Ela saiu do banho e veio direto para a cama, peladinha. Ainda falava com a voz firme e no tom mais grave de uma mulher adulta de respeito. Seu corpo era pequeno e magro. Os seios pequenos tinham aqueles mamilos saltados como agulhas. Eu estava sentado na cama, vendo-a colocar a toalha no cabide. A bunda era pequena, parecia uma miniatura, e era linda. É tipo quando você pega uma fruta, como uma maçã pequena, e ela parece bem mais perfeita que as grandes.
Ela se virou para mim e subiu na cama, logo na minha frente. Seu corpo era quente e macio. Seus lábios pequenos encontraram os meus em beijos suaves. Mas, antes de sentar, ela recuou. Agora eu estava deitado na beira da cama e ela estava entre as minhas pernas. Chupava com força e sem camisinha. Minha pica parecia enorme naquela boquinha. Algumas chupadas eram tão fortes que doíam, como se fossem fazer a cabeça explodir em baixa pressão. Ela também metia fundo, até a garganta fazer aquele barulho de esguelada, mas não conseguia, aparentemente, colocar tudo para dentro; não conseguia encostar o nariz no meu colo.
Do meu ponto de vista, dava para ver não só a cabeça dela mergulhada no meu colo, mas toda a extensão das costas e aquela bundinha durinha. Minha mão se estendeu para pegá-la na nádega macia, mas firme; meu dedo travesso encostou na porta do cuzinho. Pensei que seria legal fazer um 69, mas pensei alto, pois ela ouviu. Levantou-se, deitou do meu lado e sentou com aquela buceta molhada na minha cara. Lambuzou minha boca, meu nariz, tudo. Meus lábios sentiram sem dificuldade um botãozinho mais durinho ali e minha língua foi direto nele. Com meu pau na boca, tudo o que ela podia fazer era gemer. O corpo dela me prendia ali e tudo o que eu conseguia ver era aquela bunda que, agora, parecia enorme. Ela parou de chupar só para dizer:
— Ai, nossa!
Depois, saiu de cima de mim, pegou o pacote da camisinha e virou-se de frente para mim mais uma vez. Ela colocou a camisinha na boca e depois mergulhou-a no meu pau até encapá-lo por completo. Subiu mais uma vez em mim. Nos beijamos de novo; o sabor de sua boca agora era diferente e inconfundível. Ela levantou um pouco o corpo e pude ver bem os lábios de sua bucetinha logo acima do meu pau. Eram aquelas bucetas com os lábios caídos, como se fossem vários panos avermelhados recortados que pendiam de seu corpo. Ela agarrou meu pau e sentou em cima dele. A pressão logo na entrada deu a impressão de que não ia entrar, de que não era ali. Mas ela desceu o corpo até a cabeça fincar e abrir caminho para o resto, que entrou fácil. Ela sentou até o fim e, assim que sua pele encostou na minha, deu o primeiro suspiro.
Sua voz mudou; não era mais a de uma mulher séria, mas a de uma menina. A cada subida e descida, ela gemia naquele tom mais agudo, seguido do barulho das molas gastas da cama abaixo de nós. Eu não sei o que elas sentem, mas, em algumas sentadas, ela soltava um “ai”, como se tivesse doído um pouco. Como se a pica tocasse sem querer em um lugar diferente lá dentro, um lugar mais sensível, sei lá. Eu abraçava aquele corpo quentinho, beijava seus mamilos e agarrava sua bunda pequena enquanto ela subia e descia; colocava meu dedo no meio do vale entre as nádegas. Meu corpo, instintivamente, começou a subir e descer por baixo do dela.
Ansioso, eu metia o mais rápido que dava naquelas condições. Os gemidos logo se intensificaram e ficaram mais agudos. As molas da cama protestavam em vão; nossos corpos se batiam um contra o outro até as minhas pernas cansarem. Ela, então, assumia o controle do movimento, subindo e descendo no ritmo mais lento dela. Logo a vontade de meter voltava com mais força e, mais uma vez, eu metia rápido por baixo. O calor ia aumentando a cada estocada e as primeiras gotas de suor já brotavam de minha testa.
— Fica de quatro, amor!
Ela não pensou duas vezes e foi direto para o meio da cama. Abraçou um travesseiro e empinou a bundinha, deixando o caminho livre para mim. Posicionei-me em seguida atrás; agora, meu corpo estava livre para se movimentar sem os limites da situação anterior. Eu não olhei antes de meter; apenas segurei suas ancas com as mãos e empurrei meu pau contra o corpo dela. Ele achou a entrada rápido, embora eu não soubesse que entrada era até sentir a pressão suave e ver que ela não protestou. Ela jogou o corpo contra o meu num suspiro.
