e sempre a criticava por seu orgulho e ambição desmedida, porém, ela era sua filha. Por outro lado, ele gostou da proposição de Blanche em participar da guerra. Então ficou torcendo para que Aimée concordasse em sair do país.

O que aconteceu a seguir criou um impasse, pois Aimée não se moveu e ficou na sala com o olhar perdido, como se estivesse analisando as suas opções. Foi assim que Pierre a encontrou quando entrou na sala e foi informado sobre o que se passava, evitando tecer qualquer comentário. A loira só saiu de seu estado de contemplação quando Hamdi e Michel entraram na sala. Como sempre, a garota devia ter dito algo engraçado para ele que ria do comentário dela e a reação da loira foi contundente. Olhando para a africana como se olhasse para uma lata de lixo, falou se dirigindo ao irmão:

– Você acha que está se dando bem, não é Michel? Pois saiba que vai se arrepender disso. Quem mexe com lixo acaba cheirando mal. Aguarde e verá.

Michel, ao ouvir a irmã, parou de rir no mesmo instante enquanto olhava assustado para ela, causando uma reação de desapontamento em seu pai que moveu lentamente o rosto de um lado para o outro em uma desaprovação à reação do filho. Pierre olhava pela janela como se estivesse interessado nas nuvens brancas que enfeitavam o céu e Blanche olhou fixamente para Aimée na esperança de que ela também a encarasse, mas como isso não aconteceu, ela não falou nada e, ao ver Grace entrando na sala se desculpando por ser a última a chegar, pediu para que todos se sentassem ao redor da enorme mesa usada para as refeições e começou a expor o que tinha em mente.

Na verdade, Blanche não tinha um plano definido e falou pouco, deixando bem claro que pretendia ajudar. Foi Gerard que levantou uma questão que despertou o interesse dela ao dizer:

– A coisa mais importante em uma guerra é a informação. Soldados lutam, oficiais comandam, generais definem estratégias e os políticos negociam. Mas tudo isso só dá certo quando as informações são precisas. Então, eu proponho que sejamos os coletores dessas informações.

– De jeito nenhum. Isso é espionagem e quando um espião é capturado sua morte é imediata. Não vou permitir que membros da minha família façam parte disso. – Disse Pierre.

– Nós já fazemos parte disso, tio. – Falou Blanche que já tinha entendido onde a sugestão de Gerard os levaria. E completou: – Ficar parado, sem fazer nada, não vai nos ajudar. A qualquer momento os invasores descobrirão que sou judia e bastará isso para se livrarem de mim e de todos vocês. Infelizmente, essa é a realidade. Ninguém está seguro nessa guerra.

A opinião de Blanche começou a conquistar a simpatia de alguns para a sugestão de Gerard e logo ela resolveu colocar o assunto em votação. Não uma votação se seria aceito ou não. O que ela queria era que cada um dissesse em voz alta se aceitava participar ou não, mas avisou:

– Lamento dizer que aqueles que não quiserem participar são livres para partir. Mas não poderão permanecer na França. É muito perigoso e qualquer suspeita, mesmo que fiquem de boca fechada, sempre serão lembrados que são próximos da gente e, quando isso despertar a atenção dos alemães, serão presos e interrogados. O que quero dizer com isso é que o risco não é só contra quem participar, mas para qualquer um que permanecer ao alcance deles.

– E quem não aceitar participar, para onde iria? – Perguntou Gerard.

– Não sei. Para qualquer lugar fora da Europa e não recomendo o norte da África. A Grace pode voltar para os Estados Unidos e aos outros recomendo a América do Sul.

– Eu não vou voltar para os Estados Unidos. Essa guerra não é nossa, ainda. Porque eu duvido que ela termine sem a participação dos norte-americanos. Então o que vou fazer é me antecipar. – Respondeu, Grace.

– E eu não tenho para onde ir. Vou ficar por aqui mesmo. Aliás, eu ficaria de qualquer jeito, vivi na Alemanha e sei como eles são ruins. Temos que combatê-los e estou disposta a usar tudo o que tenho. – Completou, Hamdi.

– Isso não significa nada. Você é uma ninguém. Não tem nada para perder. – Disse Aimée com desdém para Hamdi que agiu como se não fosse com ela. Sequer respondeu.

