O coroa da pizzaria foi o segundo homem da minha mulher.

Um conto erótico de Caio Contos Real
Categoria: Grupal
Contém 3798 palavras
Data: 09/03/2026 20:27:00

A história que contarei aconteceu há 2 anos. Eu sou Lélio, na época tinha 35 anos, cabelos pretos, barba bem cuidada, moreno claro, meço 1,73, corpo normal, coxas grossas e tenho um pau de 18 cm de comprimento. Minha mulher se chama Cristina, na época tinha 32 anos, muito bonita, cabelos pretos grandes, morena clara, 1,71 de altura, magra, seios pequenos, cintura fina e bumbum redondinho e arrebitado. Temos filhos. Casámos novos e eu fui o primeiro homem da vida dela.

O que aconteceu conosco foi algo que nunca tínhamos pensado de acontecer e até hoje não sabemos como aconteceu.

Temos uma vida relativamente tranquila, temos um apartamento modesto em um bairro simples. Tenho um carro novo mais comprado às prestações. Em resumo, somos felizes, mas precisamos lutar. Cris parou de trabalhar para cuidar dos filhos, achamos que seria melhor.

Eu sou funcionário de uma estatal e tenho um salário decente, nada demais. Numa sexta resolvemos deixar os filhos na casa de minha sogra para podermos ter uma noite só os dois. Fomos em uma pizzaria famosa na zona sul de Belo Horizonte. Pensávamos encerrar a noite num bom Motel da cidade. Ao chegarmos na pizzaria ela estava cheia. Como não tínhamos marcado antes, nos colocaram em uma fila. Ficamos conversando e rindo de nosso infortúnio, já pensávamos em ir direto para o Motel e lá pedir alguma coisa. Cris estava usando um vestido solto curto, estava linda demais. Sexualmente nos completamos. Fazíamos sexo sempre que conseguíamos uma folga das crianças. Nosso sexo sempre foi muito bom. Os minutos passavam e nada de aparecer a mesa para dois. Quando íamos desistir um garçom veio até nós e disse que um casal estava nos convidando a sentar com eles até nossa mesa está pronta.

O garçom vendo a nossa indecisão disse: "Se eu fosse vocês, aceitaria o convite. A casa está cheia e a fila grande. Este casal é nosso cliente a muito tempo e são ótimas pessoas. Estão sendo gentis."

Olhamos em direção a eles e vimos um casal acenando para nós. Resolvemos ir. Quando nos aproximamos eles se levantaram e se apresentaram. Ele se chamava Valter e ela Mara. Claramente Valter era mais velho do que Mara. Eles se mostraram pessoas gentis.

Valter disse: "Olha, porque não fazem companhia para nós. Eu e Mara estamos sozinhos há muitos dias. Só conversamos com pessoas do trabalho, meus filhos moram no exterior e Mara não tem filhos. Estamos casados há alguns anos. É o segundo casamento de ambos. Vocês nos pareceram felizes e distintos. Fiquem na mesa conosco." Eles bebiam vinho e ofereceram para nós. Eu não aceitei pois estava dirigindo, mas Cris aceitou uma taça. Logo estávamos conversando animadamente. Ele era dono de uma construtora e ela engenheira. Ele tinha 64 anos e ela 40. Ele era branco, bonito, também usava barba e tinha olhos verdes. Ela era muito bonita, loira e muito branca.

Eles nos deixaram muito à vontade. Dava para ver que eles eram ricos, mas tinham uma conversa simples e cativante. As pizzas chegaram, comemos e continuamos nossas conversas. O papo estava tão bom que quando olhamos às horas já passavam das 22hs. Fizemos a menção de fechar a conta e irmos embora. Valter não aceitou que eu pagasse a conta. Disse que éramos convidados deles. Mara falou que estava sendo uma noite maravilhosa, ela nos convidou a fechar a noite na residência deles. Eu disse que tínhamos um compromisso para depois da pizza. Eles perguntaram se era algo sério. Cris, que já estava um pouquinho alta, disse que era só um namoro para aproveitar a folga das crianças. Nisso, Valter insistiu mais ainda que fossemos a casa deles. Disse que era uma casa enorme, com vários quartos e lindas paisagens. Falou que queria me mostrar a coleção de maquetes dos seus empreendimentos.

