Playboy da Praia Tá Fazendo De Tudo Para Comer Minha Esposa - 6

Um conto erótico de Mais Um Autor
Categoria: Heterossexual
Contém 1170 palavras
Data: 09/03/2026 13:35:15

Acordei com o sol já alto, filtrando pelas cortinas finas do quarto do hotel. Carol estava ao meu lado, os cabelos ruivos espalhados no travesseiro, o corpo nu enrolado no lençol como se nada tivesse acontecido na noite anterior. Ela virou para mim com um sorrisinho preguiçoso, deu um beijo demorado e murmurou: "Hoje vai ser um dia bom, tá?"

E por um tempo, foi. Ela fez de tudo para compensar pelo estresse da noite anterior. Descemos para o café da manhã de mãos dadas. Fomos para a praia cedo, montamos nossa canga num canto mais tranquilo, longe de tudo e de todos. Ela deitou de bruços no biquíni novo, e eu passei protetor nas costas dela, as mãos deslizando devagar na pele branquinha, sentindo-a arrepiar de leve. Nada de discussões. Só nós dois, cerveja gelada, mar calmo. Parecia que a viagem tinha voltado aos eixos.

No meio da tarde, enquanto eu lia o meu livro, Carol pegou o celular. Fiquei de olho no que ela fazia. Ela recebeu uma mensagem de Bianca, convidando para uma festa na casa dela. Vi-a digitando rápido, perguntando se eram as mesmas pessoas de ontem. A resposta veio em segundos: “sim 😐”.

Carol ficou um tempo encarando o celular, sem sair da mensagem ou responder. Depois de um tempo, ela tomou uma decisão. Virou para mim com os olhos grandes, como se fosse o gatinho do Shrek, e com a voz mais manhosa que ela conseguia fazer propôs:

"A Bianca chamou pra um churrasco na casa dela hoje… vamos? Eu me diverti tanto ontem, antes daquela briga idiota."

Sentei-me direito na cadeira, o bom humor evaporando na hora, com certeza ela sabia antes mesmo de perguntar o quanto eu odiaria aquela proposta . "Nem morto, Carol. Não vou a uma festa com aquele filho da puta."

"Entendo, amor… você tem razão. Mas vou dar uma passadinha rápida, então. Só pra ver a Bianca e comer uma carninha."

A ideia dela lá sozinha com aquele cara me fez quase explodir. E eu sabia que não se eu tentasse forçar a barra ali, tudo iria pelos ares e começariamos a brigar. Engoli em seco e disse: "Tá bom… vou junto. Mas se aquele babaca chegar perto, eu quebro a cara dele."

Ela sorriu aliviada e me deu um beijo rápido. "Até parece, amor… Vai ser tranquilo, prometo."

Chegamos no churraso no finzinho da tarde. Era uma mansão pé na areia, com piscina infinita, churrasqueira fumegando e música alta tocando pagode. A galera era a mesma: Bianca e as clones loiras, os moleques bombados de sunga. Murilo estava lá, claro, mas dessa vez manteve distância de nós. Nem olhou em nossa direção no início, talvez envergonhado pelo papelão da noite anterior, ou finalmente percebendo que Carol não queria nada com ele. Fiquei no meu canto, bebendo cerveja atrás de cerveja para relaxar.

A festa rolou solta. Carol circulou, rindo com as amigas e dançando um pouco na beira da piscina. Eu encontrei uma rede no quintal, deitei ali para descansar os olhos por um minuto... e apaguei.

Acordei no escuro, o coração disparado. A música ainda tocava ao fundo. Olhei o relógio: já era madrugada. Carol não estava ao meu lado. Levantei num pulo, preocupado pra caralho, e procurei desesperado pela casa — piscina, sala, varanda. Meu peito apertava enquanto imaginava o pior.

Fui pelo quintal, contornando a casa, e olhei pela janela iluminada da cozinha. Carol estava lá, sozinha, pegando uma garrafa d'água na geladeira. Respirei aliviado.

Mas minha paz durou pouco: Murilo entrou logo em seguida, fechando a porta atrás de si. Ele devia ter esperado a festa inteira por aquela oportunidade de ficar sós com minha esposa.

"Olha só que sorte a minha", disse ele, com aquele sorrisinho filho da puta no rosto.

Carol virou-se devagar, o corpo todo tenso. "Sorte pra uns, azar pra outros."

"Você não precisa ser tão dura comigo, Carolzinha. Eu gosto tanto de você... só quero ser seu amigo."

Ela revirou os olhos. "Amigo, sei... e o que foi aquele showzinho ontem?"

Murilo riu baixo e deu um passo à frente. "Tá bom, me pegou. Mas não precisa fingir comigo, eu não vou contar nada para o seu namorido. Eu vi a forma como você ficou manjando a minha rola… não ficou com vontade?"

"Nenhuma", rebateu ela, seca, a voz firme. "Você não faz ideia do quanto eu te acho ridículo."

A cozinha era um corredor estreito, e Murilo bloqueou a única saída. Carol tentou passar de lado, esgueirando-se entre ele e a pia, de costas para o corpo dele, talvez evitando olhar para cara dele enquanto saía daquela incômoda conversa. Ele não pensou duas vezes. Enquanto ela passava, jogou seu corpo com tudo no dela, prensando-a contra a pia, as mãos enormes apertando os seios da minha mulher com força por cima do vestido.

Carol ficou imóvel, provavelmente em choque, sem reagir ao assédio daquele canalha. Depois de alguns segundos, recompôs-se, tentou acertar uma cotovelada nele e murmurou, a voz tremendo: "Para com isso. Se eu gritar, vai ser uma confusão pior que a de ontem."

Os dois ficaram naquele impasse por um tempo, Carol tentando se soltar e Murilo a imobilizando, enquanto a apalpava, cheirava o cabelo da minha mulher e lhe dava beijos na nuca. “Ruivinha, você me deixa louco com essa sua atuação… eu sei que você ainda vai implorar pela minha rola.”

Murilo riu com o próprio comentário, deixando que minha esposa se debatesse por mais um tempo, até liberta-lá. Carol encarou-o enfurecida, os olhos faiscando, e deu um tapa forte no rosto dele. A diferença de altura era tanta que ela quase teve que pular.

Ele nem piscou, abraçou-a novamente, imobilizando-lhe as mãos contra o peito largo, e forçou um beijo. Carol desviou a cabeça duas vezes, virando o rosto, mas na terceira ele acertou: os lábios colaram nos dela por segundos, a língua dele invadindo antes que ela recuperasse a compostura e o empurrasse para trás.

Minha esposa arfava, enquanto encarava o Murilo, aceitando que nada que ela pudesse fazer iria de alguma forma lidar com aquele animal. Enquanto ela olhava, ele abaixou a calça, libertando aquele monstro absurdo, se masturbando na frente dela. “Vem sua putinha… eu sei que você quer dar um beijinho nele.”

Carol, deu as costas e saiu sem dizer nem uma palavra, abrindo e fechado a porta com cuidaod para que ninguém pudesse ver o que aquele filha da puta estava fazendo na cozinha.

Afastei-me da janela antes que alguém me visse, consumido pelo ódio puro. Encontrei Carol na sala, pálida, bebendo água com a mão trêmula.

"Se quiser ficar, fique, eu vou embora", gritei.

Ela me olhou por um segundo, os olhos verdes vidrados, e murmurou: "Não... vou com você."

Saímos dali sem nos despedir de ninguém, o caminho de volta em silêncio absoluto. Não sabia o que dizer, nem ela. Mas uma coisa eu sabia: aquela merda chegará num ponto sem retorno.

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