No outro dia quando Luana me viu já acordado pulou em cima de mim na cama.
- BOM DIA! E me beijou.
- O que vamos fazer hoje?
Respondi ao bom dia e disse que não sabia. Perguntei o que ela queria fazer.
Ela queria passear pelo navio e gostei da ideia.
Queria testa-la então perguntei: - Só nós dois?
Luana me encarou em silêncio por alguns segundos e respondeu: - Quem sabe. Me beijou e saiu de cima pra que eu me arrumasse.
Fomos passeando pelo Navio e nem sinal do Ricardo ou seus amigos. Ou ainda estavam dormindo ou em outro local.
Achei isso bom pois até aquele dia não tinha conseguido ficar a sós com a minha mulher e continuamos o passei de forma tranquila.
Chegamos a uma ala onde do “shopping” do navio e caminhamos lentamente olhando as vitrines e quando já estávamos quase terminando a visita naquela ala Luana me pediu pra esperar ali dizendo que ia comprar umas coisas que tinha gostado mas que seria rápido. Senti em um dos bancos e fiquei por ali a toa mexendo no meu celular.
De repente ouço uma voz masculina me pedindo “com licença” e se sentando ao meu lado. Não sei atenção e continuei na minha mas percebi que a pessoa estava ocupando muito espaço no banco me fazendo sentir certo incômodo. Quando olhei pro lado já de cara meio feia tive uma surpresa. Era o marido do casal Cuckold que já tinha os visto algumas vezes. Fiquei encarando ele de forma inconsciente, no que me encarou de volta e disse: - Tudo bem?
Fiquei sem graça e disse que sim...me desculpei e pra não ficar chato inventei que ele se parecia muito com um amigo meu.
Nisso ele perguntou de onde eu era e começamos a conversar.
Seu nome era Antônio, tinha 58 anos e era fazendeiro no Acre. Contou que estava ali com a esposa pois era um dos sonhos dela viajar num Cruzeiro. Claro que me fiz de desentendido e perguntei se ele tava gostando e como estava sendo a experiência.
Antônio parou por uns segundos, acho que pensando em como me responder e depois falou: - Estou gostando bastante e a experiência está sendo uma melhor que a outra... principalmente pra minha mulher.
Na hora já imaginei que a mulher dele devia estar fodendo cada dia com um cara diferente e pensar nisso fez meu pau dar sinal de vida, mas controlei meus pensamentos afinal ali não era hora nem local pra isso e ter uma ereção em público em plena luz do dia poderia me dar algum problema.
Me limitei a responder: É, imagino!
No que Antônio rebateu: - Ah amigo, não imagina não! Ainda não! E riu.
Não entendi o que ele quis dizer com isso mas deixei pra lá.
De repente vejo Luana se aproximando junto com outra mulher. Era a mulher do Antônio. Fiquei muito surpreso. Realmente não esperava aqui.
- Ah já viraram amiguinhos?!? Falou a mulher dele enquanto Luana sorria.
- Oi, tudo bem? Falou me estendendo a mão – Jussara, prazer.
Correspondi e me apresentei também.
Só tinha visto ela durante a noite no bar, mas vendo de perto durante o dia pude reparar melhor.
Jussara era uma morena na casa dos 40.
Falar com ela era desconcertante pois ela olhava no fundo dos seus olhos. Era do tipo cavalona e gostava de se vestir de forma chamativa com roupas curtas e decotadas. Em poucos minutos tive plena certeza. Ela era uma predadora de homens!
Pelo que entendi Luana estava em frente a uma loja olha do a vitrine quando o casal apareceu e numa conversa rápida Jussara disse que tinha uma loja melhor pra fazer compras. Quando Luana disse que precisava me avisar, Jussara pediu pro marido me fazer companhia até elas voltarem. As duas estavam cheias de sacolas de compras.
Como já estava perto de 12:00 recebemos um convite do casal pra almoçarmos. O convite era pra um restaurante que ainda não tínhamos visitado. Luana olhou pra mim esperando eu responder e eu aceitei na hora. Não sei explicar direito mas queria uma aproximação com Antônio.
Dividimos o peso da sacola com nossas esposas e fomos em direção ao restaurante. As duas foram na frente enquanto eu e Antônio as seguíamos atrás.