– Eu já disse que fico. – Falou Michel.

– Se meu irmão vai ficar, então eu também fico. Alguém tem que cuidar desse merdinha. – Falou novamente Aimée.

Faltava apenas a opinião de Pierre, pois Gerard tinha sido praticamente o pai da ideia. Então ele olhou demoradamente para Gerard e disse com sua voz educada:

– Aonde o Gerard for, eu vou junto.

Aquela manifestação na frente de todos era uma novidade que as situações extremas provocam. De repente, para aqueles dois homens, o mais importante era o amor que sentiam um pelo outro, sem se preocupar com a opinião de quem quer que fosse e, para espanto deles, todos os presentes olhavam para eles com um sorriso nos lábios, expressando a admiração que sentiam por ambos.

Depois disso, Blanche voltou a falar:

– Muito bem. O que temos no momento é isso. Agora, se vamos recolher informações, temos que ter para quem repassá-las e nosso trabalho começa aí.

Todos olharam para ela esperando pelas explicações que ela daria a seguir, porém, o que ela disse soou mais como ordens, ou seja, a garota já estava colocando a proposta em prática. Olhando para Gerard e Pierre, ela disse:

– Vamos manter essa mansão como nosso Quartel General. Ela fica longe de Paris e perto do litoral, o que vai facilitar enviar as informações que conseguirmos. Agora, passando para a parte de “a quem enviar as informações”, sugiro que o Gerard e o Pierre façam uma viagem à Inglaterra e entrem em contato com as autoridades inglesas.

Eles ainda não tinham ideia de que menos de duas semanas depois daquela reunião, a França estaria em poder dos alemães e Charles de Gaulle fugiria para Londres onde criou a França Livre.

Como já era tarde, Blanche sugeriu que todos passassem a noite ali. Na manhã seguinte, Pierre e Gerard iniciariam os preparativos para a viagem que fariam à Londres e, por esse motivo, ela sugeriu à Aimée e Michel que fossem com ela para Paris. O objetivo da moça era manter os dois sob vigilância, o que foi aceito com relutância pela loira e com imensa alegria pelo rapaz.

Naquela noite, quando todos foram se deitar, Blanche e Hamdi ficaram sentadas na varanda da mansão conversando e logo Grace se juntou a elas.

Grace era uma mulher na faixa dos trinta e dois anos. Americana de nascimento, filha de imigrantes europeus, aprendera cedo a transitar entre culturas e falava francês e alemão quase sem sotaque. Fisicamente, não chamava atenção: estatura média, corpo discreto, rosto comum que passava despercebido em uma multidão. Seus olhos, porém, denunciavam algo diferente: atentos, calculistas, sempre avaliando alternativas, rostos e silêncios. Antes de se juntar aos negócios de Pierre, trabalhou em bibliotecas e escritórios governamentais, lugares onde aprendeu o valor da informação banal e de detalhes negligenciados.

Muito simpática, ela gostava de Blanche que, aos poucos, ia abandonando a desconfiança que sentia por ela e retribuía esse sentimento. Nunca se zangava com ela, mesmo nos momentos em que, como era seu costume, Grace usava sua sinceridade para dizer algo que não apreciava. E foi o que aconteceu. As duas estavam falando de Pierre e Gerard e ela deu a sua opinião dizendo:

– Eu também admiro muito os dois. Como vocês dizem, são uns fofos. Mas o que eu acho fofas de verdade são vocês duas. Eu nunca vi duas mulheres se amarem com tanta discrição.

– Do que você está falando? – Perguntou Blanche enquanto Hamdi olhava para ela com a expressão indefinida que sempre fazia quando era pega de surpresa.

– Estou falando de vocês duas, lógico. Está na cara que vocês têm um rolo. São muito discretas, mas isso é uma coisa que não dá para esconder sempre.

Foi Hamdi que explicou:

– Se você está tentando dizer que formamos um casal, está errada. Eu amo a Blanche, mas não é esse tipo de amor. É como se fosse uma irmã. Mas não somos irmãs e, com isso, gozamos do benefício de podermos ir além de uma simples amizade.