Valter: "Vamos lá Lélio, vocês são nossos convidados, aproveitem que os meninos estão com sua sogra e passem o final de semana lá. Não fiquem cismados, somos boas pessoas. Nossa casa está em um condomínio fechado. Passaremos por 3 portarias, em uma delas serão identificados. Vamos, Mara gostou de vocês, desde que casamos ela só sai com meus amigos que na maioria são da minha idade. Já vocês são da mesma faixa etária dela. Agora se mesmo assim quiserem ir embora, podem sair no horário que quiserem. Sigam o meu carro e vamos. O que acha Cristina?"

Nesta hora tinha certeza que minha mulher iria negar o convite.

Ela: "Se não for para dormirmos lá, eu topo. " Mara bateu palminhas e saímos da pizzaria. Eles foram na frente e nós os seguimos. No carro eu disse a Cris que ela havia me surpreendido ao aceitar o convite.

Ela: "Acho que estou de fogo, nem sei porque aceitei. Talvez pela gentileza da Mara. Faz assim, ficamos lá uma hora e saímos. Estou querendo muito nossa noite no Motel." Disse isso e apertou meu pau. Continuou: "Está duro amor. Vi que olhou bastante para o decote de Mara. Fique tranquilo, sei que não resiste a um decote. Ela parece ter seios lindos e branquinhos."

Eu: "Você me conhece, olhei, mas tentei ser discreto. Mas o Valter não tirava os olhos de você. Acho que não devíamos ter aceitado o convite, já são quase 23hs, loucura."

Ela: "Amor, eu só aceitei porque é um condomínio fechado e os seguranças irão nos ver entrar. Ficamos uns minutos e saímos."

O condomínio era muito famoso, só tinha mansões, passamos pelas 3 portarias, igual ele havia falado. A casa tinha 3 andares, garagem para uns 5 carros. Rapidamente ele nos levou para o salão onde estavam as maquetes. Ele com entusiasmo me falava de cada uma delas. Acho que para as meninas foi uma conversa um pouco enfadonha. Mara buscou mais vinho e ofereceu a Cristina. Sentaram em uma poltrona e ficaram conversando. Mara pegou a taça de Cris e disse que iria até a adega pegar um vinho especial para minha esposa. Estranhamente não trouxe a garrafa, apenas uma taça com o tal vinho. Cris ficou tomando e conversando.

Meia hora se passou e Cristina veio até mim, me abraçou e disse aos meus ouvidos: "Lélio, estou sentindo muito calor, meu rosto está quente."

Olhei para ela e notei seu rosto avermelhado.

Eu disse a ela que devia ser as taças de vinho, ela não estava acostumada a tomar. Nisso Mara levantou e a pegou pela mão e a conduziu para a área da piscina interna da casa. Sentaram em duas poltronas e continuaram a conversar e a tomar vinho. Minutos depois Valter foi até elas e disse a Mara para que ligasse o aquecimento da piscina caso elas resolvessem nadar. Cristina disse que não iria, até porque não tinha biquíni, o que Mara disse que não seria problema pois ela tinha alguns biquínis que caberiam na minha mulher. Também disse que Valter tinha calções que serviriam em mim, caso eu quisesse acompanhá-las. Voltamos para as maquetes e Mara ficou insistindo com Cris para tomar banho de piscina. 20 minutos depois Cris veio e disse que o calor que antes estava só no rosto estava por todo o corpo.

Mordendo minha orelha e se encaixando em mim disse sussurrando aos meus ouvidos: "Amor, estou falando sério, até minha xoxota está pegando fogo, vamos para o Motel."

Antes que eu respondesse, Mara veio até ela, a pegou pela mão e a arrastou para dentro da casa. Eu sentei com Valter em uma outra sala e disse a ele que precisávamos ir embora.

