A proposta

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 2925 palavras
Data: 12/03/2026 13:31:57
Assuntos: Heterossexual

Amanda acordava cedo todas as manhãs na casa simples da família, no bairro tranquilo de Recife, onde o sol entrava pela janela do quarto que dividia com a irmã Rafaela desde a infância. Aos 19 anos, ela era a personificação da exuberância que a cidade comentava baixinho nas rodas de fofoca: cabelos negros e longos que passavam da bunda, olhos verdes penetrantes que pareciam capturar a luz do dia, peitos firmes e perfeitos que se destacavam sob qualquer blusa justa, e aquela bunda de 126 centímetros de pura malhação, redonda, dura, o tipo que fazia os homens da vizinhança virarem a cabeça discretamente quando ela passava. Rafaela, um ano mais velha, era quase uma cópia dela, só que com olhos castanhos e um corpo igualmente escultural dos mesmos treinos diários na academia do bairro. As duas já tinham subido ao pódio em pelo menos cinco concursos de beleza locais – Miss Recife Teen, Rainha da Primavera, Festival de Verão –, sempre posando com sorrisos recatados, vestidos longos e a imagem de noivas perfeitas que a comunidade admirava. Amanda estava noiva de Pedro há dois anos, um rapaz trabalhador da oficina mecânica, e Rafaela de Marcos, professor da escola municipal. Aos olhos da cidade, elas eram o exemplo de virtude: malhavam quase todo dia para manter o shape, ajudavam a mãe viúva com as contas da casa e nunca davam motivo para escândalo.

Dona Lúcia, a mãe delas, era uma mulher de 40 anos malhada e tão gostosa quanto as filhas — corpo esculpido por anos de academia, curvas generosas, pele bronzeada, cabelos castanhos ondulados e um rosto que ainda virava olhares na rua. O marido a abandonara quando as meninas eram pequenas, deixando-a sozinha para criar as duas com muito esforço e determinação.

Alex, o vizinho de porta ao lado, conhecia cada detalhe dessa rotina como ninguém. Com 21 anos recém-completados na época, ele era o garoto que sempre quebrava o galho de Dona Lúcia, consertando o carro velho, trocando lâmpadas ou carregando sacos de supermercado. Desde pequenos, Alex e as irmãs brincavam no quintal compartilhado, mas o que ele sentia por Amanda e Rafaela tinha evoluído para um tesão acumulado que queimava por dentro. Ele nunca tinha tentado nada – era o vizinho prestativo, o amigo de infância, o que ficava calado enquanto via as duas namorarem e planejar casamentos. Mas tudo mudou no final de 2021.

Na virada do ano, Alex comprou um bilhete da Mega da Virada por impulso, com o dinheiro que juntara trabalhando como entregador. Quando o resultado saiu, ele estava sozinho no quarto da casa humilde que dividia com o pai aposentado. O número dele bateu em cheio: sozinho, sem divisão, ele ganhou 427 milhões de reais líquidos. O coração disparou, mas ele não contou para ninguém. Ficou calado por dias, processando o que fazer com aquilo tudo. Retirou o prêmio em segredo numa agência em outro estado, abriu uma conta nova em banco digital e continuou a vida normal: ajudando Dona Lúcia, trocando oi com Amanda e Rafaela quando elas voltavam da academia suadas, o shortinho colado destacando aquelas curvas que assombravam seus sonhos. Ele nutria um tesão gigante pelas duas, mas Amanda era a principal – aqueles olhos verdes, os peitos que balançavam levemente no treino, os cabelos negros longos roçando a bunda malhada que ele imaginava apertando toda noite.

Os dias seguintes foram uma tortura interna. Alex via Amanda saindo para malhar, conversando com o noivo no portão, rindo com Rafaela sobre os preparativos do casamento. Ele se masturbava pensando nela, mas guardava o segredo. Até que uma tarde quente de janeiro, enquanto Dona Lúcia estava no trabalho, ele estava no quintal consertando a mangueira de água e Amanda apareceu para pegar uma ferramenta emprestada. O papo começou inocente, sobre o calor, sobre o bairro, mas derivou para algo mais profundo quando ele comentou sobre uma reportagem que tinha assistido na TV.

