À Flor da Pele (Temporada 2) – Cap. 01: O Novo Normal

Da série À flor da pele.
Um conto erótico de Gustavo Prado Torres
Categoria: Heterossexual
Contém 2987 palavras
Data: 11/03/2026 16:27:19

O retorno a São Paulo não trouxe o peso do fim das férias, mas sim a eletricidade de um recomeço.

Quem os visse caminhando de mãos dadas pelo shopping ou dividindo um vinho na varanda do apartamento em uma terça-feira à noite, veria apenas um casal absurdamente apaixonado. E eles eram. Mais do que nunca. A viagem ao Nordeste não os fragmentou; ela os fundiu.

Nas primeiras semanas, o sexo entre eles foi voraz, autossuficiente e diário. Às vezes, faziam amor de forma lenta, romântica, com a entrega de quem redescobriu o próprio casamento. Outras vezes, a foda era suja, crua, alimentada pelas lembranças da porra do milionário ou dos engasgos no vestiário.

Marina estava diferente. A aura de "esposa contida" havia desaparecido. Ela caminhava pela agência de publicidade com uma confiança felina que fazia cabeças virarem. Estava mais livre, mais dona de si, e Gustavo adorava ser o dono daquela mulher que todos queriam.

Foi Gustavo, aliás, quem fez questão de não deixar o jogo morrer. Ele não era apenas o arquiteto da fantasia; ele era o maior beneficiário dela.

Em uma manhã de sábado, enquanto Marina se arrumava para a academia, Gustavo abriu a gaveta dela e tirou o shortinho minúsculo e a calcinha fio-dental que havia lhe dado de presente antes da viagem.

— Acho que chegou a hora de você inaugurar isso aqui fora de casa — ele disse, jogando as peças sobre a cama com um sorriso desafiador.

Marina vestiu. O tecido engolia a calcinha, deixando a curva da bunda perfeitamente desenhada. Marina ficou com vergonha de ser vista assim. Colocou um camisão por cima que, apesar de sensual, escondia o shortinho.

Já na academia, ela caminhou até o rack de agachamento. Gustavo escolheu uma esteira mais distante, garantindo uma visão estratégica pelo imenso espelho da parede.

Enquanto Marina preparava a barra, seu celular vibrou. Uma mensagem do marido:

"O espectador dos seus agachamentos já está esperando."

Marina ergueu o olhar. Pelo reflexo, viu Thiago escorado em uma máquina próxima. O professor conversava com um aluno, mas os olhos dele desviavam a cada segundo, disfarçadamente cravados nela.

O tesão substituiu a vergonha na mesma hora.

Ela voltou a olhar para o espelho, desta vez encarando os olhos de Gustavo ao longe. Com um movimento lento e calculado, segurou as pontas do camisão e amarrou a barra na altura da cintura, deixando o shortinho minúsculo e a curva da bunda perfeitamente expostos.

Pegou o celular e digitou a resposta:

"Então é melhor eu caprichar no agachamento, né, maridinho?"

A palavra mágica foi dita. Maridinho. A chave virou. A esposa perfeita deu lugar à mulher dominante e desafiadora.

O efeito foi imediato. Thiago, o instrutor novato, quase tropeçou nos próprios pés enquanto ajudava outra aluna no leg press. Os olhos dele não conseguiam focar em outra coisa.

Naquela noite, deitada no peito de Gustavo, Marina comentou, rindo:

— O Thiago quase babou no colchonete hoje. Foi divertido mexer com a cabeça dele, mas... não sei. Ficar provocando alguém do nosso convívio me dá um pouco de receio. Perde o controle, entende?

— Você tem razão — Gustavo concordou, alisando os cabelos dela. — A gente caça em terreno neutro. Mas isso não impede a gente de usar o instrutor na nossa imaginação.

— Ah, é? Então me diz se a vista do Thiago estava boa... — ela murmurou, rolando por cima dele na mesma hora.

