Eu já tinha lido o anúncio dela umas dez vezes no WhatsApp antes de ter coragem de mandar mensagem.
“Olá, me chamo Isabella Duarte. Meninos estou com um novo número de WhatsApp, adicionem esse. Uma morena de 1.80, sou bem versátil em 4 paredes e bem dominante quando tenho que ser, sempre linda e cheirosa, pele clara e macia, pezinho 39, vem me conhecer e te mostro oq é prazer de verdade!”
1,80. Pele clara. Dominante quando tem que ser. Aquilo batia direto na minha tara. Eu, ainda meio cru, 1,70 de altura, corpo comum, zero experiência com trans, mas louco pra ser mandado de verdade. Mandei mensagem gaguejando no texto, marquei horário, paguei adiantado pelo Pix que ela mandou. Tremi o caminho todo até o motel.
Ela abriu a porta sorrindo, mas com aquele olhar que já dizia “eu mando aqui”. Morena alta pra caralho, quase 20 cm mais alta que eu de salto, vestido justo preto, perfume doce invadindo o quarto. Pele clara brilhando, batom discreto, unhas vermelhas. O volume na calcinha era impossível de ignorar. Meu coração batia na garganta.
Fiquei parado, mudo. Sempre fico assim quando o tesão é maior que a coragem. Ela riu baixo.
— Nervoso, é? Relaxa, cachorrinho. Deita na cama de barriga pra cima. Quero te massagear primeiro.
Obedeci sem falar nada. Tirei a roupa tremendo, deitei. Ela passou óleo nas mãos e começou a massagear minhas costas. Foi horrível, pra ser honesto. Pressão errada, movimentos sem ritmo. Mas eu não reclamei. Só queria que ela tomasse o controle logo.
De repente ela parou. Subiu em cima de mim, virou meu rosto pro lado e sussurrou no meu ouvido:
— Chega de massagem. Agora você vai me chupar.
Ela se levantou, abriu o zíper, tirou o pau pra fora. Grosso, uns 18-19 cm, cabeça rosada já brilhando. Eu engoli seco. Ela segurou na base e bateu de leve na minha cara.
— Abre essa boca, vai.
Chupei desajeitado no começo. Babava muito, engasgava fácil. Ela segurava minha nuca e empurrava devagar, me guiando.
— Isso… engole mais… assim, putinha…
Depois de uns minutos ela me deitou de novo, barriga pra cima. Veio por cima, me beijando com força, língua invadindo minha boca. Enquanto me beijava, senti a cabeça quente do pau dela roçando meu cu. Não tinha lubrificante ainda, só pré-gozo e saliva. Ela começou a bater uma pra mim com a mão direita, me deixando louco, e ao mesmo tempo encaixava só a cabecinha, bem devagar, no pelo mesmo.
Não doía. O tesão era tanto que meu cu relaxava sozinho. Ela falava sacanagem no meu ouvido o tempo todo:
— Tá sentindo, né? Tá querendo essa rola inteira… vai pedir, vai…
Eu gemia baixinho, sem conseguir falar direito. Ela riu, me deu um tapa leve no rosto.
— Fala, vadia. Pede pra eu te arrombar.
— Por favor… me fode…
Ela se afastou de repente, mandou eu chupar de novo. Dessa vez enfiou até a garganta, babou meu próprio pau com a mão enquanto eu chupava. Depois me virou de bruços, abriu minhas pernas, posicionou a cabeça bem no meio e… PUM. Empurrou tudo de uma vez.
Gritei alto. Doeu pra cacete. Saí correndo instintivamente pra frente, tentando fugir da rola. Ela segurou meus quadris com força, unhas cravando na carne, e meteu mais fundo.
— Fica quieto. Aguenta.
Eu chorei. Literalmente. Lágrimas escorrendo enquanto ela metia sem dó, batendo a virilha contra minha bunda. O choro virou gemido em poucos minutos. Ela me comeu de quatro, de lado, me colocou de costas com as pernas no ombro dela, me dobrou como quis. Cada estocada mais forte, mais funda. Meu pau babava sem parar, sem nem tocar.
No final ela saiu de dentro de mim, o pau quente e fedendo a cu.
— De joelhos. Agora.
Ajoelhei rápido. Ela segurou minha cabeça com as duas mãos, enfiou até o talo na minha garganta.
— Chupa com gosto do seu próprio cu, sua cadela. Engole tudo.
Eu quase vomitei. O cheiro forte, o gosto salgado, a falta de ar. Ela não tirou. Pulsou duas, três vezes e gozou direto na minha garganta. Jatos grossos, quentes. Tentei engolir, engasguei, tossi, o resto escorreu pelo queixo e pingou no peito. Ela limpou o pau na minha língua, esfregando devagar.
— Pronto. Agora você sabe o que é ser usado de verdade.
Saí dali com o cu latejando, garganta ardendo, cara melada de porra e saliva. Mas com um sorriso idiota no rosto.
Ela tinha razão no anúncio.
Mostrou o que é prazer de verdade.
E eu sei que vou voltar.
Fim.