O Corrupto e a Esposa Exemplar Vol 2 Cap. 1 [IMAGENS]

Um conto erótico de drjack66
Categoria: Heterossexual
Contém 4339 palavras
Data: 09/03/2026 15:20:55

Olá leitores, estou aqui para divulgar a continuação do conto e também uma novidade, pra quem quiser aproveitar ainda mais a experiência dos meus contos estou criando um perfil no privacy @drjack66, onde vou colocar fotos geradas por IA. Também vou inserir fotos dos outros contos que escrevo pra agradar todos os gostos. Quem quiser ler os outros é só clicar no meu nome.

Abaixo o início do volume 2.

# Volume 2 – Capítulo 1

Meu nome é Renato. E nesta manhã de sábado, acordei com a luz do sol entrando pelas frestas da cortina, o corpo ainda leve da noite anterior. Isabella dormia ao meu lado, a barriga já começando a aparecer — quatro meses, uma curva suave, um segredo crescendo dentro dela. O cabelo loiro espalhado no travesseiro. Linda. Perfeita. Mas algo diferente.

Fiquei ali, deitado, apenas observando ela dormir. A respiração calma, os lábios entreabertos, a mão pousada sobre a barriga. Nos últimos meses, tanta coisa tinha mudado. Ela parecia mais solta, mais confiante, mais... mulher. Não que antes não fosse, mas agora havia um brilho nos olhos dela, um jeito de me olhar que mexia comigo de um jeito estranho. E aquelas noites... aquelas noites em que ela assumia o controle, me amarrava, me chamava de cachorrinho... eu nunca imaginei que pudesse gostar tanto.

Passei a mão no cabelo dela, devagar, com medo de acordá-la. Ela mexeu um pouco, mas continuou dormindo. Fiquei pensando em como minha vida tinha mudado desde que a conheci. Tão doce, tão certinha, tão dentro dos padrões. E agora... agora ela era uma deusa, uma mulher que sabia exatamente o que queria e como pedir.

Mas ao mesmo tempo, uma ponta de desconfiança. Pequenas coisas. O celular sempre virado pra baixo. Algumas noites em que ela dizia estar cansada e eu ouvia barulho no banheiro. O cheiro estranho às vezes, como se ela tivesse usado algo que não era nosso. E aquele olhar distante, como se estivesse em outro lugar, com outra pessoa.

Eu amo ela. Amo mais que tudo. E talvez por isso eu prefira não enxergar. Talvez seja mais fácil assim.

O que eu sei é que quando era adolescente, lá pelos quinze, dezesseis anos, eu tive um período de descobertas. Como todo garoto, navegava pela internet, via coisas. E às vezes, no meio daquelas madrugadas silenciosas, quando meus pais dormiam, eu tropeçava em vídeos estranhos. Mulheres dominando homens. Amarrações, tapas, humilhação. Aquilo mexia comigo de um jeito que eu não entendia. Meu corpo respondia, meu pau endurecia, e eu gozava com uma intensidade que me assustava.

Mas era só uma fase. Depois vieram outras coisas, outras fantasias, outras descobertas. Eu meio que esqueci aquilo, enterrei no fundo da memória. Quando conheci Isabella, tudo mudou. Ela era doce, meiga, perfeita. Eu achei que aquela parte de mim tinha ficado no passado.

Mas não ficou. Só ficou adormecida.

E agora, com as atitudes dela, com aquelas noites de dominação, tudo voltou. Não como uma lembrança clara, mas como uma sensação. Algo que vinha do fundo da alma. Quando ela me amarra, quando ela me bate, quando ela me chama de cachorrinho, eu sinto algo que nunca senti antes. Uma entrega total. Uma paz estranha.

Gozo como nunca gozei na vida.

E ao mesmo tempo, a culpa. A vergonha. O medo de que ela descubra que isso não é só uma brincadeira pra mim. Que é algo mais profundo. Algo que talvez sempre estivesse lá.