Ele: "Deixa disso Lélio, pode ficar com a Cris na suíte ao lado da piscina externa, lá ficaram tranquilos. Bobagem de saírem agora é irem para um Motel. Aproveite a nossa suíte amigo. Vocês são o ar jovial que Mara precisa. Amanhã após o almoço se quiserem podem ir."

Eu: "Cris tomou muito vinho, não está acostumada, tenho medo dela passar mal."

Ele: "Mais um motivo para ficarem. O que ela está sentindo. "

Eu: "Disse que é um calor por todo o corpo. "

Ele: "Amigo, com todo respeito, sabemos bem o que ela quer. Podem ir agora para a suíte."

Eu ri, mas fiquei sem graça.

Elas vieram até nós com roupões e deixaram eles caírem, estavam maravilhosas, usavam biquínis mínimos que mal cobriam os bicos dos seios e o bumbum era coberto apenas por um fio. Nunca antes minha mulher tinha usado algo tão mínimo na frente de outras pessoas. Ela usa apenas para mim.

Eu fiquei com tesão na hora, Mara é muito gostosa, e Cris nem se fala.

Valter: "Que mulheres lindas, os biquínis foram feitos para vocês. Aproveitem a piscina."

Elas foram exibindo os bumbuns deliciosos.

Eu para o Valter: "Nunca pensei que Cristina aceitaria colocar um biquíni assim e na frente de pessoas estranhas. "

Valter: "Mara tem o poder de persuasão, e nós já somos amigos. Fala a verdade amigo, elas ficaram deliciosas, não achou?"

Eu: "Ficaram."

Continuamos conversando até Valter me oferecer um calção para entrar na piscina. Disse para eu colocar apenas o calção samba-canção e que também usaria um. Fui até um dos banheiros e vesti o calção. Fui direto para a piscina esperar o Valter lá.

O que vi quando cheguei lá foi algo que nunca esperei ver.

Minha mulher estava encostada na beira da piscina com os olhos fechados enquanto Mara lhe beijava a boca e o pescoço. Mara também acariciava um dos seios de Cris que estava já sem a parte de cima do biquíni. Eu não sabia se tirava a minha mulher de lá, se gritava com ela, sentia que tinha que fazer algo. Acontece que eu senti que meu pau estava muito duro. Estava gostando ou estava com raiva, não sabia.

Nisso, Valter coloca a mão nos meus ombros e diz: "Coisa linda de ver. Deixe-as curtirem, não vai tirar pedaço de sua mulher, vai ser uma experiência incrível para ela. Mara é muito carinhosa, tanto com as amigas quanto com os amigos, vai ver. Sente aqui nas cadeiras, curta o momento. Tanto eu quanto você já estamos com tesão. Garanto que vai gostar."

Eu: "Não esperava isso, vocês fizeram de propósito, por isso nos trouxeram aqui?"

Ele: "Não tínhamos certeza que iria rolar, mas Mara encantou com vocês assim que chegaram. Eu só sabia que ela ia tentar. Curta amigo. Pense como uma experiência. Olha como a Cris está curtindo."

Mara mamava nos seios de Cris e já tocava sua xoxota debaixo d'água. Cris puxou o rosto de Mara e começou a beijar a boca da amiga. Era um beijo de língua. Eu estava mais surpreso do que com raiva. Ao meu lado Valter já estava nu e batia uma punheta. Seu pau era branco, muito grosso e com a cabeça cônica rosa. Devia ter uns 16cm, mas era muito grosso. E aparentemente o pau ainda estava meia bomba.

Meu pau estava duro e eu parecia não querer perder nada daquela cena. As duas tinham os corpos colados e continuavam com o beijo. Mara ajudou Cris a sentar à beira da piscina e começou a chupar o grelo grande da minha mulher. Cris suspirava e segurava a cabeça de Mara puxando contra sua xoxota. Não demorou, eu vi a minha mulher pela primeira vez gozar na boca de outra mulher. Mara chupava com mais força querendo sugar todo líquido que saía da buceta de minha mulher. Rapidamente elas trocaram de posição e coube a Cris chupar a amiga. Mara também gozou na boca de Cris que lambeu todo gozo da amiga. Eu já alisava o meu pau por cima do calção. Já não pensava em raiva, só em tesão.

