Cdzinha porteira dando para o filho do zelador

Um conto erótico de Cdzinha Isa
Categoria: Crossdresser
Contém 1595 palavras
Data: 12/03/2026 02:33:21
Última revisão: 12/03/2026 02:45:31

Era o ano de 2000, fazia uns 5 anos que eu tinha terminado o ensino médio e decidi mudar para São Paulo. Sempre morei no interior, sou o filho caçula de três irmãos homens, mas fui o único que puxou para o lado da minha mãe: baixinho, 1,65m, quadril largo, pernas grossas, rosto redondinho e loirinho. Não era afeminado, mas minha mãe sempre desejou tanto uma filha que acho que veio, só que veio com uma rola no meio – pequenina, mas veio (risos).

Em 2000, resolvi me mudar para São Paulo para fazer faculdade. Meu irmão mais velho e uma prima minha já moravam em Sampa e decidi morar com ela. Foi libertador porque minha prima já sabia que eu era gay, só não sabia que eu gostava de ser "cdzinha". E passei a usar calças e bermudas mais apertadas, que deixavam bem visível os contornos da cintura pra baixo, e já dava para notar que eu era gay. Sempre fui comportado, porque meu irmão aparecia de vez em quando lá no apartamento.

Quando cheguei, precisei arrumar um trabalho, porque meu pai pagaria só o aluguel e o mercado que eu ia dividir com minha prima. Ela é fisioterapeuta, trabalha em hospital e arrumou pra mim um serviço de controlador de acesso numa empresa terceirizada que prestava serviço no hospital. Fiquei lá 4 meses e não me adaptei – nunca tinha trabalhado antes. A empresa me mandou para outros postos até que fui parar num condomínio residencial no Alto do Ipiranga, e lá deu certo.

Como sempre gostei da noite, trabalhava das 18h às 6h (12x36) na portaria. Eu rendia uma porteira mulher às 18h, e a gente ficou muito amiga. No terceiro dia, conversando, ela já falou que quando me viu chegando no posto pela primeira vez com o supervisor, e veio na cabeça dela: "Esse é boiola" (risos). Também dava pra perceber, eu chegava sempre com calça slim ou bermuda justa. Algumas vezes ouvi falar do filho do zelador, um rapaz muito tímido, meio quieto. Ele tinha 23 anos, 1,75m, corpo normal. Em quatro meses de trabalho no prédio, tinha visto ele umas 6 vezes passando pela portaria, só sabia que o nome dele era Júnior, mas nunca tinha conversado.

A guarita era blindada, ninguém conseguia ver lá dentro, e foi por isso que adorei trabalhar lá. Não tinha câmeras na guarita, e muitas vezes trabalhei a madrugada só de calcinha, e até já me montei lá algumas vezes. Um dia, cheguei e fui ao refeitório deixar minha marmita. Chegando lá, o filho do zelador estava tomando um cafezinho. Eu estava com uma bermuda que me deixava bem sexy e percebi, de canto de olho, ele olhando para minha bunda – sorte porque nesse dia vesti a bermuda que me deixava com um bundão. Fui para o vestiário, vesti o uniforme e fui render a outra porteira. Ela me contou que ele estava lá tomando cafe porque estava trabalhando com o pai ia ficar 20 dias de férias e ele sempre substituía o pai nesses dias. Uma semana antes, ele começava a ficar com o pai para aprender o serviço.

No plantão seguinte, vi que o Júnior estava no refeitório novamente tomando café. Nos cumprimentamos e percebi que ele olhava. Aí pensei que dali poderia sair algo. No outro plantão, já fui com uma calça bem apertada e, chegando lá, ele estava novamente. Antes de entrar no refeitório, puxei a calça pra cima pra ficar bem "vadia moderadamente" (risos). Trocamos ideia e era sexta-feira. Ele falou que o pai tinha saído de férias naquele dia e ia viajar no sábado pra casa da avó. A porteira me confirmou e disse que o zelador ia passar lá pra falar comigo antes de viajar, e que o Junior já tinha perguntado se eu sabia bem o serviço. Nessas conversas dela com o Junior, ela falou que eu era "baitola", como ela mesma me chamava. Ela só não me contou que me zuou pra ele, dizendo que pelo menos era um "baitolinha bonitinho", sem saber que estava atiçando o garoto ainda mais – isso ele me contou depois que a gente se conheceu.

À noite, o pai dele apareceu apresentando ele e dizendo que ia ficar 20 dias de férias, e que o filho ia ficar no lugar dele, que podia chamar pra resolver qualquer coisa que o moleque era bom. Como tinha um pouco de liberdade com o zelador, brinquei: "Ele é pau para toda obra?" O Júnior deu uma risadinha de canto. Enquanto a gente conversava, chegou um morador pra pegar uma encomenda, e o pai dele saiu pra falar com o morador, dizendo que já estava de férias. Eu, bem malandra, falei baixinho: "Vou chamar mesmo, viu Júnior?" Ele só deu uma risadinha, e eu repeti: "Vou chamar mesmo!" Ele riu e piscou. Ali já tinha entendido.