— Sabe, Amanda, eu assisti uma reportagem esses dias sobre um cara que ganhou na loteria e mudou completamente de vida. Tipo, do nada virou outro homem. Eu sempre acho que as pessoas têm ética, valores. Dinheiro não compra tudo, né? Tem coisas que não têm preço — disse Alex, encostado na cerca, tentando soar casual enquanto seus olhos desviavam para o decote dela e para os cabelos negros que desciam até quase os joelhos quando ela se movia.

Amanda parou, limpou o suor da testa com o braço e deu um sorriso sarcástico, aqueles olhos verdes brilhando com uma malícia que ele nunca tinha visto.

— Ah, Alex, você é tão inocente ainda. Todo mundo tem preço, sim. É só uma questão de oportunidade. Eu sou noiva, recatada pra caramba aos olhos da cidade, malho todo dia pra manter isso aqui em forma — ela bateu de leve na própria bunda, fazendo o shortinho esticar e os cabelos negros balançarem —, mas se aparece um cara rico me oferecendo 10 mil só pela noite, eu dou meu rabo lindo pra ele sem pensar duas vezes. Dinheiro muda tudo, amigo. Imagina o que eu poderia fazer com 10 mil? Pagar dívidas da mãe, comprar roupa nova, quem sabe até viajar. Pedro nem ia saber. É só uma noite, né? O resto é conversa fiada de moral.

Alex sentiu o sangue ferver. O coração acelerou como nunca. Ele a olhou fixo, processando cada palavra. Aquela Amanda recatada, a noiva perfeita, admitindo isso na cara dele? Era a brecha que ele esperava havia anos.

— Sério, Amanda? Você faria isso mesmo? — perguntou ele, a voz baixa, quase tremendo.

— Claro que sim, Alex. Não sou santa. A vida é dura. Todo mundo tem um preço. Eu só não encontrei o meu ainda porque ninguém ofereceu o suficiente. Mas se fosse de verdade, eu ia. Sem drama.

Eles ficaram ali no portão por quase uma hora, o papo se estendendo. Alex questionou sobre o noivado, sobre o que Pedro pensaria, sobre os concursos de beleza e como ela mantinha a imagem. Amanda respondia com detalhes, explicando que o noivo era bom, mas limitado financeiramente, que os treinos na academia eram sua válvula de escape, que Rafaela pensava parecido mas era mais cautelosa. Ele contra-argumentava, falando de valores familiares, da mãe dela que os criara sozinhas, mas Amanda rebateu com exemplos da vida real: amigas que aceitaram propostas, a pressão do dinheiro na cidade pobre. O diálogo fluía natural, ele testando os limites dela, ela abrindo cada vez mais.

— Então, se eu te chamasse agora pra irmos num motel só pra conversar, você ia? — soltou ele de repente, o coração na boca.

Amanda riu, confusa.

— Motel pra conversar? Alex, motel eu vou pra meter, não pra papo. Conversar a gente conversa aqui, na frente de casa, como sempre.

Mas ele insistiu, o papo se alongando mais meia hora. Ele explicou que era sério, que precisava de privacidade pra algo importante. Amanda hesitou, olhou para os lados, viu que a rua estava vazia. Por fim, concordou em ouvir mais, mas só se fosse rápido.

Alex então a convidou para entrar na casa dele, dizendo que o pai estava fora.

— Vem aqui dentro, Amanda. Meu pai saiu cedo hoje, a casa tá vazia. Vamos conversar direito, sem ninguém olhando.

Amanda hesitou por um segundo, mas a curiosidade venceu. Ela passou pelo portãozinho e entrou na casa simples ao lado. Alex fechou a porta atrás dela com um clique suave. Na sala, com a luz da tarde filtrando pelas cortinas finas, ele pegou o celular do bolso sem perder tempo.

