No mês de janeiro, fomos uma semana numa cidade próxima a Porto Alegre. Ficamos numa casa alugada, cujo quintal era separado por um muro para a casa vizinha e lá iniciava-se uma construção, apenas um pedreiro fazia o serviço e, inicialmente, achamos que o barulho poderia incomodar, mas não foi assim. Meu marido foi observar e conversou com ele, um negro mais jovem, disse que a gente iria ficar ali uns dias e nos tranquilizou dizendo que evitaria o barulho.
No quintal, uma piscina seria o nosso relaxamento e resolvemos que a presença dele não nos perturbaria. Na manhã seguinte, lá fui eu tomar um sol à beira da piscina, deixei cair a toalha e me estiquei numa cadeira, enquanto meu marido ainda tomava o seu banho, foi quando percebi que o basculante do banheiro era próximo ao muro, onde os cara trabalhava e notei que de onde estava podia ver quem tomava banho. Para minha surpresa, aquilo me excitou e comentei com Carlos, que disse: deixa rolar, quem sabe tiramos proveito disso! Somos um casal de meia idade e toda novidade entendemos ser bem vinda. Já naquela manhã claro que percebi ele me olhando no meu biquini cavado e resolvi provocar, andando volta e meia em torno da piscina. Naquele mesmo dia, após retornarmos do almoço, Carlos foi dar um cochilo e eu fui pro banho, chuveiro delicioso, box largo, até que escutei um leve barulho vindo do basculante e pelo espelho notei que alguém me olhava no banho, eu de costa, não liguei e fiquei me ensaboando e, de repente, me virei e dei de cara com um rosto, era o jovem negro me vendo nua, dei um sorriso malicioso e ele saiu. Depois contei pra meu marido, que esboçou um leve sorriso!
Na manhã seguinte, estávamos nós na piscina e Carlos foi lá estar com ele, que disse que ele apenas veio finalizar um serviço e iria embora ainda pela manhã. Eu me aproximei do muro e apenas falei: acaba o seu serviço e venha estar com a gente, no que meu marido reforçou o convite e assim aconteceu. Aquele jovem de traços simples no meio de nós dois. Entramos na casa, dei a ele uma toalha e ele foi pro chuveiro. Incentivada por meu marido, eu abri a porta e vi pelo box a sombra daquele corpo nu. Me aproximei já nua e entrei, ele não se espantou, parece que já me aguardava. Fechei a porta do box e notei a presença de Carlos do lado de fora, um desejo que ele tinha de me observar nos braços de um outro homem, de traços físicos diferentes do dele. Iniciei envolvendo minhas mãos no pescoço, para facilitar o beijo, que veio de forma rude, línguas trocadas, ele me abraçou fortemente, alisando minha anca, minha bunda, esfregou o dedo em volta do anus e eu nas pontas dos pés abraçada àquele negro um pouco mais alto que eu. Sob o olhar lateral de Carlos eu iniciei a viagem. Minha boca veio descendo e eu me vi de joelhos diante de uma pica negra enorme. Enquanto eu sugava, mamava, chupava, ele desligou o chuveiro, com o pau dele na boca olhei pra cima e notei os olhos dele vidrados, enquanto eu deslizava a minha língua por todos os cantos, levantei com a mão o pau dele e fiquei beliscando as bolas do saco, voltei a enfiar aquele pau gostoso na boca, até que ele murmurou: para senão eu vou gozar. Fiquei de quatro e ele veio com todo jeito. Abriu minhas nádegas, ajeitou o pau e meteu, a cada estocada, um grito meu, não demorou e gozamos juntos e naquele instante meu marido abre o box e nota nós dois desfalecidos. Me recompus e meio que com vergonha saí e me deitei na cama, até que os dois chegam, Carlos me beija de leve e diz no meu ouvido: gostei do que vi! O negro começa a se vestir e Carlos rapidamente pede pra ele ficar, que vamos tomar um café na mesa, para relaxar. Eles saem e eu vou pro banho. Quando chego, encontro os dois conversando e rindo, de uma forma amistosa, mais tarde Carlos me confidenciou que era para me descontrair. Sentei à mesa e ficamos ali tomando aquele café. Carlos perguntou a ele se tinha outro compromisso, ele disse que não. Meu marido me olhou com um ar de safado, me pegou pelo braço e fomos novamente pro quarto e o negro veio atrás. Agora eu quero ver de perto e também participar, veio por trás de mim e deixou cair a alça do vestido, fiquei apenas de calcinha, o negro só observava, me virei e beijei meu marido, até que senti novamente o corpo se encostando na minha bunda, continuava no meu delicioso beijo, enquanto as mãos do negro me percorriam. Carlos me disse: faz tudo de novo com ele, eu quero ver! Me virei, ele já estava sem camisa, beijei e fui lambendo o peito, parei no mamilo, passei a língua, desci mais e novamente chupei aquele pau delicioso, enquanto Carlos se masturbava e eu chupando, mais e mais aquele pau ainda mais duro, parecendo ainda maior. Até que ele levanta o meu rosto e diz: deixa eu te comer de bruço, enfiar meu pau no seu cuzinho. Me assustei, mas fui acalmada por meu marido e me dirigi pra cama e deitei. Ele veio, cuspiu no pau já úmido da minha saliva, apontou a cabeça e começou a penetrar. Tive dor ao sentir a cabeça entrar, suavizada pelo prazer. Nisso, enquanto ele mais enfiava, o pau de Carlos se aproxima da minha boca e eu me vi assim realizando um desejo enrustido, dando pra um estranho e chupando o pau do meu marido, que gozou no lençol, enquanto o negro esporrava. Eu não gozei, mas senti um prazer incrível.
O negro se vestiu e foi embora. Os dias seguintes foram mais de relaxamento, podia ter repetido, mas eu não quis e assim passamos a semana, que ficará na minha memória!