Novo endereço, mais ou menos quinto andar

Um conto erótico de Fandango
Categoria: Heterossexual
Contém 2733 palavras
Data: 10/03/2026 20:18:48
Assuntos: Heterossexual, URSO

Frederico era um sujeito bem-humorado, contador de piadas sem fim, sempre prestativo. Naquele dia ele estaria sozinho no sítio para os lados de Santa Maria o dia inteiro.

Meu primeiro ano na federal tinha muita farreada, no entanto teve um feriado na quarta e me bandeei para o mato, queria prosear e conhecer o lajeado onde ele foi curtir a aposentadoria. Conversamos a tarde toda, e eu experimentei do fogo de lenha dele — excelente, como sempre que o meu tio de criação se metia a fazer algo novo. Ele tentava escapar dos elogios dizendo que era bom cozinheiro, mas que estava graxento justamente pelo vício da cozinha, por ser “aluno aplicado na arte de comer muito”. Daquela conversa descontraída veio o papo sobre sexo. Falando em comer muito, ele perguntou se eu ainda era pegado nas novenas.

Frederico é branco que nem papel; qualquer coisa já deixa o rosto dele vermelho. Dá pra ver na cara a marca da vergonha.

— Vai que eu tô no perigo, sozinho com um guri safado na beira da piscina… Aí ele acha que tá no cardápio comer o tio…

- Respondi que transava com minha ex-namorada, no entanto eu tava era na seca desde que terminamos e sou só mais um calouro sem poder molhar o biscoito. Enquanto ele botava tudo para dentro da casa eu que não pude ajudar, então, fiz um pouco de hora na piscina.Ele pareceu surpreso quando me viu nu me ensaboando debaixo do chuveiro da piscina, ficava me olhando de cima a baixo, rosto pegando fogo.

— Não podia tomar banho aqui não? Achei que você tinha deixado o sabonete pra usar esse chuveiro…

Ele respondeu tranquilo, mas perguntou:

— Pode usar, sim. Só não entendi por que você tá peladão desse jeito. Você costuma fazer isso na tua casa?

Achando que era só curiosidade e não um fora, respondi:

— Lá em casa? Na boa! Mas só quando tem só o meu pai. Ele nem liga. Quando a gente tinha piscina, às vezes ele ficava pelado na água comigo. Agora que mudamos pro centro e fomos pra apartamento, ele manda eu colocar uma calça por causa da minha mãe, que detesta.

— Não sabia que vocês tinham sangue de naturista… — disse ele com um sorriso amarelo que eu achei ser de insatisfação.

Se virou retornando pra casa balançando a cabeça e disse que ia tirar um cochilo antes de me levar para a república. Se eu quisesse, podia pegar as cervejas da geladeira e estrear a TV por assinatura.

Decidi rodear a casa por trás, só espiando como tudo tinha sido arrumado. Foi aí que meu queixo caiu. Frederico estava tomando banho, com a porta aberta do banheiro da suíte. Pelo reflexo do espelho eu via tudo: ele dava uma bronha demorada, com o dedão enfiado no cu.

Fiquei louco. Juntando as peças, entendi por que ele ficou tão desconfortável com minha nudez minutos antes.

Por desgraça, ele olhou fixo pro espelho e viu meu vulto.

Interrompeu a punheta na hora, se enrolou na toalha e veio pra janela conferir se tinha alguém olhando.

Não tinha pra onde correr. Fiquei parado, colado na parede ao lado da janela.

Ele abriu a janela. Respirei fundo e soltei sem pensar:

— Frederico, fala logo, na lata… Você é gay?

Ele puxou o ar num suspiro fundo, levou um susto que nunca imaginou na vida.

— Bruno, eu… — tentou explicar.

Não aguentei esperar a desculpa e meti um beijo naquela boca máscula com cavanhaque.

Ele deixou a toalha cair e me agarrou ali na janela.

Ficamos minutos numa beijação ardente. Era minha primeira experiência com homem, meu sonho acontecendo.

Em certo momento ele caiu na real, parou o beijo e me empurrou pelo peito.

— O que você tá fazendo? Isso não tá certo, porra!!!

Pulei a janela, segurei os braços dele e sacudi:

— Frederico, escuta! Já era! Eu vi pela janela. Tá tudo bem! Você tava batendo uma pensando em mim, não tava?

Ele parou, me olhou nos olhos.

— Qual é, tu é que veio me beijando, metendo língua na minha boca barbada e vai fingir que não gosta da fruta?

Expliquei:

— Não, deixa eu falar. Eu gosto mesmo de mulher. Mas tenho uma curiosidade que tá me perturbando faz tempo… Acho que tô obcecado. Pensei que talvez contigo… era a hora de experimentar com outro homem, pra saber como é. Só se for com gente legal como você.