Meu próximo plantão foi no domingo. Coloquei uma lingerie completa na bolsa, com cinta-liga e tudo, e fui trabalhar. Rendi a porteira e, como o prédio era uma torre só e muito tranquilo, fui me preparar dentro da guarita. Só não podia colocar peruca e me maquiar porque meu supervisor podia passar – uma vez por semana ele aparecia rapidinho. Coloquei a lingerie branca completa, vesti o uniforme que era um terno, e fiquei lá ansiosa e com um fogo danado.

Já passava das 22h quando o interfone tocou. Era o Júnior, disse que ia pedir um lanche e perguntou se eu queria. Falei que não. Ele disse que ia descer na portaria pra pedir. Em 2000, pouca gente tinha celular. Ele desceu, pediu o lanche e ficamos ali na portaria conversando coisas aleatórias. Eu e ele sabíamos por que ele veio ali telefonar, mas estávamos meio tímidos, sei lá. Foi só ele coçar ou pegar na pica por cima da bermuda que deu a entrada. Eu olhei e disse em tom de brincadeira: "Tá coçando o que não tem nada?" O Júnior respondeu: "Você que pensa." Ficamos nos desafiando até que, do nada, ele deu um tapinha na minha bunda e disse: "Será que aguenta?" Eu não pensei duas vezes, meti a mão por cima da bermuda dele, pegando e dizendo: "Deixa eu ver se aguento." Como ele deixou, fui atrevido. Estava encostado na bancada da portaria, baixei a calça na parte da bunda e perguntei se ele aguentava. Na hora que ele viu a calcinha socada e aquele rabão, ele meteu a mão. Senti ele ficar ofegante, já veio se esfregar em mim. Começou a esfregar e eu senti o volume por baixo da bermuda.

Deixei minha calça cair e fui tirando a camisa. Ele atrás de mim, todo ofegante. Quando ele viu que eu estava toda de lingerie, parecendo uma puta, ele tremia. Nunca vi aquilo, o moleque ofegante demais, ficou se esfregando na minha rabeta e apertando minha cintura, parecia que não queria largar. Levei minha mão pra trás e comecei a abaixar a bermuda dele. Na hora que ficou contato pele com pele, percebi que a rola dele não era tão grande, devia ter uns 14 a 16 cm, mas era bem grossinha. Coloquei ele sentado na cadeira, tirei a camisa dele, me ajoelhei e comecei a mamar. Delícia, engolia todinha. Que pica gostosa, e ele ofegante – não me lembro dele dizer uma palavra. Engolia a pica dele, depois chupava até o saco, que delícia. Que moleque cheiroso, gente.

Fiz ele ficar de pé e continuei mamando, pegava a baba da rola dele e passava no meu cuzinho enquanto mamava. Até que levantei, me debrucei sobre a bancada e pedi pra ele meter a rola no rabo da putinha dele. Com a calcinha já de lado, ele socou gostoso e começou a bombar, e gemia. Mas, pra minha surpresa, ele não demorou nem 2 minutos, e já senti o gozo, o leite dele dentro do meu rabo, e ele dizendo: "Que delícia, que delícia, que delícia", enquanto meu cuzinho terminava de receber o leite do pau dele.

Ele vestiu a roupa sem falar nada e subiu pro apartamento. Eu fui me limpar, tirei a lingerie e vesti outra calcinha, e fiquei assim. O lanche dele chegou e eu interfonei. Ele disse pra eu ficar com o lanche, mas senti que ele estava meio envergonhado. Depois de uns minutos, liguei de novo e conversei com ele, disse que não precisava se preocupar, que ninguém nunca ficaria sabendo, e que ninguém também sabia que eu gostava de me vestir de mulher. Trocamos uma ideia super legal, ele falou um pouco dele e ficou mais confiante.

Já de madrugada, ele interfonou perguntando se eu sabia de algum lugar aberto pra pedir algo pra comer. Falei que tinha uns panfletos na portaria e era pra ele descer pra gente ver. Eu estava de calcinha e camisa do serviço, e assim fiquei. Quando ele chegou, olhamos panfletos e pedimos hot dog. Enquanto eu fazia o pedido, ele levantou minha camisa e viu que eu estava de calcinha. Aí já estava mais descontraído, deu uns tapinhas na minha bunda, e assim a gente voltou a meter muito gostoso, só que dessa vez demorou mais. Os lanches chegaram e a gente continuou metendo, e demos uns beijos.

Depois desse dia, transamos outras vezes na guarita, mamei outras tantas o pau dele lá. No meu apê também, ele foi quando minha prima estava trabalhando ou viajando. Me montei completa pra ele. Depois de um tempo, nos distanciamos naturalmente. Fiquei por 3 anos nesse prédio. Até em outro porteiro de um prédio vizinho eu sentei, mas isso é conversa pra outro dia.

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