Marina sentou-se de costas sobre o quadril de Gustavo, encaixando o pau dele devagar, e começou a subir e descer em um agachamento lento, profundo e molhado, rebolando exatamente como havia feito no espelho da academia.

— Será que ele imagina eu sentando assim no pau dele? — ela provocou, a voz arfante, inclinando o tronco para frente e empinando a bunda ainda mais para a visão do marido.

— Tenho certeza que sim... — Gustavo gemeu, as mãos agarrando a cintura dela com força. — Ele devia estar louco pra estar no meu lugar.

A confirmação do marido foi o gatilho que faltava. Marina começou a rebolar de forma muito mais intensa, socando o quadril contra o de Gustavo em um ritmo frenético. O fetiche de ser devorada com os olhos pelo instrutor a consumia por inteiro.

— Então me ajuda a imaginar... — ela sussurrou de forma perversa, levando a mão para trás e guiando os dedos de Gustavo até a própria fenda traseira. — Enfia um dedo no meu cuzinho. Agora.

Gustavo obedeceu na mesma hora, deslizando o dedo pela entrada estreita enquanto continuava a penetrá-la fundo com o pau. Marina jogou a cabeça para trás, soltando um grito abafado, e gozou violentamente, as pernas tremendo enquanto espremia o pau de Gustavo até a última gota.

No dia seguinte, Gustavo chegou do trabalho com uma sacola preta de uma boutique sensual. Dentro, havia duas caixas. A primeira revelou um consolo realista, escuro, grosso e assustadoramente grande. Impossível não lembrar do homem do bar.

Antes de sequer tocarem na segunda caixa, Marina pegou o consolo nas mãos. Ela deitou na cama e abriu as pernas, olhando de cima para o marido com um sorriso cruel e excitado.

— Me chupa direitinho, que hoje nosso amigo do bar vai me comer, meu corninho. Você sabe como ele é grande — ela ordenou.

Gustavo obedeceu de imediato. Ele afundou o rosto na buceta dela, lambendo e sugando com devoção absoluta. Pouco depois, com ela já completamente encharcada, ele posicionou a cabeça do consolo gigante na entrada dela e começou a empurrar devagar, simulando a invasão do estranho.

Marina jogou a cabeça para trás, gemendo alto e assumindo o controle da mente do marido.

— Isso... enfia tudo. Lembra como eu engasgava com ele lá na suíte? Lembra do barulho que ele fazia batendo na minha bunda? — ela provocava, a voz rouca, rebolando contra o brinquedo que Gustavo segurava. — Ele quase me rasgou ao meio, maridinho. E você estava lá ouvindo tudo, escondido como um bom corninho.

Ouvir aquilo enquanto segurava o objeto que simulava a rola do amante fez o pau de Gustavo latejar a ponto de quase doer. Quando Marina sentiu que o orgasmo estava prestes a explodir, ela puxou os cabelos do marido com força.

— Vem aqui pra baixo. Me chupa! — ela exigiu, arfante. — Quero a sua língua em mim enquanto ele me fode.

Gustavo afundou a boca no clitóris dela mais uma vez, sugando com desespero, ao mesmo tempo em que bombeava o consolo grosso e implacável para dentro e para fora. Marina não aguentou. O contraste da língua do marido com a grossura do brinquedo a fez gozar de forma violenta. Ela tremeu por inteira, apertando o rosto de Gustavo entre as pernas enquanto soltava a sua sentença:

— Da próxima vez que eu gozar em outro pau... eu quero a sua boca bem lá. Engolindo tudo.

O delírio, no entanto, não parou por aí. Depois de recuperar o fôlego, foi a vez de estrear o segundo presente. A segunda caixa guardava um plug anal de metal com uma base de cristal.

— Você gemeu tão alto quando o nosso amigo enfiou o dedo no seu cuzinho lá na suíte... — Gustavo sussurrou, com um sorriso provocante.