Novamente entraram na piscina e ficaram se bolinando lá dentro. Novamente Mara fez minha mulher gozar com os seus dedos. Elas saíram nuas da piscina. Mara ajoelhou na frente do marido e começou a chupar o pau dele. Claramente ela tinha dificuldade para abocanhar um pau tão grosso.

Meu amor veio calmamente em minha direção, sentou no meu colo, passou os braços em volta do meu pescoço e disse: "Amor, desculpa, estava sentindo algo que nunca senti, ela começou a me bolinar e eu gostei, é uma experiência nova para mim. Eu te disse como estava com tesão e ainda estou com muito. Te amo. O que aconteceu ou acontecerá aqui não vai mudar nada do que sinto por você. Te amo muito."

Disse e começou a me beijar. Ajoelhou na minha frente, desceu o meu calção e começou a me chupar. A mesma coisa acontecia com Mara e Valter. Minutos depois Mara veio até nós e começou a me chupar junto com Cris e também a se beijarem. Cris meio que me entregou para Mara e foi até Valter e começou a lamber o pau dele.

Ele: "Menina que delícia, que surpresa."

Era o primeiro pau que minha esposa encostava à mão sem ser o meu. Fiquei com ciúmes, mas estava curtindo muito a chupada de Mara. Ela conseguia engolir todo o meu pau. Ela fazia garganta profunda.

Mara: "Que delícia este pau. Vai me comer. Quero tudo hoje. Sua mulher é muito gostosa. Se prepare, Valter vai meter nela."

Eu: "Ela não vai deixar. Nunca fizemos isso."

Ela: "Cristina hoje vai se revelar."

Dizia isso entre uma chupada e outra.

Eu: "Deu algo para ela?"

Ela: "Dei o que ela quis. Ela apenas precisava de um estímulo para se revelar. Não fique triste e aproveite. Amanhã ela volta a ser só sua. Agora, se quiserem podem ficar e teremos um final de semana de muito sexo. Vou adorar dar para você, seu pau é grande e lindo. E sempre serão bem vindos. Hoje ambos vão ter uma noite especial. Sua mulher vai conhecer outro pau e eu serei sua."

Eu insisti que Cris não ia aceitar. Ela riu e me mostrou Cristina tentando engolir o pau grosso do Valter.

Eu estava entre o desejo e o desespero. Chamei Cristina e ela nem olhou.

Depois ela olhou para mim e, irreconhecível me disse: "Aproveite amor, vai ser só hoje. Quando o dia clarear voltarei a ser sua mulherzinha."

Disse isso e num esforço sobre-humano conseguiu engolir a cabeça rosa e cônica do pau de Valter. Mara entrega uma toalha para Cris se enxugar e a leva para um quarto olha para nós e diz que iriam tomar banho juntas, que em alguns minutos era para irmos para o quarto. Naquela hora nem sei a direção que tomaram, elas subiram uma escada e desapareceram.

Valter: "Vocês hoje vão experimentar algo novo. Se não quiserem repetir, vão lembrar para sempre. Não seja egoísta meu amigo, você já teve outras mulheres e hoje é apaixonado por Cristina. Ela te ama e não deixará de te amar. Vai ser só sexo e prazer. Aproveite e deixe-a aproveitar. Vamos dar um tempo para elas e vamos para a suíte. Eu vou tomar uma duxa aqui mesmo na piscina, tem um vestiário aqui, vai lá, tome um banho e relaxa. Te espero."

