CARLA me deu a excelente notícia de que seu marido vai passar de 45 a 60 dias em São Paulo, por conta de um cliente da empresa em que ele trabalha; a parte ruim é que ela talvez tenha de passar uns dias lá, mas nada certo ainda, ou melhor, de certo apenas que o marido vai passar um tempo fora.
- Você vai dormir aqui em casa todas as noites, ouviu?, sentenciou CARLA
- Meu amor, é muito perigoso isso
- Pode até ser, mas será nosso melhor período.
Desde o final do ano passado, o prédio em que moramos adotou portaria com gente de 7 da manhã até as 7 da noite, depois só a eletrônica, o que facilita a minha ida para o apartamento dela.
CARLA me disse isso quando, por coincidência, eu e ela subimos juntos e sozinhos no elevador; eu tinha vindo da academia, ela de uma andada no parque. É impressionante que só de encontrar com ela meu sangue sobe, o pau dá sinal de vida, a gente se controla para não se agarrar. Quando chegamos nos nossos apartamentos, fomos conversar no aplicativo de mensagem:
- Meu amor, queria estar agora cheirando e lambendo essa bucetinha suada, escrevi
- Que nojo, RAMON, foi só aquela vez e pronto
- Nada disso, eu estou viciado nesse seu cheiro. E você diz isso mas gozou muito na hora
- Tarado safado, você sabe que eu sou sua... mas eu suada? O cheiro é insuportável
- É a poção do amor. Não tem aquela conversa de "a mulher prendeu o homem dando um chá de calcinha para ele"? Isso é meu chá de calcinha, só que diretamente na fonte
Tomamos banho com conversa de vídeo e nos masturbamos assim, mostrando um ao outro. Aliás, conversamos muito pelo aplicativo.
A viagem está próxima, mas claro que não aguentaríamos esperar tanto e nossos encontros furtivos e rápidos sempre são necessários. Certa noite, quase meia-noite, recebo a mensagem de CARLA, dizendo que o marido tinha tomado um famoso remédio para dormir e que não tinha quem o acordasse.
- Sobe, amor, pediu ela
- Amor, é perigoso demais
- Eu garanto que não é, perigoso seria se eu saísse daqui
Em 5 minutos eu e ela estávamos nos agarrando e tirando a roupa na dependência da empregada. CARLA estava linda com uma camisola de algodão bem simples, daquela que só se usa em casa e sem ninguém de fora. Por excesso de cautela minha, não ficamos namorando até dar a segunda: eu achei abusar demais da sorte. Desde esse dia virou regra que, acaso o marido tomasse o sonífero, eu subiria.
A outra vez e mais marcante, de novo foi marcado por CARLA:
- Amor, que tal uma "conversinha" (como chamamos nossas trepadas) amanhã de manhã?
- Eu posso, mas como vai ser? E seu marido?
- Ele acorda normalmente às 7h. Eu passo por aí mais cedo.
- Não é melhor quando ele sair para trabalhar?
- Não por causa do porteiro, que pega às 7h
- Como vai ser?
- Cedinho eu passo por aí... e se você quiser...
- O que é "se eu quiser"?
- Eu posso ir andar bem cedo e vou suadinha para você
- Se eu quero? A resposta é sim, sim e sim
Ela saiu para andar às 5:30h, mandou mensagem para mim, e às 6:15h entrava no meu apartamento pela porta de serviço que deixei aberta. Não preciso dizer que meu coração batia forte e meu pau estava duríssimo. "Me dá água, amor", ela pediu e bebeu dois copos de água sem pressa. "Só uma doida para aceitar o pedido de um doido", ela comentou rindo, enquanto eu a abraçava e lambia o suor na sua nuca. Tentamos agir sem muita pressa, porém sabíamos do pouco tempo que tínhamos. Então CARLA ficou rindo e me chamando de tarado quando eu comecei a tirar a calça legging que ela estava, vendo a minha rainha de calcinha, que também tirei. Ah, o cheiro de uma mulher amada... o cheiro de CARLA, a buceta bem suada, que delícia. Meti o nariz e cherei bem forte.
- Para com isso, meu amor, ela pediu rindo
- Eu não aguento, estou viciado, é fetiche, é tara, mas é só por você
Aquele ar nos meus pulmões e caí de língua. CARLA abriu as pernas e já se deitou. Fiquei lambendo, chupando e bebendo aquele líquido. CARLA gozou na hora, rapidinho. Lambi e engoli tudo. O cheiro estava fortíssimo. Montei nela e começamos a trepar. "Seu rosto só fede a buceta", ela reclamou. "Não, meu amor, é o cheiro da entrega que você está sentindo", repliquei. Não consegui esperar CARLA gozar novamente e meti muito leite nela; pedi desculpa e continuei dentro, mais cadenciado, para que ela gozasse, o que ela conseguiu.
- Como é que você acha bom esse cheiro de buceta suada, meu amor? Eu não entendo, disse ela
- Não sei. Sei é que fico cada vez mais louco por você por conta disso. Quero marcar um dia para que eu dê um banho de língua em você todinha assim, suada.
Trocamos muitos beijos e CARLA foi para a casa. Nesse dia ela me mandou várias fotos de calcinha, na cama e no banheiro.
Eu já imagino como será nossa lua-de-mel quando o marido dela viajar...