– E isso não é amor? – Perguntou Grace diante de uma Hamdi calma e uma Blanche surpresa com o que sua amiga tinha acabado de dizer.

– Não do jeito que vocês veem o amor. O que eu quero dizer, é que não sou dona da Blanche e nem sua propriedade. A gente transa, mas não exigimos e não damos exclusividade. Ela pode transar com quem quiser e eu também. Eu acho que ela é um pouco ciumenta, mas isso é só porque ainda está confusa com as coisas que fazemos. Quando ela entender melhor, vai deixar esse sentimento de lado.

– Você quer dizer que, se eu quiser transar com a Blanche você não vai se importar? E que isso também vai acontecer se eu quiser transar com você?

– Só posso responder por mim. Não, não vou me importar. Quanto a ela, melhor que ela mesma responda. – E olhou para a amiga, incentivando a resposta.

– Eu não sei dizer. Preciso digerir melhor o que acabei de ouvir. Mas posso adiantar que não me considero lésbica. Já transei com um homem antes e gostei. – Ao ver que Hamdi olhava para ela, corrigiu: – Lógico que com a Hamdi é muito melhor, pois tem mais carinho e o prazer é mais bem compartilhado. Com meu antigo namorado parecia que, depois da primeira vez, ele só se preocupava com o prazer dele.

– É. Tem homens que são assim. Mas quando encontramos um que sabe dar prazer a uma mulher, também vale a pena. – Concordou Grace.

Foi Hamdi que viu nas entrelinhas a mensagem que Grace tentava transmitir e perguntou:

– Espere um pouco. Quando você diz que “também vale a pena”, esse “também” quer dizer que tem outros que não são homens. Quer dizer … imagino que você esteja se referindo a mulheres. Isso me faz perguntar, você gosta de transar com mulheres, Grace?

– Bingo! Adivinhou! Sou mais uma para o time de mulheres que apreciam o sexo pelo prazer. Se é homem ou mulher, não importa. O que vale a pena é dar e receber prazer.

– Humm. Essa é das minhas. – Falou Hamdi sorrindo.

– Hamdi! O que é isso, menina. Não seja safada! – Falou Blanche fingindo estar zangada, mas deixando claro que apenas provocava a garota.

E se não fosse assim. Se por acaso Blanche estivesse sentindo ciúmes e chamado a atenção da amiga e amante, já era tarde, pois ao ouvir isso, Grace olhou para a garota como se fosse uma predadora e a ela a sua presa. A reação foi inesperada, pois Hamdi agiu do mesmo jeito que sempre agia quando estava prestes a transar com Blanche que, notando isso, entendeu que nada mais podia fazer e analisou seus sentimentos, percebendo que sentia um pouco de ciúme, porém, o sentimento mais forte era o de tesão e já imaginava ver a garota nos braços daquela mulher madura. Pelo menos, mais madura que elas.

E não foi preciso ninguém dizer mais nada. Grace se levantou, se aproximou de Hamdi e estendeu a mão para ela enquanto falava:

– No seu quarto ou no meu?

– Melhor no seu. Eu costumo dormir no quarto junto com a Blanche.

– Se vocês duas pensam que vão para a cama sem mim, estão doidas. Vamos já para o nosso quarto. Eu é que não vou ficar fora disso.

Rindo do comentário de Blanche, Grace colocou um braço nos ombros de cada uma delas e entraram na casa rindo, sem perceber que, olhando pela fresta da porta da biblioteca que estava com as luzes apagadas, Aimée assistia àquela cena. Ela correu para se esconder naquele local quando percebeu que, do esconderijo onde estava na sala ouvindo a conversa das três, seria descoberta.

O prazer em descobrir aquele segredo de Blanche era tão grande que Aimée quase teve um orgasmo. Ela era assim. Fazer maldade para os outros lhe dava um enorme prazer.

Ao entrarem no quarto, Grace beijou a boca das duas garotas e depois puxou Hamdi a levando em direção à cama enquanto dizia para a Blanche:

– Nós duas vamos começar. Mas você fique à vontade para entrar na nossa festa quando quiser.

A ideia de ser apenas plateia daquela transa animou Blanche por ser uma novidade. Então ela pegou uma poltrona que estava encostada na parede e a arrastou para perto da cama, se sentou e ficou assistindo.

