Tira, tira que vou cagar... - PARTE 03 (Amanda, mais uma aventura)

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Heterossexual
Contém 3823 palavras
Data: 11/03/2026 23:39:22
Última revisão: 12/03/2026 00:02:39
Assuntos: Heterossexual

Após o pagamento da dívida, Seu João continuou tratando Amanda com respeito, sem a importunar. Cumprimentava-a de longe com um aceno educado, nunca mencionava o passado, nunca olhava demais. O acordo parecia realmente enterrado.

Passaram-se em média 11 meses. Novembro de 2026 virou janeiro de 2027. A barraca “Sabores do Mar” estava melhor do que nunca: Marcelo completamente recuperado, vendas em alta, Pedro (agora com 19 anos) ainda trabalhando firme como ajudante. Amanda vivia uma rotina tranquila, mas o corpo dela guardava lembranças que ninguém via.

Certa manhã, Amanda acordou, olhou para Marcelo ainda dormindo e disse baixinho:

— Amor, hoje eu não vou trabalhar. Vou ficar só pegando um bronze na frente da barraca. Tô precisando relaxar um pouco.

Marcelo abriu os olhos, sorriu e beijou a testa dela:

— Pode ficar tranquila, meu amor. Eu e o Pedro damos conta. Aproveita o sol.

Ela vestiu um biquíni fio-dental branco que mal cobria os seios pequenos e quase nada do rabo monumental de 130 cm. Espalhou a canga na areia bem em frente à barraca, deitou de bruços, empinou o rabo arrebitado e chamou:

— Pedro! Vem aqui rapidinho, por favor?

O rapaz de 19 anos apareceu na hora, bronzeado, camisa aberta. Amanda entregou o tubo de bronzeador e um espelhinho:

— Passa nas costas e nas pernas pra mim? Não consigo alcançar direito.

Ela voltou a olhar para o espelho, passando batom vermelho nos lábios carnudos. Sentiu as mãos grandes de Pedro espalhando o creme frio nas costas, descendo devagar. De repente, os dedos dele deslizaram pelo rego da bunda arrebitada e projetada para trás. Um dedo passou direto pelo cuzinho dela, roçando o anelzinho rosado com pressão clara, demorada. Amanda prendeu a respiração, o corpo inteiro arrepiando.

Ela ajeitou o espelhinho discretamente para olhar para trás. Pela fresta larga do short de Pedro, viu uma cabeça avermelhada, inchada, brilhando de suor — muito mais grossa que a de Seu João, a cabeçorra parecendo uma maçã madura, veias grossas saltadas. O pau dele nem estava totalmente duro e já parecia desproporcional de tão grosso. Amanda sentiu um calor subir pela barriga, a buceta pulsando involuntariamente. Ficou desconcertada, excitada, a boca seca.

Pedro terminou de passar o creme, limpou as mãos na bermuda e disse com voz normal:

— Pronto, dona Amanda. Qualquer coisa é só chamar.

Quando ele se virou para voltar à barraca, ela reparou no volume absurdo balançando dentro do short — uma saliência grossa, pesada, quase batendo na coxa, mais larga que o normal. Amanda mordeu o lábio e ficou ali, coração disparado, o cuzinho ainda formigando onde o dedo dele havia passado.

Alguns dias depois, numa tarde quente em que Marcelo tinha ido ao mercado e Pedro estava sozinho arrumando as mesas, Amanda chamou ele para dentro da barraca fechada.

— Pedro… posso te fazer uma pergunta? Tem que ser segredo absoluto. Ninguém pode saber, nem meu marido.

O rapaz de 19 anos parou, curioso, limpando as mãos na bermuda:

— Claro, dona Amanda. Pode falar.

Ela respirou fundo, voz baixa e trêmula, o rosto já começando a corar:

— Você… tem pau grande?

Pedro arregalou os olhos, mas não negou nem desviou o olhar. Amanda continuou, voz quase sumindo de vergonha e excitação:

— Eu vi… outro dia, quando você passou o bronzeador. Pela fresta do short. Era grosso pra caralho. Mais grosso que… do que eu já vi. Posso ver direito? Só ver. Prometo que ninguém fica sabendo.

Ele hesitou dois segundos, depois baixou o short devagar. O pau saltou para fora — 25 cm de rola absurdamente grossa, veiada, a cabeça avermelhada inchada como um cogumelo enorme, já babando um fio grosso de pré-gozo que pingava na areia.