Marina pegou a peça de metal, sentindo o peso do objeto, e cravou os olhos escuros no marido.

— Então acho que o meu maridinho deveria explorar esse meu novo talento — ela respondeu, a voz arrastada de tesão.

Gustavo a virou de bruços. Passou a língua pelo cu de Marina, fazendo-a tremer. Enfiou lentamente o plug até ele se prender por completo. Ele não estava satisfeito. Pincelou seu pau na entrada da buceta de Marina e enfiou devagar, levando-a a um novo orgasmo esmagador que a fez gritar contra os travesseiros.

Dominado pela visão da esposa completamente tomada pelo prazer, Gustavo puxou os cabelos dela para trás com firmeza, expondo seu pescoço suado.

— Que putinha... gozando assim, toda preenchida — ele rosnou, o tesão escorrendo em cada palavra. — Só falta uma coisa.

Sem aviso, ele puxou os cabelos dela e enfiou dois dedos na boca da esposa. Completamente alucinada e rendida à luxúria, Marina começou a chupar os dedos do marido com voracidade, babando e sugando com desespero, como se fosse um pau de verdade.

Foi nesse ápice absoluto de tesão, com o corpo inteiro invadido, que Marina soltou os dedos dele. Virou o rosto, ofegante, os lábios ainda brilhando de saliva, e cravou os olhos no marido.

— Eu quero de verdade — ela arfou. — Quero ser comida por dois homens ao mesmo tempo.

Você deixa dois paus me fuderem, deixa?

A imagem mental de dois homens dividindo a esposa ao mesmo tempo foi o nocaute. Gustavo socou o quadril com violência e jorrou no fundo dela, enquanto Marina, contraindo-se histericamente ao redor dele e do metal, foi tomada por um gozo violento e ensurdecedor.

Minutos depois, com as respirações ainda descompassadas e os corpos suados colados e largados nos lençóis, o delírio virou planejamento.

Gustavo, acariciando o ombro nu da esposa e ainda inebriado pela fantasia recém-descoberta, sugeriu:

— Acho que precisamos encontrar dois amigos bem dotados pra você — sussurrou, seguido de um riso contido.

— Só um. — O olhar dela cortou a penumbra do quarto. — Quero você na minha boca, enquanto outro macho me arromba. Pra você ver bem de pertinho.

O desejo virou um plano. E o plano os levou, no fim de semana seguinte, à porta de uma das casas de swing mais exclusivas e luxuosas de São Paulo.

Marina estava reticente. Gustavo a convenceu depois de comentar o tema da noite: Noite de Máscaras. Gustavo havia comprado duas máscaras venezianas sofisticadas: a dele cobria apenas a região dos olhos, enquanto a de Marina, rendada e preta, descia até as maçãs do rosto, dando-lhe um ar de mistério absoluto.

Gustavo vestia uma camisa social preta, sutilmente desabotoada no pescoço, acompanhada de calça de alfaiataria escura. Ele era a moldura perfeita para que ela brilhasse. Marina, por sua vez, era a própria personificação da luxúria. Ela vestia um microvestido de seda preta, soltinho e curto o suficiente para exibir o contorno da sua bunda ao menor movimento.

Por baixo, apenas uma microcalcinha de renda preta e transparente. Seios livres marcando o vestido, a pedido de Gustavo.

Nos pés, um par de saltos agulha altíssimos alongava suas pernas grossas e torneadas, guiando os olhares diretamente para o detalhe fatal: brilhando sob a luz fraca, a inseparável tornozeleira de ouro com o pingente de pimenta vermelha repousava no tornozelo esquerdo.

Apesar da pose dominadora, Marina ainda estava tensa. A máscara rendada oferecia um anonimato bem-vindo, mas o medo de esbarrar com um rosto conhecido da agência ou de ser julgada em um ambiente tão fora de sua realidade fazia seu coração acelerar. Tudo ali era muito diferente.