Olho pra ela dormindo. Tão linda.

— Te amo, Isa — sussurrei, baixinho.

Ela mexeu no sono, virou de lado, a mão apoiada na barriga.

Fiquei ali mais um tempo, apenas observando. Depois levantei, fui preparar o café. A rotina continuava. A vida continuava.

E eu continuava amando ela. Mesmo com todas as minhas sombras. Mesmo com todas as dela.

---

Meu nome é Isabella. E naquela manhã, acordei com o cheiro de café vindo da cozinha. Renato já estava de pé, fazendo tudo como sempre fazia. O marido perfeito. O pai perfeito. O homem perfeito.

Fiquei na cama por uns minutos, apenas sentindo meu corpo. A barriga, os peitos pesados, o crucifixo no pescoço. Tudo igual. Mas algo diferente.

Meus peitos estavam enormes. A gravidez de 4 meses tinha feito eles crescerem de um jeito que eu não imaginava. Pesados, volumosos, sempre vazando leite. Renato adorava, vivia elogiando, mas eu sabia que não era só pra ele. Eles chamavam atenção. Na rua, os homens olhavam. No mercado, os rapazes perdiam o foco. Minha bunda também estava maior, mais empinada, mais convidativa. Era como se meu corpo estivesse gritando por algo que eu tentava ignorar.

Levantei, vesti um robe, fui até a cozinha. Renato estava lá, com a xícara na mão, me olhando com aquele sorriso bobo.

— Bom dia, linda.

— Bom dia.

Sentei à mesa. Ele serviu café, torradas, frutas. Tudo perfeito.

— Como você consegue? — perguntei.

— Conseguir o quê?

— Ser tão perfeito. Tão cuidadoso. Tão... tudo.

Ele riu, sem graça.

— Não sou perfeito. Só tento.

— Tenta muito bem.

Ficamos em silêncio por um tempo, cada um no seu canto. Eu olhava pra ele, e pensava em como era bom estar ali. Em como ele me fazia sentir segura. Em como eu o amava.

Mas no fundo, bem no fundo, uma voz sussurrava coisas que eu não queria ouvir.

*Lembra do pau dele? Lembra da mão no teu cabelo? Lembra do gosto?*

Sacudi a cabeça, como se pudesse espantar os pensamentos.

— Tudo bem? — ele perguntou.

— Tudo. Só cansaço.

Mentira. Mas ele acreditou. Sempre acreditava.

---

Na segunda-feira, fui ao mercado. Precisava comprar coisas para a semana. No corredor dos frios, um homem passou por mim e esbarrou de leve. Ele pediu desculpas, eu disse que tudo bem, mas quando olhei pra ele, vi algo nos olhos dele. Algo faminto. Algo que conhecia bem. Ele era moreno, forte, com a barba por fazer.

— Perdão, madame — ele disse, a voz grossa. — Não vi a senhora aí.

— Tudo bem.

Ele sorriu, um sorriso que mostrou os dentes brancos. Por um segundo, imaginei aquela barba roçando minha coxa, aquelas mãos me segurando. Meu corpo respondeu antes que eu pudesse controlar. A buceta pulsou. O mamilo endureceu por baixo da blusa. Senti um calor subir.

— A senhora está bem? — ele perguntou. — Parece meio tonta.

— Tô, tô sim. Gravidez, sabe como é.

— Ah, gravidez. Parabéns. O marido deve estar feliz.

— Feliz.

— Não — sussurrei. — Não pensa nisso.

No caixa, a moça era nova, devia ter uns dezoito anos. Ela me olhou de um jeito estranho, como se soubesse. Ou talvez fosse só impressão.

— São vinte e três reais — ela disse.

Paguei e fui embora.

Cheguei em casa e fui direto pro banheiro. Tirei a calcinha, sentei no vaso, e comecei a me tocar. Rápido, com raiva, com tesão. Gozei em segundos, mordendo a mão pra não gemer.