A princípio não teve novidade nenhuma. Grace e Hamdi começaram a se beijar e logo suas mãos exploravam, uma o corpo da outra, com suas roupas sendo retiradas lentamente. A garota africana era mais afoita e Grace logo estava usando apenas as roupas de baixo enquanto a mulher mais madura agia com calma e, a cada pedaço do corpo da morena que era revelado, beijava aquela pele macia e morena com a calma de quem tem a eternidade toda para fazer aquilo.

Quando Hamdi finalmente ficou nua, Grace já tinha perdido toda a sua roupa, enquanto Blanche, com as pernas abertas, também se livrara de suas e tocava seus seios, começando a gemer sem poder conter o tesão que sentia.

Nesse momento, Grace teve que usar de força para subjugar Hamdi que, dominada pelo desejo, a empurrava em direção à cama, demonstrando que desejava provar o sabor de sua buceta. Ela a impediu e conseguiu inverter a situação. De repente, era Hamdi que estava deitada de costas na cama enquanto Grace lhe dava um selinho e deslizava sua boca pelo pescoço da garota africana.

(Imagem: https://postimg.cc/hfbzrcxC)

A americana desceu em direção ao quadril de Hamdi, se aproximando de sua buceta. O momento da posse chegara. Todos sabiam disso e Blanche reagiu ao momento enfiando dois dedos em sua buceta melada enquanto Hamdi levantava seu quadril agindo como se a sua bucetinha tivesse adquirido vida própria e buscava pelo contato com a boca daquela amante experiente.

Só que não era esse o plano de Grace. Depois de elogiar a aparência da buceta de garota dizendo que adorava quando a mulher mantinha os pelos aparados, deslocou sua boca para o lado e voltou a subir, lambendo a barriga lisa e indo em direção aos seios da garota. Hamdi gemeu e ninguém soube dizer se esse gemido era um protesto por não ter o seu desejo de ser chupada atendido ou se era aquela língua áspera e experiente a provocando daquele jeito. Então sentiu a boca ir se aproximando de seu mamilo e prendeu a respiração.

Primeiro a língua lambeu a auréola marrom escuro e depois bateu no bico dos seios como se fosse um sininho e a reação da morena foi inesperada. Um grito foi ouvido e ela voltou a erguer seu quadril como fizera antes sem encontrar o contato que tanto desejava. Sem acreditar no que estava acontecendo, Hamdi gozou pela primeira vez na sua vida sem que sua buceta estivesse sendo tocada. Como se um raio partisse do corpo dela em direção à Blanche, essa gozou junto com ela, agora com três dedos enfiados em sua pequena buceta.

Grace passou a explorar o outro seio de Hamdi que tinha orgasmos sucessivos. Então ela se lembrou de Blanche e fez sinal com o dedo indicador a chamando para perto delas e, quando viu que ela se aproximou, parou de sugar os seios da menina e falou:

– Agora você vai assistir, de perto, como é que se deve chupar uma buceta. Deite-se aqui.

Dizendo isso, Grace posicionou Hamdi deitada de costas e atravessada na cama, com as pernas para fora dessa e mandou que Blanche se deitasse em uma posição perpendicular a ela e apoiasse a cabeça em sua barriga, ficando a poucos centímetros da xoxota da garota africana. A seguir, ajoelhou-se no chão se posicionando entre as pernas da morena e foi aproximando sua boca daquela buceta, prestes a gozar mais uma vez, só de antecipar aquela mulher experiente a explorar seus sabores.

Como se estivesse dando uma demonstração de luxo, Grace aproximou sua boca da xoxota de Hamdi e a beijou por inteiro. Mais uma vez o quadril dela se ergueu, independente do peso da cabeça de Blanche que se apoiava em seu ventre, querendo um contato mais forte. Mas Grace parecia já esperar por isso, pois afastou a cabeça e continuou explorando aquela bucetinha apenas com a ponta de sua língua. Tocou os grandes lábios e se dirigiu ao seu grelinho inchado que, naquele momento, ultrapassava os grandes lábios e se exibia como uma fruta madura implorando para ser devorada.

