Muito bem vindo(a) a você. Recomendo imensamente que acesse ao meu perfil e leia meus relatos anteriores para me conhecer e para um melhor entendimento sobre minha vida ou sobre tudo isso aqui.
Nosso espaço ficará aqui a você, mas também lá no final: https://t.me/brazucaincesto
Caso deseje me conhecer melhor e nos conhecer melhor. Por favor, tenha total atenção a tudo. Nada aqui é brincadeira
Em sequencia a esse trecho da minha vida. Após meu melhor amigo ter desistido depois de ter ficado com os olhos brilhando e se acabado, eu segui sozinho. Contava a ele tudo o que fazia e ele ria, mas não tinha coragem de repetir
Então todos os dias eu seguia comendo ela em uma rotina interminável. Eram varias vezes ao dia, bastava chamar. Eu bombava, enchia ela de gala e pronto. Estava satisfeito. 2h depois eu estava lá dentro dela outra vez me satisfazendo. 3h depois outra vez e assim ia, dia após dia. Varias e varias vezes ao longo dos dias
Era apenas uma foda e uma gozada. Assim que eu me satisfazia saia dela e ia embora. Depois retornava pra me satisfazer de novo e de novo. Uma coisa realmente diária. Não havia um sequer dia em que eu não estivesse dentro dela. Sempre que houvesse oportunidade lá estava eu no meio das pernas dela. Com gente em casa ou não ao longo do dia. Era dormirem e pronto. E passamos a todos os dias após todo mundo ir dormir, irmos fazer. Era cada um ir pra o seu quarto, bater meia noite e meia e eu estava lá com ela. Ela ficava até tarde acordada e eu também. Horário perfeito
A coisa foi tanta que uma vez minha mãe passou a desconfiar que algo acontecia, mas nunca passou disso. Não que eu soubesse dessa desconfiança, mas eu mesmo percebi e descobri depois
Um certo dia eu sai tarde da madrugada do quarto pra ir tomar água. Nesse dia eu até tinha a intenção de ir lá dar uma gozada como de costume, mas fui primeiro tomar água. A casa toda escura, quando cheguei e liguei a luz da sala, dei um pulo quase que até o teto. Minha mãe estava no meio do escuro, no meio da madrugada lá no sofá sentada fazendo absolutamente nada. Na hora do meu susto eu perguntei o que ela fazia ali, ela disse que nada. Bebi minha água, voltei pra o meu quarto e não sai mais
Ali no momento foi um susto e tudo, mas eu não pensei sobre aquilo. Só não sai mais. Resolvi deixar pra lá e não tentar nada. Só me caiu a ficha depois de que ela devia estar desconfiada e devia estar querendo me pegar no flagra. Por sorte nunca ocorreu e ela deixou a desconfiança depois. Nunca mais notei nada
Com o susto pra trás e tudo tranquilo, continuei minha rotina de satisfação. Mas passei a tomar cuidado sobre o pessoal em casa pra não levantar nada
Outro dia ocorreu uma outra coisa semelhante. Meu irmão estava morando em casa com a minha cunhada quando ainda namoravam. Minha mãe cedeu um espaço da casa nos fundos, dividindo a casa pra eles. Porém a porta deles era lá fora. Meu irmão naquela época direto comia a minha cunhada a rodo, sabendo que eu estava em casa e ouvia. Direto eu do meu quarto ouvia ela querendo gritar e as pirocadas que ele dava
Um dia estávamos só nós 4 em casa. Minha cunhada, meu irmão, minha tia e eu. Eles lá pra o lado deles e a gente aqui. Era tarde da noite e de repente comecei a ouvir eles dois foder. Nada fora do que eu já era acostumado. Naquele dia eu já havia comido ela e dado a minha gozada de rotina. Eu já estava de boa e sossegado comigo mesmo. Mas resolvi de momento tirar onda daquilo
Sabe aquelas besteiras que inventamos na cabeça, tipo você andando na rua decide que precisa chegar no poste antes daquele carro que tá vindo, pq se não, tu morre? Então, tipo isso ai
Eu pensei comigo mesmo tipo “ já que ele tá comendo, então eu vou comer também. Vamo ver quem come melhor”
Como disse eu já havia comido ela antes, eu já estava satisfeito e de boa. Não fiz aquilo por vontade ou desejo ou algo, fiz por putaria minha mesmo. Tirar onda
Fui lá, chamei ela 👉👌🤷 e pronto. Viemos pra o quarto,tiramos a roupa. Ela abriu as pernas, encaixei a piroca e comecei. Era meu irmão arrebentando de lá e eu de cá