Durante o beijo.

Ele perguntou:

— Você vai até o fim mesmo?

Respondi que sim.

Combinamos não pensar em mais nada além daquele momento.

Ele me despiu, ajoelhou e chupou meu pau como se fosse chupeta. Fui pras nuvens. Ele se esforçava pra me agradar, os dedões dos pés se contorciam, a cabeça jogava pra trás.

Queria explorar aquele corpo gordo peludinho castanho-claro.

Ele depois de se sentar na cama levantou as pernas devagar. Entendi: ia me dar o cu.

Lambia as bolas dele enquanto ele se afastava pro centro da cama. Quando vi o cuzão… caralho, uau! Não era cuzinho, era cuzão mesmo! Se apertando como se piscasse com força, um tracinho de tão apertado. Uma obra de arte excitante.

Pedi pra ficar de quatro.

Prendi o cacete dele entre as coxas grossas. Sacos pesados como bola de tênis, cuzão gordo de macho…

Abri as nádegas carnudas, ele estufou o olhinho. Meti a língua lá dentro, lambuzei de saliva, enfiei o dedo lubrificando tudo. Ele apertava meu dedo e pulsava o pau quando eu apertava.

— Que bundão, hein, Fred! Quer experimentar o gostinho?

O pau dele pulsou forte. Gostava de putaria.

— Vem cá, seu baguá! Traz esse regalo, filhote de puto!

Dei mais lambida no rabo, beijei a boca dele. Ele engolia minha saliva sem nojo.

Sem fôlego:

— Hhmmarf! Mais!

Voltei pro rabicó. Ficou ainda mais gostoso.

Ele pediu pra eu não tocar nele, pra se segurar.

Peguei a camisinha na gaveta. Coloquei contra a parede:

— Que safado! Já tem camisinha aqui?

— Minha mulher só dá o rabo de camisinha, cara! Sou comedor caseiro. Pega aquela ali, é mais lubrificada.

Desenrolei a camisinha no meu pau, olhei pra ele de quatro: longe da imagem de tio brincalhão. Ia meter numa bundona, redonda, carnuda e de contrações intensas.

Nunca tinha reparado o quanto ele era gostoso: gordo forte, músculos protuberantes de anos de bombeiro, bração e coxão roliços.

Posicionei na portinha babada e avisei que ia entrar.

— Uhum… — consentiu abafado.

Fui com calma, pedi pra relaxar. Empurrei a cabecinha. Ele apertou de nervoso, sentiu dor.

— Devagar, Bruno… calma, com paciência…

Pedi pra forçar o cu pra fora como se fosse cagar.

Forçava e trancava. Passou metade.

Chiava feito frigideira:

— Sch… Sch… Shhh…

Esperei uns cinco minutos só dentro, arreganhando as nádegas dele e com uma e outra palmada.

De repente ele relaxou de vez. O pau escorregou todo pra dentro. Aproveitei e bombei um pouco.

— Sch! Aaai! Bruno! Porra, que dor!

— Quer que eu tire? — perguntei, depois de bombar mais forte.

Balançou a cabeça sim, antebraço tapando os olhos.

Tirei. O cuzão agora tinha um furo profundo no meio das pregas rosadas, piscando enquanto fechava devagar.

Mas o tesão não morreu. Meu pau ainda latejava dentro da camisinha. Frederico respirava pesado, mas o pau dele continuava duro, babando no lençol.

— Ainda quer? — perguntei baixinho. Frederico ficou ali deitado de lado por uns segundos, respirando fundo, o peito subindo e descendo como se tivesse corrido uma maratona. O buraco não parava de piscar devagar, vermelho e inchado da tentativa anterior, o pau dele não mentia, continuava bem duro, vermelho-escuro, babando um fio longo de pré-gozo que pingava no lençol.

Ele virou o rosto pra mim, os olhos brilhando de uma mistura de vergonha, tesão e algo que parecia alívio.

— Bruno… vem cá.

A voz saiu rouca, baixa. Ele esticou a mão e segurou meu pulso, puxando devagar.

— Deita em cima de mim. De frente. Quero te sentir todo… barriga com barriga, peito com peito. Sem pressa agora.

Frederico rolou de costas, abriu bem as coxas grossas, dobrou os joelhos quase até encostar no peito. A barriga grande e peluda se acomodou entre as pernas, deixando o cuzão exposto de novo, agora mais relaxado, mais convidativo. Ele segurou as próprias nádegas com as duas mãos e abriu mais, me mostrando tudo.