E, finalmente, ela recebeu o que tanto queria. Com uma experiência de mestre e com Blanche assistindo a tudo a menos de vinte centímetros, aquele grelinho foi lambido, surrado com a língua e depois sugado ao ser preso entre os sensuais lábios de Grace.

Não precisou mais de um minuto para que Hamdi gozasse mais uma vez. Só que agora, ao tentar levantar o quadril, encontrou a resistência de Grace que fez pressão com as mãos em seu quadril e forçou para baixo a imobilizando, enquanto sugava com gosto aquele saboroso botãozinho do prazer.

Só depois de sugar todo o suco que escorria da xoxotinha de Hamdi, Grace aliviou a pressão e permitiu que ela se arrastasse sobre a cama para se deitar sobre o travesseiro. Depois, ajudou Blanche para que se deitasse no meio da cama, ao lado de Hamdi e, se deitando do outro lado, fazendo com que a francesinha ficasse entre as duas. Só então começou a beijar sua boca e a tocar levemente seu corpo, como se estivesse propondo que ambas tivessem momentos românticos.

Não era o que Blanche queria. Mas estava tão bom que ela não reclamou e permitiu que ficassem assim até que Hamdi se recuperasse e Grace, ao ver que ela estava pronta para outra, sugeriu:

– Agora você pode nos mostrar se aprendeu direitinho fazendo com a Blanche tudo o que eu fiz com você.

Não se sabe se, por já ter alguma experiência por ter sido obrigada a se prostituir ou se realmente aprendeu o que Grace lhe mostrou, Hamdi deu um show fazendo com que Blanche tivesse que morder a própria mão para não acordar a todos na mansão, até que a mulher mais velha resolveu cooperar e, sentando-se sobre seu rosto, ofereceu sua buceta cheirosa para que fosse chupada.

Era a primeira vez que Blanche chupava uma buceta que não fosse a de Hamdi. Era diferente em tudo. Mais inchada, com os grandes lábios se abrindo para fora e um grelo maior que dois centímetros que se assemelhava a um minúsculo pênis que ela, adorando a novidade, chupou com avidez. O cheiro e o gosto também eram diferentes e a inexperiente garota francesa estava tendo sua primeira lição de que não há dois órgãos sexuais idênticos. Sejam masculinos ou femininos, cada uma tem suas próprias características, como ela ia descobrir no futuro.

E, como se fosse um roteiro escrito por um experiente fodedor, as duas gozaram no mesmo instante e Blanche perdeu momentaneamente o sabor da buceta de Grace por se sentir fora de si com o orgasmo proporcionado por sua amante, agora mais experiente. E ela também se sentiu poderosa, depois de perceber que o néctar expelido pela xoxota de Grace ao gozar foi tanto que quase a afogou, chegando a se engasgar.

Depois disso, descansaram mais um pouco antes que as duas garotas se dedicassem a dar à Grace mais um orgasmo, no que foram bem-sucedidas, pois ambas tinham aprendido a lição de como chupar uma xoxota.

Na manhã seguinte, Hamdi foi acordada com o balanço da cama e os gemidos de Blanche e Grace que se davam um bom dia de uma forma totalmente diferente, com as duas envolvidas em um sessenta e nove ultra excitante.

Quando desceram para o café da manhã, todos os outros presentes na mansão estavam terminando seus desjejuns e, com exceção do Michel, olharam para elas com a expressão que revela estar sabendo o que fizeram. A diferença foi a de que, enquanto Pierre e Gerard a olhavam como se as parabenizassem, Aimée tinha um brilho de júbilo no olhar, enquanto pensava em como fazer com que a cena que vira das três se abraçando e indo em direção ao quarto lhe rendesse dividendos.

Depois do desjejum, todos seguiram seus rumos. Pierre e Gerard se dirigiram à cidade de Tarnos na intenção de alugarem um barco que os levasse até a Inglaterra e os demais foram para Paris.

Foram duas semanas de espera, sem que os dois emissários enviados a Londres dessem alguma notícia. Até que eles retornaram apenas para informar que não havia como penetrar na barreira criada para se chegar às autoridades inglesas. De mãos vazias, eles não podiam fazer nada.