Ploc ploc ploc ploc ploc lá e ploc ploc ploc ploc aqui. Minha cunhada gritando de lá e a gente aqui só na bombada. Eu não cheguei a comentar mas até esse momento ela nunca havia “gemido” pra mim. Ela só suspirava e arfava um aaahhhhhh, fora isso ela falava “poarr” e “daputa tu”, dizendo “porra” e me chamando de filho da puta. Eu sempre ria e fala “é tu” e ela ria de volta “tu”, eu falava “tu filha da puta” e ela de volta “tu cu” rindo e me dando cotoco kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Meu pau não era essas coisas todas naquela época, houve até um dia em que quando ia comer ela, ela riu pra mim e fez o gesto 🤏 falando “pepeno” dizendo dele, eu até fiquei sem graça kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ela tinha alugado minha mente ali, eu ainda falei fazendo sinal de não com a mão “é não” e ela “é tchim” rindo kkkkkkkkkkkkkkkk
Mas apesar de não gemer, por muitas vezes eu via ela de olhos fechados, virando o rosto pra os lados e “falando” coisas com a boca, como se estivesse falando varias coisas, mas não dizia nada. Talvez ela estivesse dizendo pra ela mesma “vai, mete, mete gostoso vai” ou sei lá. Nunca vou descobrir o que era aquilo, mas era nítido e estampado o prazer dela. Ela gostava tanto quanto eu
Metendo vara nela de cá e meu irmão na minha cunhada de lá eu não havia reparado que tinha me empolgado, fazendo barulho nas batidas. O ploc ploc não era mais ploc ploc. Era PLOC PLOC PLOC, a cama rangendo e eu me divertindo, nisso ela cavalgava
Quando deu um momento dela dando um pulo de cima de mim igual o homem aranha, indo pra o cantinho da parede do quarto escondendo o corpo com a mão, no mesmo instante que veio um clarão de luz da minha janela. Era meu irmão com a lanterna do telefone tentando ver aqui dentro. Eles tinham ouvido
Que bom que tudo estava escuro, apagado e que não dava de ver nada. Ela ficou quietinha no canto da parede com as mãos cobrindo o corpo e eu fiquei igual estatua na cama, de cu trancado. Meu irmão olhou, olhou e saiu. Ai eu abri a porta devagarinho pra ela sair fora também
A sorte foi que na hora do espanto e do pulo. Ela não deu nenhum grito de susto. Que bom
No dia seguinte meu irmão ainda tirou onda da minha cara falando que ele tava lá torando minha cunhada e eu tava aqui batendo uma braba, e minha cunhada rindo. Eu todo sem graça só falei pra sair fora e fiquei quieto
Os dias seguiram e continuei, continuei, continuei. Não parava por nada. Bastava irem dormir, bastava sairem, bastava ter a oportunidade. Eu ia e 👉👌? Ela respondia 🤷 e pronto. Estava sempre disposta quando eu quisesse, no momento que eu quisesse. Tudo o que eu precisava era chamar
O engraçado é que na época eu tinha muita espinha. Sofri demais com isso. Minha mãe dizia que era muito hormônio, meu outro irmão dizia que eu tinha era que bater punheta e que era pq eu não comia ninguém kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Mal sabia ele
Dia após dia, varias vezes ao dia. De manhã, 50 min depois eu estava lá outra vez. 2h depois eu estava lá, 30 min depois eu estava lá, estava num vício absurdo. Bastasse meu pau voltar a ter forças após uma gozada e eu ia gastar as forças dele. Eu estocava piroca nela, enchia de gala até a última gota e meu pau amolecia. Bastava ele endurecer depois que eu ia repetir até gozar de novo, mesmo que só gozasse umas gotinhas de nada. Meu pau doía mas eu estava ali
Apesar daquilo tudo eu ainda era ingênuo, tudo o que queria fazer era meter naquele priquitão e gozar. Não tinha as manhas de uma foda boa. Não ainda. Pra se ter ideia eu nunca havia tido ideia de enrabar ela por exemplo. Eu comia ela de pernas abertas, comia ela cavalgando, comia ela de 4. Eu tinha ela a minha disposição a vontade e nunca se passou pela a minha cabeça comer aquele cu. Um desejo que eu nunca havia tido até então. Anal ainda não estava na minha mente