Depois, lavei o rosto, me olhei no espelho.

— Que que você tá fazendo? — perguntei pra mim mesma.

O espelho não respondeu.

---

Na terça-feira, fui ao parque. Precisava caminhar, os médicos diziam que fazia bem. O dia estava bonito, sol, crianças brincando, casais de mãos dadas. Sentei num banco, a barriga enorme, os peitos pesados, e fiquei observando.

O vento soprava leve. As folhas das árvores balançavam. Fechei os olhos por um momento, sentindo o sol no rosto. Foi quando senti um arrepio. Uma sensação estranha. Como se alguém estivesse me observando.

Abri os olhos e olhei em volta. Nada. Só as pessoas comuns, os casais, as crianças. Mas então, no canto do parque, perto de uma árvore mais afastada, vi uma silhueta.

Um homem. Parado. Imóvel. Olhando na minha direção.

Meu coração paralisou.

Ele estava longe, não dava pra ver o rosto. Mas a postura... os ombros largos, a forma de ficar parado, as mãos nos bolsos. Era igual.

*Valério?*

Levantei do banco, o coração disparado. Dei alguns passos na direção dele, mas quando pisquei, a silhueta tinha sumido. Só a árvore, só o vento, só as folhas.

— Não pode ser — sussurrei. — Não pode.

Fiquei ali, parada, procurando com os olhos. Nada. Ninguém.

O coração ainda batia forte. A respiração acelerada. E entre as pernas, aquele calor familiar.

Sentei de novo no banco, as mãos trêmulas.

*Foi só impressão. Foi só a sua cabeça.*

Mas a imagem não saía. A silhueta. A postura. A forma como ele ficava parado, esperando.

— Isabella, para — falei em voz alta. — Para com isso.

Levantei e fui embora. Andei rápido, quase correndo, como se pudesse fugir daquela visão.

Mas ela me seguiu. Durante o resto do dia, durante a noite, durante os sonhos. A silhueta. Parada. Me olhando.

---

Na quarta-feira, Renato chegou mais cedo. Eu estava na cozinha, preparando o jantar. Ele me abraçou por trás, as mãos na minha barriga.

— Tava com saudade — ele disse.

— Eu também.

Beijou meu pescoço, desceu a mão pros meus peitos.

— Tão grandes — murmurou. — Tão lindos.

— Gosta?

— Amo.

Ele apertou de leve. O leite escorreu, manchou minha blusa.

— Desculpa — ele disse.

— Não desculpa. Continua.

Ele apertou mais, o leite jorrou. Eu gemi.

— Isso... isso...

Ele desceu a mão, tocou minha boceta por cima da calcinha.

— Tá molhada.

— Tô sempre.

Fomos pro quarto. Na cama, ele me beijou, me tocou, me lambeu. Gozei rápido.

— GOZEI!

Ele riu, feliz.

Depois, ele me comeu devagar, com cuidado, respeitando a barriga. Gozei de novo.

— Te amo — ele disse.

— Também te amo.

Mas no fundo, quando fechei os olhos, não era ele que eu via.

---

Na quinta-feira, minha mãe apareceu para visitar. Dona Marta era uma mulher rígida, de poucos sorrisos, que me criou na linha. Desde que casei, nossa relação era distante, mas com a gravidez ela resolveu se aproximar.

A campainha tocou no início da tarde. Fui atender, ainda de robe, os peitos pesados marcando o tecido. Ela me olhou de cima a baixo, os olhos estreitados.

— Você está assim em casa? — perguntou, entrando sem esperar convite.

— É minha casa, mãe. Posso estar como quiser.

— Hum.

Ela sentou no sofá, a bolsa no colo, os olhos percorrendo a sala. Eu sentei na poltrona em frente, as pernas cruzadas, tentando disfarçar o desconforto.

— Como você está? — perguntou, finalmente.

— Bem. Cansada, mas bem.

— E o Renato? Trabalhando?