Durante esse tempo a França se rendeu e Charles de Gaulle fugiu para a Inglaterra. Blanche consultou Gerard e Pierre sobre esse acontecimento e nessa conversa decidiram se não era o caso de procurar pelo ‘General’ que era como se referiam ao herói francês. Nova viagem foi feita para a Inglaterra e, dessa vez, bastou uma semana para retornarem.

De Gaulle já tinha começado a recrutar pessoas para lutar pela França, o que fazia com que fosse fácil se aproximar dele. Ouviu a proposta e perguntou se havia o interesse de que aquelas pessoas se juntassem à Resistência Francesa que ele e Jean Moulin estavam criando. A ideia foi rechaçada porque, segundo Gerard, os grupos deviam agir de forma isolada para impedir que, quando o membro de um deles fosse capturado, revelasse sob tortura as informações que levassem à captura do outro.

Charles de Gaulle gostou da ideia, principalmente quando soube que esse grupo não dependia de apoio financeiro, mas apenas logístico e de treinamento para aprimorarem seus conhecimentos. Por estar ainda engatinhando na montagem de um exército para libertar a França, ele optou por encaminhar os dois emissários de Blanche para os ingleses que, agora sabendo do que se tratava, os receberam imediatamente.

Não gastaram muito tempo para criar um esboço de como funcionaria a criação de um grupo com a finalidade de espionar. Os ingleses forneceriam profissionais experientes para treinar os componentes do grupo e manteria um submarino ou barco sempre disponível para, quando necessário, recolher as informações que eles conseguissem, ou até mesmo pessoas, e os levassem para a Inglaterra, sendo que, no caso de informações importantes, essas seriam transmitidas por rádio assim que fossem entregues aos portadores ingleses.

Uma semana depois, Pierre e Gerard regressaram a Tarnos onde os demais membros da reunião anterior esperavam por eles. Em sua companhia, dois ingleses e um francês. Dos ingleses, um era o Coronel Smith que comandaria o grupo até concluírem o treinamento e o outro era o Capitão York, um especialista em todos os tipos de armamentos e combate em guerrilha que passaria seu conhecimento aos aspirantes a espião. O francês era Charles Dubois que foi apresentado como sendo especialista em artes marciais e se encarregaria de treinar a todos.

Logo no início da primeira reunião, ao saber o papel de cada um, Blanche questionou o Coronel dizendo:

– Tudo bem. Vamos aprender a usar armas e golpes de caratê, entre outras coisas. Eu não sou experiente em espionagem, mas sei que, para conseguir informações, precisamos nos aproximar dos alemães e não vamos fazer isso dando tiros ou batendo neles. Então, queria que o senhor me explicasse qual a utilidade que esses treinamentos vão ter para nós.

– Haverá momentos em que terão que lutar, acredite. E é melhor que vocês estejam preparados para isso. Quanto às armas, elas ainda têm a vantagem de poderem ser usadas para que vocês tirem suas próprias vidas. – Respondeu o Coronel e, diante do clima fúnebre que sua fala provocou, acrescentou: – Eu sei que estou sendo rude. Mas peço mais uma vez. Acreditem em mim. Qualquer um de vocês vai preferir estar morto do que ser capturado. Não pensem que, se isso acontecer, vocês vão ser simplesmente fuzilados. Não, antes disso, sofrerão as piores torturas e farão isso mesmo se acreditarem que não tem mais nenhuma informação para tirarem de vocês. Todo torturador é um sádico e, como tal, sentirão prazer em fazer isso. Desculpem se os estou assustando, porém, lembrem-se de que estou aqui a pedido de vocês e não o contrário.

Diante da gravidade do que o Coronel falou, Blanche se dirigiu a todos e falou:

– Muito bem pessoal. Agora que sabemos o que nos espera, sou obrigada a perguntar novamente. Quem quer participar disso? Se alguém aqui quiser sair, esse é o momento. Só aviso que as condições anteriores continuam valendo para quem resolver sair.

Depois que todos declararam que iriam continuar, o Coronel Smith quis saber quais eram as condições e, depois de informado, disse:

– Muito piedosa essa chance de fugir para outro continente. O normal nesses casos é que a pessoa saia totalmente de circulação.

Novamente a frieza do homem constrangeu a todos. Blanche ficou imaginando que a crueldade não era uma exclusividade dos alemães, pois se fosse, aquele homem estaria lutando para o outro lado.