Não pude ouvir o que conversavam mas as duas pareciam velhas amigas e estavam cheias de segredinhos cochichando em alguns momentos e olhando pra trás e rindo.
Antônio conversava alguma coisa que não entendia o que era... só respondia de forma vaga. Estava mesmo interessado sobre o que as duas falavam mas era impossível de saber.
Enfim chegamos ao restaurante e começamos a conversar durante o almoço.
Jussara perguntou se estávamos gostando do Cruzeiro e respondi que sim, estávamos gostando bastante e comentei que Antônio havia falado que eles também estavam gostando.
Jussara confirmou e disse que estava gostando principalmente da “qualidade” do navio e olhou pra Luana enquanto falava isso.
Sabe essa coisa que existe entre mulheres em que não precisam falar nada por que apenas um olhar já diz tudo?!? Pois é...foi exatamente isso que aconteceu naquela hora.
Estava convicto que as duas já haviam trocado confidências.
Terminamos e agradecemos pelo convite já ensaiando uma despedida então Jussara perguntou se já tinhamos ido ao Bar do 10⁰ andar do navio. Respondemos que não. Ela explicarou que era um Bar VIP e que a entrada era paga mas que só entrava com convite de outro VIP. Parecia algo bem exclusivo e já que dinheiro não era um problema topamos. Ela então tirou do bolso 2 convites e entregou pra Luana.
- Espero vocês lá heim!
Voltamos pro quarto e não segurei a curiosidade. Comecei a fazer um monte de perguntas pra Luana, que riu da minha euforia em querer saber.
Confirmou a história da loja e falou que Jussara a levou numa outra onde tinha umas coisas mais “picantes”
Perguntei que coisas eram essas e pedi pra ver. Luana se recusou a mostrar e disse que era surpresa e que se eu estragasse isso nunca mais viajaria comigo. Mesmo curioso resolvi esperar.
Mas pelo meu desânimo decidiu me contar algo.
- Se eu te contar uma coisa vice promete não comentar nada com eles?
- Claro! Respondi prestando o máximo de atenção.
Luana me contou que Jussara comprou uma cartela de tatuagem dessas temporárias. Tinha uma ou outra que ela não soube identificar mas que eram quase todas de pimenta. Disse que fingiu não saber o significado e perguntou se ela gostava de pimenta.
Jussara se mostrou surpresa e perguntou se ela não sabia o que significava. Quando ouviu que não explicou de forma direta que eram um casal liberal e que a mulher usava aquilo pra sinalizar que estava disponível pra sexo com outros homens.
Jussara então perguntou pra ela: - Você nunca fez sexo com outro homem sem ser seu marido? Luana disse que não.
- Ah amiga, você não sabe o que tá perdendo. É bom demais! Se o marido tiver olhando então....da mais tesão ainda. Você devia experimentar.
Luana me contava isso com os olhos brilhando e o rosto todo vermelho.
- Você acredita que ela falou isso pra mim?!? Que eu devia experimentar. É cada uma né....E olhava no fundo do meu olho acho que buscando sondar minha reação.
Não conseguia responder. A única reação que transpareceu foi meu pau ficar duro como pedra e eu segura ele pelo bolso pra tentar disfarçar e torcer pra que Luana não percebesse. Mas ela percebeu.
Chegou perto de mim e começou a pegar no meu pau. Me olhou nos olhos e perguntou:
- O que foi? Porque que isso aqui tá duro? E começou a abrir meu zíper.
- Heim...responde....porque esse pau tá duro desse jeito? Se ajoelhou começou a me chupar. Eu só curtia em silêncio.
- Safado! E chupava mais fundo.
- Não vai falar nada?
Fazia as perguntas revezando entra chupada e punheta.
- Tá bom então...acho que vou virar amiga dela!
- É só tomar cuidado pra não ficar igual.
Falou isso e começou a me chupar mais rápido. Eu só gemia que nem louco.
- Já pensou? Se a sua mulher fica igual a Jussara? Toda noite ia ter alguém me comendo!
Eu já gemia feito um bicho e estava quase gozando
- Imagina só.... alguém comendo a sua mulher na sua frente....você ia virar CORNO...