— Saiu cedo. Volta só à noite.

Ela assentiu, bebeu um gole do café que eu tinha servido.

— Você precisa se cuidar mais. Essa gravidez está te deixando abatida. Seus olhos... estão diferentes.

— Estou bem, mãe. Sério. Os hormônios, você sabe.

— Sei. Passei por três gestações. Sei como é. Mas você... você parece outra coisa.

— Que coisa?

Ela me olhou de um jeito estranho, como se procurasse algo.

— Não sei. Uma inquietação. Um brilho que não é só de mãe. Parece que você está sempre em outro lugar.

Ri, sem graça.

— Brilho de grávida, mãe. É normal.

— Hum. E esses peitos? Não estão muito grandes?

— É normal, mãe. Gravidez. Já falei.

Ela franziu a testa.

— Não precisa ser grosseira. Só estou observando. Uma mãe observa.

— Pois não observe. Estou bem.

Ficamos em silêncio por um tempo. Ela bebeu mais café, eu olhei pra janela. Lá fora, uma árvore balançava com o vento. Lembrei da silhueta no parque. Da postura. Dos ombros largos.

— Sua prima engordou muito na gravidez — ela disse, mudando de assunto. — Você está mantendo a forma. Quase não parece que está grávida.

— Tento. Caminho, me cuido.

— O Renato deve gostar.

— Acho que sim.

Ela riu, um riso seco.

— Homem é tudo igual. Só pensam nisso. Na beleza, no corpo. Não se importam com o que tem dentro.

— Mãe...

— O quê? É verdade. Seu pai era assim. Quando eu engravidei de você, ele não me tocava. Dizia que tinha medo de machucar. Depois que você nasceu, voltou a me procurar. Mas eu nunca mais fui a mesma.

Olhei pra ela, surpresa. Minha mãe nunca falava dessas coisas. Nunca.

— Como assim?

Ela suspirou, colocou a xícara na mesa.

— Depois que a gente vira mãe, alguma coisa muda. A gente passa a ser vista de outro jeito. Pelos homens, por nós mesmas. É como se a mulher que a gente era... morresse um pouco. Vira só mãe.

Suas palavras ecoaram dentro de mim. A mulher que eu era... tinha morrido? Ou só estava adormecida?

— Você acha que eu mudei? — perguntei.

— Mudou. Muito. Não sei se é a gravidez, se é o casamento, se é outra coisa. Mas você mudou. Seu olhar, seu jeito de falar, até seu cheiro está diferente.

— Cheiro?

— Cheiro. Mulher grávida tem um cheiro. O seu... não sei explicar. É mais forte. Mais... selvagem.

Fiquei sem resposta.

— E você, mãe? Você foi feliz? Com o pai?

Ela demorou a responder.

— Fui. Do jeito que dava. Mas se pudesse voltar atrás, teria feito algumas coisas diferentes.

— Que coisas?

Ela me olhou nos olhos.

— Teria vivido mais. Antes de casar. Antes de ter vocês. Teria experimentado mais. Homens, viagens, loucuras. Mas na minha época, não podia. A gente casava virgem e morria com um homem só.

— E isso é ruim?

— É. Porque a gente nunca sabe o que perdeu. Fica imaginando. E imaginação... é pior que realidade.

Levantou, foi até a janela.

— Seu pai foi um bom homem. Me amou. Me respeitou. Mas às vezes eu olhava pra ele e pensava: e se? E se tivesse conhecido outro? E se tivesse feito outras coisas?

— Nunca pensei que a sra fosse assim, sempre foi tão rígida e comportada. E o que você imaginava?

Ela virou, me olhou.

— Coisas que não vou contar pra minha filha.

Ri, sem graça.

— Mãe...

— Deixa pra lá. Isso é passado. O importante é você agora. E esse bebê.

— E o que você acha que eu devo fazer?

— Viver. Do seu jeito. Sem se prender a regras que não são suas. Mas com cuidado. Pra não magoar quem te ama.

