Capítulo 4
— É, ele tá mole, mas já acordando.
— Mulher, eu quero isso duro agora. Deixa andar. Bota essa coisa de pé pra eu ver.
Eu soltei o vestido, deixei ele cair um pouco, peguei a cerveja no chão pra dar um gole, mas ela não deixou. Quando o tecido desceu cobrindo de novo, ela meteu a mão rapidinho e levantou tudo outra vez, segurando a barra bem alto contra meus gritos de protesto.
— Caralho que coisa linda, Rebeca. Por que você não me mostrou isso antes?
Ela ficou olhando fixo, os olhos brilhando, a respiração um pouco mais rápida, como se não acreditasse que finalmente tava vendo de perto. O pau deu uma pulsadinha involuntária com o ar fresco e o olhar dela, batendo de novo na coxa esquerda, um barulhinho molhado de pele contra pele.
— Se quiser ver minha periquita molhada, já dá! — falou ela rindo demais, jogando a cabeça pra trás como se fosse a coisa mais normal do mundo.
— Espera, deixa eu ver se eu consigo, deixa eu pensar no Teo sentado na educação física de pernas abertas — fechei os olhos pra tentar formar a imagem na cabeça, dei aquelas trancadinhas leves com os músculos pra forçar ele a endurecer de vez, mas não rolou direito, ficou só meio inchado, balançando devagar.
— Nossa, ele é um gostoso — ela disse sem tirar os olhos, segurando as próprias mãos no colo como se tivesse medo de estender e tocar — e é pesado amiga? Você sente o peso dele?
— É pesado quando eu pego ele na mão, mas no geral só sinto ele dependurado, parece os peitos quando você corre, sabe? Balança um pouco, incomoda às vezes.
— Ahn — ela fez concordando com algo que provavelmente nem tinha vivido, mas fingiu que entendia perfeitamente.
— Fazer xixi de pé é bom?
Ela não era a primeira que me perguntava isso, sempre rolava essa curiosidade boba quando alguém descobria.
— É prático, mas eu prefiro sentada. Respinga tudo, vira bagunça.
Ela ficou olhando em silêncio, os olhos grudados ali, e a gente começou a ficar sem graça de verdade. O ar frio da serra entrava pela janela, arrepiava a pele das minhas coxas, e eu senti ele começando a diminuir devagar, voltando pro estado mole, encolhendo um pouco contra a coxa.
— Você tá se segurando pra não colocar a mão né? — soltei rompendo o silêncio sem dizer que era o que eu queria que ela fizesse.
— Sim, você me conhece né?
— Foda-se, pega. — Ela estendeu a mão devagar, palma aberta, e eu dei um passo pra trás levando a cintura pra longe por instinto interrompendo o movimento dela . — Mas eu não me responsabilizo hein.
E ela riu, ficou nervosa, prendeu o cabelo atrás da cabeça refazendo o rabo de cavalo com os dedos tremendo um pouco e veio, com as duas mãos.
Primeiro ela só encostou as pontas dos dedos na base, como se tivesse medo de quebrar algo. A sensação foi estranha pra caralho, diferente de quando eu mesma toco. A mão dela era quente, macia, menor que a minha, e o toque veio de fora, de outra pessoa, alguém que eu não controlava. Meu corpo inteiro arrepiou de uma vez, um frio subiu pela espinha misturado com um calor que desceu direto pro pau. Eu passei a língua nos lábios umedecendo e senti meios seios ficarem arrepiados. Ele respondeu na hora, pulsou forte contra a palma dela, crescendo mais, ficando mais reto e duro. Eu senti o sangue correndo todo pra lá, latejando devagar, e um tesão que começou baixo na barriga e foi subindo rápido, apertando o peito, deixando a respiração curta.
Ela perguntou baixinho, quase sussurrando.
— Posso puxar a pele pra trás?
Eu balancei a cabeça que sim, sem conseguir falar direito. Ela segurou com cuidado, virou ele devagar pra um lado, depois pro outro, explorando como se fosse uma coisa nova e frágil. Os dedos dela deslizaram pela pele, puxando a glande pra fora com delicadeza, expondo tudo. O ar frio bateu ali e me fez soltar um gemidinho baixo sem querer. Era sensível demais, cada movimento dela mandava uma onda de prazer que subia pelas pernas, fazia os joelhos tremerem. Ele pulsava mais forte agora, latejando no ritmo do meu coração acelerado, e eu sentia ele inchando mais, ficando quente e pesado na mão dela. O tesão crescia sem parar, uma pressão gostosa que se espalhava pelo corpo todo fazendo meu saquinho pompom rosa ficar arrepiado.
— Essa porra vai dar merda Jana... isso me deixa excitada caralho.
Ela riu de novo, mas dessa vez era um riso rouco, nervoso, os olhos grudados ali, brilhando.
— Amiga, juro que nunca me passou pela cabeça quando você dizia que ia tocar uma siririca era uma punhetinha que você tocava...
Verdade, eu sempre dizia pra ela que ia me tocar ou tocar uma siririca, pra mim era assim que as meninas falavam. Eu usava as palavras delas pra não ter que explicar o que eu realmente fazia: segurava ele com a mão, subia e descia devagar até gozar, limpava tudo rápido e fingia que era normal. Mas agora com a mão dela ali, explorando, virando, apertando de leve, eu não conseguia mais fingir nada. Era real, era dela, e o tesão tava me dominando inteira.
— Jana...
Ela correu a mão pro saco primeiro, passando os dedos bem devagar, como se testasse a textura da pele fina e quente ali. Era leve, quase cócegas, mas cada roçar mandava uma faísca direto pro meu ventre, fazendo o pau pulsar forte contra a palma dela. A sensação era louca: quente, estranha, boa demais. Ninguém nunca tinha tocado ali de fora, e o corpo inteiro reagia como se tivesse acordado de repente. A pele arrepiava, os mamilos endureciam debaixo do vestido, e um calor molhado começou a se espalhar por baixo, mesmo sem nada pra pingar. Ela envolveu o saco inteiro com os dedos, apertando de leve, testando o peso, o quanto cabia na mão dela. Era macio, pesado, e cada aperto fazia o pau latejar mais alto, subindo reto, inchando na glande rosa que ela ainda segurava com a outra mão.
— Jana... — chamei de novo, voz saindo rouca, mas ela ignorou, olhos grudados ali, concentrada.
— Rebeca. Ele não cabe na minha xereca não... — O pensamento ganhou forma em sua boca. — Olha o tamanho disso?
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