A TIA DA MINHA ESPOSA

Um conto erótico de Anônimo
Categoria: Heterossexual
Contém 439 palavras
Data: 11/03/2026 10:56:21
Assuntos: Heterossexual

Sempre tive uma vontade incontrolável de comer a tia da minha esposa. Ela é casada, mãe, frequentadora assídua da igreja e, embora não seja o tipo "mulherão" óbvio, tem um corpo distribuído com uma perfeição que me tirava o sono. Minha tara era justamente essa: o contraste. Eu queria ver aquela mulher de princípios se transformando, perdendo a postura e virando minha devota particular, entregue ao prazer que só eu daria.

​As coisas começaram a mudar quando notei que o marido dela passou a viajar com as crianças, deixando-a sozinha em casa. Percebi que era o momento perfeito para me aproximar. Sempre que ela ficava só, eu manipulava a situação, fazendo a cabeça da minha esposa para que eu fosse buscá-la ou fizesse companhia, usando a desculpa de que ela tinha medo da solidão. Minha esposa, sem desconfiar de nada, sempre concordava.

​Em uma dessas idas, o clima pesou. Ela reclamou de fortes dores nas costas e eu, jogando verde, soltei:

— "Bom seria uma massagem agora..."

​Eu não esperava uma resposta tão direta, mas ela me olhou e disse:

— "Faz pra mim? Estou precisando mesmo..."

​Senti meu sangue ferver. Pedi para ela deitar e peguei um creme para facilitar o contato. À medida que eu começava, sentia a pele dela extremamente macia sob meus dedos. Eu aproveitava cada milímetro daquele corpo que eu tanto desejei em silêncio, mas eu precisava de mais. Queria pele com pele, sem barreiras. Com a desculpa de que a roupa estava atrapalhando o deslizamento das mãos, pedi para ela tirar a blusa. Ela hesitou por um segundo, mas acabou cedendo, ficando quase nua diante de mim.

​Aproveitei a brecha e disse que ia rapidinho ao banheiro. Eu estava usando um shorts de jogador, daqueles de tecido fino que não escondem nada. Tirei a cueca e voltei sem nada por baixo. Retomei a massagem me posicionando estrategicamente: a cabeça dela estava de um jeito que, toda vez que ela abria os olhos, meu pau ficava marcado e pulsante no shorts, bem na linha de visão dela.

​Eu sabia que ela estava olhando. O silêncio da sala era preenchido apenas pelo som das minhas mãos deslizando no creme e pela respiração dela, que ficava cada vez mais pesada. Senti o corpo dela reagir ao meu toque e à visão do que estava diante dela. Ao finalizar, deixei minha mão descer um pouco mais e dei uma leve apertada em sua bunda, sentindo a firmeza daquela carne proibida. Inclinei-me e sussurrei:

​— "Isso vai ser um segredo só nosso..."

​Ela não disse nada, mas o tremor que percorreu o corpo dela foi a resposta que eu precisava.

Continua..

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