Alex: — Olha aqui primeiro. Pra você acreditar.

Ele abriu o aplicativo do banco e virou a tela pra ela. O saldo aparecia claro: 427 milhões e alguns milhares de reais.

Amanda: — Meu Deus… Alex… isso é real? Você ganhou a Mega da Virada?

Alex: — Ganhei sozinho. Ninguém sabe ainda. Nem meu pai. Fiz tudo em segredo. Agora senta aí.

Ela sentou no sofá, ainda olhando a tela como se pudesse desaparecer. Alex sentou na poltrona em frente, bem próximo, os olhos fixos nos dela.

Alex: — Amanda, eu não vou enrolar. Eu tenho tesão em você desde moleque. Te vejo malhando todo dia, essa bunda grande e gostosa, esses peitos, esses cabelos negros longos passando da raba, esses olhos verdes… Eu me punheto pensando em você há anos. Agora que eu tenho esse dinheiro todo, eu quero ser direto. Qual o preço pra você me deixar te foder sem limites numa única foda? Tudo que eu quiser: boca, buceta, cu — principalmente o cu, porque eu sonho em comer esse rabo lindo faz tempo —, gozar na sua cara no final. Posições que eu escolher, na cama, no sofá, no chuveiro. Sem camisinha, sem frescuras. Eu pago o que você pedir. E guardo segredo eterno.

Amanda piscou rápido, o rosto corando forte. Ela levantou devagar, andou dois passos pela sala, os cabelos negros balançando.

Amanda: — Alex… isso é loucura completa. Eu sou noiva, Pedro é um cara decente, a gente já marcou data pro casamento. Se alguém descobrir, minha vida acaba. A cidade inteira fala da gente como exemplo, Rafaela ia me odiar pra sempre se soubesse que eu pensei nisso. Minha mãe… ela confiou em mim pra ser a certinha da família. Pedro ia me largar na hora, ia virar piada no bairro todo. Mas… 427 milhões? Você mostrou mesmo isso? O Pix de mil caiu de verdade na minha conta. Eu… eu não consigo decidir agora. É muito dinheiro, muito tesão misturado, mas é pesado demais. Preciso pensar direito. Não dá pra responder agora. Me dá uns dias? Três dias no máximo, pra eu processar tudo isso na cabeça. Pode ser?

Alex: — Pode sim, Amanda. O tempo que você quiser, sem pressa. Eu espero 1 dia, 1 semana, 1 mês… o quanto for preciso. Pensa com calma. Antes de você ir… posso pedir mais uma coisa? Te fazer uma outra proposta?

Amanda: — Pode. O que é?

Alex: — Você chupa meu pau agora mesmo? Só uma chupada rápida. Te pago 5 mil na hora. Pix na mesma hora.

Amanda ficou confusa, paralisada no meio da sala, os olhos verdes piscando rápido. Pensamento dela: “Meu Deus, ele tá falando sério? 5 mil só pra chupar? Eu nem aceitei a proposta grande ainda… mas o Pix de mil já caiu, o dinheiro é real. Meu corpo tá quente só de imaginar. Pedro nunca pediu isso com tanta vontade. Alex tá me olhando como se eu já fosse dele. Eu não devia… mas e se eu fizer? Ninguém vê. É rápido. E 5 mil… ajuda tanto na conta da mãe.”

Amanda: — Alex… você tá louco? Agora? Aqui na sala?

Alex: — Sim, agora. Meus testículos estão cheios, doloridos pra caralho de tanto tesão acumulado em você há anos. Toda vez que te vejo malhando, eu fico assim. Preciso aliviar. 5 mil é pouco pra você?

Amanda: — Não é pouco… mas… eu nunca fiz isso com ninguém além do Pedro, e mesmo assim raramente. Meus pensamentos estão uma bagunça. Se eu fizer, é só isso? Sem mais nada hoje?

