Pai e filho! Primo Fabinho se do recheio de pai e filho e recebendo muita porra por recompensa

Um conto erótico de Paizão Incestuoso
Categoria: Gay
Contém 5166 palavras
Data: 12/03/2026 13:41:53

Olho pra cueca de meu pai e percebo sua rola se avolumando, nada que pudesse chegar a ser uma ereção, mas com certeza, ja estava mais encorpada e a mancha melada na região da cabeça, entregava que a imagem, ja estava mexendo com sua libido... Meu cacete começava a crescer dentro da bermuda e nesse momento, Fabinho se virou de frente, retornando em direção a sala, olhando a nos dois nos olhos... Meu pai no mesmo instante disse:

_Tudo pronto!!!! vamos comer!!??

Meu primo deu um sorriso e respondeu:

_vamos sim!!!!

O desenho da rola de meu primo dentro da sua cueca, era perfeito, como se o moleque fosse esses modelos de filmes ou revistas de cuecas... Ficava saliente todas as silhuetas, as veias, o delinear da cabeça... Era fino na cabeça e ia engrossando até chegar na base... as bolas grandes e redondas, ficavam bastante visível embaixo daquele tecido... impossível não se perceber... Imaginei ele de sunga na praia ou na piscina, com certeza os olhares se voltariam pra ele... Por um instante, imaginei nos três juntos... Se as pessoas ja olhavam eu e meu pai, imagina agora, com Fabinho junto!!!

Durante o lanche, conversamos bastante e rimos muito, mas entre uma risada e outra, sempre encontrava o olhar do meu pai... aquele olhar de cumplicidade, que parecia sempre querer dizer alguma coisa ou perguntar outra... Fabinho estava bastante a vontade e em menos de duas horas depois do moleque estar dentro do nosso apartamento, pela primeira vez, ja não achava sua visita tão indesejável assim... Não sei se meu pai pensava assim também, ou se percebia o que eu estava pensando, mas os olhares dele, tinham um ar de mistério e também de safadeza.. Em um determinado momento, fui no banheiro mijar, aproveitei e tirei minha bermuda, ficando apenas com minha cueca... sempre uso o modelo cavado, não sou adepto da boxer... estava usando uma azul e como sempre, as últimas gotas do mijão, são da cueca, o que acabou deixando mais evidente minha rola dentro dela... e pude perceber, que não passou desapercebida aos olho do meu primo... Ele olhou, e em seguida baixou a cabeça, como se estivesse ficado envergonhado... eu naturalmente, retornei a mesma e sentei, em frente ao meu pai.. bastou eu sentar, pra sentir o dedão do meu coro deslizar pela minha pernas, roçando os pelos de minha perna e com certeza, olhei em seus olhos e meu pau reagiu na hora... Ele sabia que isso iria acontecer, sabia que bastava eu sentir qualquer toque dele pra meu corpo reagir... Só não estava entendendo, o porque dele estar fazendo aquilo ali, naquele local e naquele momento, em frente ao meu primo...

Tentei me concentrar em outros assuntos, sobre aa vida do Fabinho, saber como era o local que ele morava, as festas, o que fazia pra se divertir, os amigos... Acabei descobrindo que ele mora em uma cidade bem pacata, sem muita coisa pra fazer e que quando quer se divertir, tem de ir pra uma cidade a uns 30 km... Não tem muitos amigos, apenas alguns colegas da faculdade e do trabalho.. me pareceu uma vida bem sem graça e sem atrativos... Em momento algum, ele mencionou namorada ou sexo...

