Gabriel me comeu no banheiro da escola

Um conto erótico de C0nt0s.Divers0s
Categoria: Gay
Contém 1219 palavras
Data: 09/03/2026 17:21:35

O sinal para o intervalo bateu, mas eu não saí correndo com a multidão. O calor na quadra tinha sido insuportável, e o Gabriel, aquele mesmo que vivia me dando tapas "de amizade", tinha passado o treino todo me cercando. Cada vez que a gente se cruzava na rede, ele dava um jeito de esbarrar o ombro no meu peito ou de deixar a mão pesada descansar na minha cintura por tempo demais. Eu sentia o volume dele através do short de tactel, e aquilo me deixou em um estado de nervos que eu mal conseguia respirar.

Fui para o banheiro do fundo, o mais afastado, aquele que o pessoal evitava porque a luz vivia piscando. Entrei, joguei uma água gelada no rosto e apoiei as mãos na pia, olhando para o meu reflexo. Meus óculos estavam embaçados pelo suor, e minha pele branca estava quase rosada de tanto calor e adrenalina.

Ouvi o barulho da porta de ferro pesada se fechando e o trinco correr.

Pelo espelho, vi o Gabriel. Ele era alto, tinha os braços bronzeados de quem jogava bola no sol todo dia e um sorriso que era puro veneno. Ele não disse nada. Só caminhou até mim com aquele jeito de dono da rua, parando logo atrás, me encurralando contra a pia de mármore encardida.

— Você tá muito assanhadinho hoje, Igor — ele sussurrou, com a voz ricocheteando nos azulejos brancos. — Achou que eu não ia notar você rebolando na minha frente durante o jogo?

Antes que eu pudesse responder, ele deu um passo à frente, colando o corpo dele no meu. Senti o calor que emanava dele, um cheiro de suor recente e desodorante de marca. Ele passou os braços pela minha cintura e, com uma brutalidade que me fez soltar um gemido curto, ele apertou minha bunda com as duas mãos, enterrando os dedos na carne firme.

— Todo mundo fala que o nerd do canto tem um segredo escondido sob essas calças... mas eu queria ver de perto.

Ele me virou de frente para ele. A luz do banheiro piscou, criando sombras dramáticas. Gabriel segurou meu queixo com força, me obrigando a olhar para ele.

— O que foi? Tá com medo? Ou tá gostando? — Ele deu um sorriso de lado e, sem aviso, desceu a mão para a minha braguilha.

O toque dele foi direto. Ele sentiu o quanto eu já estava pronto, o quanto a provocação dele na quadra tinha surtido efeito. Ele soltou um riso baixo, vitorioso.

— Olha só... o santinho tá pegando fogo.

Ele me empurrou para dentro de uma das cabines e trancou a portinha de madeira. O espaço era minúsculo, o cheiro de desinfetante e urina velha misturado com o perfume dele era inebriante. Ele me prensou contra a parede e começou a me beijar — não como o Rodrigo, que tinha carinho, nem como o João, que era posse pura. O beijo do Gabriel era um desafio, uma disputa de línguas que me deixou tonto.

Ele me virou de costas, me fazendo apoiar as mãos na tampa do vaso sanitário.

— Vamos ver se você é tão macio quanto parece — ele disse, puxando minha calça e minha cueca de uma vez.

O ar fresco do banheiro tocou minha pele por um segundo antes de ser substituído pelo calor das mãos dele. Ele começou a passar os dedos na minha entrada, sem nenhuma paciência, apenas querendo me marcar. Eu gemia abafado, o rosto colado na porta da cabine, ouvindo o som dos outros alunos conversando lá fora, no corredor, sem imaginarem o que estava acontecendo a poucos metros.

Ele se posicionou. Eu senti a pressão, a urgência de um garoto que nunca tinha tido o que queria e agora estava pegando à força. Quando ele entrou, foi um choque. Ele era rápido, o ritmo dele era o de um atleta, cada estocada me empurrando contra a madeira da porta, fazendo um barulho seco.

— Isso... geme, Igor. Mostra pro seu capitão o quanto você é puta — ele sibilava no meu ouvido, enquanto me dava tapas estalados que deixavam marcas vermelhas na minha brancura.

Eu estava fora de mim. A mistura do perigo de ser pego na escola com a força bruta do Gabriel me levou ao limite. Eu rebolava contra ele, sentindo o suor dele pingar nas minhas costas, o atrito da pele dele com a minha criando uma sinfonia de prazer proibido.

O som do Gabriel socando o corpo contra o meu era rítmico e úmido, um "tapa" de carne com carne que parecia amplificado pelo eco dos azulejos brancos e encardidos do banheiro. Cada estocada dele me jogava contra a porta de madeira da cabine, que tremia e rangia, ameaçando ceder.

— Gabriel... para... alguém vai ouvir... — eu tentei sussurrar, mas minha voz saiu quebrada, um gemido agudo que se perdeu no calor sufocante daquele cubículo.

— Deixa ouvirem, Igor. Deixa saberem que o nerd da sala tá sendo arrombado pelo capitão do time — ele rosnou, com a voz carregada de uma testosterona bruta, enquanto as mãos grandes dele subiam pelas minhas costas, apertando meus ombros e me forçando a baixar ainda mais o tronco.

O Gabriel era como um motor acelerado, metendo cada vez mais fundo, buscando o limite da minha resistência. Eu sentia cada centímetro dele me preenchendo, batendo no fundo do meu ser com uma força que fazia meus óculos escorregarem e ficarem pendurados em uma orelha só.

A sensação era avassaladora. O medo de ser pego, de um professor entrar ou de um colega de classe reconhecer meu gemido, agia como um condutor elétrico nos meus nervos. Eu não estava me tocando, minhas mãos estavam agarradas no cano de descarga e na borda do vaso, mas a pressão interna dele, o atrito perfeito na minha próstata a cada estocada violenta, criou um curto-circuito no meu cérebro.

— Eu vou... eu vou... — eu não conseguia nem completar a frase.

Meu corpo entrou em espasmo. Sem que nenhuma mão encostasse no meu pau, a pressão do Gabriel lá dentro foi o gatilho. Eu senti um jato quente e forte disparar, sujando a louça branca do vaso e a parede da cabine, um gozo involuntário e puramente provocado pela invasão dele. Eu arqueei as costas, a boca aberta num grito mudo, enquanto minhas pernas falhavam.

No mesmo instante, o Gabriel soltou um rosnado animal. Ele me agarrou com uma força absurda pela cintura, cravando os dedos na minha pele branca e deixando marcas que certamente ficariam roxas. Ele deu as últimas estocadas, as mais fundas de todas, e travou o corpo contra o meu.

Eu senti a inundação. Era muito leite, um calor líquido e pulsante que parecia me transbordar. Ele gozou fundo, gemendo alto no meu ouvido, despejando tudo o que tinha guardado durante os treinos na quadra. Ficamos ali, colados, o suor dele pingando no meu pescoço, o silêncio do banheiro voltando aos poucos, quebrado apenas pelo zumbido da lâmpada fluorescente.

Ele saiu de mim devagar, o som de sucção me fazendo estremecer. Ele limpou o suor da testa, ajeitou o short de treino e me olhou pelo espelho da cabine com um sorriso de vitória absoluta.

— Treino rendeu hoje, hein, Igor? — Ele destrancou a porta, deu um tapa estalado na minha bunda ainda melada e saiu, me deixando ali, trêmulo e cheio de leite dele escorrendo pelas minhas pernas.

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