Antes de ir embora, ela me deu um abraço rápido. Na porta, parou, olhou pra mim mais uma vez.

— Às vezes eu olho pra você e vejo algo que não reconheço. Algo que eu mesma já fui, há muito tempo. Um brilho, uma fome. Toma cuidado, Isabella. Fome demais queima a gente.

Foi embora sem esperar resposta.

Fiquei ali, parada, processando as palavras dela. Será que ela sabia? Será que ela via algo em mim que eu mesma tentava esconder? E o que ela quis dizer com "algo que eu mesma já fui"?

Fechei a porta e fui pro quarto. Deitei na cama, a mão na barriga, os olhos no teto.

*Será que todas as mulheres têm isso dentro de si? Essa fome? Esse abismo?*

Não sabia. Mas sabia que a minha estava acordada.

---

Na sexta-feira, fui ao médico. Consulta de rotina. A médica, uma mulher de meia-idade, me examinou, mediu a barriga, ouviu o coração do bebê.

— Tudo normal — ela disse. — Bebê saudável, mãe saudável.

— Ótimo.

— Alguma queixa? Dores, desconforto?

— Não. Só... muito tesão.

Ela riu.

— Normal. Hormônios. Aproveite. Com o marido, claro.

— Claro.

Ela me olhou por cima dos óculos.

— Alguma dúvida?

— Não.

— Então até mês que vem.

Saí do consultório pensando na palavra dela. "Aproveite". Se ela soubesse como eu "aproveitava", teria um treco.

No elevador, um homem entrou. Terno, gravata, perfume caro. Devia ter uns quarenta anos. Ele me olhou, sorriu educado.

— Grávida? Parabéns.

— Obrigada.

— Primeiro filho?

— Sim.

— Que bênção. Seu marido deve ser um homem de sorte.

— É sim, obrigada.

Ele desceu no térreo, eu fui até o estacionamento. No carro, fiquei pensando nele. Terno, gravata, perfume caro.

*E se eu tivesse ido com ele? Se tivesse dado meu número? Se tivesse marcado um encontro?*

A ideia veio e foi embora. Mas deixou rastro.

---

Na noite de sábado, Renato chegou do trabalho mais cedo. Eu estava na sala, vendo TV, quando ele entrou. Me abraçou, beijou minha testa.

— Senti sua falta hoje.

— Também senti.

Ficamos abraçados por um tempo. Eu sentia o calor dele, o cheiro dele. Era bom. Era seguro.

— Isa?

— Hmm?

— Posso te perguntar uma coisa?

— Claro.

Ele hesitou, como sempre. Mas dessa vez a hesitação foi maior.

— Você... você às vezes pensa em outras pessoas?

A pergunta me pegou desprevenida.

— Como assim?

— Não sei. Quando a gente transa... ou quando você se toca... você pensa em mim?

Meu coração acelerou.

— Claro que penso. Por que pergunta?

Ele desviou o olhar.

— Porque às vezes você parece... distante. Como se estivesse em outro lugar.

Fiquei em silêncio por um momento. Depois, decidi mudar de assunto.

— Renato, vamos conversar sobre outra coisa?

— Que coisa?

— Sobre nós. Sobre o que a gente gosta. Sobre o que você gosta.

Ele corou.

— Eu gosto de você. Só isso.

— Não. Tem mais. Eu sei que tem.

Ele não respondeu. Sentei no colo dele, a barriga entre nós.

— Você lembra daquelas noites? Quando eu mandava em você?

— Lembro.

— E você gostava, não gostava?

— Gostava. Mas também me dava medo.

— Medo de quê?

— Medo de gostar demais. Medo de querer coisas que não deveria.

Olhei nos olhos dele.

— O que você quer, Renato?

Ele hesitou. O pau endureceu debaixo de mim.

— Não sei. Coisas... estranhas.

— Que coisas?

