Minha mente tava muito perturbada com tudo que eu tava sentido, eu não conseguia parar de sentir tesão em toda aquela cena, eu queria muito participar agora e tava louco de tesão na minha mulher. corri pra casa. Quando abri a porta, Mara estava na sala, enrolada num roupão, com a TV ligada sem som. Ela me olhou e eu vi a pergunta nos olhos dela antes mesmo de ser feita. Onde você esteve? Por que você está assim?
Não dei tempo para perguntas.
Apenas cruzei a sala, tirei o casaco e deixei cair no chão. Ela se levantou, o roupão se abrindo um pouco. "Amor?", a voz dela, um fio de preocupação.
"Calada", saiu da minha garganta, áspero. E então eu a agarrei pelo braço, não com violência, mas com uma determinação que a fez ficar sem ar. Guiei-a para o quarto. Ela não resistiu. Talvez tenha visto nos meus olhos o que ia acontecer. Ou talvez tenha visto algo pior: o vazio que vinha antes da tempestade.
Dentro do quarto, empurrei-a suavemente para a beira da cama. Ela caiu sentada, os olhos arregalados. Eu fiquei em pé na frente dela, desabotoei as calças. Ela entendeu. Sem uma palavra, seus dedos tremendo um pouco, ela puxou minha cueca para baixo. Quando seus lábios me tocaram, foi como um choque. Eu fechei os olhos e não a vi. Vi o Jegão. Vi-a fazendo isso para ele. E uma fúria gelada, perversa, subiu pela minha espinha. Meus dedos se enterraram no cabelo dela, guiando o ritmo, não com amor, mas com posse. Um pensamento martelava: essa boca ainda é minha. Por enquanto.
Antes que eu gozasse, puxei-a para cima pela nuca. Virei-a de costas para mim, empurrei seu torso contra o colchão. "De quatro", grunhi. Ela obedeceu, arqueando as costas. Entrei nela num único movimento brutal, profundo. Ela gritou, um som abafado pelo travesseiro. Eu meti com uma força que fazia a cama bater na parede. Cada investida era uma tentativa de expulsar a imagem que me assombrava: ela assim, com outro. Queria marcar cada centímetro, reivindicar o que estava prestes a emprestar. O suor escorria das minhas costas. Ela gemeu meu nome, mas eu não respondi. Estava em outro lugar.
Exausto, mas longe do fim, eu me deitei de costas. Ela, entendendo a troca, se virou e montou em mim, de costas. Seus seios balançavam livres, pesados, e ela os segurava enquanto cavalgava. Eu agarrei seus quadris, ajudando, mas meus olhos estavam fixos naquele corpo que eu conhecia tão bem. Outros olhos vão ver isso. A ideia, que antes me envenenava, agora me dava um impulso perverso de prazer. Ela se jogou para trás, seus cabelos escorrendo sobre o meu estômago, e eu senti tudo dentro dela ficar mais apertado, mais quente. Ela estava gozando sobre mim; só continuei as estocadas até sentir sua bucetinha relaxar novamente.
Eu a puxei para cima de novo. Deitei-me completamente e ela deslizou para baixo. Dessa vez, ela não usou só a boca. Juntou seus seios em volta de mim, criando um calor úmido e macio — uma espanhola. Olhei para baixo e vi o rosto dela, sério, concentrado, os olhos fechados. Ela estava me devorando. E eu deixei. Porque sabia que aquela fome, em breve, teria outra fonte. A sensação era avassaladora, e eu precisei me segurar para não perder o controle ali mesmo.
Não aguentei. Rolei, coloquei-a debaixo de mim e entrei novamente, fundo. Ela envolveu as pernas nas minhas costas. O ritmo era frenético, desesperado. Eu metia como se quisesse alcançar o fundo da alma dela, ou talvez expulsar a minha própria. Ela gritava, arranhava minhas costas, seus orgasmos se sucedendo. Mas eu segurei o meu. Segurei com uma força desumana. Porque isso não era só sexo. Era um ritual. Uma despedida.