Enquanto conversávamos, meu pai foi tirar a mesma e claro que em alguns momentos o olhar de meu primo se desviou em direção ao tio... ora apenas dando uma olhadinha, outras respondendo algo que meu pai perguntava... Após o lanche, meu pai veio pra sala, sentou no sofá, prnas bem abertas, procurando algo na Tv.. Colocou umas musicas no You Tube, e depois pegou três cervejas e as trouxe, oferecendo a nos dois.... Fabinho sentou em uma poltrona que ficava de frente pra porta da sacada e eu e meu pai, sentados lado a lado, no sofa em frente a TV... Bebíamos e conversávamos... Meu pai, como de costume, colocou seu braço forte sobre meu ombro, me fazendo ficar apoiado nele e deixando os pelos de seu sovaco, quase em contato com meu rosto... Qualquer outra pessoas se afastaria, mas eu gostava e estava acostumado, nem me dei conta de mudar de posição... Fabinho nos olhava enquanto bebia sua cerveja... Eu e meu pai, coxas coladas, corpo encostado, deixando claro a intimidade grande que existia entre pai e filho...

Meu pai se deu conta de nossa proximidade, e que poderia aos olhos do moleque ser estranho, então se afastou um pouquinho e disse:

_Bah, desculpa Fabinho!!! Esse moleque é meu grude... Sempre foi!!! Estamos sempre grudados, desde que a tua tia se foi... Eu criei o Cris sozinho, então a gente tem esses hábitos!!!

_Tio, não te preocupa... Eu queria muito que meu pai, tivesse esse carinho todo por mim e me tratasse assim, mas lá em casa, as coisas sempre foram diferentes... Meu pai é muito seco!!! Nem com a mãe, ele nunca foi carinhoso e depois que ela se foi, parece que piorou... Eu acho lindo vocês dois!!!! Quer dizer, ver vocês dois assim!!

Eu ri,enquanto meu pai, mais uma vez me puxou pra perto dele, encostando mais meu corpo, me fazendo sentir o seu calor e seus pelos na minha pele... Consegui sentir o cheiro de seu sovaco e aquele aroma, me atingiu como uma flecha... Ele sabia o quanto o cheiro dele mexia comigo... Precisei puxar uma almofada e colocar sobre o colo, pra que meu primo não percebesse meu pau querendo endurecer..Entre um gole e outro de cerveja, olho pra meu pai e vejo no seu olhar, um brilho diferente, um desejo que não havia visto antes... Não sabia o que era e nem como agir... Era uma incógnita, o que poderia acontecer daquele momento em diante, a única certeza que eu tinha, era que meu pai, não estava mais se preocupando, que Fabinho percebesse que entre ele e eu existia alguma coisa.... Ao contrário, por um instante, em seus olhos eu achei que ele pudesse até estar instigando a situação, pra ver até onde poderia ir e qual seria a reação do meu primo...

Terminamos a cerveja, meu pai então levanta e vai pegar mais três... Naquele momento, pude perceber que sua rola estava dura dentro da cueca, o volume que se formara era bastante grande e na região da cabeça, estava totalmente melada.... Ele passou em frente ao meu primo, andando normalmente, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo... Fabinho cravou os olhos na rola de meu pai... Pude perceber que até sua respiração mudou... O moleque estava estático sentado naquela poltrona... era como se ele se movesse, algo terrível pudesse acontecer... meu pai retornou pra sala, colocou as cervejas sobre a mesinha e fez algo que jamais eu imaginaria que ele pudesse fazer... Ele segurou sua rola, deu uma coçada como se coça normalmente, mas fez isso, exatamente na área melada por sua baba, depois, pegou a cerveja abriu... a primeira entregou pra meu primo e a outra pra mim... Eu não conseguia tirar os olhos de Fabinho, queria ver qual seria sua reação, pois qualquer outro homem, se negaria a tomar ou colocar o gargalo na boca.... Ele segurou a cerveja, percebia sua pele mesmo morena, percebia corar, ele olhou pro meu pai e depois olhou pra mim... naquele momento, meu pai ja havia sentado ao meu lado novamente... Pela primeira vez, desde que meu primo entrara em nosso apartamento, estávamos os três em silêncio, então, decidi eu tomar a iniciativa, segurando o gargalo da garrafa e enfiando na boca e sorvendo um grande gole da cerveja.... apesar do sabor da cerveja gelada, consegui sentir no vidro, o sabor da baba do cacete do meu pai... Olhava pra meu primo e ele então, colocou devagar a cerveja na boca e bebeu... era óbvio que le já havia percebi o ambiente de sacanagem que estava se criando ali e com certeza, ele devia estar imaginando que éramos dois safados e que estávamos a fim de comer o rabo dele, o que não era mentira... Mas o que ele nem devia imaginar, era que eu eu e meu pai éramos amantes a mais de cinco anos..