— Foi muito bom ver você tomando a iniciativa, sendo mais mulher, mais dona de si.

Ri, passei a mão no rosto dele.

— Isso não é estranho. É só mais uma forma de sentir prazer.

— Você acha?

Ele relaxou um pouco.

— E você? O que você quer?

A pergunta me pegou.

— Eu quero você. Quero te ver se soltar. Quero te ver se entregar.

— E... e outras coisas?

— Que outras coisas?

— Não sei. Coisas que você não me conta.

Fiquei em silêncio. Ele estava mais perto do que imaginava.

— Renato, tem coisas que eu não conto porque não quero te machucar.

— Machucar como?

— Porque algumas coisas que eu sinto... são fortes demais. Escuras demais.

— Me conta.

— Não.

— Por favor.

Olhei nos olhos dele. Havia algo ali. Curiosidade. Medo. Desejo.

— Se eu contar, você vai me odiar.

— Nunca. Eu te amo.

— Isso não impede.

Ele segurou meu rosto com as mãos.

— Isa, eu quero saber. Quero saber tudo. Quero entrar na sua cabeça. Quero entender.

Respirei fundo.

— Eu sinto falta de coisas. Coisas que fiz antes de você. Coisas que... me marcaram.

— Que coisas?

— Coisas que não posso repetir aqui. Coisas que envolveram outras pessoas.

Ele ficou tenso, mas não afastou o olhar.

— Outros homens?

— Sim.

— E você sente falta deles?

— Não deles. Do que eles me faziam sentir.

— O que eles te faziam sentir?

— Viva. Solta. Puta.

A palavra pairou no ar. Ele não se afastou.

— E eu? Eu não te faço sentir isso?

— Faz. De outro jeito. Mais suave. Mais amoroso. Mas tem uma parte de mim que pede mais. Que pede coisas que você não pode dar.

— Como o quê?

— Violência. Humilhação. Dor. Coisas que você não tem coragem de fazer.

Ele ficou em silêncio por um longo tempo. Depois, murmurou:

— E se eu tentasse?

— O quê?

— Tentasse te dar isso que precisa?

Olhei nos olhos dele.

— Você não precisa.

— E se eu quiser?

— Renato...

— Me deixa tentar. Me deixa ser o que você precisa. Pelo menos uma vez.

Toquei o rosto dele.

— Você tem certeza?

— Tenho.

— Então, meu cachorrinho, deita.

Ele deitou na cama. Subi em cima dele, sentei no peito dele.

— Primeiro, você vai me chamar de senhora.

— Isa..

PAAH, um tapa na cara dele

— Isa não, senhora, você que pediu isso então me obedece cachorrinho.

— Sim senhora.

— Isso. Agora me chupa.

Ele obedeceu. A língua dele encontrou minha boceta, molhada. Eu gemi, segurando a cabeça dele.

— Isso... isso... mais fundo...

Gozei rápido.

— AAAIIINN! Bom menino... bom..

Desci, sentando ao lado dele. Tirei a cueca com os dentes. O pau estava duro.

— Gosta de me ver assim?

— Gosto, senhora.

— Gosta de ser meu cachorrinho?

— To aprendendo a gostar.

Coloquei o pau dele na boca. Chupei devagar, provocando. Ele gemeu.

— Senhora... isso... que gostoso...

— Cala a boca e sente.

Chupei as bolas dele também, lambendo, sugando. Ele gemia, as mãos apertando os lençóis.

— Agora vira. Fica de quatro.

Ele hesitou.

— Não sei se...

— Vira. Confia em mim.

Ele virou. Ficou de quatro na cama, a bunda empinada. Passei a mão, apertando.

— Sua bunda é tão linda. Tão minha.

— Sua, senhora.

— Silêncio.

Inclinei e passei a língua no cu dele. A primeira lambida fez ele gemer alto.

— Hmmm! ISA... Senhora... que isso... o que está fazendo...

Dei um tapa na bunda dele.