— Vem, homem do céu. Encaixa devagar… mas vem inteiro.

Eu me posicionei entre as pernas dele, apoiei as mãos na cama dos dois lados do tronco dele. Quando desci o corpo, nossas barrigas se encontraram primeiro — quentes, suadas, escorregadias. Meu peito colou no dele, os mamilos duros roçando nos pelos grisalhos do peito largo. O cheiro dele era forte: suor, sabonete, macho, lenha queimada, tesão cru.

A cabeça do pau encostou na entrada. Ele gemeu baixo, um gemido longo e satisfeito. Empurrei devagar. Dessa vez o anel cedeu mais fácil; engoliu a minha cabeça, depois metade, depois quase tudo. Soltei um “caralho” rouco.

— Isso… isso… fica aí dentro um pouco… só sentindo…

Ele envolveu minhas costas com as próprias coxas firmes, me apertando contra si. Nossos corpos grudados, suando juntos. O suor escorria em riachos: do meu pescoço pro peito dele, da barriga dele pras minhas coxas, pingando no lençol. A cada respiração profunda nossos ventres se esfregavam, escorregavam.

Comecei a mexer devagar, quase só circulando dentro dele. Ele gemia baixinho no meu ouvido, barba roçando minha bochecha.

— Vai… vai mexendo… assim… devagar… porra, que delícia…

Aumentei o ritmo aos poucos. O pau dele, preso entre nossas barrigas, escorregava pra cima e pra baixo a cada estocada. De repente escapava de lado, ficava babando na minha virilha. Frederico dava uma gargalhada rouca, gostosa, dessas que fazem o peito tremer.

— Olha só… esse danado não quer ficar quieto… — ele ria, segurava o próprio pau com uma mão e tentava encaixar de novo entre nós dois. — Vem cá, seu safado… fica no lugar…

Eu ria junto, suado, ofegante. Ele ajudava: apertava mais as coxas contra meus quadris, prendia meu pau lá dentro com o cu, e ao mesmo tempo guiava o próprio cacete pra ficar esmagado entre nossas peles escorregadias.

O barulho era molhado, obsceno: pele batendo em pele suada, respiração pesada, gemidos abafados, o colchão rangendo. O suor escorria tanto que parecia que a gente tinha saído debaixo d’água.

— Bruno… tô quase… tô quase… mete mais forte agora… mete, caralho…

Aumentei. Estocadas fundas, ritmadas. Ele apertava o cu a cada entrada, pulsava, me ordenhava. Meu saco batia nas nádegas dele com força. Senti o gozo subindo rápido demais.

— Fred… vou gozar… vou gozar dentro…

— Goza, vai… goza no tio… me enche…

Empurrei até o talo, travei ali e gozei forte, jatos quentes dentro da camisinha, o corpo todo tremendo em cima dele. Gemi alto no pescoço dele, mordi com gana a pele suada.

Ele não parou. Continuou se masturbando rápido, a mão lubrificada pelo suor e pelo pré-gozo, o pau grosso escorregando entre os dedos. Grunhiu fundo, animalesco.

— Aí… aí… porra… olha… olha…

O pau dele inchou mais, pulsou forte entre nós dois. Gozou em jatos grossos que subiram até meu peito, respingaram na minha barriga, escorreram pela lateral da barriga dele. Ele tremia inteiro, as coxas apertando meus quadris com força, o cu piscando em volta do meu pau ainda dentro.

Ficamos assim uns bons segundos: eu em cima dele, ainda semi-duro dentro, ele me abraçando forte, os dois ofegantes, suados, melados de porra, suor e saliva.

Ele riu de novo, aquela risada rouca e satisfeita.

— Caralho, guri… tu me destruiu… mas que delícia…

Beijou minha testa, bagunçou meu cabelo suado.

— Agora descansa aí em cima de mim um pouco… deixa o tio sentir esse peso gostoso antes da gente levantar pra tomar um banho… e quem sabe outra cerveja.

Eu sorri, enterrei o rosto no pescoço dele, sentindo o cheiro forte de sexo e homem.

— Pode deixar, Fred. Tô exatamente onde eu queria estar.

Ficamos ali grudados por um tempo bom, eu ainda em cima dele, o pau amolecendo devagar dentro da camisinha, o rabo dele pulsando de leve em volta como se quisesse me segurar mais um pouquinho. O suor secava aos poucos, deixando a pele pegajosa, mas nenhum dos dois tinha pressa de se mexer.

Frederico passou a mão grande pelas minhas costas, dedos grossos traçando linhas desajeitadas, meio tímidas. Eu respondi roçando o nariz no pescoço dele, sentindo o cheiro forte de macho misturado com porra e suor. Dei uma mordidinha leve na clavícula, ele grunhiu baixo e apertou minha bunda com as duas mãos, puxando mais pra perto.