Se eu soubesse antes o que sei hoje, tudo tinha sido diferente naquela época. Mas ali ainda eram os 0NZ3. Não levou muito tempo pra eu aprender umas coisas depois. Mas isso ainda posso retornar a comentar mais tarde
Uma vez viajamos pra uma cidade próxima onde maior parte da família da minha mãe vive. Meus tios, primos. Meus irmãos passaram rola a rodo nessas primas de lá e eu nunca tive a oportunidade. Fomos de ônibus. Eu com minha tia em duas poltronas e minha mãe em outra. Meus irmaos. Eu estocava os dedos na buceta dela a rodo por baixo do lençol nosso, ela me tocava punheta, tudo ali no meio de todo mundo sem que ninguém desconfiasse. Tentei até comer ela pela noite mas não rolou
Nessa cidade nós ficamos numa fazenda que meu tio cuidava. Naquele tempo meu tio era caseiro, responsável por uma fazenda de gado de um véio rico. Essa fazenda tinha duas áreas. Uma área maior que era onde os bois ficavam e mais lá pra dentro uma outra área onde a casa ficava. Pra chegar na casa era necessário passar pelo o espaço dos bois. Quanta carreira aqueles bois me deram viu. Uma região mais pra o interior
A casa ficava cercada lá pra o meio do terreno, bem atras dela tinha um curral e mais pra frente um garapé onde a gente se jogava das árvores e nadava. Dali pra a cidade dava um tempinho de estrada. Ali morava meu tio, minha tia e meus primos. Todos de mesma faixa que eu, lá pra os D0Z3/TR3Z3
Conheci o lugar, meus primos e tudo. Foi só curtição. Na primeira oportunidade que tive de ficar sozinhos eu não perdi tempo. Todo mundo foi pra a cidade mas a minha tia não queria ir, e vendo a oportunidade eu também dei pra trás. Queria dormir, não queria sair. Isso só veio depois de semana lá já
Todo mundo entrou na picape e se mandou pra ir lá na minha prima, filha desses meus tios. Deixando só minha tia e eu pra trás
Chamei ela ali mesmo 👉👌🤷 e pronto. Comi ela a tarde inteira. Ela mamou, deu de 4, cavalgou, deu de pernas abertas, pirocada atras de pirocada. Na cama, no chão, na parede. Naquele tempo eu já havia aprendido um pouco com pornô, mais especificamente quadrinhos hentais. Quando era de 4 eu batia na bunda e puxava o cabelo, quando cavalgava eu batia na cara dela e chamava de filha da puta, ela ria e respondia “tu” ou “tu cu” enquanto sentava. As vezes eu fazia que sim com a cabeça e ela me dava um tapa de volta. Bem forte até, não que eu também não desse nela, mas nada que marcasse o rosto. Era só razoavelmente forte. Na mamada eu batia com o pau na cara dela, dava tapas e engasgava ela na piroca. A foda já era bem melhor que só meter e gozar
Me satisfiz como quis depois de dias sem. Com muito barulho com a gente praticamente no meio do nada. Era comendo ela e direto correndo pra brechar e não chegava ninguém, comendo ela e brechando. Ficamos um longo período na putaria até acabar e bem depois de ter acabado foi que vieram chegar
Nos dias seguintes arrisquei coisas com o pessoal em casa mesmo. Era difícil ficar sozinhos mas geralmente sempre tinha um momento
Quando todo mundo estava no garapé se banhando e só nós lá na casa, eu aproveitava pra comer ela bem rápido enquanto espiava, ou fazia ela me chupar. Uma unica vez comi ela quando foram dormir de tarde mas nunca mais. Por pouco não fui pego
Nos dias seguintes quando sozinhos eu comi ela ali naquele garapé, na beiradinha dele torei ela gostoso, a gente lá deitados no chão em cima da toalha sem ninguém. Ela de permas pra cima e eu no meio metendo vara, batendo nela e fazendo o que quisesse. Depois ela de 4 apanhando e tendo o cabelo puxado. Ela sentando enquanto apanhava e me batia de volta. Comi ela dentro da água, fiz o que quis. Comi ela dentro daquele celeiro de pé, encostada na parede, em cima de um pano
Mais pra frente de papo com meus primos que eram dois, chegamos num assunto de putaria. Se já tínhamos comido uma gata. Meu primo disse que sim, tinha uma gata que eu tinha chegado a conhecer, bem mais velha que a gente também e ele contou que comeu ela. Que ela mesma chamou ele lá pra casa dela. O outro também comentou que tinha comido umas e eu falei das vizinhas