Ela queria participar do movimento, mas errava o timing. Quando eu ia para frente, ela ia também; quando eu voltava, ela voltava junto. Aí, eu a segurei firme e meti no meu ritmo; então, os suspiros viraram "ais". O som dos corpos se chocando foi ficando mais intenso. Eu metia com força e ela:
— Ai, porra! — como se, mais uma vez, tivesse doído, mas emendava em seguida: — Isso! Ai!
As estocadas fortes aumentavam o prazer, mas também cansavam o corpo. Era como subir uma lomba de bicicleta: você quer chegar logo ao topo, mas as pernas querem descansar. Eu sabia que logo ia gozar, mas as gotas de suor escorriam no meu rosto, peito e tudo mais, e eu precisava tomar fôlego.
— Ai, continua!
Consegui um pouco mais e, depois, parei um pouco. Pedi para ela ficar de bruços, e ela não resistiu. Voltei a meter. As molas do colchão rangiam alto, junto com os gemidos dela. Mais uma vez, senti que estava perto de gozar e, mais uma vez, meus músculos pediam arrego. Sem conseguir gozar a tempo, joguei-me na cama ao lado dela.
— Ah, deixa eu descansar um pouquinho.
— Mas já? Haha!
Mas ela não esperou nada; ao invés disso, montou em mim mais uma vez. Desceu e subiu umas duas vezes e depois parou; ela não queria ter trabalho. Esperou com o corpo meio levantado, na altura certa para eu subir com o meu. Recolhi um pouco minhas pernas para tomar impulso e dei a primeira metida mais forte. Ela soltou aquele "ai" longo, com aquele miado calculado para me provocar. E eu, que achava que não tinha mais forças, finquei mais e mais.
Minhas mãos seguravam aquela bundinha e meu dedo encostava na porta do cuzinho. Quando tomei fôlego mais uma vez, ela me disse:
— Só se você me levar no Arrecife Real depois.
O restaurante favorito dela e o mais caro da cidade.
— Ai, Deus, o que é que eu faço?
A safada sabia que eu não ia resistir e me olhava com um sorriso no rosto, enquanto cavalgava bem devagar para me manter excitado. Sem dizer mais nada, ela se levantou e se virou de costas. Confesso que fico apreensivo com essa posição, pois meu pau é naturalmente empinado para cima; quando elas sentam de costas, forçam o negócio duro para baixo. Dá um medo de quebrar, mas eu não sou louco de dizer isso para ela.
E ela sentou sem dó no início. Minhas mãos seguravam sua bunda um pouco, mas logo já estavam ajudando. Foi só descansar um pouco para minhas pernas voltarem a meter o mais rápido possível. Não sei, eu não vi a cara dela, mas acho que ela deve ter pensado que perderia o rango naquela hora. Mas a preguiça de ir à academia cobrou seu preço mais uma vez.
— Tá bom.
Ela olhou para trás e se fez de desentendida.
— Eu te levo no Arrecife.
Ela levantou, pegou o lubrificante, pingou algumas gotas no meu pau e, de frente para mim, foi sentando devagarinho. Eu levantei um pouquinho para ajudar.
— Calma — ela disse.
Ela desceu até o fim.
— Ai, meu cuzinho... — murmurou baixinho, como se quisesse esconder o que a boca deixou escapar.
Depois subiu um pouquinho, desceu de novo e subiu mais uma vez. Eu recolhi as pernas e ela, pressentindo, soltou com a voz mais grave, mais urgente, mais séria:
— Ai, caralho!
Meti com vontade mais uma vez; agora era mais apertadinho, o que chamava o gozo mais logo. Ela não gemia mais como menina, gemia como mulher. Segurava-se para não gemer alto, mas, numa das estocadas, não se aguentou e lançou um:
— Ãh! Aiiii!
— Doeu?
Ela balançou a cabeça de um lado para o outro, mas a testa franzida parecia dizer outra coisa. Continuei metendo até que, finalmente, meu pau contraiu pela primeira vez, lançando tudo e mais um pouco.
— Droga! — ela exclamou.
— Que foi?
Ela me olhou com um ar de quem tinha quebrado alguma coisa ou algo assim.
— Tenho que ir ao banheiro!
Fiquei assustado. Meu pau ainda estava lá dentro quando ela começou a levantar devagar; tirou a camisinha suja com cuidado e saiu correndo para o banheiro. Foi só o tesão ir embora que comecei a pensar na minha conta bancária.
— Meu Deus, essa gostosa vai me falir.