Meu pai, sentado ao meu lado, agora descaradamente alisava a rola,q que pulsava dentro da cueca e melava mais... ele passava os dedos na região onde o cacete estava melando e em momento, ergue os dedos e os afastou, deixando claro pra nos dois, o fio de baba que se formou entre seus dedos... Claramente isso dizia ao meu primo, que aquela baba, estava no gargalo da garrafa que ele estava bebendo..

Olho pra Fabinho e percebo entre suas pernas, mesmo ele tentando esconder, o seu caralho havia dobrado de tamanho e o tecido branco de sua cueca, ja se tornava transparente na região da cabeça de sua rola, devido ao liquido pre seminal que o moleque colocava pra fora...

Meu pai me olha nos olhos e diz:

_É um caminho sem volta!!!! Na hora lembrei dessa frase... foi a frase que ele me disse, momentos antes de a gente começar a foder pela primeira vez... Eu sorri e respondi:

_Realmente pai!!!! Foi um caminho sem volta!!!!

Nos dois olhamos pra meu primo, meu pai aproxima o rosto de meu pescoço, com os olhos fixos em Fabinho, que mal conseguia respirar... roça sua barba no meu pescoço, me fazendo ficar todo arrepiado e depois, coloca sua língua em minha orelha... Neste momento, não consigo conter um gemido.... Olho pro meu primo, que nem consegue piscar olhando pra nos dois e então, meu pai, coloca sua mão grande atrás de minha cabeã e me pucga de encontro a ele... Sua língua quente e dura ja chega forçando meus lábios, que se abrem e deixam aquele músculo molhado invadir minha boca... Ele beija forte, suga minha saliva, morde meus lábios... Sua mão desliza em minhas costas até chegar em minha cueca e penetrar por dentro do elstático, seu dedo grosso desliza por meu rego até alcançar minha entrada e forçar... eu gemo abafado em sua boca, enquanto seu dedo grosso entra forçando dentro de mim... Tudo isso em frente ao meu primo, que está paralisado, sem dizer nada... apenas sua rola pulsa dura dentro da cueca e mela todo tecido e sua respiração, ofegante, como se estivesse começando uma corrida...

Eu não sabia no que aquilo iria dar, mas confiava em meu pai... ele era o homem que me fez, o primeiro homem que me fodeu, o cara que era meu pai, meu amigo, meu amante e com certeza, a pessoa que mais confiava neste mundo... E se ele estava fazendo aquilo, me sentia seguro e confortável pra seguir em frente... incrível, como aquele macho sabia me dar prazer.. Por um segundo, até esqueci que meu primo estava sentado na poltrona ao lado... mas voltei a realidade, assim que meu pai afastou meu rosto e olhou pra Fabinho e disse:

_Senta aqui com a gente Fabinho!!!.

_Eu????Não tio!!!! O que ta acontecendo??

_Tu sabe o que ta acontecendo meu guri!!!! Tu ta vendo dois homens, que gostam de umas coisas, que apenas dois homens conseguem fazer!!!

_Mas... vocês são pai e filho!!!! Isso é errado tio!!!

_Somos pai e filho!!! e nem por isso, deixamos de ser dois homens!!!! Se tu acha tão errado, porque ta com essa rola estourando a cueca e todo babado ai???

Ele tentou cobrir a cueca com as mãos!!! Nitidamente Fabinho estava encabulado, rosto corado e sem saber o que fazer e que atitude tomar...