Num determinado momento minha tia ia passando e eu mesmo perguntei deles, e essa ai? Comiam? Eles “claro tá doido, esse rabão dela eu fazia assim” e fez o gesto de segurar a bunda e bater enquanto metia, a gente caia na risada. Eu perguntei a mesma coisa do outro e ele disse igual. “Na hora tá doido esse bundão”. E ficamos nisso, rindo e tirando onda falando que tinha coragem de pegar ela
Naquele momento eu também revelei que comia ela. Disse pra eles que ia contar uma coisa mas não era pra contar à ninguém, e falei que eu torava ela faz tempo. Eles tiraram aquela risada e um falou “ah ta bom que tu come” e eu disse que era sério, comia mesmo. O outro disse “aham” e ficavam naquela onda de duvidar. Eu só falei pra eles que ia mostrar um dia que a gente ficasse sozinhos, dali ficamos naquele assunto e eu contando algumas das coisas que já tinha feito com ela e como tinha feito, eles brilhavam o olho com os detalhes das histórias. Era um momento de excitação pra a gente
Dias depois a gente ficou sozinhos. Como sempre era difícil acontecer, minha mãe sempre carregava ela mas acontecia
Falei pra eles o que ia fazer e pra olharem. Eles ficaram atentos e eu fiz que nem que igual o meu outro amigo. Cheguei nela abraçando e pegando no corpo dela, agarrando o bundão, dando tapa e rindo junto dela. Eles espiando e rindo. Dali chamei 👉👌 e ela apontou falando “finino, ai, finino” dizendo que os meninos estavam na casa, eu apontei pra mim, ela e disse “eu, tu, eles 👉👌 vamo?” E ela riu dizendo que não. Falei “vamo?” E ela “jé, pegar, jé” dizendo que meu tio podia chegar ou pegar, e eu disse “pega não, vamo” e ela 🤷 “não tchei”. “Vamo”, 🤷
Bastou chamar um pouco, insistindo daquele jeitinho que ela veio enquanto ria. Eu chamei eles e na hora apareceram, os dois com os olhos brilhando e uma risada na cara, e eu abraçado nela de costas pra eles, ai eu pegava no rabo dela a vontade enquanto exibia, dava tapas e ia mostrando o produto pra eles que já estavam com pau duro. Virei ela de frente e fiquei passando a mão pelo o seu corpo, pegando nos peitos, metendo na priquita por cima da roupa, tudo numa exibição pra os dois que brilhavam olhando, a felicidade deles era mais que o caralho
Dali fomos pra o quarto e lá eu falei pra eles pegarem a vontade, eles foram de mão cheia nos peitos, na bunda, na buceta. Passaram as mãos em todo o corpo dela a vontade enquanto ela ficava o tempo inteiro rindo com a gente. Eu fui o primeiro a tirar a roupa e falei pra ela tirar, ela tirou a blusa e eles também já foram se despindo. Todo mundo pelado eu puxei ela pela a mão e puxei pra baixo pra ela ajoelhar, ela foi agachando na nossa frente. Dei umas pauladas na cara dela e a rola pra ela chupar, ela veio sem cerimonia como sempre, abocanhou, chupou, engoliu tudo quando eu empurrava a cabeça, e eu ia falando pra eles que fazia aquilo com ela direto, eles felizes olhando com o pau na mão. Depois deixei ela pra eles dois se divertirem
Um e depois o outro na afobação de ter ela chupando logo, se acabaram no noquete. Empurravam a cabeça dela e o outro já vinha tomando “agora eu, agora eu caralho, deixa eu também” e ficavam trocando, enquanto ela chupava um o outro pegava nos peitos, no rabo, dava tapas e ficavamos rindo o tempo inteiro. Três mlks com uma coroa adulta pra a gente, imagina
Ela mamou e mamou que se babou toda. Eles deixavam ela chupar e empurravam, faziam a boca dela de buceta. “Caralho é quentinho muleke” , “tá doido”. Se divertiram. Eu disse “pq n viu a buceta”. Eu falava pra bater na cara dela, de início não quiseram mas eu falei que podia bater, um deles deu um tapinha meia boca mas eu fui lá e falei “bate caralho, bate assim” e dei um tapão, ela riu olhando e eu falei “pode bater assim, eu faço desse jeito” e lá quase espancaram a mulher kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Ele empurrava o pau na boca e dava um tapão, depois outro tapão que até eu falei “ei caralho né assim não kkkkkkkk”, ficamos um pouco mais até parar
Deixei ela de 4 pra a gente, bati no rabo dela e abri a bunda, ficamos de frenre naquele bucetao e aquele rabo pra nós, eles ficavam vidrados olhando de boca aberta, eu falei que era assim que comia ela, ajeitei o pau e comecei a pincelar pra comer. Nas metidas batia na bunda dela e puxava o cabelo, enquanto ria e falava “faço assim direto”, eles de boca aberta rindo na afobação “já caralho eu também” e eu “espera caralho”, “já caralho tu come direto”
Eu dei mais umas lapadas e sai com o pau todo melado, ai um deles veio, se ajeitou e meteu. “Tápooora viado é quentão” e eu “né caralho, falei”. Fui lá pra frente pra ela abocanhar e o outro ficava olhando com o pau na mão. “Sai caralho deixa eu também “ e o irmão dele “pera caralho eu nem comi”, “já caralho sai” e ficaram naquela discussão de um querendo vez e o outro querendo comer
Eu mesmo sai e dei espaço pra ele vir, ele veio, deu o pau pra ela e ficou lá se acabando. Ela de 4, um atrás, um na frente e eu batendo punheta. Se acabaram, a cara de prazer deles era engraçada, dava pra ver que eles esqueciam de tudo e só se acabava de vez. O de trás se empolgou e meteu fundo, segurando ela e empurrando pra frente. Deu a gozada dele e foi saindo. “Caralho bixo” e a gente rindo, o outro foi tomar a vez e ele veio pra a frente pra ela chupar, o outro se acabava mais ainda. Ficamos ali a tarde revezando e revezando, todos os 3 enchemos ela de gala. Ela cavalgou nos 3, comemos ela de pernas abertas, ficamos até dizer chega. Eles foram mais rápidos nisso, comeram e comeram até não se aguentarem. Ficaram lá sentados e jogados enquanto eu metia pau nela. Eu falava “vem caralho, já to terminando” e meu primo “consigo mais não porra”. E eu “égua bixo” e ficou assim, nenhum deles dava mais no coro. Até batia punheta mas o pau não subia
Depois disso a gente parou mas nos divertimos bastante. Eu ainda disse no fim “falei que eu comia ela, isso ai é direto” e eles rindo, “taporra bixo agora eu acredito kkkkkkkkk”. Eu até contei sobre o meu amigo que participou. Nos dias seguintes fizemos ela de brinquedo a vontade sempre que deu, os 3 lá revezando e revezando
Eu lembro que mais tarde quando comentei sobre isso no nosso grupo, um carinha lá disse algo e no meio falou “pow mas eu queria ter um depósito de porra assim”. Até então eu nunca havia pensado dessa forma mas era literalmente isso que ela era pra mim. Um deposito de porra, e foi o que nós fizemos dela aquele tempo todo
Usamos muito dela ali, era ficar sozinhos que era 3 mlk torando uma mulher adulta a vontade. Primeiro um até encher de gala, depois o outro e depois o outro, era tirar da buceta e dar na boca. A gente metia a piroca nela, lambuzava de gala e buceta e dava pra ela na boca, metia de novo pra melar e dava na boca, metia pra melar e dava na boca. Fizemos tudo o que tinhamos vontade. Eles se acabaram como nunca na vida e tiveram mais atitude que o outro primeiro. A gente terminava de pau murcho e ela rindo, ela abria a buceta e a gala descia, a gente ia lá, melava o pau e dava mais uma metida. Era uma putaria do caralho. Comemos ela no garapé, comemos ela no celeiro, comemos ela no mato, passamos o rodo a vontade sem levantar suspeitas
Os dias passaram e eu tive que voltar pra casa. Eles se divertiram o quanto puderam. Já em casa minha rotina voltou
O tempo passou e eu por mim mesmo, tive vontade de comer o rabo dela. Mas isso não rolou. Tentei empurrar mas não foi, tudo sem jeito. Tirei foi sangue querendo forçar a porra toda. Nunca mais tentei depois disso
Os tempo passou e eu já pra os QU1NZ3, nunca mais tinha feito nada semelhante de novo. Nunca mais abri a boca a ninguém até pq não havia quem eu pudesse fazer. Então só usava ela pra me satisfazer como geralmente mesmo e seguia. Nada demais