Depois dessa reunião, eles foram levados à garagem que tinha sido ocupada pelos novos integrantes que vieram da Inglaterra e descobriram que, enquanto estavam reunidos, alguém tinha visitado aquele local, caixas e mais caixas que antes não estavam ali, tinham sido levadas até a mansão e, quando as primeiras foram abertas, nelas havia uniformes de soldados que seriam entregues a cada um deles, com uma explicação:

– Vocês terão até amanhã cedo para ajustarem essas roupas e se apresentarem no pátio em frente da mansão devidamente fardados. A partir de então, serão soldados e a vida de vocês não pertencerá mais a vocês e passarão a ser minha propriedade. – Disse o Coronel e ainda acrescentou quando viu que ninguém estava disposto a dizer nada: – Vocês não terão mais vontades, não terão sede e nem fome, a não ser quando eu permitir. Então, se apressem.

Dizendo isso, ele olhou para o capitão que, com a ajuda de Charles, começou a tirar roupas e calçados das caixas e jogar neles. Quando cada um deles já tinham recebido dois fardamentos de treino militar e um para ginástica, assim como três pares de calçados diferentes, Hamdi falou com uma bota na mão:

– Olha. Tudo bem com as roupas largas. Elas eu ajusto. Agora, o senhor pode me dizer como é que eu faço para manter meus pés dentro disso?

Falando isso, ela mostrou que a bota que tinha nas mãos era do número quarenta e quatro ou maior, enquanto ela calçava trinta e cinco. O Coronel dirigiu ao Capitão um olhar de censura e esse, sem expressar nenhuma reação de estar contrariado, pegou um novo par de botas e atirou na garota que, desprevenida, foi atingida no ombro e já ia protestar quando Blanche entrou na sua frente, se abaixou e pegou as botas que, depois de atingi-la caíram diante dela e entregou em sua mão enquanto dizia baixinho:

– Não fale nada.

– Eu não ia dizer nada demais. Só mandar ele enfiar esse sapatão dele naquele lugar.

– O QUE VOCÊ FALOU, SOLDADO?

O grito do Capitão assustou a todos. Porém, antes que Hamdi respondesse, o Coronel interveio falando:

– Calma Capitão, eles ainda não são soldados. Você ouviu quando eu prometi a eles que isso só vai acontecer amanhã cedo.

Sem contestar, o Capitão deu para Hamdi um olhar homicida e ela sentiu um tremor em seu corpo. O treinamento nem tinha começado e ela já estava na mira do Capitão que, pelo jeito, também era “malvadão”.

Diante das expectativas de como seria a vida deles a partir do dia seguinte, eles se recolheram para dormir, sem saber que, não longe dali e em terras de propriedade da família Leblanc, um grupo militar usando roupas civis montavam um acampamento em meio à floresta.

Quando se preparava para dormir, Blanche olhou pela janela e viu algo que chamou sua atenção, chamando Hamdi para ver também enquanto perguntava:

– Quem é aquela ali? Parece a Aimée!

– É ela mesma, – respondeu Hamdi e depois emendou: – Mas aonde aquela branquela aguada vai numa hora dessas. Já passa das dez da noite! Ah, não! Eu tenho que conferir isso. – Disse ela já vestindo um roupão por cima da camisola que usava e se dirigindo para a porta.

– Hamdi, volte aqui. Onde você pensa que vai?

– Vou ver aonde a Aimée vai, lógico! Você não vem comigo?

– Pare com isso Hamdi. Por que eu faria isso?

– Uai! Mas não é para isso mesmo que a gente vai treinar? Para ser espiã? Então que mal há em praticar um pouco antes?

– Sua enxerida, você não ... HAMDI!

Mas já era tarde. A morena já tinha saído do quarto deixando Blanche com uma sensação que variava entre o divertido e o curioso. Ela adorava o jeito despachado da garota mesmo quando brigava com ela por causa disso e, por outro lado, a curiosidade de saber o que Aimée iria fazer tomava sua mente. A desconfiança ainda estava lá.