— É Senhora, sou sua dona e você pediu isso, vai me dar o que eu quiser lembra?

—Sim... Sim senhora.

Continuei lambendo, a língua entrando, saindo. Ele tremia.

— Gosta, cachorrinho?

— É diferente, nunca provei isso mas ta gostoso sim... não imaginava essa sensação...

— Fala. Fala que você gosta.

— Gosto... gosto de sentir sua língua...

Bati na bunda dele, de leve, depois mais forte.

— Isso... isso...

Enfiei a língua fundo. Ele gemeu, gozou sem tocar no pau.

— GOZEI! GOZEI, SENHORA!

— Isso, meu cachorrinho. Agora deita.

Ele deitou de costas, ofegante. Subi em cima dele, mas não sentei. Só fiquei ali, olhando.

— Gostou?

— Muito. Foi... diferente. Mais intenso.

— É assim que tem que ser.

— Isa... você... você já fez isso antes? Com outros?

Olhei nos olhos dele.

— Sim.

Ele não se afastou. Não chorou. Só assentiu.

— E você sente falta?

— Sinto. Mas com você é diferente. É mais... verdadeiro.

— Verdadeiro como?

— Porque você confia em mim. Porque você se entrega. Porque você me ama.

Ele me puxou pro peito dele.

— Te amo, Isa. Mais que tudo.

— Também te amo.

Ficamos assim, abraçados, até o sono vir.

---

A noite eu não conseguia dormir, essa intensidade com Renato só me deu mais tesão, estava inquieta. De madrugada, acordei com o tesão latejando. Dessa vez era diferente. Mais forte. Mais urgente. Uma fome que não tinha nome, que vinha do fundo do abismo. Renato dormia ao meu lado, o sono pesado.

Me levantei com cuidado. A barriga pesava, quatro meses, mas não impedia nada. Fui até a cozinha.

A luz da geladeira iluminou meu rosto quando abri. Lá dentro, os pepinos. Peguei o maior. Grosso. Firme. Perfeito.

Sentei no chão da cozinha, encostada no armário. A luz da geladeira ainda acesa, iluminando a cena. A barriga empurrava o vestido pra cima, os peitos enormes vazavam leite, formando poças no chão.

Olhei pro pepino. Levei à boca. Chupei a ponta, lambi, fechei os olhos. Na minha cabeça, era ele. O pau dele. Aquele monstro que me fazia perder a razão.

*— Isso, putinha. Chupa. Chupa como se fosse meu pau. Chupa, sua vagabunda.*

A voz veio sozinha. Tão clara, tão presente.

— Valério... — sussurrei.

*— Tá com saudade, cadela? Tá com saudade do pau do teu dono?*

— Tô... tô morrendo de saudade...

*— Eu sei. Sua buceta já tá molhada. Eu sempre sei.*

E era verdade. Eu estava encharcada. Escorria pelas coxas, formando poça no chão.

A mão desceu sozinha. Os dedos encontraram a entrada.

*— Isso. Toca. Toca essa buceta pensando em mim. Pensa na última vez que eu te comi. Pensa no meu pau entrando fundo.*

Comecei a me tocar, os dedos trabalhando.

— Tô lembrando... tô lembrando de tudo...

*— Lembra de quê, puta?*

— Lembro da sua mão no meu cabelo... do seu pau na minha boca... do seu gosto... do jeito que você me chamava de puta...

*— Isso. Continua.*

Enfiei dois dedos. Gemei.

— GOZEI! GOZEI!

O orgasmo veio rápido, mas fraco. Não era suficiente.

*— Rápido, hein? Minha puta tá muito sensível.*

— Tô... tô grávida... os hormônios...

*— Desculpa de puta. Você é viciada. Sempre foi. Viciada em pau. Viciada em mim.*

— É verdade... é verdade...

Peguei o pepino. Enfiei devagar. A boceta abrindo, aceitando, faminta.

— AAAIIINN...