Um dia meu coroa se acidentou de moto, isso eram umas 10h da noite. Minha mãe recebeu a ligação e saiu correndo pra ir ao hospital nas pressas. Só ficou ela e eu em casa. Naquele dia em questão eu simplesmente dei uma doida na minha cabeça. Sem motivo nenhum. Eu fiquei doidão das ideias assim do nada. Aproveitei pra ir chamar ela pra fazer, fui no quarto e peguei um colchão, levei pra a sala e joguei no chão. Tirei a roupa com ela e comi ela ali pra ficar de olho no portão quando minha mãe viesse
Ali sem motivo nenhum eu fui bruto, agressivo, muito mesmo. De todos os dias em todos os anos, aquela foi a maior foda que a gente teve (e ainda assim não enrabei ela). Ali eu estava simplesmente fora de mim. Era como se não fosse eu. Me desceu um negócio que eu não sei explicar e foi sem motivo
Eu comi ela com força como eu nunca havia comido antes. Eu batia na bunda dela como nunca havia feito, minha mão marcou o rabo dela, deixou inchado, ela gritava quando eu batia e gritava alto. Uma vez quando contei isso ao grupo eu contei também que com toda a certeza, os vizinhos tinham ouvido. Foi muito alto, muito bruto. Não tinha como não. Mas pelo o jeito cada um ficou na sua, não fiquei sabendo de fofocas depois
Eu metia com força nela de 4 e batia com mais força ainda no rabo. A minha mão mesmo ardia nos tapas e ela gritava alto, fora os tapas também serem alto e a bombada de piroca. Eu puxava o cabelo dela com torça que faltava a arrancar o couro dela. Naquele dia eu não sei o que me deu mas eu maltratei dela como nunca havia feito
Eu metia com gosto quando ela estava de pernas abertas, eu metia a mãozada na cara dela que ela gritava “AAAAAAHHHHHH POARR”, “A-AUO (caralho)”, “ÓI poarr” (dói porra) e eu nem ai. Eu batia nela mais e mais, cuspia na boca dela, puxava o cabelo. Chegou um momento em especifico que eu dei tapas seguidos na cara dela, um atrás do outro, mãozada atras de mãozada bem forte mesmo, daquele jeito todo que ela gritava, e ai durante esses vários tapas eu cheguei num momento de fechar a mão e deixar o punho assim, deu uma vontade de meter soco, cara, é sério. Eu não sei explicar essa parte mas isso foi sério. Eu dava tapas e tapas e ai do nada fechei a mão e quase dei uns murros. Não sei o porque isso aconteceu mas por sorte não fiz nada. O mais engraçado é que muitos anos depois , vendo um pornô qualquer eu vi uma cena dessas. Um pornô mais hardcore que o cara dava uns tapas desse na gata e do nada ele fechou o punho e deu uns socos. Tá loko. Eu lembrei na hora desse dia
Sério mesmo, eu estava fora de mim ali. Depois eu mesmo fiquei refletindo no que tinha acontecido pra eu ter ficado daquela forma. Até hoje não sei o motivo
Mas eu maltratei muito mesmo dela, ela apanhou e não foi pouco. Ela cavalgava e levava tapa, tapa e tapa. Eu fazia que sim e ela me dava um na cara também, bem forte como os que eu estava fazendo. Ela o tempo todo xingava e me xingava. Aquilo só me deixava mais doidão. Gritava apanhando, gritava levando pirocada e tudo era muito alto. A vizinha aos lados podiam ouvir ou até na rua. Eu engasguei ela na piroca, cuspi na boca, bati mais, eu arregacei ela naquele dia. Viemos terminar tarde da madrugada, a buceta dela arrombada bem abertona da grossura do meu pau, eu tomei um banho mas um banho de suor com ela, chega ela chorou enquanto eu arrombava. Mas também de tanta surra que foi. No fim ela ficou lá toda arregaçada jogada, toda suja e suada, eu sentei e fiquei um tempão olhando ela jogada, me recuperando e voltando a si. Depois que mais calmo a cabeça voltou pra o lugar, eu olhei ela e me perguntei o que caralhos eu tinha feito. Ela estava toda marcada no rabo, molhada de suor em cima do colchão. Eu levantei e fui lá ver como ela estava, ela olhou com os olhos vermelhos, perguntei se ela tava bem e ela fez que sim, ai eu dei uma risada de alivio e ela riu igual, meio sem graça. Ai olhei pra a bunda dela e mostrei a marca da mao, apontei pra a minha mão e mostrei, ela disse “tu bater, tu” e riu olhando o próprio rabo com a marca ali. Eu perguntei se doía e ela disse que sim, ai eu pedi desculpas e ela disse que tá. Ajudei ela a levantar, falei pra ela ir tomar um banho e ela foi, e eu também fui seguir meu rumo