Hamdi tinha prestado atenção para qual lado a loira se dirigia. Era uma região que ela tinha visitado uma única vez e, se não voltou mais lá, foi por causa do cheiro horrível e o cenário grotesco que viu, pois lá era onde existia a pocilga, local onde se criavam os porcos da propriedade.

Sem ter uma ideia exata para onde se dirigir, foi direto para aquele local, apesar do cheiro forte que lhe dava ânsia. No futuro ela ia aprender que, ao seguir alguém, deveria ser mais cuidadosa, pois quase foi descoberta em sua “tarefa”, só não acontecendo por sorte, pois, quando ela ia ultrapassando o local que encobria a visão dos chiqueiros, ouviu a voz de Aimée gritando:

– Aí caralho. Você está me arrombando, seu velho fedido!

Alertada de que a pessoa por quem procurava estava perto, foi para o meio das árvores até encontrar um local onde pudesse ficar oculta e ter uma visão do que acontecia, embora já tivesse uma ideia.

Mesmo já tendo sido alertada pelo grito que ouviu, Hamdi não estava preparada para o que viu. A cerca de trinta metros dela, viu Aimée deitada sobre a grama rala e, por cima dela, um homem enorme a fodia com uma força exagerada.

O corpo branco de Aimée quase não era visto, pois o homem era muito grande. E quando ele olhou para o lado, Hamdi sentiu o arrepio que refletia o asco relacionado ao que via. Nunca em sua vida ela tinha visto alguém tão feio.

O homem era deformado, com um nariz torto para um lado e parecia que lhe faltava parte dos lábios, pois seus dentes podres podiam ser vistos. Ele esboçou alguma coisa que podia ser interpretada como um sorriso e ela entendeu que não via os dentes da parte de cima porque não existia nenhum.

Hamdi foi distraída de sua observação daquela figura horrenda quando Aimée voltou a gritar:

– Vai logo, velho nojento. Seu estúpido. Fode meu cu com mais força seu animal. Fode que eu já vou gozar.

Foi como se a loira tivesse o dom de controlar o prazer do homem, pois mal acabou de falar ele começou a urrar como um animal ferido enquanto ela se esfregava com mais velocidade no barro formado pela grama e a terra do local. Assim que terminaram, ainda ficaram deitados no local. Recuperando a respiração.

(Imagem: https://postimg.cc/4npmfsWW)

Enojada e ao mesmo tempo assustada com o que via, Hamdi se afastou cuidadosamente para não fazer ruído, em um zelo desnecessário, pois, no estado em que aqueles dois estavam, ela poderia soprar uma corneta que eles não perceberiam. Ao se afastar, não caminhou cinquenta metros e teve que parar, pois a junção da cena que presenciou com o terrível odor do local, fez com que ela sentisse ânsia e vertigem. Quando finalmente conseguiu se recompor, andou em direção à mansão como se fosse um robô.

Ao chegar, Blanche esperava por ela, mas quando abriu a boca para criticá-la, ela esticou o braço com a palma da mão voltada para frente como se pedindo para ela não dizer nada e correu para o banheiro.

Blanche, preocupada, foi atrás dela e a viu vomitando no vaso sanitário e, logo depois, colocando as mãos em concha para pegar a água da torneira da pia e jogar no rosto. Assim que a amiga entrou, disse:

– Meu Deus! Eu já fui uma puta e vi muitas coisas. Mas isso supera todas as taras e perversidades que já vi ou ouvi falar.

A curiosidade de Blanche era enorme, porém, menor que sua preocupação. Então ela foi providenciar remédio para sua amiga e ficou ao lado dela até conseguir levá-la para a cama onde ficou falando baixinho e afagando o cabelo da morena até que ela dormisse.

Só então se ajeitou para dormir também. Seu último pensamento era que o dia seguinte seria o dia 12 de julho, dia em que daria início a uma nova vida cujo futuro era uma incógnita e, além disso, ia precisar descobrir o que Hamdi tinha visto que a deixara naquele estado.

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PS: Queridas e queridos, se não for pedir muito, eu gostaria que vocês nos dessem um feedback sobre as imagens que estamos colocando nos capítulos.

Isso seria um grande motivador e encorajador para que essa que vos escreve continuasse nesse trabalho de formiguinha.

Até porque da trabalho!!!

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Comentários

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Espero que aproveitem !!!

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