A tensão, no entanto, começou a se dissipar graças à conversa com um casal que haviam acabado de conhecer no balcão do bar. Eles eram elegantes, experientes no meio e bebiam juntos trocando confidências. Observando o ambiente, Marina percebeu que a área do bar parecia apenas uma balada de luxo comum.

— Vocês formam um casal lindíssimo — a mulher mais velha comentou, percebendo a química inegável dos dois. — Mas o segundo andar é onde as coisas realmente acontecem.

— Porém, como é a primeira vez de vocês, sugerimos que comecem aos poucos — completou o marido dela. — Vão para as cabines de Glory Hole. É um espaço exclusivo para vocês dois, com privacidade, mas que pode render algumas "surpresinhas" divertidas pelas paredes.

Marina e Gustavo trocaram um olhar elétrico. Eles aprovaram a ideia, despediram-se do casal e caminharam na direção recomendada.

Para chegar às cabines, precisaram cruzar um corredor escuro. Era um breu quase completo, um espaço propositalmente apertado e claustrofóbico. No meio do caminho, um homem vinha no sentido contrário. Percebendo a falta de espaço, ele parou de imediato, encostando-se na parede e esperando o casal passar, demonstrando respeito à regra não escrita do local.

Mas Gustavo, sempre o arquiteto do caos, tinha outro plano.

Já no meio do corredor, Gustavo fez um gesto silencioso com a mão, autorizando o homem a passar. Não havia espaço para os três. Para "abrir caminho", Gustavo encostou-se na parede e puxou Marina de frente para ele, prensando-a entre a alvenaria e o próprio corpo.

Era um convite claro.

O homem entendeu na hora. Ele avançou com uma lentidão sádica. O espaço era tão estreito que o atrito era inevitável. Ao passar, o homem esfregou o próprio pau duro, pesado contra o tecido da calça, diretamente na curva da bunda de Marina. Para completar, ele segurou a cintura dela por dois longos segundos para ganhar impulso, os dedos apertando a carne por cima da roupa.

Marina prendeu a respiração, o coração disparado. Mas não se afastou nem um milímetro. Foi a primeira vez que ela teve um contato físico tão íntimo e aberto com outro homem na frente de Gustavo, sem que o marido estivesse escondido. Ele orquestrou aquilo bem diante de seus olhos.

Com o tesão batendo no teto, eles entraram na cabine e trancaram a porta. O espaço era pequeno, iluminado por uma luz fraca, com furos circulares estratégicos nas divisórias de madeira. Eles mal se acomodaram e começaram a se beijar de forma selvagem.

De repente, um pequeno clique. O primeiro buraco foi aberto por quem estava na cabine ao lado. Marina se afastou dos lábios de Gustavo e olhou. Um pau fino e visivelmente menor que o do marido surgiu na abertura. Ela soltou uma risada baixa, sem o menor interesse, e o ignorou, voltando a beijar Gustavo com ardor.

Ela estava excitada e nervosa. Minutos depois, um segundo buraco se abriu. Desta vez, um pau mais grosso e um pouco maior que o do marido se apresentou. O nervosismo gostoso bateu. Enquanto beijava Gustavo, ela esticou a mão e chegou a acariciar a cabeça do membro desconhecido, mas não passou disso. A pessoa do outro lado, sem receber mais atenção, recuou.

Foi então que a portinhola central se abriu.

O que apareceu ali fez a garganta de Marina secar. Era um pau enorme, lindíssimo, com as veias pulsando sob a pele quente e esticada. Era pouca coisa menor que o do homem do bar.

Ela queria aquele.

Sem pensar duas vezes, Marina segurou a base da rola grossa com uma das mãos e começou a punhetar o estranho pelo buraco, ofegando alto enquanto o marido abria as pernas dela.

Gustavo a penetrou na buceta de uma vez só, rasgando-a com violência, enquanto Marina ainda punhetava o estranho de forma frenética. O impacto da invasão a fez arfar alto. Para aumentar o delírio, Gustavo deslizou a mão livre e enfiou um dedo no cu dela, esticando a entrada estreita a cada estocada.

Alucinada pela invasão dupla, Marina começou a rebolar contra o quadril do marido de forma louca, o tesão derretendo qualquer limite que ainda restasse.

— Quero mais... — ela arfou, a voz embargada e suja. — Come meu cu.

Gustavo não hesitou. Ele tirou o pau molhado da buceta dela e, em um único impulso bruto, enterrou a rola no cu da esposa. Marina soltou um gemido estrangulado e animalesco.

Assumindo o controle absoluta da cena, Gustavo agarrou os cabelos dela na nuca e empurrou o rosto da esposa diretamente para a rola dura que invadia a cabine.

— Engole ele — Gustavo ordenou, a voz rouca, misturando posse e perversão.

Completamente rendida ao comando e com o cu sendo arrombado sem pena pelo marido, Marina abriu a boca e abocanhou o pau do desconhecido até o talo. A sincronia era ensurdecedora. Ela era fodida no cu por Gustavo enquanto chupava o estranho com a fome de uma devassa.

Pela fresta inferior do buraco, enquanto a cabeça ia e vinha devorando o membro grosso, Marina conseguiu reparar apenas em uma tatuagem marcante na coxa direita.

O pau era delicioso, e ela não parava de mamar. Até que uma voz grave e ofegante ecoou pelo buraco da madeira:

— Vou gozar.

A resposta veio em jatos quentes e espessos. O estranho encheu a boca de Marina de porra no exato mesmo segundo em que Gustavo rosnou e jorrou profundamente no cu da esposa. Marina recuou do buraco, arfante, o sêmen do desconhecido escorrendo pelo canto dos lábios. Ela virou o rosto para Gustavo e os dois se beijaram intensamente, trocando e engolindo os fluidos do homem sem nome.

Quando o homem retirou o pau já mole do buraco, preparando-se para sair, Marina sussurrou baixinho:

— Espera.

Sob o olhar curioso de Gustavo, Marina retirou sua calcinha e a passou pelo buraco, entregando-a nas mãos daquele homem desconhecido.

Imediatamente depois, eles deixaram a casa de swing. O final daquela noite seria na cama deles. Caminhando em direção ao carro estacionado em uma rua lateral escurecida, eles tiveram uma surpresa. Sob a luz amarelada de um poste, um homem alto subia em uma moto esportiva potente.

Era Thiago, o professor da academia.

Ele abaixou a viseira do capacete, ligou o motor com um ronco alto e sumiu na escuridão da avenida. Marina e Gustavo se entreolharam. Foi Gustavo quem fez o único comentário:

— Acho que seu admirador gosta mesmo de uma mulher casada. — Riram de forma descontraída.

Na manhã de segunda-feira, o casal chegou à academia no horário de costume.

Marina iniciou sua atividade na esteira enquanto Gustavo estava no vestiário masculino guardando sua mochila no armário. A porta abriu e Thiago entrou ofegante. Estava atrasado para sua primeira aula.

O professor cumprimentou Gustavo com um aceno de cabeça rotineiro e começou a trocar de roupa. Quando Thiago abaixou a calça de moletom para vestir a bermuda, o mundo de Gustavo parou.

Ali, marcada na coxa direita do instrutor, espessa e inconfundível, estava a mesma tatuagem que Marina observara pela fresta do Glory Hole.

Gustavo engoliu em seco, o pau marcando o tecido da calça instantaneamente. Não era uma ilusão. A boca de sua esposa estava cheia da porra do homem que a observava agachar todos os dias.

A viagem ao Nordeste havia acabado. Mas, para o monstro que eles haviam libertado, o jogo estava apenas começando.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive GustavoPradoTorres a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Essa história é sensacional! Adoro a dinâmica do casal! Parabéns! Mal posso esperar pelos próximos capítulos.

0 0