Karol sempre foi o tipo de mulher que fazia os outros se sentirem seguros. Aos 32 anos, casada há nove com Roberto, mãe dedicada de Lucas, de sete anos, ela era a vizinha perfeita em Paudalho, Pernambuco. Cabelos pretos longos e lisos, pele morena clara, sorriso fácil e educado. Vestia-se com recato: blusas de manga curta que cobriam os ombros, saias ou calças que disfarçavam as curvas que ela sabia que tinha. “Sou só uma mãe comum”, dizia para as outras mães no grupo de WhatsApp da escola. Mas por baixo daquelas roupas, o corpo traía o disfarce. Altura de 1,71 m, quadris largos que balançavam sem querer quando andava, cintura marcada de 70 cm e uma bunda que media exatos 118 cm de circunferência — redonda, empinada, pesada, o tipo que esticava qualquer tecido e fazia homens virarem a cabeça mesmo quando ela usava legging folgada. Ela sabia. Claro que sabia. Mas nunca admitia em voz alta. Para o mundo, Karol era puritana, atenciosa, quase santa.
Só ela sabia a verdade.
Desde os 19 anos, quando perdeu a virgindade com Roberto, uma curiosidade sombria crescia dentro dela. Paus grandes. Não só grandes — monstros. Grossos, veiosos, que esticassem a boca, que abrissem o cu até doer de prazer. Ela se masturbava pensando nisso enquanto Roberto dormia, fantasiando com cenas que via em filmes pornôs escondidos no celular, em especial os filmes do ator Dredd e Mandingo, aqueles paus negros enormes que pareciam impossíveis de engolir, mas que ela imaginava entrando inteiro no seu corpo. Também assistia filmes de bukkake que adorava, gozando várias vezes só de ver rostos cobertos de porra grossa, jatos intermináveis escorrendo pela pele, bocas abertas recebendo tudo. Anal era o seu vício secreto. Quanto mais fundo, mais forte, melhor. E gozar na boca? Engolir tudo, sentir o gosto salgado escorrendo pela garganta… era melhor que qualquer orgasmo vaginal. Uma vez, bêbada numa festa de fim de ano com as amigas, soltou a frase que nunca mais esqueceu: “Acho que fui travesti ou gay em outra vida, porque nunca vi ninguém gostar tanto de dar o cu feito eu.” E caiu na gargalhada, enquanto as outras riam achando que era só piada. Não era.
Roberto a traiu. Descobriu por acaso, três semanas atrás. Mensagens no celular dele com uma estagiária de 24 anos. Fotos. Vídeos. “Te como melhor que a minha mulher”, ele escreveu. Karol leu tudo. Não chorou na hora. Sentiu um ódio tão puro, tão quente, que queimou até o fundo da alma. “Se ele quer ser corno, eu vou fazer ele ser o maior corno de Pernambuco”, pensou. Começou a observar homens. Avaliava volume nas calças, olhava nos olhos com um segundo a mais do que devia. Mas ainda era a Karol recatada por fora. Ninguém desconfiava.
O dia da festa de aniversário de Lucas chegou. Sábado ensolarado, casa cheia de crianças gritando, balões, bolo do Homem-Aranha. Roberto estava lá, sorrindo como se nada tivesse acontecido. Karol circulava de vestido rosa justo na cintura, solto nos quadris, o tecido colando sutilmente na bunda quando ela se abaixava para pegar algo no chão. Os pais dos amiguinhos olhavam. Ela fingia não notar.
Estava com sede. A cozinha ficava no fundo da casa, longe da bagunça da sala. Entrou, abriu a geladeira, pegou uma garrafa de água. Foi quando ouviu o barulho da porta do banheiro de serviço se abrindo. Virou o rosto.
Alan saiu. O amigo de Roberto desde a faculdade. Alto, corpo definido de quem malha todo dia, pele bronzeada. Calça jeans aberta, mão ainda segurando o pau grosso para fora, sacudindo as últimas gotas de mijo. Ele achava que estava sozinho. O pau balançava pesado, semi-duro depois da mijada — grande pra caralho, grosso, cabeça rosada brilhando, veias saltadas. Karol congelou. A garrafa quase caiu da mão. O coração disparou. Era exatamente o tipo que ela fantasiava há anos. Maior que o de Roberto. Muito maior.