*— Isso. Só um. Mas você quer mais, não quer?*

— Quero... quero mais... quero tudo...

*— Então vai fundo, vagabunda. Vai fundo que hoje você vai gozar até esquecer teu nome.*

Comecei a mover. O pepino entrando e saindo, entrando e saindo. O ritmo aumentando.

— GOZEI! GOZEI DE NOVO!

O leite jorrava dos meus peitos, escorria pela barriga, formava poças no chão.

*— Boa putinha. Mas ainda tem lenha pra queimar. Aperta essas tetas. Espreme esse leite.*

Apertei os peitos com as mãos livres. O leite jorrou em jatos, espirrou na minha cara, na minha boca.

— TÔ JORRANDO! TÔ JORRANDO LEITE!

*— Isso, vaca. Toma teu leite. Toma que é teu.*

— TÔ CHEIA! TÔ CHEIA DE PAU!

Continuei, movendo dentro de mim. O ritmo frenético.

*— Isso, cadela. Toma tudo.*

Gozei. Gritei.

— GOZEI! GOZEI, CARALHO!

*— Mais. Quero mais.*

— NÃO AGUENTO MAIS!

*— AGUENTA, PUTA. AGUENTA.*

Gozei de novo. E de novo. Perdi a conta.

— QUERO MAIS... QUERO MAIS... QUERO SEU PAU...

*— Eu não tô aí, puta.*

— NÃO... QUERO VOCÊ... QUERO O SENHOR...

*— O senhor? Tá me chamando de senhor agora?*

— SENHOR... DONO... MEU DONO...

*— Isso. Me chama assim. Me chama de dono enquanto goza.*

— DONO... MEU DONO... GOZEI PRO SENHOR!

Gozei. Gritei. Chorei.

— GOZEI! GOZEI, DONO!

*— Boa putinha. Agora vai fundo de novo.*

— TÔ CHEIA! TÔ CHEIA DE TUDO!

*— Isso, vaca. Toma tudo. Toma que nem a cadela que você é.*

— TÔ GOZANDO... TÔ GOZANDO SEM PARAR...

*— Goza, puta. Goza até não aguentar mais.*

— NÃO AGUENTO... NÃO AGUENTO...

*— AGUENTA.*

Gozei. Gritei. Continuei. Gozei de novo. E de novo. Perdi a conta.

— TÔ LOUCA... TÔ MUITO LOUCA...

*— Fica louca. Fica doida. É assim que eu gosto.*

— NÃO SEI MAIS... NÃO SEI QUEM SOU...

*— Você é minha puta. Sempre foi. Sempre vai ser.*

— SUA PUTA... SOU SUA PUTA...

*— FALA MAIS ALTO.*

— SOU SUA PUTA! SOU SUA VACA! SOU SUA CADELA!

Gozei. Gritei. Chorei. Ri. Tudo junto.

— GOZEI! GOZEI, CARALHO!

A visão escureceu por um segundo. Quando voltei, estava deitada no chão, toda gozada, com leite escorrendo pelo corpo.

A voz tinha sumido.

Fiquei ali, ofegante, o corpo tremendo, a mente flutuando.

— Valério... — sussurrei, a voz falhando.

Ninguém respondeu.

Tirei o pepino da minha buceta. Cada centímetro que saia era um gemido, um vazio. Lavei tudo. Guardei.

Lavei o chão. Lavei o leite, a baba. Voltei pra cama. Renato dormia. Deitei ao lado dele. Coloquei a mão na barriga. O bebê mexeu leve.

Fiquei refletindo no que minha mãe falou, será que ela sabia de algo mais, será que era problema de família, eu precisava controlar ela dizia, tinha medo do que podia acontecer.

— Desculpa, filho — sussurrei.

Eu preciso ser mãe, eu preciso gozar, eu preciso de pau e ser puta. Renato meu amor, quando chegar a hora você vai saber de tudo, prometo, você será meu maior confidente nisso tudo.

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