Alex: — Só isso. Chupa até eu gozar, engole ou cospe, você decide. Depois você vai pra casa pensar.

Amanda: — Tá… mas eu quero ver primeiro. Mostra o pau.

Alex abriu a calça devagar, puxou para fora. O pau saltou, já semi-duro, enorme, veias grossas, cabeça inchada. Amanda deu um passo para trás, mão na boca.

Amanda: — Meu Deus do céu… isso é… enorme. Alex, isso não é normal. Pedro é… bem menor. Eu… nunca vi um assim na vida.

Alex: — Gosta do que vê?

Amanda: — Eu… tô assustada e… excitada ao mesmo tempo. Você tem uma trena aqui?

Alex: — Tenho. Espera aí.

Ele foi rápido ao quarto e voltou com a trena do pai. Entregou pra ela.

Amanda pegou, ajoelhou devagar na frente dele, o pau agora totalmente duro apontando pra cara dela. Mediu da base até a ponta, esticando a fita.

Amanda: — Caralho… 29 centímetros. Pedro não chega nem na metade disso. Como isso cabe em alguém?

Ela mediu a circunferência da cabeça, envolvendo com a fita.

Amanda: — Jesus… 26 centímetros na cabeça. Isso é… monstruoso.

Sem querer, um fio de saliva escorreu do canto da boca dela. Ela limpou rápido, mas os olhos verdes estavam famintos.

Depois mediu a base.

Amanda: — Base… também grossa pra caralho.

Olhou nos olhos dele, lambeu os lábios devagar, ar de predadora.

Por fim, mediu as bolas, segurando com cuidado.

Amanda: — As bolas… 33 centímetros de circunferência. São gigantes, Alex. Pesadas… cheias mesmo.

Ela começou a masturbar devagar, a mão pequena envolvendo só metade da grossura da base.

Amanda: — Nossa, Alex… que pauzão! Não cabe na minha mão. Olha isso… parece que vai explodir.

Alex: — Continua, Amanda. Assim… devagar primeiro. Me conta o que tá passando na sua cabeça.

Amanda: — Tá passando que eu tô louca. Eu vim aqui só pra ouvir a proposta, agora tô de joelhos medindo seu pau como se fosse uma vadia. Pedro nunca me fez sentir isso. Ele é carinhoso, mas… sem graça. Esse pau… eu imagino ele na minha boca, na minha buceta, no meu cu… dói só de pensar, mas eu quero. 5 mil é tentador, mas o tesão tá maior que o dinheiro agora.

Alex: — Você quer mesmo? Pode parar se quiser. Mas olha como ele pulsa na sua mão.

Amanda: — Eu quero. Mas devagar. Me diz… você goza muito? Porque essas bolas parecem cheias de leite.

Alex: — Gozo pra caralho, Amanda. Anos pensando em gozar na sua cara, na sua boca, nos seus cabelos negros. Você malha essa bunda pra mim, né? Eu vejo todo dia.

Amanda: — Eu malho pra ficar bonita… mas agora parece que é pra você foder. Imagina se Rafaela soubesse que a irmã dela tá aqui masturbando o vizinho milionário. Ela ia surtar.

Alex: — Ela ia querer também. Você mesma disse que todo mundo tem preço.

Amanda: — Talvez… mas agora sou eu aqui. Olha como sua cabeça brilha… tá babando pré-gozo. Eu tô babando também. Nunca senti isso. Pedro goza rápido, em dois minutos. Você aguenta quanto?

Alex: — Aguenta o quanto você quiser. Pode chupar agora. Abre a boca.

Amanda: — Espera… ainda tô processando. Esse pau é assustador e lindo ao mesmo tempo. 29 cm… eu nem sei se consigo engolir metade. Mas eu vou tentar. Por 5 mil… e porque eu tô molhada só de segurar.