Dois minutos inteiros de silêncio absoluto. Só o som distante das crianças rindo lá fora. Alan olhou para ela. Ela olhou para o pau. Nenhum dos dois falou. Os olhos dela estavam vidrados, pupilas dilatadas. A boceta pulsou instantaneamente. O cu contraiu de desejo. Medo também — medo de ser descoberta, medo de não conseguir parar.
Alan finalmente abriu a boca, voz rouca:
— Caralho… Karol… desculpa, eu não sabia que tinha alguém aqui. Eu… vou guardar.
Foi o gatilho.
Ela largou a garrafa na pia. Avançou como uma predadora. Agarrou a camisa dele com as duas mãos e o puxou com força para dentro do banheiro pequeno. Fechou a porta com o pé. Trancou. O clique da fechadura foi o ponto sem volta.
— Cala a boca — sussurrou ela, já caindo de joelhos no piso frio. — Cala essa porra de boca.
Alan mal teve tempo de reagir. As mãos dela já estavam no pau dele, segurando pesado, sentindo o calor, o peso. Era monstruoso. A boca salivou. Abriu os lábios carnudos e engoliu a cabeça inteira num gole só. Alan gemeu baixo.
— Porra… Karol… que isso…
Ela não respondeu com palavras. Respondeu chupando. Fundo. Garganta relaxada como se tivesse nascido para aquilo. A língua girava na glande, lambia as veias, descia até as bolas. Saliva escorria pelo queixo dela, molhando o vestido. Enquanto chupava, olhava para cima, olhos marejados de tesão.
— Meu Deus… isso é enorme… — murmurou ela entre uma lambida lenta e outra, voz abafada pelo pau. — Nunca imaginei que você fosse tão dotado… eu via o volume na sua calça toda vez que você vinha aqui em casa… achava que era só pano, só jeans apertado… mas caralho… isso é real… isso é grosso pra porra… Roberto nunca soube me foder direito.
Alan segurou os cabelos dela, mas não forçou. Ainda estava chocado.
— Desde quando você…?
— Desde sempre — ela respondeu, tirando o pau da boca só para falar, batendo a cabeça grossa na própria língua. — Eu finjo ser santa, mas adoro pau grande. Adoro dar o cu. Adoro beber porra. E hoje… hoje você vai me usar como uma puta barata. Mas antes… espera.
Ela parou de chupar por um segundo, olhou ao redor do banheiro de serviço. Seus olhos pararam numa gaveta velha ao lado da pia. Abriu. Lá estava: uma trena velha de costura, amarela, de 3 metros, que ela usava para medir cortinas ou roupas antigas. Pegou com as mãos trêmulas de excitação.
— Quero medir isso direito — disse ela, voz baixa e urgente. — Quero saber exatamente o quanto eu vou engolir e levar no cu. Me dá aqui.
Alan riu rouco, ainda ofegante.
— Você é louca… vai mesmo?
— Cala a boca e fica parado — ela ordenou, desenrolando a trena. Colocou a ponta na base do pau dele, pressionando contra os pelos pubianos. Esticou devagar ao longo do comprimento, a fita metálica fria contrastando com o calor da pele. Chegou na cabeça. Leu o número. Seus olhos se arregalaram.
— Nossa… — soltou ela, quase sem fôlego, voz tremendo de tesão. — Que pau do caralho… olha isso… é maior que o meu antebraço inteiro… que cabeça grande da porra… olha só, Alan… isso aqui vai me destruir… e eu quero tanto…
Ela bateu a cabeça grossa na língua de novo, lambendo devagar enquanto continuava falando, sem parar de chupar.
— Roberto me traiu… sabia? — murmurou ela, engolindo mais fundo, saliva pingando. — Encontrei as mensagens… com uma vadiazinha de 24 anos… ele disse que fode ela melhor que me fode… que eu não faço nem metade… mas agora… agora eu vou dar o troco… vou dar o cu pra você… vou beber sua porra… vou ser a vadia que ele nunca soube que eu era…
Alan gemeu, segurando os cabelos dela com mais força.