Não aguentei e segurei Luana pela cabeça e comecei a foder sua boca até a garganta.....que só gemia e tentava me segurar pra que eu não fosse tão fundo...mas em momento algum mostrou intenção de me fazer parar
Comecei a gritar enquanto enchia sua boca de porra. Parecia que eu estava urinando de tanto que eu gozei. Luana começou a tossir mas só soltei sua cabeça quando tinha soltado tudo.
Quando terminei e a deixei respirar, ela ficou no chão tossindo cuspindo porra no chão enquanto tentava recuperar o fôlego.
- Nossa....o que foi isso?!? tosse...tosse...tosse....- Você gozou demais..... nossa....quase me mata. E riu.
Ela foi pro banho e eu fiquei deitado me recuperando do êxtase.
Quando saiu veio até mim mas eu estava fingindo dormir. Não queria falar sobre aquilo. Era só questão de tempo até acontecer. Eu queria isso e ela sabia que eu queria. Mas não tava pronto ainda pra botar isso pra fora numa conversa.
Acabei dormindo de verdade e quando acordei Luana cochilava ao meu lado. Me arrumei primeiro e quando estava terminando ela se levantou, me deu um beijo e foi pro banho sem dizer nada.
Quando terminou de se arrumar só consegui dizer uma frase:
- PUTA QUE PARIU!
Ela vestia uma calça jeans claro muito colada ao corpo que destacava ainda mais sua bunda perfeita e uma blusa azul bebê acima da barriga com um generoso decote e também colada ao corpo. Um verdadeiro avião.
Antes de sairmos vi ela colocando uma pequena caixa dentro da bolsa. Perguntei o que era e ela disse ser surpresa mas não me importei.
No caminho, entre corredores e elevadores, deixei Luana ir na frente e fui só admirando o show....os homens babavam e eu comecei a sentir muito tesão nisso.
Luana estava diferente até no jeito de andar pois até o seu caminhar era de uma mulher safada. Nessa hora lembrei dos nossos novos amigos e percebi uma semelhança. Assim como eu, Antônio também se vestia de forma simples e era um cara sem beleza, e assim como Jussara, Luana era um mulherão que se vestia de forma chamativa e chamava atenção pôr onde passava.
Éramos um casal Cuckold, mesmo sem ter feito nada ainda?
Chegamos e entramos depois de apresentar os convites.
O lugar aparentemente tinha 2 andares e o bar e as mesas ficavam em baixo enquanto a pista ficava no andar de cima que tinha seu acesso por amplas escadas.
Achamos Antônio e Jussara sem dificuldade pois acredito que por causa do horário ainda não estava muito cheio.
Nos cumprimentamos e Jussara já chamou Luana para o banheiro enquanto Antônio me convidou pra mesa que já estava reservada, que por sinal era daquelas que parecem um sofá; muito confortável e espaçosa.
Conversamos um pouco e vi que Antônio já havia preparado as bebidas. Como não sabia o que eu bebia pediu uma garrafa de Whisky pra nós dois e uns drinks daqueles com firulas pra mulheres. Não me dou muito bem com whisky mas jamais faria uma desfeita dessas e agradeci sorrindo.
As duas voltam e sentam ao nosso lado e começamos um bate papo em grupo....nenhum assunto em especial. O lugar encheu mais em poucos minutos e não muito tempo depois já estava com bastante gente e todos nós já meio alegres pelas bebidas.
Estava tudo muito bom mas chegou um momento que não tinha os mais assunto então Jussara se vira pra mim e pergunta:
- Carlos, você dança? Estou perguntando pra você porque meu marido é uma negação pra isso.
Eu ri e respondi que tinha cursado a mesma escola de dança que ele. Todos riram da piada então ela me pergunta se eu me importaria se ela levasse a Luana pra dançar.
- Nem um pouco. Respondi. Mas sabia que aí tinha coisa.
- Até daqui a pouco. Falou Luana me dando um beijo rápido e saindo aos risinhos junto com Jussara. Antônio só acompanhava com os olhos.
Ficamos ali um pouco e notei Antônio meio nervoso. Chegava a suar.
Fiquei preocupado e perguntei se estava tudo bem e ele disse que sim...deu uma pausa na fala...e disse que só estava um pouco excitado.
- Como assim? Perguntei, mas no fundo já imaginava o que era.
