Era a década de 90, era o caçula de três irmãos homens. Sempre fui o que mais puxou à minha mãe: quadril largo, pernas grossas, rosto redondinho, 1,65m de altura e loirinho. Não era tão efeminado nos trejeitos, mas sempre gostei de homem. Antes dessa história, por mais de um ano, eu ficava com um primo meu, que até então tinha sido o único homem com quem eu tinha tido relação. Mas com ele era só chupar e ficar de quatro para ele gozar, e acabava ali. Tudo muito rápido, só para satisfazer o prazer dele — e um pouco o meu também, rs. Mas já fazia uns oito meses que ele tinha arrumado uma namorada, e a gente não fazia mais nada.
Perto de casa tinha um campus da Unesp com uma sala de estudo que funcionava até meia-noite e era aberta ao público. Eu estava no último ano do ensino médio e ia pra lá sempre estudar na semana de prova. Nesse dia, estava quase vazio. Na mesa em frente, tinha um rapaz não muito bonito, com uma barriguinha de chopp (pequena, mas tinha), que não parava de me olhar. Não demorou muito e ele veio falar comigo, perguntando se eu precisava de ajuda com os estudos — ele já estava no terceiro ano de engenharia e podia me ajudar. Sentou do meu lado, foi fazendo perguntas e me explicando a matéria, e eu morrendo de timidez.
Em certo momento, falei que ia no bebedouro e no banheiro. Ele disse que também ia. Quando entramos no banheiro, ele foi mijar no mictório, e eu fui pro reservado — sempre tive vergonha do meu pau, que é pequeno. Quando fui lavar as mãos, vi ele balançando o pau mole, mas já dava pra ver que era bem grandinho, mesmo mole. Ele veio na minha direção balançando e guardou. Ali ele percebeu que eu tinha gostado — nem consegui disfarçar.
Voltamos pra sala e ele sentou mais perto de mim, de vez em quando me tocava. Eu naquele momento não conseguia pensar em mais nada, só naquele pau balançando. Passou um tempo, falei que ia beber água e no banheiro de novo, e ele foi junto. Dessa vez, quando saí do reservado, ele já estava com o pau na mão, me pedindo pra pegar "rapidinho". Peguei no pau dele, já meio mole, meio duro, e na hora ele já sugeriu a gente ir pra casa dele.
Voltamos pra sala, pegamos nossas coisas e fomos. A casa dele era a umas quatro quadras dali, perto da minha também. Eu não abria a boca, só ele conversava. Chegando lá, ele já me deu um beijo na boca — e eu nunca tinha beijado ninguém na boca antes. Ele percebeu e perguntou se eu já tinha beijado alguém. Falei que não, e contei que meu único "homem" tinha sido meu primo, daquele jeito rápido e sem beijo.
Ele me chamou pro banho, e aí ficou tenso. Comecei a chupar ele no meio do banho — imagina um pau grande, daqueles. De repente, ele pediu pra eu ficar de pé, colocou a camisinha e tentou colocar pra dentro, mas não ia. Eu estava muito tenso. Até que a camisinha rasgou. Ele viu que eu estava nervoso e pediu pra gente terminar o banho e ir pro quarto.
Quando terminei de me secar, fui pro quarto. Ele já estava lá, com o pau durasso, e pediu pra eu chupar. Caí de boca, até aí tudo normal. Mas do nada, ele me colocou carinhosamente de "frango assado" e meteu a língua no meu cu. Ali eu pirei. Nunca tinha sentido aquilo, dava vontade de grudar no teto. Ele falou que eu gemia feito uma louca — nem me lembro direito, só sei que era muito tesão. Até me arrepio de lembrar, que delícia.
Ele viu que eu tava louco com ele chupando meu cu. Quando do nada, ele veio pra cima de mim, ainda na posição, me beijando e o pau foi entrando... e eu nem sei como, só sei que virei uma verdadeira putinha, gemendo sem parar. Foi de tudo: por cima, de lado, até que ele pediu pra eu sentar. Sentei gostoso e senti ele gozar dentro de mim. Que loucura, que delícia.
Ficamos um tempo conversando e ele me perguntou se eu toparia usar calcinha, ser de fato a putinha dele e fomos tomar banho de novo. Lavei o pau dele bem devagar, enquanto ele dizia que, a partir daquele momento, eu era a putinha dele. Terminei de me vestir e ele chegou com dois lanches que tinha feito pra gente e uma Coca bem gelada. A gente comeu, e ele pediu pra eu não ter pressa de ir. Eu amei aquilo — nunca tinha sido tão bem tratado e, ao mesmo tempo, me sentido uma verdadeira puta.
Ele me arrumou uma escova de dente, colocou num copo junto com a dele, e disse que aquela era minha. Amei. Voltamos pra cama, ficamos conversando, nos beijando, e daqui a pouco eu já tava de novo com a boca no pau dele. Foi a primeira vez que chupei um pau com tanta calma, podendo olhar cada detalhe, sentir o cheiro, brincar com ele, e ele me ensinando onde dava mais tesão, onde passar a língua. Foi maravilhoso.
Depois sentei de novo e comecei a cavalgar naquele pau, agora sem pressa, sem afobação. Quando do nada, ele pegou na minha mão e foi me levando pra sala, me beijando. Chegou no sofá, me colocou de quatro... nossa, ali eu vi estrela. Foi perfeito.
A partir daquele dia, passamos a nos encontrar quase todo dia. Virei a putinha dele. Chegava na casa e já tinha que vestir calcinha e camisa baby look. Só não ia quinta-feira, que tinha diarista. Mas nos outros dias, eu limpava a casa, cuidava da roupa dele, fazia as coisas pra ele. Quantas vezes chupei o pau dele enquanto ele via jogo de futebol, me acariciando. Às vezes dormia lá e acordava já dando pra ele. Me lembro de uma vez que eu estava tomando café com leite na cozinha e ele acordou de pau duro, foi até lá e colocou na minha boca. Era maravilhoso.
Ele chegava da faculdade e eu estava esperando com cafezinho e lanche pronto. Ele fazia de mim o que queria. Foram um ano e meio maravilhosos, até ele se formar e ir embora. Quase entrei em depressão de tanto que sofri. Mas vivi tempos incríveis sendo a putinha dele.