— Continua falando… porra… você é safada demais…
— Eu sou… — ela respondeu, tirando o pau da boca só para bater na bochecha, depois voltando a chupar. — Sempre fui… finjo ser a esposa perfeita… a mãe dedicada… mas eu adoro pau grande… adoro imaginar que tenho um pau bem grande abrindo meu cu… Roberto come o meu cu sim… come todo dia… mas o pau dele é pequeno… eu adoro pau grande mas nunca tive um de verdade… só imaginei como seria… como seria sentir uma rola grossa, enorme, me abrindo de verdade, me enchendo toda, me fazendo gemer de dor e prazer ao mesmo tempo… quando ele mete, eu fecho os olhos e finjo que é uma rola assim, tipo essa sua… tipo Dredd ou Mandingo… eu gozo mais forte imaginando isso… porque o dele mal preenche… mal sinto… mas eu finjo… finjo todo dia…
Ela engasgou de propósito, olhos lacrimejando, mas continuou, voz rouca e baixa:
— Eu dou o cu pra ele todo dia… sabia? Todo santo dia… ele chega do trabalho, quer foder, eu abro as pernas e deixo ele meter no cu… bebo a porra dele toda… engulo tudo… finjo que é o que eu quero… mas agora… agora vou regular… vou dar o cu só quando eu quiser… e só pra quem tiver pau que preste… porque ele me traiu… e eu vou trair de volta… mais forte… mais sujo… mais gostoso…
— Isso é foda… — Alan grunhiu, empurrando devagar na boca dela. — Continua…
— E tem mais… — ela sussurrou, lambendo as bolas enquanto falava. — Essa é a primeira vez que eu traio ele depois que nos casamos… juro… nove anos fiel… mas quando éramos noivos… eu traí duas vezes… com um professor da faculdade… pra garantir notas boas… ele me chamava na sala dele, eu chupava ele de joelhos, depois dava o cu na mesa… gozava na minha boca… eu engolia tudo e saía com A na prova… Roberto nunca soube… achava que eu era a aluna dedicada… mas eu era vadia desde sempre… e agora… agora eu libero tudo…
Ela forçou mais fundo, engolindo o máximo que conseguia.
— Me promete que vai me comer sempre que eu mandar?
— Prometo… — ele grunhiu. — Continua chupando… engole mais…
— Eu engulo… — ela gemeu, forçando mais fundo. — Vou engolir tudo… vou beber seu leite… vou ser sua puta… porque ele me traiu… e agora eu traio de volta… mais forte… mais sujo… mais gostoso…
Meia hora se passou dentro daquele banheiro minúsculo. O tempo parecia derreter. Ela chupava devagar, depois rápido, engasgava, cuspia, lambia as bolas. Conversavam o tempo todo, voz baixa, urgente.
De repente, Alan não aguentou mais. O pau pulsou forte na boca dela. Ele puxou para fora com um gemido rouco, punhetando rápido bem na frente do rosto dela.
— Abre a boca sua puta safada… toma tudo…
O primeiro jato veio explosivo, grosso, branco e quente — acertou a testa dela, escorreu pelo nariz, encheu a boca aberta que ela manteve escancarada de propósito. Ela engoliu o que caiu na língua, o resto escorrendo pelos cantos da boca, pingando nos seios, no queixo, no pescoço. Era muito. Muito mais do que ela já tinha visto na vida. Litros pareciam sair, jato atrás de jato, cobrindo o rosto inteiro, grudando nos cílios, escorrendo pelos cabelos pretos longos, pingando no vestido rosa que agora estava manchado e úmido.
Karol nunca viu tanta porra na vida. Nem nos filmes de bukkake que assistia escondida. O rosto dela virou uma máscara branca e brilhante, os cabelos grudados em mechas pesadas de esperma, os olhos semicerrados por causa da viscosidade que escorria. Ela respirava pesado, lambendo os lábios, sentindo o gosto salgado e forte dominar tudo.
— Porra… olha isso… — murmurou ela, voz abafada, passando os dedos no rosto e levando para a boca. — Nunca vi tanta porra… tá me cobrindo toda… tá nos meus cabelos… caralho, Alan… isso é… isso é perfeito…
Alan ainda estava duro, o pau latejando na mão, veias saltadas, brilhando de saliva e pré-gozo. Ele não perdeu tempo. Agarrou os quadris dela com força, virou-a de costas de novo, empinando aquela bunda gigantesca que tremia só de tocar. A rosca já estava aberta, vermelha e pulsante do tesão acumulado.