Tomei meu banho, arrumei a sala e ela saiu depois vestida com outra roupa, andando meio dolorida na bunda, nas pernas, fazendo careta de dor. Eu já em sã consciência sentei ali e fiquei me perguntando no que tinha acontecido, no pq fiquei daquela forma. Eu me arrependi
Horas mais tarde minha mãe chegou, um pouco mais fomos todos dormir. No dia seguinte minha mãe saiu cedo pra o hospital e nós ficamos lá. Eu reparava que ela fazia expressão de dor quando sentava ou levantava, e andava meio baqueada. Eu perguntei se tava doendo e ela falava que sim, apontava pra a bunda e falava “tu, bater” fazendo o gesto de bater na bunda, nos tapas que eu dei. Eu ria sem graça e pedia desculpas, ela ria de volta e ficava de boa. Ela ficou uns 3 dias seguidos daquele jeito mas por sorte nada fora do normal. Minha mãe também estava tão preocupada com a cabeça lá no alto que não reparou nada sobre ela
Eu me arrependi muito a partir dali que passei um tempo sem fazer nada. E depois tudo desandou a partir de então
Quando retornei as atividades, eu sentia que não era mais a mesma coisa. Eu já não tinha mais gosto na coisa como antes, era por puro vício. Não tinha mais prazer, não era mais gostoso. Eu comia ela mas não via graça alguma, não tinha aquela sensação. Era simplesmente um nada que eu sentia. Tanto que a partir daí eu passei a comer ela e contar o tempo pra acabar logo, só pra eu não estar mais ali e o perigo passar de uma vez. Isso nunca faltou, todas as vezes em que eu comia ela, o medo do perigo sempre acompanhava. Quanto antes acabasse, melhor. Menos chances de ser pego ou algo.
Então quando eu comia ela, não via a hora pra acabar logo e sair fora. Não era mais gostoso, eu não via graça. Eu sentia um vazio em mim. Houveram vezes e vezes que eu praticamente comia ela de braços cruzados, olhando pra o canto da parede com aquela cara de tédio sabe. Tipo 😒
Eu não queria estar ali mas estava por simplesmente compulsão. Vício. Nada além disso
Eu tinha ela de 4 bem na minha frente, eu estava dentro dela empurrando pau mas não era gostoso, não sentia prazer, e eu ficava assim 😒
Essa sensação ou etc não espero que você possa entender. Talvez só sentindo mesmo pra saber
Eu comia ela, na hora que ia gozar era o único momento em que sentia algo, o único instante em que eu aproveitava alguma sensação. Eu despejava tudo a vontade, tirava o pau, levantava, dava as costas e saia. Deixava ela de lado como se ela fosse um nada, e era ai que o pior vinha. Eu me sentia um completo lixo, me sentia culpado de uma forma terrível. Pensava em como eu podia fazer aquilo, no que eu estava fazendo. Era muito ruim
E ai piorava mais ainda. Quando meu pau ganhava vida de novo e eu queria outra vez gozar, lá estava eu novamente no meio das pernas dela. Empurrando e empurrando enquanto olhava pra o canto da parede, com uma cara neutra, sem emoção, sem expressão. Sem me sentir bem, sem sentir nada. Não era bom, não era gostoso, não tinha prazer, não tinha emoção. Era como se fosse só um vazio em mim. Essa foi a época mais ruim que vivi
Quando acabava, eu me sentia o pior lixo que já existiu, eu me culpava de uma forma que não sei explicar, eu chorava, me perguntava pq eu era assim, pq eu fazia aquilo, eu jurava a mim mesmo que nunca mais faria aquilo de novo, nunca mais! Eu me odiava de uma forma horrivel. Horas depois eu estava lá no meio das pernas dela.
Eu me culpava, me sentia um lixo, eu chorava, eu jurava nunca mais fazer aquilo outra vez. E mais tarde estava lá com ela de 4 na minha frente enquanto me sentia vazio naquele momento , depois me sentia um lixo, jurava nunca mais. E depois ela estava cavalgando em mim. Tudo enquanto eu olhava pra o canto do teto sem pensar em nada, sem sentir nada. Era só um vazio
Depois me sentia o lixo, jurava não mais repetir. No dia seguinte estava lá e isso repetiu, repetiu, repetiu, repetiu dia após dia, varias vezes ao dia. Semana após semana, mês após mês. Era uma bola de neve sem fim. O ciclo repetia e repetia.