- Olha amigo, vou te falar uma coisa e acho que você é inteligente o pra entender. Eu e minha mulher somos um casal diferente! A gente gosta de fazer umas brincadeiras de vez em quando.
- Que tipo de brincadeiras?!?
- É isso mesmo que você deve tá imaginando...
- Você é corno!
- Isso mesmo...sabia que você ia entender. Deixa eu te perguntar uma coisa, mas com todo respeito! Você já sentiu vontade de ser corno? De ver sua mulher dando na sua frente?
Sentia uma cumplicidade com Antônio então não tinha como negar.
- Já....já sim...
- E o que você sentiu na hora? Pode falar cara.... só tá a gente aqui...não precisar economizar não
- Me deu um tesão do caralho!
- É assim mesmo. Disse Antônio.
- E ela sabe disso?
- Então...eu tô correndo do assunto mas eu tenho certeza que ela sabe. Ontem mesmo ela me chamou de corno e eu gozei na hora.
Antônio riu e continuou...
- Eu te aconselho a realizar isso aqui porque nunca mais a gente vai ver esse povo de novo e é melhor ser na sua frente do que pelas suas costas.
Antônio então contou que a uns 10 anos voltou mais cedo de uma viagem e quis fazer uma surpresa pra Jussara. Quando chegou em casa sem avisar flagrou ela de 4 dando pro capataz.
Só não matou ele porque ele tinha 2 filhos pequenos, mas expulsou a família inteira da fazenda. Contou também que sabia que tinha fama de corno mas nunca quis “ver” isso.
Depois de fazer as pazes com Jussara percebeu que aquilo deu muito tesão nele e resolveu conversar com ela. Demorou um pouco pois ela achava que era uma armadilha do Antônio pra matar ela e seja lá quem for o amante, mas que com o tempo conseguiu convencer a esposa e ela nunca mais quis parar. Contou ainda que em uma das viagens ela já fez até suruba fodendo com 4 caras de uma vez e que só gosta de dotados.
Fiquei de pau duro ouvindo aquilo. Aquela cavala devia dar muito trabalho.
- E você viu tudo isso?
- Vi...se eu não ver ela não vai. Não é nem por mim, é por ela. Ela gosta que eu veja pra ficar me chamando de corno.
Nisso ele tirou o celular do bolso e me mostrou um vídeo. Não tinha como ouvir o áudio mas deu pra ver bem a imagem.
Jussara estava de joelhos na cama chupando duas rolas gigantes. Falava alguma coisa olhando pra celular e voltava a chupar. Quase gozei! Jussara sabia muito bem como tratar um pau.
Antônio então puxou o aparelho e disse que depois mostrava mais.
Porém achei o lugar familiar por causa das paredes e dos lençóis.
Perguntei se tinha sido aqui no navio.
- Foi ontem! Falou ele.
- Olha...pode ser que esses 2 caras do vídeo apareçam aqui hoje. Não tô querendo pressionar você, mas se você e a Luana baterem um papo com eles e gostarem, você tinha coragem de ver ela fodendo na sua frente?
Meu pau até doeu de tão duro que ficou com essa pergunta.
Mas fiquei um pouco em silêncio e só respondi: - Deixa rolar e na hora a gente vê.
Pedi licença pro Antônio e fui ao banheiro. Precisava urinar pra ver se meu pau abaixava. Foi difícil mas consegui.
Quando voltei a mesa estava quase todo ocupada.
Em sequência estava Antônio, 2 rapazes morenos e Luana, que ao me ver deu uma cutucada no rapaz ao lado dela e vi que ele puxou o braço. Era certo que estava passando a mão em sua coxas.
Me sentei e Jussara já fez as apresentações.
- Carlos esse aqui (ao lado dela) é o Leandro e esse aqui (do lado da Luana) é o Luciano.
Antônio já emenda...- São os amigos que eu estava te falando!
Entendi então que eram os dois que estavam comendo a Jussara na noite anterior. Não eram tão altos quanto o Ricardo mas ainda assim eram cara grandes.
Ficamos ali bebendo e conversado todos juntos e vi que Luciano e Luana davam muita atenção um ao outro, sempre se encarando.
Minha participação na conversa era pouco solicitada então falei pouco e a mesma coisa era com Antônio. Éramos os cornos da mesa....tá bem claro isso.
