Capítulo 3: A Tarada do Espaço

Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 1685 palavras
Data: 11/03/2026 02:10:14

Aviso: Este é o terceiro capítulo da saga Putty de Karola...

Antes de prosseguir, leia o Capítulo 2: O Julgamento da Puta!

Joan dirigia sua caminhonete vermelha pela estrada de terra isolada que levava à fazenda em Xotaville. O Sol do fim da tarde batia no para-brisa, e o cheiro doce e terroso de berinjela, pepino e banana madura entrava pelas janelas abertas.

Bulk, o enorme cão negro, descansava na carroceria, deitado de lado, seu pau vermelho e grosso pingando gozo transparente que formava uma poça lenta e viscosa no metal quente.

Mary estava de joelhos no banco do passageiro, com o rosto completamente enterrado entre as coxas de Joan. Sua saia estava levantada até a cintura, a calcinha de lado, buceta aberta, inchada e vermelha de tanto tesão, escorrendo gosma cremosa e espessa que grudava nos lábios de Mary.

Ela chupava com devoção faminta, a língua enfiada o mais fundo possível, lambendo as paredes internas quentes e pulsantes da xota, sugando golfadas grossas de creme que se acumulavam na boca como pasta espessa e salgada. Seus lábios estavam inchados e brilhando, o aparelho dental reluzindo a cada lambida profunda, a baba e o gozo escorrendo e pingando no banco.

— Porra, Mary... vai devagar, sua safada gulosa... tô tentando dirigir aqui sem sair dessa merda de estrada — gemia Joan, com as mãos apertando forte o volante, o quadril rebolando devagar no banco, empurrando a buceta mais fundo na boca da loirinha.

Mary não respondia com palavras. Só gemia abafado contra as carnes molhadas, sugando mais forte, sua língua girando devagar no clitóris carnudo e sensível, e depois voltando a foder fundo a entrada da buceta.

Joan gozou de novo, um jorro quente e viscoso encheu a boca de Mary, que engolia ruidosamente, sua garganta trabalhando sem parar, o creme transbordando pelos cantos dos lábios e escorrendo pelo pescoço.

Joan sentiu a bexiga cheia e apertada:

— Abre bem essa boquinha, minha putinha... vou mijar tudo pra você agora. Bebe tudinho.

Mary abriu mais a boca, esticando a língua como um tapete. Joan relaxou e soltou um jato forte, quente e dourado direto na garganta dela.

Mary bebia com avidez, engolindo golfadas grandes, mas o volume era insano: o mijo vazava pelos cantos da boca, escorrendo pelo queixo, pingando no banco, no assoalho da caminhonete, formando uma poça fedorenta e quente que se espalhava devagar.

Bulk acordou de repente, latindo alto e feroz, alerta, olhando para o céu.

Um estrondo ensurdecedor rasgou o ar. Uma bola de fogo cruzou o céu como um meteoro furioso, atravessando a estrada à frente e caindo com violência a poucos metros dali. A terra tremeu violentamente.

Joan pisou no freio com tudo e a caminhonete derrapou. Mary foi jogada pra frente, com as pernas pro alto, a saia virada, a buceta exposta pingando gozo e mijo misturados. Um dos sapatinhos dela voou pela janela.

O pé pequeno, suado e quente entrou inteiro na boca de Joan, o calcanhar batendo na garganta. Ela engasgou, com os olhos arregalados, e vomitou um jato grosso, ácido e quente que sujou o pé inteiro de Mary, escorrendo pelo vestidinho azul curto dela, melando o tecido fino e a pele.

— Caralho... Mary... teu pé na minha garganta... tá me fodendo a boca... — Joan tossia vômito, mas ainda chupava o pé instintivamente, lambendo o vômito que escorria pelos dedinhos, a língua entre eles, sugando o gosto azedo misturado com suor.

Mary caiu de lado, tossindo forte, com o corpo tremendo.

Bulk latia sem parar na direção da cratera. Elas o seguiram, Mary agarrada ao braço de Joan, os olhos arregalados de curiosidade e medo.

Na cratera, uma nave alienígena danificada fumegava levemente, mas sem fogo. O metal retorcido, as luzes piscando fracas.

Mary sussurrou, com a voz tremendo de excitação:

— Joan... é uma nave de verdade... tipo aquelas que tem nas histórias que eu leio...

Joan empurrou ela pra trás com o braço:

— Fica aí atrás. Eu vou primeiro. Pode ser perigoso.

Joan avançou devagar, com Mary colada atrás. Bulk rosnava baixo.

De repente uma voz robótica alta e metálica ecoou da nave:

— Alerta! Alerta! Aproximação desconhecida! Sistema de Segurança ativado! Medidas retaliativas em execução!

Bulk latiu mais forte e correu na direção da nave. Um raio verde disparou, errou o cão por centímetros, mas o impacto o arremessou longe. Bulk caiu desacordado, gemendo baixo.

— Bulk! Não! — gritaram as duas juntas.

Nesse instante dois tentáculos metálicos grossos, pulsantes e frios explodiram da nave. Um entrou com violência brutal na buceta aberta de Joan, atravessando o corpo inteiro e saindo pela boca escancarada dela. O outro penetrou a boca de Mary e saiu direto pelo cu apertado, esticando as tripas com crueldade.

Joan teve o corpo erguido no ar, sacudido como boneca de pano. O tentáculo saía pela boca dela todo melado de mijo quente e gosma pegajosa de buceta.

Ela vomitava incontrolavelmente a cada estocada profunda, jatos grossos e ácidos explodindo da boca como chafariz, sujando o peito, a barriga, as coxas, o chão abaixo.