Lá estava eu, me sentindo completamente vazio comendo ela de 4, com a cara de tédio olhando o piso do chão. Depois lá estava eu chorando no meu quarto. Depois lá estava eu entre as pernas dela abertas
Dia após dia. Mês após mês. Ano após ano. Não existia mais prazer, não existia mais gosto, não existia mais satisfação, não existia mais sensação. Era só um vazio, arrependimento, culpa, e tudo outra vez, sem parar. Sem acabar
Eu me encontrei nesse poço por longos anos, sem parar um dia sequer. Tudo por vicio, compulsão. Era meu pau estar pronto que eu ia desgastar ele dentro dela, ele amolecia e descansava, era descansar e eu ia outra vez. O vazio sempre estava lá, a culpa e o arrependimento sempre batia na porta, o choro sempre vinha, mas eu tornava a fazer tudo de novo por quantas vezes fosse que eu jurasse não fazer mais. Eu mesmo fazia questão de quebrar minha promessa
Me encontrei nesse abismo até perto dos 18, quando tudo finalmente teve um final. Tudo após ela ir embora de casa. Minha outra tia fez questão de querer brigar por ela e minha mãe com outros problemas pra cuidar, acabou deixando ela retornar. Sabíamos que o que a vagabunda queria era o dinheiro dela. Mas minha mãe permitiu mesmo assim. E aí tudo teve um fim de “vez” depois de longos e longos anos de prazer mas também de desgosto. O tempo que eu estava naquele abismo foi bem menos que o tempo em que eu me divertia ao máximo. Porém aquele abismo pesou muito mais que a época de prazer. Como se a época da magia nunca nem tivesse acontecido. Hoje por exemplo é “difícil” lembrar como era gostoso, a sensação, o prazer que sentia. Como quando disse sobre até lembrar do cheirinho gostoso da buceta dela. Hoje lembrar disso “é difícil”, relembrar a sensação de como era bom. Mas é muito fácil de lembrar como era sentir aquele vazio que eu sentia, como se fosse só um corpo sem nada dentro. Por mais que eu tente explicar com palavras você não vai poder entender. Como se não tivesse nada aqui dentro
Eu reencontrei ela vezes mais tarde em festa de aniversário da minha prima ou outras ocasiões. E nessas vezes eu acabei tornando a comer ela. E outra vez foi gostoso, foi bom. Me senti lá nas épocas de prazer novamente. Mas depois sim me arrependi de ter feito aquilo de novo. Mas nada comparado ao abismo que me encontrava. Hoje se eu ver ela, provavelmente vou comer outra vez. Como hoje sou outra pessoa, acredito que o arrependimento não viria. Mas isso é outra historia
Essa foi a parte mais difícil de toda a minha vida, mesmo sobre a época do vício que eu estava quando não podia ver uma mulher. Hoje eu costumo dizer que sei o que se passa na cabeça de um perturbado que pega alguém a força pra fazer algo. Naqueles tempos eu tinha muitos pensamentos sobre isso também, principalmente em relação a mãe daquele tal amigo que por longos anos foi a mulher que mais desejei na minha vida. Eu já flagrei e presenciei muito dela, foi com isso que adquiri meu desejo. Mas foi uma época terrível mesmo. Hoje estou muito bem, nem se compara
Mas com isso tudo, após tudo ter um fim eu me encontrei de novo naquela abstinência. E ai eu cheguei na última parte da minha vida. Graças a isso cheguei até minha mãe e fiz o que fiz. Mas o que aconteceu não foi o que eu iria imaginar nem nessa vida e nem em outra. Aí já é o meu primeiro texto, onde você pode clicar aqui no meu perfil e ir lá ver por si mesmo. Aquele com nome de “minha mãe na varanda de casa, resumo básico”
Na verdade esse foi o segundo que publiquei aqui no site quando contei isso. O primeiro foi anos antes e eu havia feito um texto muito melhor mas também com muito detalhes. Tinha falado demais sobre minha própria vida, coisas até desnecessárias mas que complementavam muito. Como foi a primeira vez que havia feito aquilo, me bateu a insegurança e eu desfiz. Só mais tarde quando resolvi me abrir de novo eu então fiz o atual mas que não se compara ao primeiro.
Enfim, eu disse que seria aberto. Mas agora já podemos encerrar e prosseguir. Muito obrigado pelo o carinho recebido. Como disse outras vezes, com este espaço eu fiz o meu espaço sobre o assunto para ter onde e com quem falar. Se você desejar o link estará aqui: https://t.me/brazucaincesto
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