Acordei tarde no sábado. O cansaço da orgia no loft do Kadu somado ao sexo de madrugada com a Helena me deixou pregado no colchão até as dez da manhã. Quando finalmente levantei e fui para a cozinha, o Dr. Otávio já estava lá, lendo o jornal e tomando um café preto que exalava um aroma forte. Helena estava de costas, preparando uma omelete, vestindo um shortinho de lycra que deixava as pernas de atleta em evidência.
— "Bom dia, campeão. Achei que ia dormir até o meio-dia," — meu pai comentou, sem tirar os olhos das notícias. — "O dia está bom. Vamos aproveitar para fazer um churrasco aqui na varanda. Convidei o Dr. Luiz, um colega meu da época de faculdade."
— "Boa, pai. Vou só dar uma acordada e já ajudo com o carvão," — respondi, pegando uma caneca.
Ao passar por Helena, senti o toque rápido da mão dela na minha cintura, um carinho proibido que fez meu sangue pulsar. Ela me deu um olhar rápido, carregado de uma cumplicidade que ninguém na mesa poderia imaginar.
Passei a tarde ajudando no churrasco. A cerveja gelada ajudava a suportar o papo técnico do meu pai sobre jurisprudência com o Dr. Luiz, um sujeito engomado que não parava de falar sobre o Tribunal de Justiça. A esposa dele, uma mulher sem graça chamada Marta, tentava manter assunto com Helena, que estava impecável em um biquíni de cortininha sob uma saída de praia transparente.
Eu estava entediado. Aquele clima de "família tradicional" me dava náuseas, especialmente sabendo o que Helena e eu tínhamos feito horas antes. Decidi que o churrasco precisava de um tempero que só eu sabia dar.
Fui até a cozinha buscar mais gelo. Helena estava lá, de costas, picando vinagrete. Aproximei-me em silêncio e colei meu corpo no dela. Minha mão desceu rápido para a lateral da sua perna, subindo por baixo da saída de praia.
— "Bruno, o que você está fazendo? Eles estão na varanda!" — ela sussurrou, a respiração já falhando.
— "Eles estão ocupados falando de leis, mãe. E eu estou ocupado querendo a senhora," — respondi, mordendo o lóbulo da orelha dela enquanto meus dedos encontravam a umidade já presente no seu biquíni. — "Vá para a despensa em dois minutos. Ou eu te pego aqui mesmo na frente deles."
Ela me deu um olhar de puro terror e luxúria. Dois minutos depois, o trinco da despensa foi acionado. O lugar era apertado, cheirando a temperos e vinho. Assim que ela entrou, eu a virei de costas contra as prateleiras de mantimentos.
— "Bruno, se o seu pai entrar aqui..." — ela tentava protestar, mas o quadril dela já empinava na minha direção.
— "Ele não vai entrar. Ele está ocupado com o Dr. Luiz," — sentenciei.
Levantei a saída de praia dela e afastei o biquíni. Sem preliminares, enterrei meu pau nela. O som da carne batendo era abafado pelos potes de vidro. Helena segurava uma prateleira de metal para não cair, os olhos revirando enquanto eu a socava com uma força imponente.
— "Isso... mais forte... meu filho safado," — ela gemia baixinho, a voz abafada pelo barulho do ventilador que vinha da cozinha.
Ouvimos a voz de Otávio: — "Helena? Onde está o sal grosso?"
Paralisamos. O coração de Helena batia contra as minhas costas. Eu não parei. Dei uma estocada profunda, sentindo-a tremer toda. — "Tô... tô na despensa, Otávio! Pegando o sal!" — ela gritou, a voz saindo trêmula enquanto eu continuava a esfolá-la por trás. — "Traz logo, o Luiz está com fome!" — ele respondeu da varanda.
O risco foi o gatilho. Gozei jatos quentes lá dentro enquanto ela tinha um orgasmo silencioso e violento, cravando as unhas nas minhas mãos. Nos arrumamos rápido. Ela saiu primeiro com o sal, e eu saí logo depois com um saco de gelo, a cara mais lavada do mundo.
No final do dia, depois que os convidados foram embora e a casa silenciou, deitei na minha cama exausto. Meu celular vibrou: era uma chamada de vídeo de Letícia.
Atendi e vi a prima, com aquele rosto de anjo e olhos de diabinha. Para minha surpresa, Valéria estava ao lado dela, na cama em São Paulo. Ambas de camisola de seda, visivelmente alegres pelo vinho.
— "Oi, primo... que saudade de Cabo Frio," — Letícia disse, passando a mão no pescoço. — "A gente estava aqui lembrando de como você é... talentoso."
Valéria se aproximou da câmera, o decote generoso mostrando quase tudo. — "É verdade, Bruninho. Meu cu ainda sente falta daquela sua agressividade. Mostra pra tia o que você tem aí? Só pra gente matar a saudade?"
— "Só se vocês me derem um show primeiro," — provoquei, já sentindo o pau latejar.
Elas não hesitaram. Diante da câmera, Letícia e Valéria ficaram completamente peladas. A visão era o paraíso: a ninfeta e a madura, a linhagem de São Paulo entregue a mim. Valéria começou a passar a língua no pescoço da filha, descendo para os seios, enquanto Letícia explorava a intimidade da mãe com os dedos. Uma cena lésbica real, ali na tela do meu celular.
Eu tirei o pau para fora, já latejando, e comecei a me masturbar enquanto assistia às duas se devorarem. — "Olha o tamanho disso, Letícia... olha o que ele vai fazer com a gente quando a gente se encontrar," — Valéria gemia para a câmera, vendo minha ereção.
— "Goza, Bruno! Goza pra gente!" — Letícia implorou.
Descarreguei jatos de porra na minha própria mão, olhando fixo para a tela, sentindo a adrenalina de ter as duas ali, sob meu comando digital. Limpei-me enquanto elas se recompunham, ofegantes.
— "Mal vejo a hora de marcar isso logo," — eu disse, a voz rouca. — "Já combinei com a mãe. Vamos dar um jeito de ir pra São Paulo um final de semana desses e a gente se devora o dia inteiro."
— "Estamos esperando, primo," — Letícia piscou antes de desligar.
Dormi satisfeito. O sábado tinha sido glorioso. Segunda-feira o terno me esperava, mas com três mulheres da família na palma da mão, eu sentia que podia conquistar qualquer escritório.