— Seu danado… — murmurou, voz rouca de quem acabou de gozar forte. — Tá me deixando todo mole.

Eu ri no ombro dele, dei um tapa leve na coxa grossa.

Ele riu, aquele riso grave que faz o peito vibrar. Virou o rosto e me deu um beijo desleixado, barba arranhando, língua entrando sem cerimônia. Era bruto, masculino, sem firula: língua brigando com língua, dentes batendo de leve, saliva escorrendo pelo queixo. Eu segurei o cavanhaque dele, puxei de leve, ele gemeu e mordeu meu lábio inferior.

Depois de uns minutos assim, trocando carícias meio sem jeito — mão dele apertando meu saco com força demais, eu arranhando as costas dele deixando marcas vermelhas, nós dois rindo da sacanagem —, ele deu um tapinha na minha bunda.

— Bora pro banho antes que a gente grude de vez nesse lençol fedendo a sexo.

Levantei devagar, tirei a camisinha com cuidado, joguei no lixo. Ele se sentou na beira da cama, barriga dobrando em rolinhos suados, pau mole pendurado entre as coxas grossas. Me olhou de cima a baixo, sorriu torto.

— Vem cá, guri. Me ajuda a levantar que tô parecendo um velho depois de uma bronca dessas.

Segurei as mãos dele, puxei. Ele se ergueu gemendo, as costas estalando. Entramos no banheiro juntos, o box grande o suficiente pros dois. Abriu o chuveiro, água quente caindo forte. Entramos debaixo, corpos colando de novo na água morna.

Ele pegou o sabonete, ensaboou as mãos e começou a me lavar devagar: peito, barriga, costas. Eu fiz o mesmo nele, passando espuma na barriga peluda, nas coxas roliças, no pau mole que dava uns pulinhos quando eu encostava. Nada sexual dessa vez, só carinho preguiçoso, mãos grandes se explorando a valer. Ele virou de costas, eu ensaboei as nádegas carnudas, passei dedo de leve no cu ainda sensível — ele chiou e riu.

— Calma aí, filhote… tá dolorido ainda. Mas gostei.

Ficamos assim, água caindo, vapor subindo, corpos relaxados. Ele me virou de frente, me abraçou por trás, queixo no meu ombro.

— Sabe o que é bom mesmo no sexo anal, Bruno? — falou baixinho no meu ouvido, voz quase abafada pelo barulho da água.

— Conta.

— Fazer com plugue oco. Tipo Tunnel Plug. Por fora funciona como um plugue anal comum, estica, abre, deixa tudo sensível… mas o buraco no meio dá pra enfiar a pila por dentro. É uma delícia, cara. Tu sente ele abrindo devagar, preenchendo tudo, e ao mesmo tempo tem espaço pra meter mais fundo, pra bombar gostoso sem forçar tanto o buraco. A sensação é… puta que pariu, indescritível. Parece que o cu vira um túnel de prazer.

Eu parei, água escorrendo pelo rosto. As palavras dele acenderam um monte de luzes na minha cabeça. Imagens pipocando: eu na república, comendo as colegas, quem sabe, alguma professora. Ou voltando aqui pro sítio, sozinho com Frederico de novo, os dois cheios de cerveja e tesão, testando um desses plugs, eu metendo nele enquanto o plugue oco esticava tudo.

— Caralho, Fred… tu tá me dando ideias perigosas.

Ele riu, apertou minha cintura.

— Perigosas? Ou deliciosas? — mordeu de leve minha orelha. — Quando tu quiser repetir… quando der certo de estarmos a sós, cheios de tesão… me avisa. Eu tenho uns brinquedos guardados que tu nem imagina.

Eu virei o rosto, beijei ele debaixo da água quente. Um beijo molhado, lento, cheio de promessas.

Ele sorriu, olhos brilhando.

— Marcar horário é para os estranhos, guri. Eu garanto a geladeira cheia de cerveja.

Desligamos o chuveiro, nos secamos devagar. Saímos do banheiro nus, rindo, corpos ainda quentes. Ele foi pra cozinha pegar duas cervejas geladas, eu me joguei no sofá da sala.

Quando ele voltou, sentou do meu lado, entregou a lata, brindamos.

— Ao que a gente descobriu hoje… e ao que ainda vai rolar.

— Ao que ainda vai rolar — respondi, batendo a lata na dele.

Bebemos em silêncio por um instante, olhando um pro outro com aquele sorriso cúmplice de quem sabe que aquilo foi só o começo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive guga.1998 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários