Tio, foi sem querer, querendo. Parte 3

Um conto erótico de Danirl Malin
Categoria: Heterossexual
Contém 1379 palavras
Data: 11/03/2026 11:48:32

A casa virou um ninho de tensão doce e gradual. Não era algo apressado — nada de mãos bobas ou beijos roubados. Era uma construção devagar, feita de olhares que duravam um segundo a mais, conversas que escorregavam para o pessoal, e situações cotidianas que iam revelando camadas de desejo e dúvida. Eu continuava cuidadoso, sempre priorizando o respeito: ela era uma menina de 19 anos, virgem, criada na rigidez evangélica, descobrindo o mundo aos poucos na minha casa em Lisboa.

Eu, com 37, solteiro e experiente, me sentia responsável por guiá-la sem pressionar, mas o tesão mútuo estava lá, fervendo baixo, esperando o momento certo.

As rotinas diárias ganharam um tom mais íntimo. De manhã, ela descia pra cozinha usando as lingeries novas que eu dei — um babydoll lilás de cetim, curto, com a renda abraçando os peitinhos firmes e a calcinha fio dental combinando por baixo. O tecido deslizava pelo corpo curvilíneo dela, realçando a cintura fina e a bunda redonda. Eu preparava o café, tentando não olhar demais, mas ela notava e sorria tímida. “Bom dia, Ricardo. Dormi pensando na nossa conversa de ontem… sobre palavras como ‘bucetinha’. Me faz corar, mas gosto de falar assim com você.”

Eu sorria de volta, servindo o suco pra ela, mantendo a voz carinhosa e respeitosa. “Bom dia, Larissa. Dormi bem também. Essas palavras são só pra gente se soltar, né? Sem vergonha. Você tá linda nessa lingerie nova — fica confortável e feminina ao mesmo tempo. Se quiser falar mais sobre o que sente, tô aqui pra ouvir, no seu ritmo.”

Ela sentava na banqueta, cruzando as pernas grossas, e a conversa fluía natural. “Eu fico pensando no meu corpo… tipo, se ele é atraente mesmo. Meus peitinhos são médios, não grandes como das meninas na faculdade. E minha bunda… é redonda, mas será que homem gosta? Eu nunca mostrei pra ninguém.”

Eu respondia devagar, escolhendo palavras que encorajassem sem invadir. Seu corpo é perfeito Larissa. Peitinhos firmes como os seus são deliciosos — dão vontade de acariciar, de beijar. E a bunda redonda, caralho, é um tesão. Homem de verdade aprecia curvas naturais como as suas. Mas o que importa é você se sentir bem. Tem alguma dúvida específica?

Ela mordia o lábio, corando, mas se soltando aos poucos. “É… sobre a bucetinha. Eu não raspo, como falei. Os pelinhos são escuros, naturais. Acha que isso afasta? Ou… excita?”

Meu pau latejava na calça, mas eu me controlava, respondendo com carinho. Não afasta nada. Muitos homens adoram uma bucetinha natural, com pelinhos pra roçar os dedos, pra cheirar e lamber. É sexy. Se você quiser mudar, faz por você. Mas assim como tá, já é um tesão louco.

Ela apertava as coxas, olhos brilhando. “Caralho… ouvir você falar assim me dá um calor aqui embaixo. Tipo, um tesão que nunca senti sozinha.”

À tarde, quando ela voltava das aulas, a gente se encontrava na sala. Eu trabalhava no notebook, ela se jogava no sofá com o celular, vestindo um vestidinho camisola curto. “Hoje na aula, uma menina falou de masturbação… Eu tento às vezes, mas não sei direito. Meu corpo reage, mas não chego no… clímax eu acho..

Eu fechei o notebook, sentando perto dela — não perto demais, mas o suficiente pra criar intimidade.

Se tocar é normal, Larissa. É o corpo se conhecendo. Você pode experimentar tocando a bucetinha devagar, circulando o clitóris com os dedos molhados. Imagina algo que te excite, como um beijo ou uma mão te pegando. Se quiser dicas mais específicas, me pergunta. Sem vergonha.

Ela se ajeitou automaticamente no sofá, as pernas foram abrindo um pouco sem querer, a calcinha nova aparecendo enquanto suas pernas se abriam.

Tipo… imaginar seu pau? Como na cueca aquela noite. Grande, marcando… me dá vontade de tocar pensando nele sabe.

Eu engoli seco, sentindo o pau endurecer. “Imagina sim, se te dá tesão. Meu pau fica duro pensando em você também, Larissa.

Quer que eu te conte como um homem se masturba?”

Ela assentia, curiosa.

Quero… me conta.

“Eu pego o pau com a mão, subo e desço devagar, imaginando uma bucetinha molhada como a sua me apertando. Às vezes aperto as bolas, pensando em gozar na boca de alguém. É libertador.

Ela gemeu involuntariamente baixinho, sem se tocar, só apertando as coxas. Ai… tô molhada agora. To sentindo minha calcinha molhada rsrs

- rsrsrs, da pra ver daqui,

- para de olhar bobo kkkk…

….

Uma vez, jantando na varanda — o ar fresco entrando. Ela usava um babydoll preto sensual, decote mostrando um pouco dos peitos.

… Ricardo, sabe…. eu tenho muitas dúvidas sobre meus desejos etc. Tipo, é errado querer ser tocada? Mãe dizia que sexo é só pro casamento, mas eu sinto um fogo querendo sair de mim sabe. Eu sinto que preciso ter alguem especial pra cuidar de mim e do meu corpo.

Eu toquei a mão dela levemente, o primeiro toque intencional, mas breve. “Não é errado, Larissa. Desejo é natural. Seu corpo tá despertando, querendo explorar e ser explorada. ser beijada no pescoço,

Eu cuidarria direitinho de voce, minhas mãos descendo pra os seus peitinhos, apertando os biquinhos duros. Meus dedos na bucetinha, circulando devagar até você gozar.

“Caralho… me fala mais. O que você faria comigo?”

“Eu beijaria sua boca devagar, demorado e molhado, sentindo seu gosto, sua lingua… . Depois desceria pro pescoço, chupando ele . Apertaria seus peitinhos, lambendo os biquinhos rosados até ficarem durinhos. Minha mão descendo pra bucetinha, sentindo os pelinhos úmidos, dedilhando o clitóris devagar, entrando um dedo pra sentir a sua bucetinha quentinha e apertada. Te faria gozar gemendo meu nome.”

Ela ofegava com olhos fechados. “Ai, Ricardo… tô com tesão pra cacete. Minha calcinha tá encharcada.”

Mas parávamos aí — sem toques, só palavras. Eu a via subindo pro quarto, imaginando ela se masturbando pensando em mim.

Outra situação veio numa tarde chuvosa. Eu cheguei cedo do mercado, ela tava no sofá lendo um livro sobre turismo, usando lingerie nude : calcinha fio dental sumindo na bunda, sutiã sem bojo marcando os biquinhos. “Oi. O que acha? Me faz sentir mais leve, to muito safadinha? Ou posso ficar assim mais a vontade?.”

Eu sentei perto, admirando. “Fica um tesão em voce. A cor nude realça sua pele, e o fio dental na bundinha… caralho, dá vontade de morder.

Ela virou de lado, mostrando mais. “E sobre minha bucetinha… sem raspar. Acha que preciso mudar pra ser mais atraente?”

Não precisa. Bucetinha peludinha é deliciosa —

Larissa - Eu penso em experimentar… mas tenho medo de fazer errado.

Uma vez, assistindo um romance, ela encostou a cabeça no meu ombro e bem dengosinha falou sussurrando no meu ouvido “Esse filme me dá ideias… tipo, ser abraçada nua.”

Eu acariciei o braço dela devagar. E sussurrando falei: Abraço nu é gostoso. Pele na pele, sentindo o pau duro encostando na bundinha. As maos abraçadas aos seios…

Ela gemeu baixinho. Seu pau… queria ver de novo, mas direito. Vamos ficar pelados e assistir abraçados como voce falou?

Se tiver certeza…

Ela assentiu Eu abri a calça, tirei, a camisa tambem e mostrando o pau semi-duro pra fora da cueca. Olha… por você. Gosta? Fica peladinha pra mim.

Ela tirou a langerrie que estava vestindo, e finalmente pude ver de pertinho seu corpo, tão linda.

Ela olhava fixo nos meus olhos, as mãos tremendo.

“Caralho… grosso, veias latejando. Posso… tocar?”

“Toque devagar.”

Ela apertava, subindo e descendo. “Quente… duro. Me dá tesão na bucetinha.”

Eu gemia. Toca sua bucetinha também, mostra pra mim.

Ela deitou do meu lado, e foi dedilhando os pelinhos úmidos. “Olha… molhada por você.”

Assistíamos um ao outro se masturbando, gemendo, mas sem tocar um no outro. “Goza pra mim, Larissa.”

Ela tremia, gozando com um gemido alto. Eu gozava na mão, vendo ela. “Tenho medo de me entregar, Ricardo. Mas eu quero tanto…você” - voce tambem me quer? Me deseja?

Eu também. Sim, quero muito… nesse momento abracei ela e nos beijamos com muita paixão, um beijo tão intenso… estavamos abraçados um de frente pra o outro, meu pau tocava sua bucetinha, latejava forte e ela gemia cada vez que meu pau pulsava…

Mais ali no sofá, ainda nao era a hora, ela merecia ser tratada com todo carinho e dedicaçao. Peguei ela nos meus braços e levei ela até meu quarto…

Continua…

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