Não respondi nada, apenas entrei no vestiário, abri a ducha e fiquei deixando a água cair em minha cabeça. Tentei organizar as ideias. Fechava os olhos e via Cris chupando o Valter. Nem queria pensar no que aconteceria naquela noite. Mas o tesão continuava. Peguei uma toalha, enxuguei, saí do vestiário e encontrei o Valter na porta com um roupão para mim. Ele me ofereceu uma taça pequena de licor, não costumo beber, mas naquela situação, virei em uma golada. Ele bebia Whisky e também usava um roupão. Subimos e entramos num quarto enorme. Tudo de muito bom gosto. Lá as luzes estavam suaves. Na enorme cama estavam Cris e Mara, elas estavam na posição de 69. Cris por baixo e Mara por cima. Elas se chupavam e acariciavam. Eu e Valter sentamos em poltronas em frente a elas. Valter logo abriu o roupão e começou a tocar no seu pau. Eu ainda tentava entender tudo. Elas davam um show. Cris gemia e chupava como uma profissional a xoxota de Mara. Mara nitidamente gozou na boca de minha mulher. Minutos depois foi a vez de Cris presentear a amiga com seu mel. Elas deitaram uma ao lado da outra e se beijaram. Neste momento eu já havia aberto o roupão e tocava lentamente uma punheta, o mesmo fazia Valter.

Mara levantou e disse ao marido: "Amor, ela está pronta para você."

Logo ela veio em minha direção e me levantou. Jogou meu roupão no chão e me abraçou com seu corpo branquinho e quente. Seus maravilhosos seios brancos com bicos grandes e rosados se esmagaram contra mim. Ela me beijava e me chamava de amor. Dizia querer ser minha mulher, minha amante, minha puta naquela noite. Eu do nada, comecei a sentir um calor insuportável. Meus olhos ardiam e eu não sabia se era do suor que escorria ou estava acontecendo algo. Tentei pensar no que poderia estar acontecendo. Mas eu só sentia que meu pau doía de tão duro. Comecei a beijá-la, apertar suas nádegas brancas e duras. Ela correspondia e dizia que eu estava pronto. Não entendia muito bem o que ela queria dizer. Ela me virou de costas para ela e de frente para a cama.

Ela: "Olha amor, olhe sua mulher recebendo um lindo e grosso cacete em sua bucetinha. Olha como ela vai gostar. Olha ela abrindo sua xoxota para outro macho. Olha a cara de tesão dela. Amanhã sobrará boas lembranças."

Valter puxou o corpo perfeito da minha mulher para a beirada da cama. Debruçou sobre ela e a beijou. Chupou os seus peitos, mordendo os biquinhos. Ela sempre tem muito tesão nos bicos dos seios. Veio descendo com sua boca até alcançar o grande grelo de Cris. Ela gemeu e esfregou sua xoxota na boca dele.

Ele: "Que grelo gostoso menina. Seu gozo é uma delícia. Que homem de sorte é o Lélio. Olha Lélio como rebola essa putinha. Olha como ela gozou na minha boca."

Mara esfregava o seu corpo em mim e segurava o meu pau. Mordiscava meu pescoço e dizia que eu era gostoso.

Cris gemia e esfregava sua buceta na boca e cara de Valter.

Cris: "Vem gostoso, enfia este pauzão na minha bucetinha. Me arromba logo com este cacetão. Anda, me faz gozar nesse pauzão. Vou ser sua putinha. - Olhando para mim - Olha amor, como minha buceta está molhada, olha a sua mulherzinha levando este pintão na bucetinha."

Valter levantou, pincelou seu pau no grelo de Cristina e o empurrou lentamente. A cabeça cónica alojou na entrada da xoxota de minha mulher. A buceta dela estava absurdamente molhada. Mesmo aquele pau grosso iria conseguir entrar. Ele puxou um pouco, segurou as pernas dela e empurrou seu pau. Um gemido alto foi ouvido. Ela gemeu, mas puxou ele. Ele socava o pausão na xoxota da minha mulher.

Ela: "Uuuuuuu, vaiiiiii, meeeete, que cacete gostoso, que macho gostoso. Me fode caralho." Ele metia com força.

Mara: "Está vendo amor, sua mulherzinha está conhecendo outro pau. Agora vem me comer do lado deles."

Ela deitou na cama e eu chupei cada mm do corpo daquela mulher. Meu rosto pegava fogo, meu pau parecia que ia explodir. Sentia meu coração acelerado. Chupei aqueles seios brancos com gosto. Mordia levemente os seus bicos. Senti seu bumbum arrepiar. Sua xoxota escorria. Mara estava super excitada. Virou de bumbum para mim. Dei um tapa naquelas nádegas perfeitas e brancas.