Meu pai então levantou, a cuecaa estufada, ja liberava aquele cheiro de macho, de testosterona, se aproximou do meu primo, ficou em sua frente... Fabinho nem parecia um homem daquele tamanho e com a idade que tinha... Mais parecia uma criança, sem saber o que fazer... Meu pai então, pegou sua mão, sem resistência nenhuma e a guiou até seu pau, que pulsava dentro da cueca... apoiou a mão de meu primo sobre a cueca e forçou o toque, pra que ele pudesse sentir o calor a textura da rola de meu pai... Ele não tirou a mão... em determinado momento, meu pai tirou a sua, mas Fabinho continuou com a mão ali, sobre a rola dura e babando do meu coroa... vendo a cena, levantei do sofá e cheguei ao lado do meu pai... minha rola dura pulsava dentro de minha cueca, pingava liquido e o cheiro do meu pau, era mais forte que o cheiro da rola do meu coroa, talvez pela idade, mais hormônios e a testosterona fervendo no organismo... Ele olhava pra nos dois, então, tomei coragem e disse:

_Primo, bem vindo a nossa casa!!! Bora se divertir moleque!!! Aqui, o que se faz, fica aqui dentro... não te preocupa!!!

Ele me olhou e depois de alguns segundos me perguntou:

_Você e o tio, vocês fodem???

_Tu quer saber se a gente fode um ao outro ou se a gente fode outros caras juntos?

_As duas coisas!

_A gente fode sim, na verdade Fabinho, nos somos namorados, amantes, pai e filho!!! Ele me come e eu como ele e com outro cara , nunca fizemos..

_E por que eu???

_Não sei primo!!! Deixa rolar e a gente descobre junto!!! Eu também não sei...

Tomei coragem e me abaixei, aproximando meu rosto do dele... os olhos assustados se aproximavam mais dos meus e de repente, sinto o calor daqueles lábios macios e carnudos encostando nos meus... Passo minha língua por todo o contorno de sua boca, umedecendo, porque estava seca, provavelmente pelo nervoso e depois, forço minha língua, sem encontrar resistência... minha língua passeia por entre aqueles lábios, minha boca suga a sua saliva e em poucos segundos, sua língua busca a minha em um beijo quase desesperado.. minhas mãos seguram seu rosto enquanto as suas, deslizam por minha bunda, e meu cacete, apertando e massageando... Ergo meu primo que fica de pé em nossa frente, afastou meu rosto e vejo meu pai se aproximar e enfiar a sua língua em sua boca... suas mãos massageiam as costas do moleque... Não havia mais nada a esconder... me abaixo em frente aos dois, enquanto eles se beijam forte, abaixo a cueca de meu primo e deixo escapulir daquele tecido, uma rola grossa, marrom, cabeça semi descoberta em tom mais claro, que escorria um fio de secreção... Adornada por pentelhos negros e bolas grandes... embora ele não fosse pentelhudo, percebia que eram naturais e não eram aparados.. apesar do moleque ter tomado banho a poucas horas, o cheiro de sua rola era incrível, aquele cheiro natural, sem sabonete... segurei em seu cacete e o moleque gemeu alto dentro da boca de meu pai, deslizei a pele, deixando a cabeça meada totalmente exposta e então, aproximei minha língua, bem na sua entrada, sorvendo aquele mel que escorria, quentinho, adocicado... lambia a cabeça de sua rola e depois suguei, como se fosse um pirulito... meu oprimo estremecia ao toque de meus lábios em seu cacete... segurei sua cueca e abaixei, fazendo com que ele movimentasse os pés, um, depois o outro, se libertando assim, da a única amarra que ainda segurava sua ânsia de ser feliz e se entregar... Segurei em suas coxas... acariciei suas bolas grandes e depois, abri a boca e deixei sua rola deslizar pra dentro... Devia ter uns 19 cm, grossa, cheia de veias pulsantes ... a cabeça em formato de cobra, facilitava bastante na hora de engolir o cacete... Senti a cabeça da rola chegar em minha goela, enquanto minha boca, parecia estar arregaçada, devido a grossura da base da pica... a língua passeava por entre as suas veias, massageando a pele de seu caralho... sentia o sabor que aquele cacete emanava, adocicado e azedinho ao mesmo tempo... Tirava o cacete da garganta e voltava a colocar... Fabinho colocava a mão sobre a minha cabeça, e forçava, fazendo minha cabeça chegar mais perto de seu cacete e seus pentelhos... meu pai agora sugava os mamilos do moleque, chupava um, depois o outro... erguia os braços do meu primo e lambia suas axilas ja molhadas de suor... o cheiro do corpo do moleque, era algo fenomenal... um misto de pele recém banhada e o cheiro natural de um macho, exalando seus tesão por todos os poros...

Enquanto eu mamava o caralho de meu primo, meu pai subiu sobre a poltrona, ja se desfazendo de sua cueca, deixando a sua pica pentelhuda, em uma altura, que meu primo pudesse alcançar.... Ele olhou pro meu pai, que segurou sua cabeça... o cheiro que exalava do cacete do meu pai, era forte... uma mistura de suor e mijo, que o deixava com aquele ar de macho dominante... o cacete do meu pai, cheio de veias salientes e a cabeça avermelhada, brilhante pela baba que escorria e que ele gostava de espalhar, adornadas por uma vasta pentelhada negra... meu primo olhava para aquele caralho e para meu pai...

_Chupa nenenzinho do tio!!! Chupa esse caralho, sente o sabor dessa pica.... Hoje o tio vai te foder gostoso meu sobrinho!!!! Agora, coloca essa rola na boca e chupa!!!

Fabinho abriu a boca, enquanto meu pai segurava sua cabeça e fazia força pra que ele se aproximasse de seu cacete.... meu primo abriu a boca e meu pai segurando a sua r rola, esfregou na pele de meu primo e depois foi metendo... Conseguia ouvir Fabinho engasgando e fazendo náusea, enquanto meu pai, quase autoritariamente, mandava ele chupar... Percebia os movimentos no corpo de meu pai, fazendo um vai e vem frewnético na garganta do moleque... Ouvia Fabinho gemer abafado com a rola de meu pai na boca, ouvia ele engasgar e percebia que escorria muita baba, tanta que cheguei a sentir na minha face, enquanto eu, afundava o cacete do moleque na minha goela... Era diferente do caralho do meu pai... mais macio, o cheiro mais suave e o sabor menos azedo... mas era gostoso de sentir, de fazer deslizar dentro da garganta..

Não sei por quanto tempo ficamos assim, engatados um na rola do outro... eu engatado na rola de Fabinho e ele na rola de meu pai, mas em determinado momento, ouvi meu pai dizer:

_Vamos pro quarto!!!! Quero comer esse cu!!!

Tirei o caralho de meu primo da boca, e agora, estávamos os três pelados, paus duros, baba escorrendo e o cheiro da sala do apartamento, acabara de voltar ao que sempre foi, com o aroma de foda de macho, suado, de porra no tapete e no sofá...

Andamos os três até nosso quarto... Fabinho entre eu e meu pai... admirava a bunda daquele moleque, redonda, marca de calção curto,mas mesmo onde não pegava sol, a pele era escura.. Não havia a brancura que eu tinha, ele era dourado, os pelos negros e raros sobre a pele, ficavam realçados...

Entramos no quarto, meu pai ja nos puxou pra um beijo... ora sentia a boca de meu pai, sua barba e sua língua e em outro momento, sentia a pele lisa e macia de Fabinho, sua boca carnuda e sua língua potente...

O moleque havia se entregado a putaria... Nem parecia o mesmo de uma hora atrás, que exalava timidez por todos os poros... Agora andava nu, sem nenhuma reserva ou vergonha... Não escondia sua bunda redonda e carnuda e muito menos sua rola grossa e pontuda, que ficava apontando pra cima e com uma ligeira curvatura pra direita, provavelmente, pelo hábito de colocar o pau na cueca pra ele lado...

Meu pai se aproximou dele por trás, o envolvendo em um abraço, fazendo sentir sua barriga e seu peito molhados e peludos... a rola grossa e pentelhuda de meu pai, se encostou naquela bunda lisa, redonda e levemente arrebitada e as suas mãos, apertavam os mamilos grandes e de coloração marrom, que faziam meu primo gemer alto e sua rola pulsar e babar mais ainda...

Eu sabia que meu pai ria comer a bunda de Fabinho e eu, sinceramente, estava doido pra ver, meu pai, com sua rolona, entrando e saindo do rabo do meu primo... queria ver a rola que tants vezes arrombou meu rabo, agora, queria ver o estrago que faria em outro cu, que não fosse o meu... fui até o criado mudo, peguei um gel com anestésico pra ajudar meu porimo a não sofrer tanto... m,as com certeza, eu queria ajudar a preparar aquele cu.... Conduzi Fabinho até a cama e enquanto meu pai, chupava meu cu, eu de quatro na beirada da cama, abria as nádegas de meu primo, deixando livre aquele rego lisinho, aquele pele que se ouriçava a cada toque e deixava exposta, aquelas pregas de cor nude e aquele cuzinho rosado... Não havia pelos, ele era naturalmente liso ali... era macio e o cheiro era de luxuria... O corpo de Fabinho suava e seu rego estava úmido, salgadinho... Mordi sua bunda, fazendo o guri gemer e enfiar a cabeça no travesseiro... precisava deixar aquele cu bem preparado, bem relaxado pra meu pai poder arrombar e esfolar... queria ver meu primo sofrer na rola do meu coroa...

Lambo aquele rego lisinho, ele se arrepia todo e geme, passo a língua em volta de seu anel, cutucando cada prega daquele rabinho, fazendo elas dilatarem e aquele rabinho relaxar e se abrir e nesse momento, meto minha língua... Fabinho se arrepia e retorce, como se estivesse levado um choque... Geme alto, enquanto eu sugo aquele cu, meto a língua, lambo... Deixo ele relaxado e melado, porque em breve, o caralhão de meu pai, vai arrombar aquele buraco... Meu pai morde meu rabo, passa a língua e brinca com os dedos, enfiando até quatro dedos e me fazendo me sentir arregaçado e com o desejo se sentir ele inteiro... quem sabe um dia eu crie coragem e deixo ele enfiar a mão toda, testar meus limites... mas por hora, quero ver meu primo ser alargado e ganhar leite do meu pai... Pego o gel com anestésico e começo a brincar no cu do meu primo.... Ele se retorce em espasmos, enquanto meu dedo entra fundo em seu cuzinho apertado... Com certeza o gel provoca uma sensação de ardor, conheço essa sensação, porque ja usei este mesmo gel pra aguentar a rola do meu pai... massageio seu rabinho, brinco e faço movimentos com meu dedo, enquanto meu primo grunhi sobre a cama, pauzão babando melando o lençol e o cu apertando meu dedo.... Coloco mais gel e enfio ouitro dedo e depois outro.... Neste momento, o cuzinho ta mais frouxo, pronto pra ser rompido, arregaçado.... Deixo bem lambuzado e vou pra frente de meu primo, seguro em seus cabelos e ergo sua cabeça... Olho em seus olhos e digo:

_abre a boca e chupa primo!!!! Mama que agora tu vai beber leite de primo pela boca e leite de tio pelo cu!!!! Chupa!!!!

Disse isso enfiando minha rola em sua boca.... Seus olhos molhados pelas lágrimas que começaram a brotar, eu segurava seus cabelos e fodia a boca do guri... Apesar de mais velho que eu, ele parecia um guri inocente sendo fodido por dois pervertidos.... mmeu pai se posicionou atrás dele, segurou a rola e esfregou na cabeçla na entrada de sua bunda... Ele se contraiu, em uma defesa quase mecânica... Meu pai segurou seu quadril e disse:

_Relaxa esse rabinho Fabinho, deixa o tio entrar!!! Essa vai ser a primeira de muitas vezes sobrinho!!!! De hoje em diante, tu ta na brincadeira!!!

Enquanto meus pai falava isso, forçava a entrada do cuzinho do primo e eu metia a rola na goela do moleque, fazendo ele sentir falta de are engasgar... olho pra meu pai, seus olhos faiscavam com um brilho diferente e enquanto me via metendo sem dó na goela do Fabinho, ele deu um sorrisinho meio sádico e cravou no rabo do sobrinho!!!! O corpo de Fabinho enrijeceu na hora, seus olhos se arregalaram e as lágrimas escorreram e seu grito de dor, foi abafado pela minha rola que neste momento, enfiei até sua goela... Sua cara era de pavor, de medo, de dor... mas ao mesmo tempo, tinha um prazer escondido naquele semblante, que logo se revelaria... Eu também, não imaginava que sentiria tanto prazer em ver meu pai fazer em outro cu, o que ele fez no meu... Foder outro cara, da mesma forma que me fodeu.... Era lindo ver o corpo peludo do meu pai, suor escorrendo e sua pentelhada roçando na pele lisinha de meu primo e saber que aquela rola grossa, estava inteira, alojada dentro daquele cu... Sabia que o cu do meu primo, nunca mais seria o mesmo e que aquele momento, era a apenas a iniciação de grandes outros momentos, que com certeza, eu iria querer usufruir... Estava doido pra sentir aquela rola do meu primo no meu rabo e também, muito afim de meter naquele cu, especialmente, se estivesse cheio com a gala de meu pai...

Tirei o caralho da boca de meu primo, pra ele poder respirar... Junto veio uma cascata de baba e saliva, que escorreu pelo queixo do moleque até molhar a cama... Ele gemeu alto... Olho pra ele e pergunto:

_Ta gostando primo???

Ele apernas acenou afirmativamente com a cabeça, com aquela carinha de prazer, boca que não se fechava e olhos meio que virados, com cara de pidão... o único sim que ele conseguiu expressar em meio a seus gemidos foi:

_Anhannnn Annnnnnnnnnnnnnnn

Meu pai ouvindo isso, começou a movimentar a rola dentro de seu rabo... naquele instante, os gemidos do moleque estavam fora de controle... nem parecia o mesmo cara meio tim,ido da chegada, agora, rebolava aquele rabo na rola do meu pai e gemia pedindo pra ele meter mais.... A dor se misturava ao prazer... a sensação de estar sendo arrombado, é indescritível... tu sofre, mas tu quer sentir...

Meu pai segurava as ancas de Fabinho e forçava a entrada de seu caralho... A velocidade que ele metia, fazia se ouvir suas bolas grandes batendo na bunda do moleque, enquanto isso, agora o próprio Fabinho, segurava minha rola e brincava com a língua em torno da cabeça, sugava a cabeça e engolia, não até a garganta como eu fizera antes forçando, mas engolia até onde conseguia... Eu segurava sua cabeça e fodia sua boca, olhando nos olhos de meu pai que fodia seu rabo... Aquele macho, que chegou no aeroporto, todo parrudo, com cara e pinta de machão, agora estava de quatro sobre a cama, levando rola de pai e filho e logo, estaria bebendo leite pela boca e pelo cu... Meu pau pulsava dentro daquela boquinha quente.... olhar aqueles olhos puxadinhos com lágrimas, me dava mais desejo de encher a boca daquele cara de porra... Meu saco dobrara de tamanho, sentia que a qualquer momento eu iria explodir... meus olhos me traiam e meu pai percebia isso.. tínhamos tanta cumplicidade, que em determinado momento, ele me olhando, percebendo que eu ja não aguentava mais e que iria explodir, ele diz:

_Vamos filho!!!! Ahhhhhhhhhhhhh vamos juntos...... ahhhhhhhhhhh vou gozar.... goza filho, goza ahhhhhhhhhhhh

Eu apenaas fechei meus olhos, segurei firme a cabeça de Fabinho e deixei vir.... meu pau pulsou e de minha boca, um urro de prazer ecoou por dentro do quarto.... Minha porra jorrou forte, vários jatos na garganta e na boca de meu primo... enquanto jorrava leite eu dizia:

_bebe filho da puta!!! Bebe leite do pau do primo... ahhhhhhhhhhhhhhh bebe tudinho!!!!

Fabinho tentava engolir o máximo que conseguia, se engasgava, tossias, mas muito do meu leite escorreu pelos cantos de sua boca.... enquanto isso, meu pai enchia o rao arregaçado dele de porra... o pauzão todo cavado dentro de seu cu e o leite vazando pelas beiradas, melando os pentelhos e as bolas de meu pai...Ele cravado dentro de fabinho, corpo arqueado sobre as costas do meu primo, seus pelos escorrendo suor sobre a pele morena e molhada do moleque e seus dentes se cravando na carne macia e quente... Com certeza, meu primo ficaria marcado... os hematomas e as manchas rochas seriam inevitáveis depois daquela foda, sem falar no cu, que jamais voltaria a ser o que era antes... Eu esfregava meu pau melado de porra na cara de meu primo, puxando o leite que teimava em escorrer e levando até sua boca carnuda, que agora estava totalmente lambuzada de porra..

Nossas respirações ofegantes, nossos corpos suados, meu primo de quatro sobre a cama, com o cu arregaçado e vazando leite... meu pai aos poucos vai tirando o cacete de dentro dele e bastou apenas um olhar, pra que entendesse seu desejo... Chego perto dele, abro a boca e sugo aquele caralho melado, sentindo aquele sabor amargo que tanto eu amava e conhecia... lambo a cabeça de sua rola, até que a última gota de porra brotasse de sua uretra, depois, lambo o rabo melado do meu primo... vejo aquele rabo lisinho, aberto, as pregas inchadas como se fossem gomos de tangerina, em tom de vermelho escuro misturado com rocho... No centro, um buraco escuro, com paredes vermelhas que teimava em não se fechar e de dentro, escorrendo a melhor das iguarias; o leite de meu pai!!! Não tive dúvidas, meti a língua, lambi aquele cu arrombado, senti o calor quente, como se estivesse febril, provavelmente pelo atrito forte que sofreu... sinto o sabor daquele rabo e meu corpo estremece, ... Sugo todo o leite que meu pai eixou depositado ali dentro, me alimento daquele nectar, lambo, chupo aquele cu, até que meu primo vai relaxando aaos poucos a musculatura anal, vai voltando ao normal, restando um rabo completamente inchado, vermelho e ainda melado.... Olho pra meu pai, que sorri de forma safada, um sorriso que eu ainda não conhecia, então, viramos Fabinho de frente;;; O guri estava completamente molhado, seu corpo exalava um perfume forte, de macho rústico, suas axilas exalavam o cheiro de um homem com testosterona forte e que não usou desodorante após o banho... Seu caralho ainda duro, escorria pré gozo de sua uretra por toda extensão.. Sabíamos o que tínhamos de fazer... deitamos um de cada lado de meu primo e com nossas bocas em um beijoi safado, fizemos sua rola de recheio, subindo e descendo, fazendo a pele do cacete deslisar sobre a cabeça melada.... O guri urrava de tesão, até que, em um gemido alto, explodiu seu gozo, deixando fluir todo o tesão que durante horas seu corpo reprimiu r que agora explodia de maneira fenomenal... Mmetemos nossas bocas no cacete de Fabinho, lambendo e sugando, cada gota de porra que ele liberava... a porra de meu primo, era diferente da porra ded meu pai, mais cremosa e mais doce... O moleque ficou limpinho e nos dois, com as nossas bocas cheias do leite do moleque... nos beijamos sob o olhar de meu primo, que acabara de descobrir, que eu e meu pai, somos mais que pai e filho, somos parceiros e amantes... olhamos pra ele e ele riu... um de cada vez, beijamos sua boca, selando de uma vez por todas essa cumplicidade que acabara de nascer e que com certeza, renderia muitos frutos...

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Foto de perfil de Paizão IncestuosoPaizão IncestuosoContos: 85Seguidores: 134Seguindo: 14Mensagem Sou paizão, 55 anos... Curto muitos fetiches,especialmente o incesto entre pai e filho..Também, machos parrudos, peludos, pentelhudos... Gosto do cheiro natural do corpo do macho, aquele cheiro sem perfume, sem desodorante, sem trocar a cueca pir alguns dias...Cheirar o sovaco suado, os pentelhos suados e tb, o sabor da rola, suada, com aquele sebinho gostoso e aquele mijo de macho...

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