Depois de se refrescarem um pouco deixaram a mesa dizendo que iam dançar mais um pouco mas que dessa vez seria mais rápido deixando mais uma vez eu e Antônio a sós.
Quando tomaram certa distância Antônio vira pra mim e diz:
- Carlos...abre a bolsa da sua mulher. Tem uma coisa aí pra você.
Não entendi nada mas abri. Vi a caixinha que Luana havia guardado antes de sair.
- Abre! Falou.
Quase não acredito no que estava vendo!
Um colar.... não....parecia mais uma coleira. Com um pingente de pimenta de uns 5cm mais ou menos.
Antônio então explica...
- Quando eles voltarem a gente vai pedir a conta e subir pro nosso quarto. O que me pediram pra te falar é o seguinte....se você quiser ir junto com a sua mulher você da isso pra ela. É um sinal. Se não você guarda e já vamos entender que você não quer.
Então só dependia de mim agora!
Perguntei se a Luana estava ciente disso.
- Cara, vou te falar a verdade! Estavam os 4 se pegando lá em cima.
- Acho até que rolou uma chupeta!
Meu coração disparou na hora! E Antônio continuou...
- É....pelo que falaram aqui sua mulher tava chupando o pau do Luciano lá em cima.... então corno você já é....da logo esse negócio pra ela e bora lá pro quarto....você vai gostar cara.... garanto!
Os 4 voltaram e vi Luana olhando pra caixinha em cima da mesa e depois me olhou com uma cara e um sorriso de safada que eu nunca tinha visto vindo dela.
Todos se sentaram e seguiram perguntando em sequência...
- E aí?
- E aí?
- E aí
Então Luana se vira pra mim e diz: - E aí?
Ela não fez muita questão de disfarçar então vi que ela tava massageando o pau do Luciano por baixo da mesa.
Peguei a caixinha e disse: Toma!
Todos gritaram juntos: AAAEEEEEEEE...e começaram a bater palmas comemorando.
Mas Jussara interrompeu e no calor do momento disse bem alto:
- NÃO.....ASSIM NA VALE.....QUEM TEM QUE COLOCAR É O COR....e tampou a boca assustada consigo mesmo.
Todos rimos muito na hora.... até eu achei graça pela espontaneidade.
Então abri a caixinha e Luana se virou segurando os cabelos. Coloquei o “colar” tomando cuidado pra não deixar muito apertado.
E mais uma vez gritaram e comemoraram.
Luana chegou no meu ouvido e sussurrou: - Você não vai se arrepender! Me deu um beijo no rosto e todos levantamos.
As duas foram na frente com os mesmos segredinhos e risadinhas e eram seguidas por Leandro e Luciano.
Eu e Antônio íamos mais atrás.
Ao chegarmos nos elevadores que davam acesso ao quarto Jussara entrou com eles e falou em tom de brincadeira pra mim e Antônio.
- Vocês vão no outro! E todos riram.
Imaginar o que acontece, o que deveria estar acontecendo no elevador e o que ainda estava pra acontecer fazia eu me sentir que fosse gozar a qualquer momento.
Devo ter demonstrado pressa ao ficar pressionando o botam do elevador sem parar e Antônio interveio.
- Calma cara....tá com pressa?!? Perguntou rindo
Eu só ri de nervosismo.
Então ele disse...
- Olha...se você for com pressa vai perder a melhor parte....o baqui da surpresa. Eu vou te ensinar a ser corno, amigo. Confia em mim.
Achei engraçado mas tinha sentido no que ele dizia.
A incerteza do que eu ia encontrar era muito excitante.
Finalmente o elevador chegou e junto com a gente entraram outras pessoas que foram fazendo paradas em seus andares. Parecia que não íamos chegar nunca. Deve ter levado uns 15 minutos.
Quando finalmente chegamos Antônio falou baixo...
- A gente vai fazer assim...vamo entrar sem fazer barulho...bem de mansinho...eu vou na frente! E assim fizemos.
A porta faz um pequeno bip quando encostamos a chave eletrônica, mas deu pra ouvir do lado de fora que havia música então não teria problema.
Assim que entramos Antônio foi na frente enquanto tirava meus sapatos. Então ele voltou até mim e disse: - Vai lá e dá só uma olhadinha pra você ver, mas sem atrapalhar.