Ela: "Bati com força, bati."

Bati com mais força e ela rebolava e gemia. Seu bumbum estava vermelho com marcas de minha mão. Ela se posicionou de quatro oferecendo sua xoxota para mim. Meti meu pau na sua buceta sem nem pensar nas consequências. Ela rebolava e com umas poucas estocadas ela gritou que estava gozando. Senti os seus líquidos escorrer. Ao lado, Cris já havia gozado no cacete do Valter e também estava de quatro.

Mara me deitou na cama e sentou sobre mim rebolando e quicando no meu pau. Ela gemia, gritava e apertava meus ombros. Me beijava, urrava e cravava as unhas nos meus ombros. Ela era uma fera na cama. Gozou mais uma vez com tanta fartura que escorreu gozo por toda a minha virilha. Ela deitou sobre o meu peito e me beijou. Cris pedia mais e mais pau para o Valter. Ele urrava segurando-a pela cintura.

Cris talvez cansada e ardendo disse: "Que fôlego tem este cara, minha buceta está ardendo, já gozei umas 3 vezes. Deita igual o Lélio, vou fazer você gozar."

Ele deitou ao meu lado, ela sentou nele e começou a quicar. Era impressionante a disposição dela de aguentar um pau tão grosso. Ela rebolava e dava umas esfregadas com sua buceta na base do pau dele. Minutos depois ele explodiu num gozo espetacular. Ela gozou juntinho com ele. Eu sabia bem o que ele estava sentindo. Quando ela levantou o corpo deu um barulho parecendo uma garrafa abrindo. Escorreu uma quantidade de porra e gozo dela que parecia um mijo branco. Ela deu um beijo nele e deitou sobre o peito de Valter.

Ela olhou para Mara e disse: "Meu homem não goza fácil, a não ser que dê a bunda para ele."

Mara obediente, ficou de quatro, eu chupei o seu cuzinho, passei o pau na sua buceta molhada de seu gozo e enfiei sem dó no seu cu. Meu pau não teve muita resistência. Soquei sem dó. Cris deitou embaixo dela e começou a passar a língua na xoxota de Mara. Mara gozou mais uma vez. Eu neste momento gozei no cuzinho dela. Tirei meu pau e elas voltaram na posição 69. Mara tomou a porra do Valter que escorria ainda da xoxota de Cris e minha mulher tomou a minha porra que escorria do cuzinho de Mara.

A noite ainda reservou uma DP em Cris, o que ela nunca havia me dito que gostaria de fazer. Ela na verdade implorou para fazer. Sentou no pau do Valter e me ofereceu seu anelzinho. Para não ficar devendo nada para ninguém, já amanhecendo o dia fizemos o mesmo com Mara. Dormimos ou desmaiamos por umas 4 horas. Almoçamos e despedimos deles.

Nem eu nem Cris falamos do acontecido, era como tivesse sido um sonho, até o dia que recebemos um telefonema deles. Disseram que não esqueceram de nós e se um dia quiséssemos repetir o encontro, nem que fosse só para uma pizza, iriam ficar muito felizes.

Agradecemos, mas não ligamos.

Continuamos a não falar nem comentar sobre eles.

Uma coisa havia mudado, fazíamos amor com mais frequência e com muito mais tesão. Com certeza Cris ainda pensava muito no cacetão do Valter que havia lhe arrombado, e eu também por muitas vezes imaginava fazer amor com Mara.

Continuamos assim até a uns dias atrás quando algo aconteceu. Mas esta história fica para o próximo conto.

Abraços.

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Comentários

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E ainda vão defender que não foram drogados e sim só tiveram uma ajudinha

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Tudo muito bom, porém o casal usou de ma fé com vocês, esses estimulantes que foram dados pra vocês beberem, sem o direito de optar se queriam ou não é jogo sujo, embora vocês achem que foi muito bom, mas não foi uma decisão tomada em sã consciência. Pra mim essa forçada de barra não é legal.

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