Amanda ficou paralisada por um instante, os olhos fixos naquilo, a boca entreaberta. De repente soltou, quase sem pensar, voz rouca e vermelha de tesão:

— Porra, Pedro… que cabeção é esse? Parece um cogumelo de tão grande…

Ela engoliu em seco, a saliva enchendo a boca de água, os lábios carnudos tremendo. O calor subiu rápido pela barriga, a buceta latejando dentro da calcinha minúscula. Sem conseguir se controlar mais, murmurou baixinho, quase implorando:

— Meu Deus… deixa eu tocar?

Pedro apenas assentiu, o pau pulsando na frente dela.

Amanda ajoelhou ali mesmo na areia da barraca, as mãos trêmulas subindo devagar. Agarrou com as duas mãos — a mão dela só cobria a metade da rola de tão grossa —, sentiu o calor, as veias grossas latejando contra as palmas. Passou o polegar na cabeçona melada, espalhando o pré-gozo, e lambeu os lábios instintivamente.

— Caralho… tá grosso demais… tá pulsando na minha mão…

Ela não aguentou: abriu a boca e engoliu a cabeça inteira, a língua rodando em volta do cogumelo inchado, chupando com fome. Pedro gemeu baixo, segurando os cabelos negros dela:

— Porra, dona Amanda… sua boca é quente pra caralho…

Ela mamou com tudo, garganta profunda o quanto conseguia (a grossura dificultava), babando rios, olhos lacrimejando de esforço e tesão. Ele segurou firme e fodeu a boca dela com estocadas controladas, mas cada vez mais fundo. Minutos depois explodiu: jatos grossos e intermináveis enchendo a garganta de Amanda, transbordando pelos cantos da boca, escorrendo pelos peitinhos pequenos. Ela engoliu desesperada, golfada atrás de golfada, o estômago inchando levemente, tossindo, mas bebendo tudo como se fosse a última coisa que faria na vida.

Amanda limpou a boca com as costas da mão, ainda de joelhos, ofegante, os olhos vermelhos de esforço. Pedro respirava pesado, o pau ainda meio duro pendurado, brilhando de saliva e restos de porra. Ele deu um passo pra trás, puxou o short pra cima devagar, mas não fechou a bermuda toda. Olhou pra ela com um sorriso torto, quase cruel.

— Dona Amanda… você mama gostoso pra caralho. Melhor que eu imaginava.

Ela levantou devagar, as pernas tremendo um pouco, tentando recuperar o fôlego. A voz saiu baixa, ainda rouca da chupada intensa:

— Pedro… isso fica entre a gente, tá? Ninguém pode saber. Nem o Marcelo, nem ninguém.

Ela fez uma pausa, olhando pra ele com uma mistura de súplica e negociação, limpando o canto da boca onde ainda escorria um fio branco.

— Se você for discreto de verdade… se não falar nada, não olhar torto na frente dele, não dar bandeira… eu vou mamar muito mais vezes. Sério. Todo dia que der, quando o Marcelo sair pro mercado, ou quando ele dormir cedo depois do expediente. Eu venho aqui pra barraca, te chupo gostoso, engulo tudo, lambo as bolas, faço o que você quiser na boca. Pode ser quantas vezes você aguentar. Mas tem que ser segredo absoluto, Pedro. Por favor… me promete isso.

Pedro parou, o sorriso se abrindo mais devagar, avaliando as palavras dela.

— Tá falando sério?

Amanda assentiu devagar, os olhos fixos nos dele.

— Tô. Eu faço valer a pena. Mas só se você jurar que ninguém fica sabendo. Nem um pio.

Ele riu baixo, balançando a cabeça.

— Eu sei guardar segredo. Mas… eu também vi umas coisas, sabe?

Amanda congelou, o coração acelerando de novo, mas dessa vez de medo.

— O quê? Do que você tá falando?

Pedro se encostou na mesa da barraca, cruzando os braços, o volume ainda visível na bermuda.

— Eu vi você com o Seu João. Lá no fundo da praia, uns meses atrás. Você de quatro, empinando esse rabo pra ele, gemendo baixinho enquanto ele metia no seu cu. Eu tava guardando as redes do lado do coqueiro, ninguém me viu. Mas eu vi tudo. Vi ele gozando dentro de você, vi você lambendo o pau dele depois… tudo.

Amanda sentiu o sangue sumir do rosto. As pernas fraquejaram, ela teve que se apoiar na mesa.

— Você… você tá mentindo. Não pode ter visto isso.

— Não tô mentindo não. Eu gravei um pedacinho no celular. Não mostrei pra ninguém, mas tá lá. Bem guardadinho.

Ela levou a mão na boca, os olhos enchendo d’água.

— Pedro, por favor… apaga isso. Eu fiz aquilo por causa da dívida do Marcelo, foi uma vez só, eu juro. Não foi por gosto, foi… foi obrigação. Por favor, não conta pra ninguém.

Ele deu de ombros, mas o olhar era firme.

— Eu não vou contar… se você me der o que eu quero.

Amanda piscou, confusa.

— O que você quer?

Pedro baixou a voz, se aproximando um passo.

— O mesmo que o Seu João teve. Seu cu. Quero meter esse pau grosso todo no seu cuzinho apertado. Quero ver você gemendo pra mim do mesmo jeito que gemia pra ele.

Ela balançou a cabeça rápido, recuando até encostar na parede da barraca.

— Não, Pedro… não dá. Seu pau é grosso demais. Olha o tamanho dessa cabeçorra… é muito maior que o do Seu João em diâmetro. Vai me rasgar, vai doer pra caralho. Eu não aguento. Por favor, não pede isso.

Ele sorriu, passando a mão no volume da bermuda.

— Mas você aguentou o dele, aguentou bem gostoso. O meu é só mais grosso, mas eu vou devagar no começo. Você vai gostar, eu sei que vai.

Amanda cruzou os braços sobre os peitos, tentando se proteger.

— Não, eu não quero. Tá bom de rola grossa hoje. Eu já te chupei, te fiz gozar na boca… foi bom, né? Se você for bonzinho, se prometer que não conta nada pro Marcelo, eu chupo mais vezes. Posso chupar todo dia que o Marcelo for no mercado, ou quando ele dormir cedo. Eu faço direitinho, engulo tudo, lambo as bolas… o que você quiser na boca. Mas o cu não. Meu cu é sagrado, Pedro. Por favor.

Ele ficou em silêncio uns segundos, olhando pra ela de cima a baixo, depois riu de novo, mas dessa vez sem humor.

— Chupar é bom, dona Amanda. Mas eu quero mais. Eu vi como você rebolava pro Seu João, como empinava esse rabo de 130 cm pedindo mais. Eu quero isso. Quero sentir esse cu apertando minha rola enquanto eu meto fundo. Se você não quiser… eu mostro o vídeo pro Marcelo. Imagina a cara dele vendo a mulher dele de quatro, gemendo “mais forte, Seu João, me arromba o cu”? Ele vai pirar. Vai querer saber tudo. E aí? O que acontece com a barraca, com a família?

Amanda sentiu as lágrimas escorrendo. Ela baixou a cabeça, voz tremendo.

— Você não faria isso… você trabalha aqui, você gosta do Marcelo. Ele te trata como filho. Por que você faria uma coisa dessas?

— Porque eu quero você, dona Amanda. Faz tempo que eu olho pra esse rabo, pra essa boca carnuda. E agora que eu provei… não dá pra voltar atrás. Ou você me dá o cu, ou o Marcelo fica sabendo de tudo. Escolhe.

Ela ficou quieta por um longo minuto, respirando fundo, limpando as lágrimas com o dorso da mão. Olhou pra ele, olhos vermelhos.

— Tá bom… mas não hoje. Não agora. Eu preciso me preparar. Meu cu tá sensível ainda do bronzeador, e… e eu preciso de lubrificante, de tempo pra relaxar. Se for de uma vez, vai machucar de verdade e eu não vou conseguir fingir que tá tudo bem depois.

Pedro assentiu devagar.

— Pode ser. Quando?

Amanda engoliu em seco, voz baixa.

— Hoje à noite. Depois que o Marcelo e eu fecharmos a barraca. Ele sempre vai tomar banho em casa e deitar cedo porque cansa. Eu fico aqui arrumando as últimas coisas… aí você volta. Tipo umas 22h. Eu deixo a barraca entreaberta. Mas tem que ser rápido, discreto. E você apaga esse vídeo depois. Promete?

Ele sorriu, satisfeito.

— Prometo. Depois que eu meter e gozar no seu cu, eu apago na sua frente. Mas tem que ser gostoso, hein? Tem que rebolar, gemer baixinho, pedir mais… igual você fez com o velho.

Amanda fechou os olhos por um segundo, respirando fundo.

— Tá… eu faço. Mas se você machucar demais, eu paro. E se o Marcelo aparecer, a gente finge que você veio ajudar a guardar as coisas. Combinado?

— Combinado.

Ela se virou de costas por um instante, tentando se recompor, depois olhou pra ele de novo.

— Agora vai. Sai antes que o Marcelo volte do mercado. E não olha pra mim diferente na frente dele, tá? Age normal.

Pedro deu um tapinha leve no rabo dela por cima do short, só pra provocar.

— Pode deixar, dona Amanda. Até mais tarde… vou sonhar com esse cuzinho apertado.

Ele saiu da barraca assobiando baixo, deixando Amanda sozinha, coração disparado, mistura de medo, vergonha e um calor traiçoeiro subindo de novo pela barriga. Ela sabia que a noite ia ser longa… e perigosa.

Mais tarde, por volta das 22h, a praia já vazia, o mar sussurrando ao fundo. Marcelo tinha ido embora há horas, cansado do dia. Amanda ficou sozinha na barraca, arrumando as mesas devagar, o coração na boca. Ela trocou de roupa como combinado: vestiu um vestido vermelho colado, curtinho, que mal cobria a metade da bunda monumental de 130 cm. O tecido grudava no corpo esguio dela, destacando os seios pequenos e a curva projetada pra trás do rabo — não largo, mas empinado, redondo, impossível de ignorar. Sem calcinha por baixo, só o vestido colado marcando cada contorno.

A cortina da barraca se mexeu. Pedro entrou sem falar nada, olhos famintos fixos nela. Fechou a entrada atrás de si, avançou rápido, agarrou a cintura dela por trás e colou o corpo no dela. Beijou o pescoço com força, mãos já descendo direto pro rabo, apertando as nádegas por cima do vestido, levantando o tecido curto.

— Caralho, dona Amanda… esse vestido vermelho tá foda. Olha essa bundona projetada pra trás… eu não aguento mais esperar.

Ele virou ela de frente, beijou a boca com urgência, língua invadindo, enquanto uma mão subia pro peito e a outra apertava o rabo com mais força.

— Agora abre essa boca gulosa. Chupa meu pau. Não pode perder tempo, o Marcelo pode acordar a qualquer hora.

Amanda tremia, mas obedeceu. Ajoelhou na areia da barraca, puxou o short dele pra baixo. O pau saltou, já duro, a cabeçorra vermelha brilhando. Ela abriu a boca e engoliu o quanto conseguiu — a grossura extrema dificultava, mas ela forçou, babando, chupando com fome.

Meia hora se passou assim. Ela mamava sem parar, alternando entre garganta profunda (o máximo que aguentava), lambendo as veias grossas, chupando as bolas pesadas. Pedro gemia baixo, segurando os cabelos dela, mas não gozava. Conversavam entre gemidos e babadas.

— Porra… sua boca é melhor que qualquer puta que eu já peguei… engole mais fundo, vai…

— Pedro… tá grosso demais… minha garganta dói… mas eu faço… você gosta assim?

— Gosto pra caralho… continua… lambe a cabeçorra… isso… agora chupa devagar, deixa eu curtir…

— Você vai gozar na minha boca de novo? Ou quer guardar pro cu?

— Pro cu. Mas continua mamando… eu aguento mais… fala pra mim como você se sente com meu pau na boca.

— Tá enchendo minha boca… quente… pulsando… eu tô molhada só de chupar… o vestido tá subindo, meu rabo tá todo de fora…

— Isso mesmo… empina um pouco enquanto chupa… mostra essa bundona vermelha…

— Tá latejando na minha língua… você tá segurando pra não gozar?

— Tô guardando tudo pro seu cu… continua… engole até onde der…

Ele segurou a cabeça dela com mais força, fodeu a boca devagar por mais uns minutos, depois puxou ela pra cima.

— Chega de boca. Agora vira de costas. Empina esse rabo.

Amanda obedeceu, levantou o vestido vermelho curto até a cintura, empinou o rabo projetado pra trás. Pedro cuspiu na mão, passou no anelzinho rosado, depois encaixou a cabeçorra enorme na entrada. Empurrou devagar no começo, forçando a grossura extrema. Amanda gemeu alto, dor misturada com prazer.

— Ai… devagar… tá muito grosso…

Ele começou a socar, devagar no início, depois mais forte. Cada estocada fazia um incomodo crescer no intestino dela — uma pressão forte, vontade enorme de defecar. As fezes duras que ela já tinha lá dentro começaram a se mexer com os movimentos.

Ela não falou de cara. Apenas pedia:

— Pedro… tira um pouco… deixa eu respirar…

Ele tirava uns centímetros, dava um tempo, depois voltava a meter fundo.

— Assim tá melhor?

— Sim… continua… mas devagar…

A pressão aumentava. O incômodo virou urgência real. Ela tentou segurar, mas o pau grosso dilatando tudo só piorava.

Em dado momento, quando ele metia forte, ela pediu de novo:

— Pedro, tira, tira logo por favor…

Ele ignorou, continuou socando, mãos apertando o rabo.

— Tira do meu cu, Pedro…

Ignorou de novo, gemendo mais alto.

Em desespero, voz tremendo, ela gritou:

— POR FAVOR PEDRO, TIRA, TIRA LOGO QUE EU VOU ME CAGAR TODA…

Ele continuou metendo, voz rouca:

— Tá quase… aguenta aí… eu tô gozando já…

— PEDRO, TIRA ISSO DO MEU CU QUE EU VOU CAGAR… EU ACHO QUE ME CAGUEI TODA…

— TIRA QUE VOU CAGARRR…

Ele ignorou tudo, socou mais fundo umas vezes e explodiu: jatos quentes enchendo o reto dela, gozando forte, gemendo alto.

Só depois de gozar completamente ele tirou o pau devagar. A cabeçorra saiu com um “plop” molhado, e em seguida veio o resto: fezes duras, compactas, saindo sem controle, caindo na areia da barraca. Amanda não conseguia parar o fluxo, o cu dilatado não fechava mais. Ela desabou de joelhos, chorando baixinho, rosto vermelho de vergonha, lágrimas escorrendo.

Pedro ficou ali parado, pau ainda pingando porra e restos, olhando a cena com um sorriso satisfeito e cruel.

— Caralho… olha só… você cagou mesmo…

Amanda soluçava, tentando se cobrir com o vestido vermelho amarrotado.

— Você… você não tirou… eu avisei…

Ele se abaixou, pegou o celular do bolso, mostrou a tela.

— Relaxa… eu apago o vídeo agora, como prometi. Mas isso aqui… isso foi foda. Você gozou também, né? Admita.

Ela não respondeu, só chorou mais baixo, o corpo tremendo na areia suja. Pedro limpou o pau na barra do vestido dela, guardou tudo e saiu da barraca assobiando de novo, deixando-a ali, destruída, humilhada… mas sabendo que o segredo agora era ainda mais pesado.

A barraca ficou em silêncio, só o som do mar e os soluços dela.

No dia seguinte, Pedro chegou na barraca cedo, coração na boca. Pensava que seria demitido na hora, que Marcelo teria descoberto tudo, que Amanda teria contado chorando ou que pelo menos o clima estaria estranho, pesado, cheio de olhares tortos. Mas nada. Marcelo o cumprimentou com o mesmo tapa no ombro de sempre:

— Bom dia, moleque! Vamos abrir essa porra de barraca?

Amanda apareceu pouco depois, de biquíni discreto por baixo da saída de praia, sorrindo como se nada tivesse acontecido. Passou por Pedro, deu um “bom dia” normal, pediu pra ele arrumar as mesas do lado de fora. Nenhum sinal de raiva, nenhum tremor na voz. O dia correu normal: clientes, risadas, fritura de peixe, sol queimando. Pedro ficou confuso o dia todo, esperando o pior que nunca veio.

No fim do expediente, quando o sol já baixava, Marcelo recebeu uma ligação urgente — precisava ir resolver uma coisa no fornecedor de camarão. Beijou Amanda na testa:

— Volto logo, amor. Fica aí com o Pedro fechando tudo. Qualquer coisa me liga.

Ele saiu apressado. Ficaram só os dois na barraca.

Amanda esperou uns minutos, trancou a entrada principal, virou-se devagar pra Pedro. Nos olhos dela não tinha mais medo, nem vergonha. Tinha um brilho safado, divertido, predador. Ela pegou uma faca de cozinha que estava na mesa de corte, segurou firme na mão direita, apontando pro chão. Caminhou até ele, parou bem em frente, o corpo colado no dele.

Pedro abriu a boca pra falar algo — talvez pedir desculpas, talvez tentar se explicar —, mas ela interrompeu com voz baixa, rouca, carregada de tesão e malícia:

— Bota essa rola pra fora, seu filho da puta…

O tom era de cachorra no cio, mas com um sorriso travesso nos lábios. Pedro sentiu o pau endurecer na hora. Baixou o short tremendo, o pau grosso saltou, já babando.

Amanda largou a faca na mesa ao lado (só pra intimidar, só pra marcar território), ajoelhou na areia, agarrou a rola com as duas mãos — ainda mal fechando em volta da grossura — e engoliu a cabeçorra com fome, sem preliminares. Chupou com desejo selvagem, garganta profunda, babando rios, olhos fixos nos dele, gemendo alto enquanto mamava.

Entre uma lambida e outra, ela parava só pra falar, voz safada e divertida, cheia de elogios:

— Meu Deus, Pedro… olha essa cabeçorra… que delícia de cogumelo vermelho… parece que vai explodir na minha boca… tão gordinha, tão inchada… eu amo essa cabeçorra grossa, sabia? É a melhor que eu já chupei… olha como ela pulsa na minha língua… hmm… que pau gostoso…

Ela ria baixinho entre as chupadas, lambendo a glande devagar, rodando a língua na coroa inchada.

— Você guarda essa cabeçorra só pra mim, né? Porque ela é perfeita… grande demais, grossa demais… me deixa louca… chupa essa cabecinha, Pedro… isso… me dá mais pré-gozo… delícia…

Pedro gemia, segurando os cabelos dela, curtindo cada palavra.

— Porra, Amanda… continua falando assim… você tá me matando…

Ela acelerou, sugando forte, depois parava de novo pra elogiar:

— Essa cabeçorra é um sonho… olha o tamanho… cabe na minha boca inteira e ainda sobra… eu poderia chupar isso o dia todo… hmm… que pau perfeito… grosso, veiado, cabeçudo… meu favorito agora…

Minutos depois ele explodiu: jatos quentes enchendo a boca dela de novo, transbordando pelos cantos, escorrendo pelo queixo. Amanda engoliu tudo com prazer, lambendo os lábios depois, voz rouca e ameaçadora, mas ainda com um tom brincalhão:

— Aí de você se não tiver leite nesse pau todo dia pra mim… todo dia, Pedro. Entendeu? Essa cabeçorra vai ter que me alimentar sempre…

Ela se levantou devagar, limpou o canto da boca com o dorso da mão, deu um sorriso safado e, em vez de virar as costas, abraçou ele forte como namorada, colando o corpo no dele. Passou os braços pelo pescoço dele, beijou o canto da boca dele devagar, enquanto Pedro, ainda ofegante, colocava as mãos no rabão projetado pra trás dela, alisando as nádegas redondas e firmes por cima do tecido fino, apertando devagar, curtindo a textura, o formato empinado.

— Isso… alisa bem meu rabão, vai… ele é todo seu agora… mas só se você for bonzinho…

Eles ficaram ali uns segundos, abraçados na barraca vazia, o som do mar ao fundo, o cheiro de sexo e sal no ar.

O que ela não sabia — ou talvez soubesse e não ligasse mais — era que sua irmã Rafaela estava vendo tudo escondida. Do lado de fora da barraca, encostada no coqueiro próximo, fumando um beck devagar, olhos vidrados na fresta da cortina. Rafaela tinha chegado mais cedo pra ajudar no fechamento, mas parou ao ouvir os gemidos. Ficou ali, imóvel, tragando fundo, vendo a irmã ajoelhada mamando o ajudante com vontade, ouvindo os elogios safados à cabeçorra, vendo o abraço final como casal. O cheiro de maconha misturava com o ar salgado da praia.

Ela apagou o beck na areia, sorriu de canto de boca e se afastou devagar, sem fazer barulho. O segredo da barraca “Sabores do Mar” tinha acabado de ganhar mais uma guardiã… ou talvez uma nova jogadora.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Analisador de casadas a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaAnalisador de casadasContos: 23Seguidores: 19Seguindo: 0Mensagem

Comentários