O leite dos seios moles começou a vazar em profusão, pingando junto com o vômito.

Mary era balançada violentamente também, o tentáculo saindo pelo cu coberto de diarreia pastosa e quente. Ela cagava sem parar, jatos grossos e fedorentos escorrendo pelas pernas finas, enquanto vomitava pela boca, o corpo convulsionando em espasmos forçados, orgasmos múltiplos misturados com o terror e o prazer insano. O gozo jorrava da buceta carnuda, misturando-se à diarreia que vazava do cu arrombado.

A escotilha da nave se abriu com um estalo hidráulico. Putty saiu cambaleando, cabelos vermelhos desgrenhados, nua, os olhos ainda desfocados da viagem.

Respingos de vômito e diarreia acertaram sua cara. Ela lambeu a merda quente do canto da boca, e sorriu tarada.

— Delícia... que recepção de boas-vindas... merda e vômito fresquinhos...

Viu as duas sendo fodidas pelos tentáculos, jorrando fluidos pra todo lado, e gritou pra nave com tesão na voz:

— Ei, sua lata velha filha da puta! Me dá um desses também! Quero ser arrombada assim, quero sentir um tentáculo me atravessando inteira!

A nave não respondeu. Putty irritada deu um chute forte na lateral da nave.

O metal amassou como se fosse papel. A nave parou de funcionar com um chiado final e elétrico. Os tentáculos caíram moles no chão, ainda atravessando Joan e Mary, que desabaram gemendo, vazando vômito e diarreia sem parar, os corpos tremendo.

Putty piscou, surpresa com a própria força:

— Caralho... que porra foi essa? Eu tô... forte pra cacete!

Mas logo esqueceu. Duas gostosas cagadas e vomitadas estavam ali, gemendo no chão.

Ela foi até Joan primeiro. Joan tossia vômito, um seio mole e caído pra fora da camisa vermelha, o mamilo carnudo vazando leite em fios grossos.

Putty se agachou por cima dela, abriu a boca larga e engoliu a teta quase inteira. A carne flácida e quente se moldou como gelatina mole na boca, com o mamilo enchendo sua garganta.

Putty chupou com força brutal, a língua girando devagar ao redor do mamilo carnudo, sugando leite em jatos grossos e quentes que transbordavam pelos cantos da boca. Ela apertava a teta com a mão, ordenhando mais leite, bebendo sem parar.

Joan gemia alto, com a voz rouca:

— Porra... chupa mais forte... bebe tudo, sua vadia esquisitona... minha teta tá vazando pra você...

Mary tentou se levantar, cambaleou e caiu de volta na poça da própria diarreia, espirrando merda pastosa pra todo lado, sujando as pernas.

Putty largou a teta de Joan com um estalo molhado e pulou em Mary. Viu o cu arrombado ainda piscando, cuspindo pequenos espirros de bosta pastosa como soluços. Enfiou a cara babando no rabo, a língua indo fundo, chupando com força voraz, sugando a diarreia quente direto das tripas, engolindo em golfadas grandes.

Mary urrou de susto e prazer extremo:

— Aaaahhh! Que língua... tá chupando meu cu todo... sugando minha merda... tô gozando... tô gozando de novo!

O gozo jorrou da buceta carnuda dela em esguichos fortes, os lábios inchados tremendo violentamente. Mais diarreia saiu em jatos quentes direto na boca de Putty, que engolia ruidosamente, a barriga inchando de tanto líquido nojento.

Joan se levantou devagar, os olhos faiscando de raiva e tesão. Foi por trás de Putty e enfiou o braço inteiro no cu dela, até o cotovelo, com força bruta.

— Quer putaria, sua porca tarada? Então toma meu braço no teu cu fedorento! Toma tudo!

Putty arregalou os olhos, sua língua esticou pra fora da boca, e ela gritou de prazer puro.

— Isso! Me fode o cu com o braço todo, sua valentona de merda! Mais fundo! Me arromba!

Joan socava forte, o braço entrando e saindo com violência, cada estocada fazendo diarreia explodir na cara dela em jatos grossos e quentes. Putty jorrava merda sem parar, cobrindo Joan de pasta fedida, enquanto gozava violentamente, a buceta cuspindo gosma.

Putty, delirando, viu a buceta de Mary: lábios carnudos rosados, melados de creme grosso e pegajoso. Abocanhou tudo, mastigando as carnes moles dentro da boca, a língua lambendo o gozo cremoso, sugando como se quisesse devorar a buceta inteira. A boca grudava de tanta gosma espessa, ela gorgolejava tentando falar:

— Que buceta... cremosa... delícia... engolindo teu gozo todo...

Joan deu uma estocada mais funda, o braço entrando até o ombro no cu de Putty.

Putty berrou alto, largou a buceta de Mary e vomitou um jato grosso e quente na cara dela. Ao mesmo tempo, mais diarreia explodiu do seu cu em avalanche, cobrindo Joan inteira de merda quente.

Joan vomitou também, o cheiro podre invadindo as narinas era demais, mas ela continuou socando o braço, com leite vazando dos próprios seios moles.

Putty caiu desfalecida, o corpo convulsionando sem controle, mijando jatos longos, cagando mais diarreia pastosa, vomitando golfadas ácidas que se misturavam à poça.

As três ficaram estiradas na poça enorme e quente de merda, vômito, mijo, leite e gozo, respirando ofegantes, gemendo baixo, os corpos suados e melados.

Depois de longos minutos, Putty virou o rosto pra cima, ainda deitada na sujeira, a bunda pro alto, e sorriu de uma orelha à outra, dizendo com a voz rouca:

— Gostei de vocês... muito! Querem repetir?

Continua...

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