Parte 5: Conhecendo a Sogra com sabor de mudanças

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 962 palavras
Data: 11/03/2026 19:36:56

Já se passara um mês desde que Rufus aceitara o papel de "corninho" oficial de Gislaine, mergulhando em uma rotina de humilhações e tesão confuso. Ele assistira a mais orgias, limpando gozo alheio do corpo dela com a língua, e até participara de algumas, fodendo tanto Gislaine quanto algumas amigas, enquanto ela também dava para outros. O ciúme ainda doía, mas o vício no prazer – e no afeto esporádico dela – o mantinha preso. Enfim, chegou o dia em que Rufus conheceu sua sogra, Sara. Sempre que ele fora na casa de Gislaine, ela nunca estava em casa, mas dessa vez seria diferente. Eles foram à casa de Gislaine para um almoço simples, e Sara abriu a porta com um sorriso caloroso. Era uma mulher muito linda, parecida com Gislaine – loira, magrinha, mas com seios fartos e com traços delicados –, mas era visível sua idade no rosto: ruguinhas sutis ao redor dos olhos e boca, aos 40 anos, dando-lhe um ar maduro e sedutor. Vestida com um vestido leve que destacava as curvas suaves, ela era curiosa e muito faladeira, enchendo Rufus de perguntas sobre a escola e o namoro.

"Ah, que bom que minha filhinha encontrou um menino decente como você, Rufus! Eu me gabo de ter impedido que ela virasse uma putinha devassa, sabe? Criei ela na rédea curta – nada de festas loucas ou meninos safados. Ela é uma santa!", tagarelava Sara, servindo o almoço com orgulho. Rufus só sorria e assentia, engolindo seco, sem revelar a verdade: que Gislaine era exatamente o oposto, uma vadia insaciável que o fazia corno semanalmente. "É, ela é ótima, tia", respondia ele, forçando um sorriso enquanto lembrava da última vez que a vira gemendo para três paus.

Gislaine, sentada ao lado, piscou para Rufus: "Preciso sair agora, amor. Fazer um trabalho da escola com uns amigos." Rufus sabia a verdade – ela estava indo na casa de um menino da turma para foder ele e o pai dele. Já tinham comido ela antes, com Rufus presente inclusive, na semana anterior: uma transa selvagem onde o pai a penetrou no cu enquanto o filho fodia a boceta, e Gislaine amara, gozando alto e pedindo mais. "Tá bom, amor… se cuida", disse ele, o estômago revirando de ciúme familiar.

Após ver sua filha saindo, a expressão de Sara mudou completamente – o sorriso sumiu, dando lugar a um olhar sério e triste. Ela fechou a porta e se sentou ao lado de Rufus no sofá, os olhos marejados: "Eu... eu sei de tudo, Rufus. Sobre a Gislaine se recusando a andar na linha e sendo uma puta pra geral no colégio." Rufus gelou, gaguejando: "C-como assim, tia?" Sara ameaçou um choro, as lágrimas escorrendo: "Eu ouvi conversas, vi mensagens no celular dela… ela dá pra todo mundo, né? Não queria isso pra minha filha. As consequências sempre vêm depois de uns anos – eu sei, porque fui igual na idade dela."

Ela contou sua história, a voz tremendo: "Fui uma vadia descontrolada, e paguei caro. As tantas vezes que morri de medo de ter pego gonorreia ou os sustos ao descobrir que pessoas com quem eu tinha transado estavam com AIDS... nossa, passei por dias angustiantes. Fora as vezes que apanhei e fui humilhada por namorados e namoradas de amantes... Agora tô casada com um cara que nem me satisfaz sexualmente, o pai da Gislaine, mas foi o único que me aceitou, com esse meu passado. Ele é bom, mas… eu dou uns pulos de cerca, faço dele corno igual a Gislaine faz com você. Traio ele com vizinhos, amigos… Não era bem o que queria, nem pra mim, muito menos pra ela. Tô frustrada por não conseguir impedir que ela siga o mesmo caminho. Por isso, quero ensinar uma lição pra ela – mostrar que traição dói dos dois lados."

Antes que Rufus pudesse reagir, Sara o agarrou pelo colarinho, beijando-o com fome, as mãos descendo para a calça dele. "Tia, não… isso é errado!", recusou Rufus inicialmente, empurrando-a de leve, o coração acelerado. Mas sua sogra era linda e gostosa demais – corpo maduro com seios fartos e firmes, quadris largos e uma boceta que ele imaginava úmida e experiente. "Chifre trocado não dói, Rufus… e você merece uma mulher de verdade. E meu nome é Sara, para de me chamar de tia.", sussurrou ela, abrindo a blusa e revelando os mamilos duros. O tesão venceu – Rufus cedeu, puxando-a para o sofá.

O sexo foi bem gostoso, intenso e variado.

Sara o chupou primeiro, engolindo o pau dele com maestria, lambendo as bolas e sugando fundo: "Mmm, maior que o do meu marido… goza na boca da sua sogrinha!" Rufus gemeu, mas segurou, virando-a de quatro e penetrando a boceta carnuda e peludinha dela – estocadas ritmadas, profundas, fazendo-a gozar a primeira vez em minutos: "Ahh, Rufus… me fode forte, menino! Issoooo!" Ele variou, comendo-a de missionário, sugando os seios grandes enquanto roçava o clitóris, levando-a ao segundo orgasmo, o corpo dela tremendo e sucos escorrendo pela cama. No terceiro, ele a montou por cima, deixando-a rebolar furiosamente até gozar gritando, as unhas cravando nas costas dele. Rufus durou impressionante, finalizando enchendo a boca dela de porra quente – ela bebeu tudo, ofegante e lambendo os lábios: "Delícia… obrigada pelo leitinho, genrinho."

Sara, recuperando o fôlego e recuperando a compostura, agradeceu: "Obrigada pela paciência com minha filha, Rufus. Cuide bem dela… e quem sabe a gente repete, hein?" Ela piscou, recolocando a roupa. Quando Rufus se preparou para partir, ainda zonzo do prazer e da traição mútua, abriu a porta – e lá estava Gislaine, assistindo paralisada, os olhos arregalados de choque, a bolsa caída no chão. Ela havia voltado mais cedo, e a cena a deixara sem palavras, o rosto pálido como se o mundo tivesse virado de cabeça para baixo.

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