— Ainda não acabou, vadia — ele grunhiu, cuspindo direto na entrada do cu dela. — Agora eu quero arrombar isso aqui de verdade.
Sem esperar resposta, ele encaixou a cabeça grossa e empurrou devagar no começo, sentindo a resistência inicial ceder. Karol mordeu o lábio inferior com força, um gemido abafado escapando enquanto o pau entrava centímetro por centímetro, abrindo-a mais do que nunca. O corpo dela tremia inteiro, as coxas se contraindo, as unhas cravadas na parede do banheiro para se apoiar.
— Caralho… tá me rasgando… devagar… não… mais fundo… mete tudo… — ela implorava, voz entrecortada, mistura de dor e prazer insano.
Quando estava todo dentro, Alan parou por um segundo, deixando ela sentir a plenitude, o pau pulsando lá no fundo, enchendo cada centímetro do cu apertado. Depois começou a bombear: devagar no início, saídas quase completas e entradas lentas, para ela sentir cada veia roçando as paredes internas. Karol gemia baixo, o corpo se curvando para trás, empinando mais, pedindo sem palavras.
— Isso… assim… me fode o cu… me fode como ele nunca fodeu… me usa… — ela sussurrava, voz rouca, quase chorando de tesão.
Alan acelerou. As estocadas ficaram fortes, profundas, o som de pele batendo contra pele ecoando no banheiro pequeno. Ele segurava os quadris largos com as duas mãos, puxando ela contra si a cada metida, fazendo a bunda dela ondular com o impacto. Karol gozou mais uma vez só com o cu, o corpo convulsionando, o cu apertando o pau dele como se quisesse sugar tudo para dentro. Ela jorrou no chão, as pernas tremendo tanto que quase caiu.
Ele continuou metendo, incansável. Mais uns 10 minutos de foda bruta, variando o ritmo: às vezes devagar e fundo, às vezes rápido e curto, batendo na entrada para fazer ela gemer alto. Karol falava sem parar:
— Tá me enchendo… tá me abrindo toda… nunca senti isso… vai… goza dentro… enche meu cu de porra… faz eu levar pro resto da festa…
Finalmente Alan grunhiu alto, apertando os quadris dela com força, e gozou dentro do cu: jatos quentes e grossos enchendo o ânus dela até transbordar, escorrendo pelas coxas morenas. Ele ficou parado uns segundos, o pau ainda pulsando dentro, depois saiu devagar, deixando um fio grosso de porra escorrer da rosca aberta.
— Agora você tá cheia por dentro e por fora — ele sussurrou no ouvido dela, mordendo a orelha.
Karol tremia, as pernas fracas, o corpo inteiro suado e melado.
— Obrigada… — sussurrou ela, ainda ofegante. — Agora eu sou oficialmente corna vingadora.
Alan ajudou ela a se levantar. Ela olhou no espelho pequeno do banheiro: rosto e cabelos cobertos de porra, vestido manchado, cheiro forte de sexo e porra no ar. Não dava para voltar assim para a festa.
— Vou tomar banho rápido — disse ela, voz baixa. — Tem um chuveiro aqui no banheiro de serviço. Me dá um minuto.
Ela entrou no box pequeno, abriu a água morna e se lavou depressa, esfregando o rosto, os cabelos, o corpo inteiro para tirar o máximo da sujeira. Alan ficou de guarda na porta, vigiando para ninguém entrar. Depois de uns 5 minutos, ela saiu enrolada numa toalha velha que achou no armário. Pegou uma roupa reserva que tinha guardada ali (um short jeans e uma blusa solta que usava para ficar em casa) e trocou rápido. Jogou o vestido sujo num saco plástico escondido no fundo do armário para lavar depois.
— Pronto — disse ela, ajustando o cabelo ainda úmido. — Agora pareço normal de novo.
Alan sorriu.
— Você é foda, Karol.
Saíram separados. Ela voltou para a festa com um sorriso sereno no rosto, como se nada tivesse acontecido. Roberto a viu e perguntou se estava tudo bem.
— Melhor do que nunca — respondeu ela, beijando o rosto dele.
Por dentro, queimava de satisfação. A puritana tinha morrido. A vadia tinha nascido. E Alan seria só o primeiro de muitos.