Haviam dia poltronas que estavam quase de costas uma pra outra e as duas estavam sentadas nelas cada uma chupando um pau.
Jussara chupava Leandro enquanto massageava seu saco e Luana segura o pau do Luciano com uma mão e a coxa dele com a outra lambendo da base até a cabeça enquanto olhava pra ele e depois chupando. Os dois só gemiam e curtiam a mamada.
Quando olhei pra trás Antônio já estava só de cueca.
Resolvi fazer o mesmo.
Fomos entrando e quando a Jussara nos viu falou: - Chegaram e riu antes de colocar de novo o pau na boca. Luana riu e escondeu o rosto meio envergonhada mas logo voltou a chupar.
Ficamos em silêncio até que Jussara olhou pro marido e começou a falar...
- Olha CORNO....tá gostando de ver sua puta mamando?!? Olha o tamanho desse cassete....vai querer ver de novo ele comendo sua mulher?!? Vai CHIFRUDO?!?
Antônio não falava nada.... só batia punheta olhando a cena.
Cheguei mais perto de Luana e não dissemos nada um pro outro, mas ela me olhou nos olhos enquanto passava a língua no pau do Luciano.
- Tá gostoso aí amiga? Perguntou Jussara
- Tá uma delícia! Luana respondia olhando pra mim.
Eu só massageava de leve meu pau por cima da cueca.... estava com medo de gozar.
Jussara então se levanta e fala alto....como se quisesse que todo a navio ouvisse
- Gente.... vamo pra cama que agora eu quero levar PICA....vamo amiga.
E os 4 foram, mas segui o exemplo do Antônio ficando na porta.
Se pegaram mais um pouco enquanto nossas mulheres iam se livrando das roupas. Os dois sabiam o que faziam! Chuparam bem a buceta delas antes de colocarem as camisinhas.
Leandro já socava com força na buceta da Jussara que pedia mais e mais.
Já Luciano estava tendo dificuldade. Luana era muito apertada pra ele e não tava acostumada com um daquele tamanho, mas com jeito e paciência ele já estava fazendo um bom ritmo e já conseguia botar metade do cassete nela. Luana gemia muito gostoso. Mas talvez por estar sentindo ainda um pouco de dor pediu pra que Luciano deitasse e foi por cima.
Ver a minha mulher tentando botar um pau daquele tamanho na sua buceta me fez gozar. Foi minha primeira esporrada, mas ao contrário do que achei que fosse acontecer meu pau não amoleceu.
Ela gemia muito tentando passar da metade e Jussara provocava...
- É grande amiga?
- É grande.....tá me rasgando. Respondia gemendo
Não aguentei e fui ate a lateral da cama. Eu queria ver!
Quando Luana me viu começou a choramingar...
- O pau dele é muito grande....tá me rasgando toda
- Quer parar? Perguntei excitado
- Não...não quero....você deixa eu continuar? Você deixa sua mulher continuar dando? Me puxou e me deu um beijo de língua
- Deixo. Falei me masturbando.
- Então senta aí e fica vendo ele me comer.
Olhei pra trás e tinha uma cadeira. Era o lugar perfeito!
Já mais solto comecei as provocações...
- Isso...pula no pau dele vai. Luana começou a pular cada vez mais rápido.
- Issooo.....pula com força.....quero te ver fodendo.
Jussara então emendou...
- Tá vendo corno.... é assim que se faz.....aprende com ele como se fala. Antônio não falava nada.... só se masturbava e suava.
Me levantei da cadeira chegando mais perto dela e comecei a falar...
- Goza no pau dele vai......goza que eu tô mandando!
Luana comeu a gemer que nem louca então continuei..
- Vai CARALHO! Faz o que eu tô mandando. Seu marido tá te mandando gozar no cassete de outro PORRA...me obedece!
Ela estava prestes a gozar então dei o golpe final.
- Marido que manda a mulher gozar no pau de outro é o que?!
Ela começou a gozar na hora!
- FALA PORRA.....O QUE QUE SEU MARIDO É?!?
- É COORNO.....MEU MARIDO É UM COORNO.... AAAHHH.... TÔ GOZANDO.... AAAHHH
- ISSOO..... ISSOO....
Gritei gozando no carpete.
Me sentei na cadeira exausto e Luana caiu pra trás na mesma situação. Peguei na mão dela e ficamos ali por uns minutos até termos força pra levantar.
Luciano queria mais, mas Luana disse pra deixar pra uma próxima pois tinha gozado muito e não tava acostumada com isso e nem com o tamanho dele.
Decidimos ir embora e marcamos de nos ver depois, apenas com o casal.
No caminho pro nosso quarto eu brinquei comentando que estava com pena da Jussara que ia ter que dar conta dos dois.
Luana me disse que era mais fácil eles não darem conta dela, pois na noite anterior ela tinha feito até dupla penetração com eles e os dois pediram arrego.
Apesar da surpresa não duvidei, afinal a cara dela não negava!
Quando chegamos no quarto eu quis foder....Luana também queria mas me pediu pra ir com calma pois estava muito dolorida ainda.
Peguei ela de bruços de novo. Gostava dessa posição porque era melhor pra falar putarias no ouvido dela.
Botei devagar e fui falando enquanto colocava e empurrava lentamente.
- Sua safada....você não tem vergonha não de foder com outro na frente do seu marido?!?
Ela já comeu a gemer alto
- É isso que você quer? Virar putinha de macho pauzudo na frente do seu marido?
- AHHH.... é isso que eu quero....vai deixar? Vai deixar sua mulher ficar dando? Não era isso que você queria? Não queria uma putinha? Agora aguenta! Falava já jogando a bunda pra trás de novo!
- Não.....não posso!
- Porque não pode?
- Porque se não eu vou virar corno! Provoque.
- Mas você já é!
- Sou o que sua safada....fala oque que eu sou! E comecei a socar mais forte...
- Você é CORNO moh....
- Corno o que?!? FALA!
- CORNO MANSO....CORNO MANSO QUE GOSTA DE VER A MULHER FODENDO COM OS MACHO
- REPETE!
- CORNO MANSO QUE GOSTA SE VER A MULHER FODENDO!
- REPETE CARALHO!
- CORNO...CORNO MANSO MOH.... VOCÊ É MEU CORNO! EU QUERO DAR A BUCETA MOH....VOCE DEIXA? DEIXA A SUA MULHER DÁ A BUCETA DE NOVO?!?
Nessa hora acho que acertei o “time” certo porque ela gozou na hora!
Baixinho no seu ouvido eu fui e disse...- Só se for pro Ricardo?
E continuei socando mais rápido do que nunca.
- AAAHHH....EU DOU! EU DOU BEM GOSTOSO! AAHH...QUERO QUE ELE ME COME....CORNOO... AAAHHH...
Gozamos os dois juntos. Foi tão intenso que desmaiamos e só acordamos no outro dia.
Senti Luana meio estranha. Quieta. Pensativa.
Perguntei se estava tudo bem e ela disse que sim, mas seu comportamento dizia outra coisa.
Pedi um café da manhã bem completo pra ela mas mal foi tocado.
Ela chegou até a se levantar e tomar um banho pra tentar se animar mas não adiantou. Deitou logo em seguida dizendo estar indisposta.
Perguntei se ela queria um remédio e disse que sim então me arrumei pra ir até a farmácia.
No meio do caminho tive uma ideia. Resolvi ir até o quarto do Antônio e da Jussara pra conversar com eles. Eram um casal com muito mais experiência do que eu então eram as pessoas ideais!
Cheguei em dúvida me perguntando se estava no lugar certo mas depois de bater na porta e ser atendido por Antônio me tranquilizei.
- Opa, bom dia Carlos. Me cumprimentou meio desconfiado.
- Bom dia Antônio, desculpa vir aqui a essa hora sem avisar, mas podemos conversar um pouco?
- Tá bom...respondeu com estranheza. – Pode entrar.
Quando entrei Jussara estava sentada na mesa tomando café da manhã e ficou surpresa ao me ver.
- Olha quem veio fazer uma visita. Bom dia.
Respondi com um sorriso e logo fui convidado a me juntar a eles.
- Tá tudo bem? Perguntou Jussara.
- Mais ou menos. E comecei a explicar o que estava acontecendo.
Jussara foi rápida e eficiente na solução.
- O nome disso é “ressaca moral” Carlos. E é super normal. Eu senti isso também.
E continuou...
Me explicou que a Luana deve estar se perguntando se realmente fez a coisa certa porque inconscientemente somos guiados pelas regras morais da sociedade e que provavelmente ela deve estar se sentindo culpada por ter gostando.
Me fez algumas perguntas sobre de onde nós éramos.
Expliquei que era de SP mesmo mas que Luana cresceu no interior do Sul em uma família conservadora.
- Então é isso! Ela se culpa por ter se deixado levar pelo desejo e por ter gostado. Isso porque o conceito de certo ou errado está enraizado na cabeça dela devido ao tipo de lugar e família com quem ela cresceu.
Ouvia tudo com muito respeito e atenção.
Então ela aconselhou...
- O melhor a se fazer é dar um tempo pra ela e apoiar a decisão que vocês tomaram juntos sem nenhum julgamento.
Disse que muito pelo contrário. Que tinha gostado bastante e que por mim a gente repetia sempre. Inclusive transamos quando chegamos no nosso quarto.
- Então é isso. Conforte sua mulher e mostre que está tudo bem pra você e que nada vai mudar pra pior..... só pra melhor!
Fiquei muito feliz com os conselhos da Jussara. Agradeci imensamente e me levantei pra sair.
- Espera um pouco. Falou Jussara enquanto se levantava.
Veio até mim e me prensou na parede.
- Opaa....calma....que isso...falei assustado olhando pro Antônio que só olhava tomando uma xicara de café e devorando um pão.
- Relaxa....vai ser rápido. Falou Jussara enquanto abria meu cinto.
Então ela se ajoelhou, botou meu pau pra fora e começou a chupar.
Antônio apenas assistia.
Quando meu pau ficou bem duro depois do susto, Jussara começou um “garganta profunda” que poucas vezes eu tinha ganhado.
Eu me tremia toda vez que ela ia até o fim.
Quando estava quase gozando segurei ela pela cabeça e comecei a meter na boca dela, que deixava sem reclamar.
Pra quem estava acostumada com dotados, 18cm pra ela não eram nada.
Terminei enchendo sua boca e ela engoliu tudo e ainda lambeu todo meu pau deixando bem limpo.
Quando ela terminou se levantou e disse...
- Pronto! Nem a cueca vai sujar! Espero ter ajudado! É um segredinho nosso, tá...se você não contar eu também não conto.
E voltou pra mesa continuando seu café da manhã.
- Ajudou sim...e muito!
Me despedi e fui até a farmácia e depois voltei pro quarto com alguns remédios. Devo ter demorado uns 40 minutos.
Luana estava do mesmo jeito, amuada.
Dei os remédios que ela queria tomar e deitei junto na posição de conchinha. Pensei em chamar pra sair mas com certeza não seria uma boa ideia.
Deixei ela escolher o que íamos almoçar e jantar e nosso dia foi assim, sem grandes emoções.
Na manhã seguinte já vi que ela estava mais disposta então chamei pra conversar. Ela tentou se esquivar mas falei que precisava os ter essa conversa e ela comeu a se abrir.
Em resumo, Jussara havia acertado em cheio sobre o motivo.
E seguindo seu conselho tranquilizei Luana dizendo que por mim estava tudo bem. Se caso ela realmente estiver se sentindo mal por isso poderíamos parar a qualquer momento mas se quisesse continuar eu ia gostar muito.
Falei também que a intenção dessa segunda Lua de Mel era mudar nosso casamento pra melhor e que já tínhamos conseguido isso na minha opinião pois ela era literalmente outra mulher. Estava mais charmosa, sensual e muito gostosa. Afinal era algo que nós dois queríamos mas não falávamos por não saber a reação um do outro, mas que agora que aconteceu está tudo bem! Ela estava me fazendo muito feliz!
Usei as palavras de Jussara sobre moralidades da sociedade e ela aceitou bem tudo isso.
Perguntei se ela estava se sentindo melhor depois da conversa e disse que sim...muito. Acreditei.
Mesmo assim optamos por não sair naquela noite. Senti que ela precisava de mais tempo pra colocar as ideias no lugar e permanecemos no quarto mesmo. Já estávamos a quase uma semana no navio então 1 dia ou 2 no quarto não fariam falta porque ainda teríamos muitos dias pra aproveitar.