Coloquei-a na posição que sempre amei: pernas abertas, totalmente exposta, totalmente vulnerável. Minha. Meti nela com uma precisão cruel, profunda, cada vez mais perto do abismo. Ela estava além dos gemidos, apenas ofegante, os olhos vidrados no teto. Quando senti que não dava mais para segurar — aquele ponto de não retorno —, eu me retirei bruscamente.
Ela abriu os olhos, confusa, perdida. "O que…?"
Eu não deixei terminar. Fiquei de joelhos entre as pernas dela, meu punho fechado em torno de mim mesmo. E então, com um rugido que veio das profundezas, jorrei. Na cara dela. Na boca entreaberta. Nos cílios. Pingou no queixo, nos seios.
Ela ficou imóvel, em choque. Então, lentamente, a língua dela saiu, limpou os lábios. Ela engoliu. Aquele gesto de submissão total, de aceitação, deveria ter me preenchido. Em vez disso, me esvaziou.
Sem uma palavra, levantei-me. Vesti a roupa que estava jogada no chão. Ela ficou na cama, imóvel, coberta de mim, tentando entender.
"Para onde você vai?" A voz dela saiu rouca, pequena.
Eu não olhei para trás. Saí do quarto, atravessei a sala, abri a porta. Eu fui direto para a borracharia do Jegão; eu tinha que resolver aquilo naquela noite.
O cheiro da borracharia do Jegão era o cheiro do fim do mundo. Óleo queimado, pneu velho, desespero. A luz estava acesa. Ele estava lá, sentado num tambor, bebendo uma cerveja quente. Quando me viu entrar, o rosto dele se transformou num mapa de puro pânico. A garrafa quase caiu.
"Você." Foi tudo o que ele conseguiu dizer.
"Eu." Fiquei parado no meio da oficina, as mãos nos bolsos. "Precisamos conversar."
"Escuta, cara…" Ele se levantou, as mãos grandes se abrindo em um gesto de rendição. "Eu juro, não foi nada. Eu nunca toquei nela, eu só…
"Eu sei o que você fez", cortei, minha voz plana, sem emoção. "Eu vi vocês fodendo há uma semana atrás, escuto vocês fodendo quase todas as noites. Eu sei exatamente o que está acontecendo."
Ele ficou mudo, a vergonha e o desdém brigando no rosto.
"E eu vim aqui para te dar uma chance." Deixei as palavras caírem como pedras. "Uma chance de compensar tudo isso."
Ele engoliu em seco. "Isso é alguma armadilha? Você vai me matar?"
"Se eu quisesse te matar, Jegão, você já estaria morto." Dei um passo à frente. "Isso é maior que você. É maior que eu. É sobre ela."
Falei tudo o que me consumia por toda aquela semana, da excitação que tudo aquilo que tinha me causado, e que eu agora queria participar de tudo aquilo.
"No começo, ele resistiu. Balançou a cabeça, falou que era loucura, que era errado. Mas eu vi. Vi a faísca se acender nos olhos dele. Vi a boca ficar seca. Vi as mãos dele tremerem, não de medo, mas de tesão. O desejo é mais forte que a moral, Jegão. "Sempre foi."
"E ela… ela vai concordar?", ele perguntou, a voz um fio de esperança.
"Ela vai fazer o que eu mandar", respondi, e, pela primeira vez, senti o gosto amargo da verdade absoluta naquela frase. "E você vai fazer o que eu mandar. Essa é a única regra que importa. Você me obedece em tudo, ou toda essa história vai acabar muito mal para todos nós."
Ele ficou quieto por um longo momento. Olhou para as mãos sujas de graxa. Olhou para a garrafa vazia de cerveja. Olhou para a escuridão lá fora. E então, olhou para mim.
"Quando?"
"Sábado. Meia-noite. Dentro da sua cabana, é só fazer o que sempre faz e deixar a porta aberta."
Ele assentiu, devagar. Um brilho novo, perigoso, instalou-se nos olhos dele. O brilho de um homem que achou que nunca ia viver aquilo na vida.
Estendemos as mãos. O aperto dele era forte, suado, cheio de promessas obscuras. Não era um acordo entre homens. Era um pacto.
Quando saí da borracharia, o céu começava a clarear de um cinza sujo. O plano estava em movimento. Eu tinha liberado a fera. Agora, era só esperar para ver quem seria devorado.
Continua...
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