Alex: — Transfiro os 5 mil agora. Olha o celular.

Ele fez o Pix na frente dela. O celular vibrou.

Amanda: — Caiu. Tá bom… agora eu sou sua por esses minutos. Abre mais as pernas.

Ela aproximou a boca, língua tocando a cabeça devagar.

Amanda: — Tem gosto bom… salgado. Eu nunca chupei um pau tão grande. Me guia, Alex. Me diz como você gosta.

Alex: — Lambe da base até a ponta. Depois engole o máximo que conseguir. Usa a mão no que não couber.

Amanda: — Tá… assim? Olha meus olhos verdes enquanto eu faço. Você sonhou com isso, né?

Alex: — Todo dia. Sua boca é perfeita pra isso. Mais fundo… isso… engasga se precisar.

Amanda: — Hummm… tá enchendo minha boca. Não cabe tudo. Minha mandíbula dói já. Mas eu gosto. Sinto suas veias na língua.

Alex: — Isso, sua putinha. Chupa mais rápido agora. Tô perto.

Amanda: — Goza quando quiser. Na boca, na cara… eu engulo. Quero sentir o gosto de um milionário.

Alex: — Caralho, Amanda… você é boa nisso. Continua… assim… vou gozar…

Amanda acelerou, sugando com força, mão subindo e descendo na base que não cabia na boca. Os gemidos dele aumentaram, as bolas se contraindo.

Alex: — Agora… porra… abre a boca e fecha os olhos!

Amanda obedeceu, boca aberta, olhos verdes fechados. O primeiro jato veio com pressão absurda, como se uma torneira tivesse sido aberta no máximo. O esperma grosso acertou direto na língua dela, enchendo a boca instantaneamente. Ela engoliu no susto, tossindo um pouco, mas o segundo jato veio ainda mais forte, cobrindo o rosto inteiro — bochechas, nariz, testa. O terceiro acertou os cabelos negros longos, grudando fios inteiros como se fossem velas derretidas. Jato após jato, sem parar, a quantidade era insana, anormal. Cada golfada era como abrir e fechar uma torneira de alta pressão: forte, volumosa, quente. O rosto dela virou uma máscara branca espessa, os cabelos negros agora colados e pesados de porra, pingando no chão. Parecia uma vela derretida, coberta de cera grossa e branca.

Amanda: — Meu Deus… isso não é normal… caralho, Alex… quanto você goza? Tá me afogando…

Ela engoliu mais uma golfada que entrou na boca aberta, tossindo de novo, o resto escorrendo pelo queixo, pingando nos peitos. Os olhos verdes abriram, cheios de choque e tesão misturado.

Alex: — Isso é anos de tesão guardado só pra você, Amanda. Olha como ficou linda… toda coberta. Agora vai tomar um banho. Toma banho direito, lava esse cabelo todo. E pensa na proposta.

Amanda se levantou devagar, rosto e cabelos pingando, corpo tremendo.

Amanda: — Isso… isso foi loucura. Nunca vi gozada assim na vida. Você quer fazer o mesmo com Rafaela?

Alex: — Quero. Quero cobrir a cara dela também, encher a boca dela até transbordar. Mas primeiro você. Vai pro banheiro. Depois pensa na foda. E quem sabe a gente não faz isso com as duas juntas.

Amanda saiu cambaleando para o banheiro, o esperma ainda escorrendo, o gosto salgado na boca, o corpo quente. Tomou banho longo, lavando os cabelos negros que agora cheiravam a sexo e dinheiro. Saiu dali atordoada, mas com o Pix de 5 mil na conta e a cabeça girando com possibilidades. O conto parou ali, com ela vestindo as roupas devagar, o rosto limpo mas a memória da “vela” ainda fresca, e Alex já pensando no próximo passo.

CONTINUA...

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Comentários

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Eduardo série tem que ter pelo menos uns 30 capítulos.

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O cara é um jogue!

E depois dizem que dinheiro não trás felicidade.

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